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  • 11fev

    GAZETA DO POVO

    A Frente defende a redução da tarifa do transporte coletivo para R$ 2,85 e o congelamento da passagem neste valor

    Foto:- Hugo Harada/Gazeta do Povo

    Hugo Harada/Gazeta do Povo  / O grupo – de aproximadamente 150 pessoas – garante que vai levantar acampamento e passar a noite em frente ao prédio

     

    Manifestantes ligados à Frente de Luta Pelo Transporte promoveam, na noite desta terça-feira (10), um ato em frente da prefeitura de Curitiba. O grupo garante que vai permanecer em acampamento e passar a noite em frente ao prédio, no Centro Cívico.

    Até as 21 horas, quatro barracas haviam sido armadas no local. O número de manifestantes chegou a 150 pessoas, segundo os organizadores do ato, mas, com o avanço da noite, parte das pessoas deixou o local.

    O ato faz parte da terceira manifestação contra o aumento na passagem de ônibus em Curitiba, que subiu de R$ 2,85 para R$ 3,30 – no pagamento em dinheiro (para quem paga com o cartão transporte o valor sai em R$ 3,15).

    Segundo Clarissa Viana, uma das integrante da Frente, o objetivo é esperar uma resposta da prefeitura quanto a redução no valor da tarifa do transporte coletivo.

    “Nosso objetivo não é o enfrentamento com a Guarda Municipal, mas queremos ser recebidos pelo prefeito”, disse.

    A Frente defende a redução da tarifa do transporte coletivo para R$ 2,85 e o congelamento da passagem neste valor.

    No início do ato em frente à prefeitura, cerca de dez guardas municipais estavam na entrada do prédio, mas, após cerca de 1h30, um reforço foi chamado e outros guardas entraram no prédio.

    Entretanto, o clima no local era pacífico.

    Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do prefeito Gustavo Fruet (PDT) informou que não havia recebido nenhum pedido oficial de audiência e, portanto, nesta terça-feira eles não seriam recebidos.

    Os manifestantes reconheceram que não apresentaram nenhuma solicitação normal, o que deve ser feito na manhã desta quarta-feira (11).

    “Mas acreditamos que, o mínimo que o prefeito poderia fazer, é nos receber e nos ouvir”, acrescentou Clarissa.

    Publicado por jagostinho @ 09:14



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