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  • 03ago

    RENOVA MÍDIA

     

    Ministro Salles aponta manipulação em dados sobre desmatamento

     

    O ministro Salles afirmou que pelo menos 1/3 do desmatamento colocado nas costas do governo Bolsonaro ocorreu em anos anteriores

     

    Ministro Salles aponta manipulação em dados sobre desmatamento

     

    O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateu, nesta quinta-feira (1º), a informação de que houve aumento de 88% no desmatamento em junho deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado.

    O dado havia sido divulgado no início do mês pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a partir da análise de informações do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter).

    Em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto, Salles apresentou imagens de satélite para demonstrar que pelo menos 31% do total do desmatamento apurado em junho ocorreu em anos anteriores, mas só foi computado depois.

    Segundo o site IG, Salles declarou:

    “Essa questão do desmatamento, para nós, ela é apolítica. Não se trata de alocar os números de desmatamento neste governo ou em outros, mas simplesmente dizer que isso não aconteceu em junho de 2019 e que, portanto, o percentual do salto de 88% que foi alardeado está equivocado. Isso deveria ter sido computado ao longo do tempo no período em que foi acontecendo, e a fragilidade do sistema não permitiu.”

    O ministro também confirmou que há uma tendência de ampliação do desmatamento na região, que vem sendo percebida desde 2012.

    Salles anunciou que um novo modelo de monitoramento de desmatamento na Amazônia será adotado pelo governo:

    “Nosso objetivo não foi, em nenhum momento, esconder informação ou negar uma realidade, realidade essa, do desmatamento na Amazônia, que vem aumentando desde 2012, por diversas razões de pressão ilegal sobre a floresta, vem aumentando neste período, e nós precisamos, a partir da real análise desses números, finalmente tratar de maneira franca, madura, direta, aberta quais são as razões para o desmatamento ilegal na Amazônia, de que forma dar alternativas de dinamismo econômico para aqueles que vivem na região.”

    Publicado por jagostinho @ 17:12



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