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  • 24jul

    GAZETA DO POVO

    Lula busca FHC para evitar impeachment de Dilma

     

    Ex-presidente petista quer, na conversa, amenizar a pressão, pelo menos dentro do PSDB, pela saída da presidente

     

    Lula, Dilma e FHC em foto de 2013: reaproximação entre as principais lideranças do país.

    Lula, Dilma e FHC em foto de 2013: reaproximação entre as principais lideranças do país.

     

    A grave crise política e a possibilidade de um impeachment que ronda a presidente Dilma Rousseff fez com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principal nome do PT, iniciasse um processo de reaproximação com o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), um dos mais importantes políticos da oposição.

    A informação é do jornal Folha de S. Paulo. Amigos em comum estão fazendo a intermediação do encontro, segundo a reportagem.

    Ainda não há uma data para o encontro, que deve ocorrer em agosto, após o retorno de FHC das férias – o tucano viaja pela Europa.

    Lula quer, na conversa, amenizar a pressão, pelo menos dentro do PSDB, pela saída de Dilma, atormentada pela crise econômica, baixa popularidade, pedaladas fiscais e rebeldia de boa parte do Congresso, liderada pelo presidente da Câmara Federal,Eduardo Cunha (PMDB).

    O Instituto Lula, por sua vez, negou qualquer movimentação em torno de um encontro.

    Já Fernando Henrique disse à Folha estar aberto para uma conversa com Lula, desde que haja uma agenda em comum para ser discutida. “O presidente Lula tem meus telefones e não precisa de intermediários”, disse.

    Essa não seria a primeira movimentação do petista em direção ao principal partido de oposição. Em maio, Lula se encontrou discretamente com o senador José Serra (PSDB-SP) – o tucano não quis confirmar o teor da conversa.

    Repercussão

    O ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT), disse nesta quinta-feira (23) que aplaude a iniciativa de Lula e FHC de se reunirem para discutir a atual situação política brasileira.

    Wagner, que afirmou não ter recebido a informação do encontro, disse que a pauta não deveria se restringir a um possível impeachment da presidente Dilma Rousseff.

    Os dois presidentes teriam uma agenda de longo prazo sobre o futuro do país, “muito superior ao impeachment”, afirmou.

    O petista reconheceu que o momento é difícil e que demanda dos atores políticos nacionais serenidade e bom senso, duas características que, segundo Wagner, os ex-presidentes têm.

    O ministro afirmou que a despeito da polarização das últimas eleições, oposição e situação precisam dialogar.

    “O encontro de dois ex-presidentes teria uma agenda muito superior a essa, que é conjuntural, sobre a briga da oposição com o governo”.

    “Apesar da última campanha dura, não podemos deixar consolidar na alma brasileira, e na política brasileira, uma dicotomia que não se conversa. Países que seguiram esse rumo não tiveram grande destino. Essas posições, governo e oposição, a gente troca. O que a gente não pode perder é o norte”, disse.



    Publicado por jagostinho @ 11:43



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