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  • 08ago

    G1 PR

    Inflação oficial em Curitiba passa de 10% nos últimos doze meses

     

    IBGE divulgou o IPCA de julho nesta sexta (7); no mês a alta foi de 0,89%.
    Para quem ganha até cinco salários, reajuste foi ainda mais significativo.

     

     

    Curitiba (Foto: Divulgação/ Câmara de Curitiba)
    Entre os grupos pesquisado, o de habitação foi o de maior reajuste em Curitiba, de acordo com o IBGE
    (Foto: Divulgação/ Câmara de Curitiba)

     

    A região de Curitiba foi a que registrou a maior alta da inflação no mês de julho, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (7).

    O Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), que retrata a variação dos preços, subiu 0,89%. Em junho, a alta foi de 0,91%

    Ao se analisar o comportamento dos preços, nos últimos 12 meses, percebe-se que a alta foi de 10,63% – também a maior entre as regiões pesquisadas. No ano, a alta dos preços foi de 8,32%.

    Ao todo, o IBGE pesquisa o IPCA de dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

    A inflação no país, para o mês de julho, ficou em 0,62%. O índice é 0,17% do que o registrado em junho.

    Com isto, o acumulado dos últimos doze meses chegou a 9,56%, configurando-se como o maior desde julho de 2004.

    De acordo com os técnicos do IBGE, a energia elétrica foi a principal contribuição para a alta do índice nacional.

    O reajuste em Curitiba, foi o principal influenciador, já que aumentou em 14,39% no valor das tarifas.

    Entre os grupos pesquisados, o de habitação teve o acréscimo mais significativo. De acordo com a pesquisa, os preços neste segmento ficaram 3,44% mais caros na região de Curitiba.

    O IPCA para o setor de alimentação e bebidas subiu 1,25%. Os artigos de residência foram reajustados em 0,62%, as despesas pessoais subiram 0,52%, e os gastos com comunicação 0,32%.

    Alguns grupos apresentaram redução. É o caso do transporte, 0,57%, saúde e cuidados pessoais, 0,06%, e educação 0,04%.

    Ganha menos paga mais

    O IBGE também divulgou a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é utilizado para traduzir a inflação para famílias que ganham entre um e cinco salários mínimos, ou seja, até R$ 3.940,00.

    Para esta parcela população de Curitiba e região, o reajuste foi ainda maior refletindo mais significativamente no orçamento doméstico. Em julho ficou em 1,08%. No acumulado do ano, 9,49% e, nos últimos 12 meses, 11,45%.

    Assim como para as famílias que ganham mais do que cinco salários mínimos, os gastos com habitação foram os que tiveram o maior reajuste – 3,55%. Em seguida, aparece o grupo de alimentos e bebidas, 1,22%.

    Também houve reajuste no preços dos artigos de residência, 0,70%, vestuário, 0,44%, despesas pessoais, 0,74%, e comunicação 0,35%. Apenas os setores de transporte e educação tiveram redução nos preços.

    Publicado por jagostinho @ 16:28



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