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  • 14jul

    UCHO.INFO

    Lava-Jato: estranha maldição leva para a cadeia os amigos de Gleisi Hoffmann com o nome “André”

     

    gleisi_hoffmann_82Amigos, associados e aliados da senadora petista Gleisi Helena Hoffmann (PR) estão sendo presos em uma sequência que deixa o PT paranaense em estado de pânico permanente.

    Outro amigo de Gleisi, e de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), André Luiz de Souza foi preso na última semana pela Polícia Federal por envolvimento em atividades ilícitas investigadas pela Operação Lava-Jato.

    Nessa sequencia de prisões de personagens ligados a Gleisi, os interessados em cabalas, horóscopos, numerologia e coisas do além – assim como do aquém –descobriram uma coincidência intrigante.

    Os amigos, aliados e assessores de Gleisi que se chamam “André” estão sendo levados para atrás das grades.

    As prisões começaram com Eduardo André Gaievski, amigo e assessor de Gleisi na Casa Civil.

    Gaievski foi preso em 2013 e já foi condenado a mais de 60 anos de prisão por estupro e pedofilia.

    Eduardo Gaievski, o monstro da Casa Civil, fora nomeado por Gleisi para cuidar das políticas do governo federal para crianças e adolescentes.

    O segundo “André” a ser preso foi André Vargas Ilário, ex-deputado federal petista, além de coordenador e arrecadador das campanhas de Gleisi e do marido da senadora.

    Vargas foi preso em abril na esteira da Lava-Jato por ligações criminosas como o doleiro Alberto Youssef.

    O ex-deputado também “operava” na publicidade oficial do governo Dilma associado ao publicitário Ricardo Hoffmann, um primo distante da senadora. Atualmente Gleisi nega o parentesco.

    Fora isso, André Vargas atuou de forma ilícita e fraudulenta na Caixa Econômica Federal e no Ministério da Saúde, crimes que envolveram uma empresa de tecnologia da informação e um articulado empresário de Brasília, de nome Alceu e conhecido por suas constantes extravagâncias.

    O terceiro “André” a ser levado ao cárcere é André Luiz de Souza, de 51 anos.

    Ele mantinha um escritório no bairro Mercês, em Curitiba, fez carreira no movimento sindical e era ligado (operador) a prefeituras do PT.

    Foi apanhado quando a Polícia Federal começou a investigar os e-mails da Construtora Norberto Odebrecht, depois da prisão do presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht.

    Descobriu-se, então, intensa atuação do amigo de Gleisi em atividades que visavam lesar a Petrobras.

    O novo André preso desenvolvia um ousado projeto para lesar a Petrobras envolvendo o petista Jacques Wagner, ministro e ex-governador da Bahia, para usar fundos do FI-FGTS em associação com a Odebrecht.

    Nas mensagens interceptadas pela PF, executivos da Odebrecht relatam a Marcelo Odebrecht conversas com o André de Souza, nas quais mencionam sobrepreço no contrato de operação de sondas da Petrobras.

    Por conta desta citação, o juiz Sérgio Moro concluiu que o empresário participava esquema de corrupção na estatal e mandou prendê-lo.

    A própria Gleisi, como se sabe, vem sendo investigada em inquérito aberto pela Polícia Federal depois que dois delatores do Petrolão, Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobras), apontaram a senadora como beneficiária de uma doação de R$ 1 milhão de caixa dois com recursos originários de desvios na Petrobras.

    Enquanto o cerco aperta sobre a senadora, amigos e correligionários com o prenome André vão colocando as barbas de molho.

    E no esquerdismo tupiniquim o que não falta é barba.



    Publicado por jagostinho @ 16:08



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