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  • 24abr

    VEJA.COM

    Polícia italiana prende terroristas que planejaram ataque ao Vaticano

     

    Segundo os investigadores italianos, a rede queria realizar atentados à bomba contra o Vaticano. Os terroristas detidos mantinham contato com a Al Qaeda e com o Talibã

     

    Agentes da polícia italiana prendem homem acusado de ser terrorista
    Agentes da polícia italiana prendem homem acusado de ser terrorista(Divulgação/Polizia di Stato/VEJA)

     

    Pelo menos dezoito pessoas foram presas nesta sexta-feira pela polícia da Itália em uma operação contra membros de uma célula do grupo jihadista Al Qaeda no país.

    Os extremistas islâmicos presos tinham planejado um ataque contra o Vaticano em 2010, disse Mauro Mura, procurador da Itália.

    Em uma conferência de imprensa em Cagliari, na Sardenha, Mura disse que escutas telefônicas indicaram que os terroristas estavam planejando um ataque a bomba no Vaticano e que um homem-bomba havia chegado até Roma, mas foi detido pelas autoridades.

    Os terroristas também são suspeitos de realizar um ataque a bomba em um mercado no Paquistão em 2009, matando mais de 100 pessoas, também

    As autoridades não informaram as identidades dos presos, mas confirmaram que detiveram seis pessoas de uma mesma célula terrorista na ilha de Sardenha, base da Al Qaeda no território italiano.

    As demais prisões foram feitas em outras regiões do país. Os terroristas estavam em contato direto com líderes da Al Qaeda e do movimento Talibã no Paquistão, além de membros localizados em sete províncias italianas, disseram os investigadores.

    De acordo com o inquérito policial, que durou mais de seis anos, a rede financiava algumas de suas atividades através da imigração ilegal.

    “Eles fornecem contatos de empregos falsos e apoio logístico aos imigrantes que chegam na Itália e depois envolvem eles em suas atividades ilegais”, acrescentou Mura.

    França – Nesta quinta, o primeiro-ministro francês Manuel Valls afirmou que vários atentados foram descobertos e evitados desde 2013 no país, onde dezessete pessoas morreram em ataques jihadistas em janeiro.

    “Desbaratamos cinco atentados, incluindo o que felizmente não aconteceu em Villejuif há poucos dias”, afirmou o chefe de Governo à rádio pública France Inter.

    Na quarta-feira, as autoridades francesas anunciaram a detenção de um argelino que planejava um atentado contra uma igreja em Villejuif, na periferia de Paris.

    O estudante de 24 anos foi detido depois de se ferir com sua própria pistola e procurar ajuda em um hospital.

    Como de praxe, todo ferimento causado por fogo deve ser relatado à polícia. O estudante, que já era monitorado pelos serviços de inteligência, foi preso e confessou seus planos.

    Ele ainda é suspeito do assassinato de uma mulher. Após buscas no carro e na residência do suspeito, foram encontradas armas automáticas, coletes a prova de balas, braçadeiras de policiais e mapas de vários postos de polícia na cidade.

    Valls afirmou que “tudo indica” que este projeto foi idealizado “em contato com um indivíduo que poderia estar na Síria”.

    Ele destacou que o governo tem o registro de “1.573 franceses ou residentes na França que estão envolvidos nas redes terroristas”.

    O anúncio de quarta-feira coincidiu com um debate parlamentar sobre um projeto de lei para reforçar os poderes do serviço de inteligência francês.

    Em 7 de janeiro, dois jihadistas franceses atacaram a sede da revista satírica Charlie Hebdo e mataram doze pessoas.

    Dois dias depois, outro francês matou quatro judeus em um mercado kosher de Paris. Na véspera ele havia assassinado uma policial.



    Publicado por jagostinho @ 15:37



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