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  • 06ago

    VEJA.COM

    Em programa, PT ironiza panelaço e Dilma afirma: ‘Sei suportar pressão’

     

    Peça publicitária do partido vai ao ar na noite desta quinta-feira. Sigla apela à população para evitar ‘grave crise política’ – e diz que a ditadura começou com uma

     

     

    Dilma no programa do PT: 'Sei que muita coisa precisa melhorar'
    Dilma no programa do PT: ‘Sei que muita coisa precisa melhorar’(Reprodução/VEJA)

     

    O programa do PT que vai ao ar em rede nacional na noite desta quinta-feira tem um tema único: a crise.

    A palavra se repete 25 vezes ao longo dos dez minutos, e aparece pela primeira vez já na frase inicial do apresentador – o ator José de Abreu.

    “Toda vez que enfrentamos uma crise, a vida nos oferece dois caminhos: o da esperança e o do pessimismo”, diz ele, ecoando o discurso eleitoral em que a presidente Dilma Rousseff tentava esconder os problemas econômicos com ataques a seus críticos.

    No dia em que pesquisa Datafolha mostra que a presidente amarga rejeição superior à de Fernando Collor antes do impeachment, o partido apela aos brasileiros que evitem uma “grave crise política” e afirma que o pessimismo leva ao caminho do confronto – o que “pode levar a um final trágico para todos”.

    O ator também é porta-voz de um mea culpa precário, em que o partido admite que não soube gerir a economia como deveria.

    “Não é melhor a gente não acertar em cheio tentando fazer o bem do que errar feio tentando fazer o mal?”.

    A presidente Dilma Rousseff aparece por 1 minuto e 13 segundos na peça publicitária e, sem medidas concretas para anunciar, se limita a fazer um discurso motivacional.

    “Sei suportar pressões até injustiças. Eu tenho o ouvido e o coração nesse novo Brasil, que não se acomoda”, afirma.

    Antes dela, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala por aproximadamente um minuto e afirma que, em seu governo, também precisou fazer um ajuste fiscal.

    Ao usar a velha tática de criticar governos anteriores, o petista acaba por admitir que o partido do governo vive seu “pior momento”:

    “Nosso pior momento ainda é melhor para o trabalhador do que o melhor momento dos governos passados”.

    O programa também exibe a preocupação do partido com a possibilidade de queda da presidente Dilma Rousseff.

    Em um dos trechos, um jovem ator afirma: “Em uma crise econômica a maioria sai perdendo. Em uma grave crise política todos perdem, sem exceção”.

    E segue: “A ditadura foi resultado de uma crise política”.

    Na sequência, a peça de propaganda exibe imagens de figuras da oposição, como os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), enquanto o locutor afirma: “Não se deixe enganar pelos que só pensam em si mesmos”.

    No final, ciente de que a propaganda vai causar protestos em todo o Brasil, o PT reservou um espaço para provocar os adeptos do panelaço:

    “Com as panelas, vamos continuar fazendo o que a gente mais sabe: enchê-las de comida e de esperança. Esse é o panelaço que gostamos de fazer”.

    Publicado por jagostinho @ 16:04



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