• 25mai

    FOLHA.COM

    A oposição atribuiu ao governo federal a “lambança” provocada pelo boato sobre o fim do Bolsa Família e afirma que irá pedir explicações à Caixa Econômica Federal sobre a antecipação no pagamento dos recursos do programa.

    Na edição deste sábado (25), a Folha revelou que a Caixa alterou, sem aviso prévio, o calendário de pagamento na véspera da disseminação do boato que gerou filas e tumulto em agências de 13 Estados no último fim de semana.

    O banco liberou todos os benefícios -no valor total de R$ 2 bilhões- na sexta-feira (17). Pela regra oficial, o pagamento é feito de forma escalonada, seguindo a ordem do último número do cartão.

    A informação sobre a mudança foi confirmada pela Caixa, que até então vinha dizendo que o calendário estava mantido e que os pagamentos só foram liberados emergencialmente no final de semana para atenuar o efeito do boato.

    A Polícia Federal, que apura uma possível ação orquestrada, ainda não identificou a origem da informação.

    O Líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio, quer que o presidente da Caixa, Jorge Hereda, dê explicações sobre a antecipação do pagamento e também sobre a mudança na versão dada pelo banco.

    “A Caixa Econômica precisa dar explicações sobre o que motivou a antecipação dos benefícios e porque só agora admitiu ter feito o pagamento antes do previsto. Não nos parece ser rotineiro e fácil antecipar o pagamento de R$ 2 bilhões de uma hora para outra”, afirmou Sampaio.

    Segundo ele, a PF precisa apurar se a mudança sem comunicado prévio pode ter contribuído para a disseminação do boato.

    Em nota enviada à Folha, a Caixa afirmou que, em busca de “melhorias no Cadastro de Informações Sociais”, optou por permitir o saque pelos beneficiários no dia 17 independente do calendário individual.

    Para o senador paranaense Álvaro Dias, vice-líder do PSDB no Senado, a responsabilidade pela disseminação do boato é “oficial”.

    “A lambança foi do governo. E ainda se tentou, desonestamente, incriminar a oposição”, afirmou o senador neste sábado.

    A crítica faz referência às declarações da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), que na segunda-feira (20) atribuiu os boatos à “central de notícias da oposição”.

    Maria Ivânia Lima, 27, aguarda na fila da casa lotérica em Fortaleza para tentar sacar benefício do Bolsa Família após boato do suposto fim do programa

    Maria Ivânia Lima, 27, aguarda na fila da casa lotérica em Fortaleza para tentar sacar benefício do Bolsa Família após boato do suposto fim do programa

    Ela foi depois desautorizada pela presidente Dilma, chamou de “criminoso” e “desumano” o responsável pelo boato.

    Para o líder do MD (Mobilização Democrática) na Câmara, deputado Rubens Bueno, se há “criminoso” neste caso, trata-se do “próprio governo que ensejou o boato” ao liberar os recursos de forma “incompetente” e “atabalhoada”.

    “Funcionários da própria Caixa admitiram que ocorreram erros e foi permitida a liberação antecipada dos benefícios. O erro pode ter dado origem ao boato. Cabe ao ministro e a direção da Caixa esclarecer muito bem a situação”, afirmou.

    Já o senador José Agripino Maia (RN), presidente nacional do DEM, disse que não estranharia se o próprio governo estivesse por trás dos boatos.

    Para o senador, o episódio do Bolsa Família está sendo usado politicamente pelo governo.

     

     
  • 12mai

    Ficou barato para o Atlético o 3 a 1 aplicado pelos coxas nos atleticanos.

    Principalmente no segundo tempo o Coritiba acertou duas bolas na trave, além de inúmeras chances reais de gol.

    O Coritiba é tetra de forma legítima ou seja, campeão quatro vezes sucessivas – 2010 – 11 – 12 e 13.

    Parabéns ao Coritiba e à Nação Alviverde !

    Alex foi o dono do jogo e artilheiro do campenato campeonato.

    Alex foi o dono do jogo e artilheiro do campenato

  • 11mai

    NBC 10

     

    Porsche, o gato com GPS melhor que o de sua dona

    Porsche, o gato com GPS melhor que o de sua dona

    Um gato que se acreditava ter subido no telhado após o furacão Sandy, que devastou o leste dos EUA em outubro de 2012, reapareceu nesta semana, para alívio de sua dona.

    Porsche, o animal de 8 anos, sumiu alguns dias após ser levado da área de Chadwick Island, região praiana de New Jersey, onde ele e seus donos moravam.

    A família estava com parentes em Point Pleasant, a alguns quilômetros de distância.

    As autoridades foram alertadas, mas meses se passaram sem notícias do bichano.

    Na quarta-feira (8), dois dias após voltarem para casa, Roberts e sua filha Carol Baumann ouviram barulhos do lado de fora da casa e…. ta-daaaaaaaa! Lá estava o Porsche.

    O gato apareceu, e sua dona não sabe o que achar disso tudo.

    “Nunca perdi a esperança de reencontrá-lo”, disse Uranie Roberts, 86, a dona do animal.

    A mulher não tem ideia de como o animal encontrou o caminho de volta para casa, ou onde esteve todo esse tempo.

    “Eu costumava rezar a São Francisco e pedir que olhasse meu Porsche.”

  • 30abr

    Elizangela Jubanski, da Rádio Banda B

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    A alegação de que o atual prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) soma dívidas da gestão passada é uma manipulação de números para o ex-prefeito Luciano Ducci (PSB).

    Ducci esteve na Rádio Banda B, no programa Luiz Carlos Martins, na manhã desta terça-feira (30), e rebateu dizendo que se coloca à disposição de Fruet para um debate.

    “Aceito um debate com o atual prefeito para discutirmos estas questões que estão sendo levantadas agora”, disse.

    O ex-prefeito confirma que os números existem, mas há uma manipulação da informação.

    “Quando se coloca a Eleonora Fruet, a irmã do prefeito, na Câmara Municipal apresentando demonstrativos da disponibilidade de caixa não se mostra que os serviços feitos em outubro, novembro e dezembro, o Governo Federal não repassou recursos para a prefeitura. Em janeiro, fevereiro e março repassou e agora que começam a ser pagos. Inclusive, já poderiam ser pagos”, alega.

    O prefeito Gustavo Fruet preparou um relatório que aponta que a gestão de Ducci contraiu uma dívida de R$ 571 milhões, em 2012.

    No entanto, só foram previstos no orçamento deste ano o pagamento de R$ 167,4 milhões. Isso significa que não foram incluídos R$ 403 milhões no chamado “restos a pagar” – despesas que ficam para serem pagas de um ano para o outro.

    O ex-prefeito se defende e diz que a gestão está sendo acusada com falta de gastos de um dinheiro não recebido por ele.

    “Eu não havia recebido o dinheiro. A gente empenha esse valor para receber no início do próximo. É assim que funciona. A secretária Eleonora de Finanças, que foi a nossa de Educação, ficou durante seis anos trabalhando na nossa gestão e, por isso, tinha que saber deste trâmite”, aponta.

    Ainda, segundo ele, na Secretaria da Educação, Eleonora deixou mais de R$ 50 milhões de restos a pagar no mês de dezembro para serem pagos no começo do ano.

    “Agora quando há um rompimento de gestão para até se apropriar da falta clara de experiência na gestão pública faça que venha esta questão permanente sobre a questão financeira”.

    Domingueira

    “A grande obra de Fruet foi aumentar em 50% a tarifa da domingueira, o dia em que a classe trabalhadora sai de casa”, disse Ducci ao radialista Luiz Carlos Martins.

    O ex-prefeito lembra que a domingueira foi uma conquista da gestão em que, na época, o então prefeito Beto Richa reduziu o valor da passagem para R$ 1 aos domingos.

    “Nós nunca mexemos nesta tarifa, agora de uma hora pra outra aumentar 50% e ninguém falar nada? Além de aumentar a passagem de ônibus. Aumentamos em 100 mil novos ônibus e a passagem não mudou”, lembra Ducci.

    Processar

    Questionado se o ex-prefeito de Curitiba pretende processar a atual gestão, Ducci disse que estas fatores serão todos discutidos no Tribunal de Contas.

    “Todas as contas vão para o órgão que fiscaliza estas finanças. As minhas contas já foram aprovadas, o que pode acontecer é que vários elementos, durante o processo de análise, serão explicados. Eu não sou coordenador de despesas, cada secretário e seu superintendente são responsáveis pelo setor, e este processo fica automaticamente sob vigia da Secretaria de Finanças. Cada um vai explicar o que gastou em cada item, é isso”, comenta.

    Mudanças

    Sobre a atual gestão, o ex-prefeito atacou Fruet e afirmou que vários programas que o cidadão curitibano já conhece estão sendo mudados de nome.

    “Eles vão usar nomes que o PT usa. A maioria das obras que a nova gestão está inaugurando aconteceram todas na nossa gestão. Ninguém consegue uma regulamentação latifundiária em meses, estes processos foram iniciados em nossa gestão. Parece que os Centro Médico de Urgências Médicas (CMUM) vai passar a se chamar Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e a Mãe Curitibana, Rede Cegonha. Nomes que o PT usa nos programas”, ataca.

    Metrô

    Para finalizar a entrevista, o radialista Luiz Carlos Martins questionou sobre os avanços do projeto do metrô.

    “Eu acredito muito no metrô. Ele é um transporte para o futuro porque a cidade vem crescendo bastante. Conseguimos 1 bilhão que já está autorizado, conseguimos junto ao Governo do Estado mais 300 milhões. Na metade do ano passado tudo já estava discutido tecnicamente, tudo foi detalhadamente discutido, só faltava um documento para licitar e como entramos em época de campanha não conseguimos um último documento. Então, pode licitar, aliás, já deveria ter licitado”, opina.

     

  • 24abr

    fucucu

    Recebi de um leitor do Blog:

    Caro J. Agostinho
    Aqui a verdade sobre a Fundação Cultural.
    Trapalhadas na FUCUCU

    Parece que, ao terminar esses primeiros cem dias de governo, o saldo não foi dos melhores para a nova gestão da FCC.

    Depois das primeiras trapalhadas com a escolha dos dirigentes, a inexperiência administrativa, agora, a rápida , porém significativa passagem da dama de ferro dessa gestão, a chefe de gabinete, deixou momentos significativos e inesquecíveis para todos que conviveram com ela.

    Impossível esquecer os desmandos e o tratamento dispensado ao funcionalismo e o gran finale… quando indicou uma equipe de funcionários da FCC para executar trabalhos de manutenção e decoração no apartamento do Presidente em dia de semana e horário de expediente.

    Apartamento este na região do Shopping Muller com o sugestivo número de 171.

  • 11abr

    YOU YUBE

     

     

  • 11abr

                                                                                                                                                         reflexao

    Estive ausente, nestes três dias, pois a minha parceira pro resto da vida, a “cachoeira “,  labirintite que já até tem nome, tamanha é a nossa intimidade, resolveu visitar-me, de novo.

    E aí, eu desabo. Não tem jeito. Enquanto ela não vai embora só me resta ficar no escuro, pensando em coisas da vida.

    Vale, pelo menos, para isso. Pois, a verdade que procuramos, quase sempre, está no silêncio que não fazemos.

    E valeu o recolhimento e as reflexões.

    Estou repondo meus pensamentos e sentimentos em dia.

    Devagar, sem pressa, igual o vagaroso prefeito Fruet. Mas não sou chorão, não!

    Se não estou equivocado os 100 dias chegaram ontem. E de mãos vazias e com lacrimosos murmúrios.

    E o povo não vive de lamúrias. Mas, por não termos alternativa, só nos resta esperar.

    Mais cem dias? ou quem sabe seis meses? ou deixamos para o fim do mandato?

    Dito isto e nada mais adianta pois os “professores de Deus”, os petulantes e arrogantes áulicos do reizinho estarão sempre com a razão.

    Mudemos de página. Afinal, quem sou eu para julgar? Isto cabe ao povo e a história.

    Mas, só pra não deixar um vazio numa pergunta que fiz, não respondida pelo prefeito, dias atrás, neste Blog, só quero dizer que sobre a Seguradora Tokio Marine, estou com páginas e páginas de histórias , no mínimo intrigantes.

    Qualquer dia volto ao assunto, pois ainda não fechei o círculo.

    Quero concluir com duas reflexões minhas sobre dois assuntos, nestes dias de solidão, que aprecio e estudo muito:

    Democracia e política.

    1) – >>>>>  ” O exercício da democracia é muito complicado. Porque?

    Simples, por que ela , também existe para as pessoas que detestamos “.

    2)  - >>>>> ” Verdade doída: quando uma eleição é decidida por uma legião de desprotegidos pela sorte, que se acham felizes com migalhas e imaginam que viver é não morrer de fome e retribuem com votos, os pães velhos e mofados dos gigolôs da miséria, esta eleição não tem legitimidade. É uma farsa gigantesca, que só mal faz ao País”.

     

  • 30mar

    FOLHA.COM

    Depois de sofrer derrotas na Justiça que anularam operações sob a acusação de violar direitos individuais, a Polícia Federal defende atualmente um novo padrão de investigações, buscando abrir mão de técnicas invasivas como as escutas telefônicas.

    “Grampo só em último caso”, disse em entrevista à Folha Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da instituição.

    Ele chefiava a Superintendência Regional da PF em São Paulo em 2008 e 2009, quando foram deflagradas no Estado as operações Satiagraha e Castelo de Areia.

    A primeira, sobre crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas.

    A segunda, sobre suspeitas de fraude a licitações e corrupção envolvendo executivos de construtoras e políticos.

    Sergio Lima/Folhapress
    Leandro Daiello Coimbra

    Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da Polícia Federal, em entrevista exclusiva à Folha, no seu gabinete em Brasília

    Leandro Daiello Coimbra, diretor-geral da Polícia Federal, em entrevista exclusiva à Folha, no seu gabinete em Brasília

    Nesses casos, a PF foi acusada por advogados de abusar de técnicas invasivas, como escutas telefônicas e quebra de sigilos. As operações foram anuladas pela Justiça.

    Coimbra considera que “as críticas foram injustas” porque, mesmo na época, os inquéritos com interceptações eram minoria –0,5%, diz ele.

    “Nos últimos anos a Polícia Federal aprendeu com os erros e mudou procedimentos”, diz Oslain Campos Santana, chefe da Dicor (Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado) da PF, que acompanhou Coimbra na entrevista à Folha.

    O atual formato das operações, afirma, sofreu influência direta do Poder Judiciário.

    A maior das operações, a Castelo de Areia, foi anulada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) sob a alegação de que começou com denúncia anônima e isso não seria suficiente para justificar as investigações subsequentes com técnicas invasivas.

    PRISÕES E BUSCAS

    Embora evite críticas ao trabalho dos antecessores na PF, na prática a atual direção defende um modelo oposto ao empregado no começo das grandes operações policiais.

    O diretor-geral da PF afirma que foi dada uma orientação para maior “seletividade” no pedido de prisões, porque um número excessivo de detidos pode tumultuar inquéritos e ações judiciais.

    Diz ainda ter adotado uma nova política para as buscas em casas e escritórios. “O importante atualmente não é saber o que deve ser apreendido, mas o que não deve ser apreendido”, defende.

    As grandes operações da PF com ampla divulgação e nomes sugestivos (como Anaconda e Têmis) ganharam destaque no governo Lula.

    O novo modelo defendido pela direção da PF, agora na gestão Dilma Rousseff, é “evitar operações gigantescas”.

    O ideal, segundo Coimbra, é a abertura de inquéritos específicos se houver vários crimes de natureza diferente –para que as apurações fiquem “mais objetivas”.

    Segundo Oslain Santana, antes algumas grandes operações duravam até três anos. Agora há um prazo ideal de até um ano.

    PORTO SEGURO

    Outra nova orientação é a de que, se surgirem políticos ou outras pessoas com foro privilegiado nas apurações, as informações sobre eles devem ser separadas logo no início para envio aos tribunais competentes, que abrirão procedimentos investigatórios próprios. Essa medida, diz a PF, traz mais agilidade.

    Após completar dois anos no comando da instituição, Coimbra afirma que a operação Porto Seguro (que investigou um esquema de compra de pareceres em órgãos federais), no fim de 2012, já seguiu a nova de linha de atuação.

    “A princípio, não havia a necessidade de realizar escuta na operação, pois havíamos conseguido provas documentais a partir do relato do denunciante do caso”, diz.

    Mas, segundo ele, os grampos foram pedidos à Justiça –em caráter excepcional– porque o delator do esquema avisou a PF que estava sendo procurado por um acusado. Continue lendo »

  • 23mar

    YOU TUBE

    Sugestão do amigo, de extremo bom gosto, José Maria Pizarro

     

  • 23mar

    G1-PR

    estradaO número de roubos de cargas nas estradas do Paraná aumentou muito nesse ano.

    De acordo com o Sindicato das Transportadoras, uma carga é roubada a cada dois dias. O último foi na quinta-feira, de uma carga de ovos de páscoa.

    As principais ocorrências são nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, mas a violência em Curitiba também preocupa a Polícia Rodoviária Federal do estado.

    Foi criado um disque-denúncia, e ele já ajudou na prisão de pessoas de diferentes quadrilhas.

    As cargas de combustíveis estão entre as mais visadas. O motorista prefere esconder o rosto, e não consegue esquecer o sufoco que passou.

    “O caminhão encostou, subiram dois indivíduos no caminhão, um do lado direito e um do lado esquerdo”, lembra.

    Um dos bandidos levou o caminhão com a carga – quase 50 mil litros de óleo diesel. O outro manteve o motorista refém no meio do mato, sob a mira de um revólver.

    Os tanques foram encontrados vazios dias depois.

    Para os motoristas que transportam combustíveis, o medo passou a ser um companheiro de viagem.

    Eles dizem que são surpreendidos pelos marginais em trechos de subida, em que o caminhão carregado não passa dos 30 quilômetros por hora.

    De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, em 2013 foram 39 assaltos nas estradas federais que cortam a Grande Curitiba.

    O número inclui todo o tipo de carga. “Atiraram no caminhão e saquearam a carga. Fiquei uma meia hora na estrada parado com eles até passar a carga para outro caminhão”, afirma um caminhoneiro.

    A polícia faz o patrulhamento 24 horas por dia, mas às vezes o esconderijo é bem perto do local onde o crime é cometido.

    “Geralmente eles deixam um carro aqui em baixo e já transportam a mercadoria para esconder no carro”, afirma Bernardo Desert Menezes.

    As rodovias de São Paulo também estão entre as mais perigosas do país para quem trabalha com o transporte de cargas. “A gente fica com medo. Em lugares que acho suspeitos evito parar”, diz um caminhoneiro.

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