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  • 13set

    PORTAL TOP MÍDIA NEWS

     

    Recompensa por informações sobre mandante de ataque a Bolsonaro deve alcançar meio milhão de reais

     

    Campanha foi iniciada pelo Twitter do deputado federal de MS, Tio Trutis

     

    Tio Trutis, deputado federal pelo PSL de MS Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados

     

    O deputado federal campo-grandense Loester Trutis, o Tio Trutis, do PSL, que nesta terça-feira (10), anunciou pela rede social Twitter, que ele e um gestor de seu gabinete, em Brasília, vão pagar R$ 100 mil de recompensa por informação que possa decifrar o nome do eventual mandante do atentado sofrido pelo presidente Jair Bolsonaro, ano passado, discursou no início da noite, no plenário da Câmara dos Deputados, sobre a proposta e conquistou apoio de sua bancada.

    Tanto que a gratificação pela espionagem deva alcançar a cifra de meio milhão de reais, acredita o parlamentar de Mato Grosso do Sul.

    Enquanto Trutis discursava, o deputado federal Bibo Nunes, do PSL do Rio Grande do Sul, dobrou o valor do prêmio.

    O parlamentar gaúcho ofertou outros R$ 100 mil pelas iminentes pistas.

    Logo que desceu do plenário, Trutis disse ao TopMidiaNews, que “um industrial” estaria interessado em completar a oferta.

    “Já, já a recompensa será de R$ 500 mil”, garantiu o deputado federal.

    Bolsonaro levou uma facada, em setembro do ano passado, quando caminhava até um comício, numa praça, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.

    O agressor, logo preso, foi identificado como Adélio de Bispo, 41, que foi levado para o presídio federal, em Campo Grande (MS).

    A facada foi desferida na frente de centenas de pessoas que acompanhavam o manifesto bolsonarista.

    Ao menos pelas investigações da Polícia Federal, Bispo teria agido sozinho e exames médicos o apontam como portador de doença mental.

    “A gente quer saber: quem mandou matar Bolsonaro?”, insiste Trutis.

    Ele sustentou ainda que desconfia que o atentado contra o presidente possa ter ligação com alguma ala partidária de esquerda.

    Trutis disse também que a recompensa ofertada por ele é um meio de atrair testemunhas que, na prática, teria medo de aparecer.

    Ele citou o assassinato do ex-prefeito de Santo André (PT), em janeiro de 2002.

    “Sete testemunhas desse crime morreram”, disse. O crime em questão ainda é discutido até hoje.

    Há boatos atirando suspeitas de que o então prefeito teria sido vítima de pessoas ligadas ao próprio partido.

    Publicado por jagostinho @ 10:52



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