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  • 26abr

    GAZETA DO POVO – Felippe Aníbal

     

    Apesar de cerco policial, professores planejam ocupação do Centro Cívico

    Caravanas de educadores vindos da região metropolitana e do interior do estado devem se concentrar no entorno da Assembleia Legislativa

    Policiais são convocados para fazer segurança da Assembleia Legislativa.  Foto:- Antônio More/Gazeta do Povo

    Policiais são convocados para fazer segurança da Assembleia Legislativa. Foto:- Antônio More/Gazeta do Povo

     

    Mesmo com o cerco policial – que vai manter um cordão de isolamento em torno da Assembleia Legislativa do Paraná – os professores e funcionários da rede estadual de educação vão tentar ocupar o Centro Cívico de Curitiba.

    A exemplo da última mobilização, quando os educadores acamparam na Praça Nossa Senhora de Salete, a categoria pretende se concentrar diante da sede do Legislativo.

    “As nossas caravanas da região metropolitana e do interior vão se concentrar lá. A nossa intenção é ocupar o Centro Cívico novamente”.

    É um espaço público e vamos fazer a ocupação deste espaço. O anúncio [do cerco policial] não vai mudar em nada a nossa estratégia”, disse Walkíria Olegário Mazeto, secretária educacional da APP-Sindicato, que representa a categoria.

    Os detalhes da mobilização dos professores serão definidos neste domingo (26), em uma reunião da direção do sindicato.

    Os educadores adiantam que vão se preparar para um eventual endurecimento por parte da polícia, mas destacou que considera “vergonhoso” o fato de o Estado usar a força para impedir que servidores acompanhem uma votação na Assembleia Legislativa.

    “O governador [Beto Richa (PSDB)] está usando a força repressiva do Estado, que não deveria ser usada para isso, como forma de garantir alterações em direitos trabalhistas”.

    “O governador prefere usar a polícia para evitar o debate democrático. Prefere acionar a polícia para não dialogar com os servidores. Quer impedir o povo de chegar à casa do povo. É vergonhoso”, avaliou Walkíria.

    Paralisação

    Em 9 de fevereiro, os professores e funcionários da rede estadual de educação deflagravam uma greve, adiando o início do ano letivo.

    A paralisação se estendeu por mais de um mês. As aulas só foram iniciadas em 12 de março, mas a categoria manteve o estado permanente de greve.

    Durante a mobilização, os professores chegaram a ocupar a Assembleia Legislativa e mantiveram um acampamento na Praça Nossa Senhora de Salete, com dezenas de barracas.

    O movimento abrangeu quase 100% da categoria, afetando as 2,1 mil escolas estaduais do Paraná.



    Publicado por jagostinho @ 12:03



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4 Respostas

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  • prof. Elisa Disse:

    Que nojo do beto, mais uma vez pretende nos roubar para pagar suas dividas de campanha; esse dinheiro nos recolhemos todo mes por trinta, trinta e cinco anos; nossos deputados são corruptos, tem medo que vejamos seus votos; por isso querem proteção policial; vamos ver se mais algum enche as calças. Fora richa ratinho e quadrilha deixem o dinheiro dos servidores em paz !

  • andres gliteze sottomaior Disse:

    Fato inédito na história do Paraná – é uma situação que compromete toda a população e não somente os professores – todos devem comparecer e colaborar para um estado democrático e não ficar vendo à distancia os professores apanhando da policia do Beto. Além de ser uma classe mal remunerada ensinou os nossos deputados e governador a ler e calcular, não tem plano de saúde e os que já estão aposentados estão arriscados a ver a sua grana ser surrupiada…….além do que apanham dos alunos e dos pais dos alunos, e agora o Beto e os deputados estão programando para a Sec. de Segurança lhes proporcionar um espetáculo dantesco com cassetete por todo lado e quem ameaçar se defender vai em cana como foi o que ocorreu recentemente com professora que foi reivindicar na ALEP.

  • Jorge Wachelke Disse:

    Na oura vez, há poucos dias fizeram invasão e destruiram o plenário da assembleia. Não sou tão ingenuo de acreditar que esta manifestção não tem conotação política dos corruptos do PT. É dever da polícia defender o patrimônio público.

  • leovir batista Disse:

    Professor Jorge Wachelke que orgulho ver o senhor comentando no blog do Jota, pois sei que o Senhor como professor de anatomia da PUC deve estar indignado com a situação do professor de escola pública que sabidamente é mal remunerado e por mais que tenha havido alguma participação politica o que é normal, pois o PT apareceu “batendo” nos adversários – o senhor como excelente médico há de convir que bala de borracha dá dodói, spray de pimenta nem com colírio melhora. Foi pior que briga de torcida e o senhor como conselheiro Coxa Branca sabe o que ocorre quando um grupo pacífico enfrenta um grupo armado como foi no C. Cívico com mais de 2000 policiais que bateu recorde em um evento que era para ser pacifico. E espero que o Coxa apague a imagem negativa da final do campeonato, pois o Richa mesmo sendo um rapaz bonito e pegador não vai apagar a péssima imagem junto com o Francischini que nasceu feioso e não tem o que apagar.

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