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  • 29out

    AGÊNCIA SENADO

    Senador Roberto Requião (PMDB-PR) volta a protestar contra a recondução de Bernardo Figueiredo ao cargo de diretor geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)Ao analisar o resultado do segundo turno das eleições para presidente da República, durante pronunciamento nesta terça-feira (28), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou que a urgência do Brasil é por medidas econômicas e não apenas pela reforma política.

    Ele saudou a presidente da República Dilma Rousseff, pela reeleição no segundo turno das eleições, com pouco mais da metade dos votos válidos apesar, segundo ele, do alinhamento da mídia com o candidato de oposição, Aécio Neves. Também reclamou que a mídia insiste em dividir o Brasil em dois, com a divulgação de mapas que não têm outra utilidade que não a de reforçar o preconceito entre as regiões do Brasil. O senador lembrou que um mapa com a votação por município desconstrói essa divisão do Brasil por regiões que a mídia fez.

    Requião acrescentou que a votação obtida pela presidente nas Regiões Sul e Sudeste superou em mais de dois milhões os votos que ela recebeu nas Regiões Norte e Nordeste.

    REFORMAS

    Roberto Requião disse concordar quando os dois candidatos agora falam em unir o país em torno de ideias. Entretanto, ponderou que se as propostas ficarem restritas às reformas política e eleitoral, será pequena a chance de melhorar a vida dos brasileiros.

    Para o parlamentar, o governo deve, na verdade, priorizar medidas como a redução da concentração de renda e o combate à especulação financeira.

    — Não vai sobrar política, ou políticos ou partidos se o Brasil continuar se desindustrializando, perdendo competitividade, recuando nos campos da inovação e da tecnologia, dependente, como há quinhentos anos, da exportação de produtos primários e da importação de produtos industrializados. Não há futuro político para um país com um PIB tão ridículo quanto o nosso — advertiu.

    Na opinião de Roberto Requião, o governo não deve seguir o que quer o mercado, que, por intermédio da mídia, defende medidas como o ajuste fiscal e a redução de gastos. Esses fundamentos, lembrou o senador, seriam adotados por Armínio Fraga, cotado para ser o ministro da Fazenda, caso o senador Aécio Neves vencesse a disputa.

    ASSISTA:

    Publicado por jagostinho @ 18:42



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • dinarte Disse:

    O senador, de banho tomado, jeans deixado de lado, terno e gravata para dar ar solene ao seu falatório no Senado. E sempre oportunista, acabou a eleição e ele ocupa a tribuna para se fazer de importante, posando de venerável oráculo. Há que diga que ele é detestado aqui nas araucárias, mas adorado por esse Brasil afora. Requião não é DETESTADO e nem ADORADO a nível nacional. Ele, simplesmente, é IGNORADO, ESCANTEADO, motivo de CHACOTA, ou ainda, motivo de DESPREZO. Ignorado porque nada produz no Senado Federal, onde já está lá pela segunda vez. É escanteado pelos líderes e pela cúpula nacional do seu partido, o PMDB. É motivo de chacota por ser lembrado sempre como o comedor de mamona e criador de factóides. E, finalmente, é desprezado pelas frequentes violências que faz contra jornalistas e a mídia em geral.

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