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  • 03nov
     
    Dia 31 de Outubro, segundo Estadão, a multinacional japonesa Toyo Setal e o seu representante Júlio Camargo, resolveram fazer “delação premiada” no caso já conhecido como “petrolão”. O advogado de defesa da empresa e do seu executivo Antonio Pitombo subestabeleceu a procuração para a advogada Beatriz Catta Preta, a mesma que fez o acordo de “delação premiada” do Paulo Roberto Costa.A empresa foi apontada por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, dentro do acordo de “delação premiada”, no interrogatório na Justiça Federal como integrante do cartel de empresas que se apossou dos contratos R$ bilionários da Petrobras.

    A Toyo Setal e o seu diretor Julio Camargo foram apontados pelo doleiro Alberto Youssef, também, dentro do acordo de “delação premiada” como sendo integrantes do conluio entre 13 grandes empresas e os diretores da Petrobras.

    Na condição de ter sido dono de empreiteira, na década de 1980, é fácil de entender o que se denomina de cartel de empreiteiros e a relação “incestuosa” entre o cartel e as empresas públicas contratantes. ]

    A relação é como uma simbiose entre o cartel e os agentes públicos. Os tempos passam, mas só mudam as pessoas e os números. Não tem nenhum anjo nessas histórias.

    O presidente Collor só caiu no meio do governo, porque tal qual os governos do Lula e da Dilma, “exigiu” propinas cada vez mais “fora do padrão”.

    Guarda uma certa semelhança entre os dois governos, o do Collor e o da Dilma. Os próprios membros do cartel, “não aguentaram” mais o tamanho da “exigência” das propinas.

    Segundo o próprio Paulo Roberto da Costa, as propinas eram de 3% sobre o faturamento da obra.

    Tanta “exigência” para poder continuar participando de obras federais, isto é propina de 3% sobre o valor da obra, está colocando em risco a própria sobrevivência das empresas.

    As empresas trabalham com margem líquida, após o pagamento de todos os impostos pouco mais de 3% do faturamento bruto.

    Para empresas é como ter Dilma e seus companheiros como sócios ocultos “meio a meio”.

    Pensam os empresários cartelizados, já que a Dilma e seus companheiros querem assim, vai ter o troco, pensam.

    Eles, os empreiteiros vão botar “m…” no ventilador! Tenho certeza absoluta de que os empresários do cartel não vão comer “m…” sozinhos.

    Vão levar os chefes da “facção criminosa”, o Lula e Dilma juntos. Vão repetir o que aconteceu com o Collor.

    Só vão esperar os novos parlamentares tomarem posse, para não interromper o processo de “impeachment”, no meio do caminho.

     
    Impeachment da Dilma é dado como certo!
     
    Ossami Sakamori

    Publicado por jagostinho @ 16:25



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