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  • 24out

    PODER 360

     

    Provável líder do PSL, Joice Hasselmann anuncia prioridades na Câmara

     

    – Jornalista registrou recorde de votos

    – Acha ruim manter Maia no comando

    – Quer romper com Cuba e Venezuela

    – Prefere privatizar mais do que Bolsonaro

     

    Deputada eleita pelo PSL, Joice Hasselmann concedeu entrevista ao Poder360Foto: Reprodução/YouTube/Joice Hasselman TV 

    A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) acredita que, caso seja eleito à Presidência, Jair Bolsonaro conseguirá aprovar no Congresso projetos da pauta econômica e de segurança.

    As prioridades seriam projetos como a redução da maioridade penal, a flexibilização do porte de armas de fogo e a proposta conhecida como ‘escola sem partido’, que visa acabar com a chamada doutrinação ideológica em escolas.

    Afirma que ela mesma encampará este último projeto, que considera a “menina dos olhos” de seu partido, o PSL. “Isso eu já avisei. Vai ser projeto meu”, afirmou em entrevista ao Poder360. 

    Com 1.078.666 votos (5,11% dos válidos), Joice foi a mulher mais bem votada na eleição para a Câmara. 

    A deputada federal eleita acredita que propostas de segurança poderão andar ao mesmo tempo que as da área econômica, consideradas fundamentais pelo mercado e por parte da classe política.

    Alavancada pela onda e pela sigla de Jair Bolsonaro, Joice foi a mulher mais votada para deputada federal no Brasil, com mais de 1 milhão de votos.

    O grande apoio a faz querer um posto de destaque num eventual governo do militar.

    Afirma que há um acordo com Bolsonaro para ser seu braço-forte na Casa.

    “Meu papel central será liderar a bancada. Eu já estou conversando dentro do partido para que assuma a liderança do governo ou do partido”, fala.

    Ela nega articulações para concorrer à presidência da Câmara, mas defende que o PSL –que iniciará 2019 com 52 deputados– tenha um candidato próprio.

    Esse nome poderia ser do presidente licenciado da sigla, Luciano Bivar, ou, em último caso, o dela mesma.

    Bivar disse em entrevista ao Poder360 que o PSL deve ultrapassar a marca de 60 deputados quando o novo Congresso tomar posse, em 1º de fevereiro de 2019 –pois muitos eleitos por partidos que não conseguiram ultrapassar a cláusula de desempenho devem migrar para a sigla de Jair Bolsonaro.

    Joice afirma que teria dificuldade em apoiar Rodrigo Maia (DEM), atual presidente da Câmara, para comandar a Casa por mais 1 mandato, mesmo que essa seja a orientação do PSL.

    “É muito difícil para mim. Não há decisão partidária, mas, pessoalmente, eu pediria licença ao presidente do partido para tomar uma outra posição ou para fazer acerto do próprio PSL. Não tenho nada pessoal contra ele, mas não acho que é o melhor para o país”.

    Paranaense e com 40 anos (completa 41 em 29 de janeiro de 2019, dias antes de ser empossada como deputada), Joice é formada em jornalismo.

    Ficou conhecida pelos discursos efusivos, contrários ao PT e em defesa à Operação Lava Jato.

    Lançou-se à política pela 1ª vez neste ano de 2018.

    Indagada como tratará representantes da esquerda, a paranaense afirma que discussões com nomes femininos como o da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, farão parte de sua “cota pessoal“.

    “A Gleisi é da minha cota pessoal. Os debates com a Gleisi serão feitos comigo. Não vai ser com o Eduardo Bolsonaro, não vai ser com ninguém dos nossos eleitos. Com a Gleisi eu me acerto lá na Câmara”afirmou.

    Joice ainda diz não se incomodar com o fato de Bolsonaro não ter anunciado mulheres para a composição de ministérios.

    Afirma que o assunto é “meio ultrapassado” e que é defensora da meritocracia, independentemente de gênero.

    “Acho isso uma bobagem. Tem que escolher por meritocracia. Aquele papinho do Ciro ‘metade do ministério vai ser mulher, metade vai ser homem’, não vejo muito sentido nisso. É uma discussão que não cabe em pleno século 21. Para mim, é um assunto meio ultrapassado”.

    Para Joice, a também novata na Câmara Bia Kicis (PRP-DF) seria um bom nome para presidir a Comissão de Constituição e Justiça, considerada a mais importante da Casa.

    A jornalista ainda diz ser a favor da privatização total de estatais e do rompimento diplomático com Cuba e Venezuela.

    Também acredita que, caso eleito, Bolsonaro manterá relações mais amenas com a imprensa, sem “caça às bruxas”.



    Publicado por jagostinho @ 17:30



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