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  • 11ago

    FOLHA.COM

     

    Líderes de protestos fazem lobby pró-impeachment no Congresso

     

    Líderes dos principais movimentos de rua contra apresidente Dilma Rousseff estão investindo no corpo a corpo com parlamentares do Congresso para convencê-los a declarar posição favorável ao afastamento da petista.

    O “lobby pró-impeachment” tem até placar virtual, atualizado periodicamente.

    O MBL (Movimento Brasil Livre) atua em duas frentes.

    Há um grupo que investe em ações mais midiáticas, perseguindo parlamentares pelo Congresso com uma câmera em punho e divulgando as reações nas redes sociais.

    A segunda frente faz um trabalho de bastidor, investindo no contato discreto com líderes de diversas bancadas, medindo a temperatura pró-impeachment.

    No MBL, esse trabalho é capitaneado por dois dos “cabeças” do movimento: Renan Santos, 31, e o advogado Rubens Nunes, 26.

    Reprodução
    Site mostra resultados do lobby pró-impeachment na Câmara dos Deputados
    Site mostra resultados do lobby pró-impeachment na Câmara dos Deputados

     

    Os dois se revezam no contato com parlamentares que os atualizam dos bastidores do Congresso –especialmente da Câmara, Casa que autoriza ou não a tramitação de um pedido de impeachment.

    Nas últimas semanas, focaram em parlamentares do PP e do PR, ainda reticentes ao impeachment. Eles também avaliam que o PSB está muito dividido sobre o tema.

    A relação mais próxima e menos beligerante com os parlamentares é uma evolução no modo como os movimentos de rua passaram a lidar com o Congresso.

    “De fato houve um amadurecimento, até dos próprios parlamentares, que se deram conta de podemos ser um interlocutor respeitável com esses setores da sociedade”, avaliou Renan.

    O resultado desse trabalho é publicado na internet, no portal de nome “Placar Fora Dilma”. Na noite desta segunda (10), ele contabilizava 102 votos a favor do pedido de impeachment, e 116 contra.

    Nas redes, os nomes dos deputados que se declaram contrários ao afastamento de Dilma é publicado junto aos seus endereços de e-mail. A ideia é que manifestantes usem os dados para ampliar a pressão sobre os deputados.

    Um expediente diferente vem sendo usado com o mesmo objetivo por outros grupos, como o Vem Pra Rua.

    Em vez do corpo a corpo, eles fazem contato com deputados e senadores de diferentes partidos para medir a tendência do Congresso em temas que julgam pertinentes.

    Fizeram isso, por exemplo, para balizar a campanha que patrocinaram na internet a favor da redução da maioridade penal.

    Publicado por jagostinho @ 10:26



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