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  • 22dez

    BLOG DE ALUÍSIO AMORIM – JORNALISMO POLITICAMENTE INCORRETO

    A ASCENSÃO DA DIREITA NO BRASIL É UMA REALIDADE QUE JÁ APAVORA OS COMUNISTAS E EMBARALHA A NARRATIVA VICIADA DO JORNALISMO ESQUERDISTA

    Coronel Telhada, vereador e deputado estadual eleito em SP e o deputado Jair Bolsonaro: duas lideranças conservadoras em ascensão que passam a ser atacadas pelo jornalismo de aluguel, os esbirros de Lula que controlam as redações da grande imprensa nacional.
    O texto que transcrevo após este comentário parece ser da Folha de S. Paulo, mas não é. Podem ficar espantados, mas é do site da revista Veja. Assina a matéria a repórter Mariana Zylberkan.O mote da reportagem é espinafrar o Coronel Telhada, da Polícia Militar de São Paulo, agora reformado (aposentado) que atualmente é vereador e deputado estadual eleito, um campeão de votos.

    Telhada é utilizado como exemplo, mas na verdade o alvo de sua desconstrução são todos aqueles que já estão fartos de toda essa esculhambação que começou desde o dia em que o Lula foi transformando em presidente do Brasil.

    Na página de abertura do site da revista Veja, rende manchete a matéria sobre Telhada, com o seguinte título: “Redes sociais turbinam eleitorado da direita brucutu”.

    Clicando-se no link abre a matéria quando o título tem outro viés: “Coronel Telhada e a direita boa de voto”. É difícil imaginar que ambos os títulos sejam do mesmo editor. Mas vá lá. Deve ser mesmo. São os plantões de final de semana.

    Nota-se pelo andar da carruagem que os alegres rapazes e raparigas da grande mídia nacional continuam a alimentar a velha ojeriza à “direita”. E não só os jovens jornalistas, mas muitos velhos de guerra das redações.

    E isso expressa um nível de boçalidade avassalador do pensamento político brasileiro. Haja vista, por exemplo, à recente exumação da ossada de Jango Goulart, em busca de provas de que fora assassinado, aliás uma característica da idiotia latino-americana, useira e vezeira em promover exumações em busca de um suposto passado de glórias que foi destruído pelos maldosos “direitistas”.

    O finado coronel Hugo Chávez, exumou em meio a uma cerimônia mais macabra do que fúnebre, os restos de Bolívar e erguendo um mausoléu em honra ao herói.

    Ao mesmo tempo a máquina de propaganda comunista construiu uma narrativa colocando o “pajarito” de Nicolás Maduro em pé de igualdade a Bolívar, lado a lado.

    E nessa fantástica ficção o defunto Bolívar seria um ativista comunista e, por isso mesmo, o herói da pátria. Entretanto, o baú do passado latino-americano é vazio não só de mártires e heróis, mas sobretudo de ideias inteligentes.

    No século XXI repete-se a velha e surrada história de que o atraso do continente se deve à espoliação primeiro do império inglês e, depois, dos norte-americanos.

    E a narrativa esquerdista é a mesma, permanece constante, sendo o paradigma dominante da historiografia oficial que orienta os livros didáticos de história.

    O “império” ou os “impérios”, constituem a “direita” que impede o continente de romper a puberdade política e econômica.

    Impõem-se assim, por meio dos veículos de comunicação, uma superioridade moral da esquerda que induz os incautos a imaginar que um mundo de paz, harmonia, abundância e prosperidade ainda não aconteceu porque a verdadeira revolução socialista não foi aplicada.

    Não é à toa que até mesmo a revista Veja, o que resta de jornalismo razoável, sucumba à patrulha permamente da revolução cultural e qualifique o Coronel Telhada de representante da “direita brucutu”.

    A mídia, meus caros, tem um poder excepcional e já iniciou uma campanha sem trégua contra os poucos políticos que ousam insurgir-se contra a vagabundagem reinante, à insegurança, ao deboche, à imoralidade, às imposturas de toda ordem e à devassidão que corrói o tecido social e destrói da família.

    Nesse ambiente dito “progressista” tudo é permitido, menos a ação política de viés conservador que tem como lideranças expressivas o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro, cujas reputações que já vinham sendo destruídas pela peste do PT, agora ganharam o reforço de alguns jornalistas que integram o último bastião do jornalismo honesto.

    Não será surpresa se o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro acabem fuzilados num “paredón”, quando o Foro de São Paulo tiver concluído a última etapa da conversão do Brasil numa República Bolivariana do tipo cubano-venezuelano.

    Entretanto, nada disso causa surpresa para este modesto escriba. Exerço o jornalismo há mais de 40 anos. Modéstia à parte conheço o metier.

    Redações de jornais, revistas e televisões sempre foram valhacoutos, com as exceções de sempre, de vagabundos, pervertidos, imorais, maconheiros, vadios, diletantes e, sobretudo oportunistas e mentirosos.

    As exceções existem, é claro e os leitores sabem quais são. Afinal, a sociedade humana persiste pela insistência dos altruístas.

    Aparentemente, parece que o mundo é dominado pela lógica da sacanagem. Entretanto é o altruísmo que faz o mundo existir. Tanto é que o planeta já possui uma população estimada em mais de 7 bilhões. Logo, logo este número pulará para a casa de mais de 8 bilhões de terráqueos.

    Quem segura a onda, gostem ou não gostem, são pessoas como o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro.

    Portanto, não desistam, não se amedrontem, não se submetam ao patrulhamento da grande mídia. Mais um pouquinho os veículos da grande imprensa não terão mais leitores nem telespectadores.

    Nem que ofereçam de graça os seus serviços. A internet está aí e veio para ficar. Não dependemos mais de meia dúzia de delirantes que pretendem ditar o que é certo e o que é errado valendo-se da deletéria visão do pensamento politicamente correto e as suas engenharias sociais.

    E tem mais: as redes sociais podem ser o locus anárquico para um monte de besteiras, mas foram as redes os veículos de comunicação que mudaram drasticamente o perfil do eleitorado brasileiro e já colocaram nas ruas milhares de pessoas afinadas com os postulados conservadores.

    É a primeira vez, em mais de meio século, que isso acontece no Brasil e deixa desconcertados políticos e, sobretudo, jornalistas que continuam com um pé, ou os dois, fincados nos albores do século XX.



    Publicado por jagostinho @ 16:04



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