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  • 24maio

    GAZETA DO POVO

    Arquivo/Gazeta do Povo


    A Polícia Científica do Paraná – que congrega o Instituto de Criminalística (IC) e o Instituto Médico-Legal (IML) – emitiu um alerta à Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp): o órgão pode suspender o atendimento em 14 de suas 18 sedes no estado, por falta de funcionários. O aviso foi formalizado em ofício assinado pelo diretor-geral da Polícia Científica, Hemerson Bertassoni Alves, ao qual a Gazeta do Povo teve acesso. Para evitar o fechamento das unidades, ele defende a contratação urgente de 439 candidatos aprovados em concurso público.

    Hoje, 132 servidores da Polícia Científica são temporários – contratados em 2016, via Processo Seletivo Simplificado (PSS). O número corresponde a mais de um terço do efetivo da corporação. Mas o contrato de todos eles vence em 31 de agosto e, como a contratação já foi prorrogada uma vez, esses funcionários precisam ser dispensados – caso contrário, os gestores públicos responderão por improbidade administrativa.

    Se a reposição desses servidores não ocorrer em tempo hábil, diversas unidades da Polícia Científica – principalmente as do interior do estado – devem entrar em colapso, inviabilizando o atendimento à população, conforme prevê o diretor do órgão. Ele alerta que, se as nomeações dos novos funcionários – já aprovados em concurso – não ocorrer até 6 de julho, 14 unidades terão que ser fechadas.

    Em diversas cidades, o número de servidores temporários é maior que o número de efetivos. É o caso do IML de Toledo, que tem seis funcionários, todos temporários. Até cidades maiores, como Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, Guarapuava e Cascavel, têm o IML operando com mais servidores temporários do que concursados.

    Alves lembra que, entre 2010 e 2018, a Polícia Científica “perdeu” 143 servidores, por causa de aposentadorias, demissões e falecimentos. “Ressaltando que existe a previsão de aposentadoria de mais servidores, os quais já estão em processo de aposentadoria ou licenciados”, destacou, no ofício.

    O Sindicato dos Peritos Oficiais do Paraná (Sinpoapar) reitera o tom de urgência para a formalização das novas contratações. Para a entidade, além de manter as unidades em funcionamento, a nomeação dos concursados traz um impacto positivo à qualidade dos serviços.

    “Estamos numa corrida contra o tempo. É urgente que esses servidores sejam convocados o quanto antes, porque eles precisam passar minimamente por um treinamento”, disse o presidente do Sinpoapar, Alexandre Brondani. “O perito executa um trabalho sensível, trabalha com material que vai se tornar conteúdo probatório. O concurso é uma forma de garantir que o serviço está capacitado.”

    Leia mais a matéria completa no site da GAZETA DO POVO



    Publicado por jagostinho @ 10:58



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