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  • 28ago

    VEJA.COM

    Talita Fernandes, de Sertãozinho

    A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, na Fenasucro (Feira Internacional de tecnologia sucroenergética), na cidade de Sertãozinho, interior de São Paulo

    A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, na Fenasucro (Feira Internacional de tecnologia sucroenergética), na cidade de Sertãozinho, interior de São Paulo (Felipe Cotrim/VEJA.com)

    A candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, respondeu às críticas dos seus adversários Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) nesta quarta-feira.

    O tucano havia dito que o país não pode ser governado por “amadores”, e a petista atacou a defesa que a ex-senadora faz de um “governo dos melhores”, sem partidarismos.

    “Tem muita gente por aí dizendo que o Brasil não pode ser governado por amadores dos sonhos”, disse Marina, em referência a Aécio.

    Segundo a candidata do PSB, os brasileiros terão de escolher entre “apostar no sonho de que a gente possa ter um Estado eficiente que faça a sua gestão escolhendo os melhores e não aqueles que são indicados pelos interesses do partido desse ou daquele grupo” ou “continuar nas mãos dos profissionais das escolhas incorretas”.

    “Tenho certeza de que é melhor conversar com FHC do que com ACM e de que é melhor conversar com Lula do que com Sarney”, continuou.

     Em seguida, disparou contra a candidata do PT: 

    “Se Dilma tivesse feito menos propaganda do governo Lula, setenta usinas não estariam fechadas e outras quarenta em processo de recuperação judicial. Governo não é para fazer propaganda, mas para assumir compromisso.”

    A ex-senadora participou nesta quinta-feira da Fenasucro, feira internacional de tecnologia sucroenergética, na cidade de Sertãozinho, no interior de São Paulo.

     Para se livrar da pecha de que é inimiga do agronegócio, a ex-senadora dedica sua agenda a dois eventos com o setor:

    Amanhã ela participa de um jantar em São Paulo com quarenta empresários do ramo a convite do presidente do Datagro (consultoria de etanol e açúcar), Plínio Nastari.

    Durante sua fala, a ex-senadora aproveitou para criticar o abandono do setor sucroenergético pelo governo federal.

    Ela enfatizou a importância dos investimentos no etanol para que o país tenha uma matriz energética mais limpa e mencionou a destinação de 10% do PIB para a educação como uma das prioridades.

    Publicado por jagostinho @ 18:09



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