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  • 17out

    VEJA.COM

    A dez dias das eleições, presidente fez a primeira agenda de campanha em Curitiba sem sua ex-ministra Gleisi Hoffmann, que fracassou nas urnas

    Jean-Philip Struck, de Curitiba
    A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante campanha com o vice, Michel Temer, em Curitiba, nesta sexta-feira (17)

    A presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, durante campanha com o vice, Michel Temer, em Curitiba, nesta sexta-feira (17)  (Gisele Pimenta/Folhapress)

    Em sua primeira visita ao Paraná durante a corrida eleitoral, a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) voltou a usar a tática do medo, dizendo que a vitória do seu adversário Aécio Neves (PSDB) representa riscos ao país.

    “Nós precisamos de vocês, de cada um de vocês. A partir de hoje nós temos que ir às ruas. Falem com os amigos, falem com os vizinhos. Nós temos que mostrar as consequências se o Brasil voltar para trás”.

    “Nós temos que mostrar o que aconteceu nesse país quando eles governaram. Mostrar o que aconteceu com os trabalhadores, com estudantes, com cada um”, disse.

    A petista tentou justificar o tom agressivo de sua campanha afirmando que ela apenas responde aos ataques de seus adversários.

    “Nós não somos da guerra, da briga. Mas quando nos desafiam, a gente encara uma boa briga”, disse. 

    Antes da presidente, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse que a vitória de Aécio e a visão econômica dos tucanos podem acabar transformando o Brasil em uma nova “Grécia ou Espanha”, um dos países mais afetados pela crise europeia. 

    Depois de seu discursos, a presidente-candidata participou de uma carreata pelas ruas do centro de Curitiba. No carro, acompanharam Dilma o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), e Requião.

    Juntaram-se à comitiva o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), e o ex-senador Osmar Dias (PDT).

    Uma ausência notável foi a da senadora Gleisi, que foi ministra-chefe da Casa Civil durante o governo Dilma e deixou o cargo para concorrer ao governo do Paraná.

    Gleisi era uma das apostas do PT nestas eleições, mas acabou com um vergonhoso desempenho, ficando em terceiro lugar na disputa, com apenas 14,87 % dos votos, contra 55% dos obtidos por Beto Richa (PSDB-PR), que foi reeleito governador do Estado.

    Gleisi chegou a receber Dilma no aeroporto, mas desistiu de acompanhar a presidente no evento público. 

    A carreata marcou a primeira visita de Dilma ao Paraná nesta campanha eleitoral, Estado onde enfrenta dificuldades para se reeleger.

    No primeiro turno, a presidente ficou com 32,54% dos votos no Estado, contra 49,79% de Aécio. Ao lado do candidato tucano ao Palácio do Planalto e de Richa, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) também teve votação expressiva, conseguindo se eleger para novo mandato no Senado Federal, com 77% dos votos, o maior porcentual para o cargo do país.  

    Durante o percurso, a comitiva de Dilma optou por não passar pela rua XV de Novembro, a avenida mais famosa de Curitiba e o tradicional ponto de encontro para aparições políticas.

    Na campanha de 2010, Dilma hostilizada quando passou pela avenida. Desta vez, ela passou por uma via paralela.

    A carreata percorreu cerca de 300 metros. Milhares de militantes petistas, reforçados por sindicalistas da Força Sindical, compareceram no centro de Curitiba. 

    Ao contrário de 2010, Dilma não foi hostilizada. O único incidente ocorreu antes da sua chegada.

    Militantes petistas agrediram um homem que levantou um exemplar do livro “Assassinato de Reputações”, do ex-secretário nacional de Justiça , Romeu Tuma Jr., que contém diversas denúncias contra o governo Lula.

    Policiais militares e outros militantes acabaram separando a briga e retiraram o homem, que ficou com um corte na cabeça, do local.

    No carro de som, os organizadores pediram que os militantes se contivessem diante de “provocações”. 

    Publicado por jagostinho @ 19:09



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