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  • 04fev

    ISTOÉ

    Dilma define demissão de toda a diretoria da Petrobras

    Em reunião com executiva da estatal na tarde desta terça-feira, presidente decidiu que mudança no comando da petroleira vai ocorrer no início de março

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    Dilma Rousseff decidiu demitir toda a diretoria da Petrobras, inclusive sua presidente, Graça Foster. A mudança no comando da estatal, no entanto, não vai ocorrer de forma imediata.

    Dilma optou por manter a direção da Petrobras até o final do mês de fevereiro. O Palácio do Planalto não se manifestou sobre a saída de Graça Foster nem sobre a razão pela qual a presidente decidiu manter a executiva no comando por mais tempo.

    Graça Foster se reuniu na tarde desta terça-feira, 3, com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Elas conversaram por cerca de duas horas, o que aumentou os rumores de que Dilma teria definido a saída da executiva do comando da estatal.

    O encontro levantou rumores de que Graça Foster deixaria o cargo ainda hoje, o que fez com que as ações da Petrobras disparassem na Bolsa de São Paulo, acumulando alta de mais de 15% no pregão.

    Graça chegou ao Planalto por volta das 15 horas e deixou a sede do governo perto das 17 horas.

    Enquanto ela e Dilma conversavam, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou os ratings de probabilidade de inadimplência do emissor (IDR, na sigla em inglês) de longo prazo em moedas estrangeira e local da Petrobras de BBB para BBB-.

    A agência ainda colocou todos os ratings em escala nacional e internacional em observação para possível rebaixamento.

    A situação da presidente da estatal se agrava a cada dia, diante dos problemas que estão sendo enfrentados pela empresa.

    Hoje, a agência de classificação de risco Moody’s afirmou que o rating da Petrobras pode ser novamente rebaixado se a relação dívida líquida/Ebitda da companhia ficar acima de 5 vezes por um período prolongado.

    A afirmação consta de um relatório que visa responder perguntas frequentes dos investidores sobre a companhia. A estatal está no foco das denúncias da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, envolvendo situações de corrupção.

    Durante o fim de semana, a presidente Dilma, que ainda resistia em manter a amiga por mais um pouco de tempo no cargo, reconheceu que a atual presidente da estatal perdeu condições políticas para continuar no posto.
    Mais cedo, o Palácio do Planalto negou que Graça Foster fosse deixar o cargo.
     
    O fato é que Graça sofreu mais um grande desgaste político e se enfraqueceu ainda mais ao tentar considerar que foi de R$ 88 bilhões o prejuízo da estatal por causa dos desvios que estão sendo anunciados, ao declarar que a exploração de petróleo cairá “ao mínimo necessário” e ao anunciar que vai cortar investimentos e desacelerar projetos, na semana passada.
    O fato é de que a saída de Graça Foster da Petrobras, é só questão de tempo ou até de horas.
     
    Graça Foster foi chamada a Brasília por Dilma para uma conversa sobre a situação da empresa.
    Inicialmente, a ideia era mantê-la no cargo para ela continuar funcionando como um “colchão”, uma barreira para que a crise da empresa não atinja o Planalto e a própria presidente Dilma Rousseff diretamente.
    O fato é que a situação de Graça é muitíssimo complicada e a presidente Dilma já estaria buscando um nome para substituí-la, já que a sua situação é praticamente insustentável.


    Publicado por jagostinho @ 12:43



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