• 08set

    INFORMATIVO ASSOCIAÇÃO DO AMIGO ANIMAL

    Amigos de Curitiba, neste sábado, 11/09/2010, das 10h às 16h, a Amigo Animal estará participando de uma feira de doação de cães.

    A feira acontecerá no Pet-Shop Best Friends, na Rua Nunes Machado, 565 – loja 04 – a meia quadra da praça Ouvidor Pardinho, em Curitiba – PR.

    Alguns de nossos animais para adoção estão anunciados em nosso site www.amigoanimal.org.br, no link Fotos – Cães da Amigo Animal para Doação, bem como no site www.adotebicho.com.br.

    Os interessados em adotar um cão deverão ter mais de 18 anos, levar documento de identidade e comprovante de residência, e assinarão um Termo de Responsabilidade de Adoção. Haverá venda de plaquinhas de identificação para os animais adotados, como uma forma de proteger o animal em caso de fuga, divulgando assim a guarda responsável.

    Participem adotando um de nossos animais, voluntariando-se para ajudar no dia ou divulgando a feira para o maior número de pessoas que você conheça (peça cartaz por e-mail), desta forma cada vez mais animais poderão encontrar o tão sonhado lar definitivo.

    Informações da feira com a organizadora 41-9623-2123 Jacqueline.

  • 08set

    Amigo Jota Agostinho

    Escrevi sobre uma carta de recebi da familia Fruet, após as eleições de 1998, quando do falecimento do Mauricio, eu peguei a Parada e como estava na TV Independência com o Enéas, ajudei muito o Gustavo que pegou o lugar do pai.

    Após as eleições, ele mandou esta carta com as assinaturas da Ivete, da Eleonora, do Claudio e Gustavo, agradecendo. Foi um gesto emocionante, pois poucos, poucos mesmo, fizeram isso para me agradecer, entre eles, Governadores, Senadores, Deputado e Veradores.

    Peço a você o especial favor de me ajudar a enviar “para frente”, pois o Gustavo é o melhor candidato dos quatro, mas tem menos condições de divulgação do nome.

    Quem souber que ele é candidato: Vota nele!

    E será o melhor Senador do Paraná, junto com o Álvaro que precisa dele no Senado Federal.

    Agradeço a você, com abraços do amigo de sempre

    Sylvio Sebastiani



  • 05set

    Coluna de Celso Nascimento/Gazeta do Povo

    Se alguém já imaginava que Curitiba e outros 19 municípios da região metropolitana já tinham garantido um lugar para despejar as 2,5 mil toneladas de lixo que produzem diariamente cometia ledo engano.

    Na tarde de sexta-feira, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) cassaram uma portaria assinada em 2009, na gestão anterior dos dois órgãos, que habilitava a empresa Estre a implantar um aterro sanitário em Fazenda Rio Grande para receber os dejetos.

    A situação é grave. Em 1.º de novembro próximo (isto é, dentro de 55 dias), o aterro da Caximba não mais poderá receber lixo. Sua capacidade está esgotada, os danos ambientais que provoca são enormes e, além disso tudo, há determinação judicial que dá aquele prazo, improrrogável, para que o Caximba seja definitivamente lacrado e se iniciem projetos de recuperação ambiental da área.

    Pois bem: como a prefeitura de Curitiba, líder do consórcio de municípios, não conseguiu concluir a licitação internacional que previa a implantação de usina de reciclagem do lixo, o jeito era encontrar uma solução de emergência.

    E a Estre – que nem havia participado da licitação – obteve do IAP permissão precária para disponibilizar a área de Fazenda Rio Grande para atender esta emergência (Portaria 187/2009).

    A licença concedida à Estre, no entanto, não era extensiva à operação do aterro em caráter definitivo, já que diversas etapas de adequação precisariam ser cumpridas. A atual gestão da Secretaria do Meio Ambiente e do IAP preferiu não correr o risco de autorizar a abertura do aterro sem que tais adequações fossem antes cumpridas. Só depois disso é que pensará em conceder a Licença de Operação (LO) definitiva.

    Impasse

    Segundo o secretário do Meio Ambiente, Jorge Callado, a decisão foi embasada em relatórios emitidos por uma comissão de técnicos designada, assim que o governador Orlando Pessuti foi empossado, para rever todos os processos de licenciamento que tramitaram na Sema e no IAP nos últimos cinco anos.

    Esta comissão verificou que o projeto de uso da área apresentado pela Estre ainda precisa ser alterado.

    Por exemplo: tanto a rota dos caminhões prevista deve ser mudada, quanto o lugar do depósito do lixo precisa ficar afastado pelo menos 1.500 metros da área habitada da cidade – exigências da legislação ambiental que não se comprova terem sido obedecidas. A Estre nega tais deficiências.

    Não há ainda outra solução à vista com a brevidade que a situação reclama. A empresa Cavo – a mesma que tem contrato de coleta com a prefeitura de Curitiba e que administra o Caximba – dispõe de uma área em Mandirituba.

    Entretanto, leis municipais impedem que lixo produzido em outras localidades seja despejado no território do município. Várias tentativas foram feitas para que os vereadores locais revoguem esta proibição, mas a pressão popular impede tal providência.

    Com isso, o impasse prossegue. Curitiba e a região metropolitana continuam longe da prometida (em cartório!) solução ideal da implantação da indústria e também não encontram lugar ambientalmente adequado para destinar o lixo que produzem.

  • 01set

    BLOG DO NOBLAT

    Pesquisa Ibope que ouviu 812 eleitores no Acre entre os últimos dias 28 e 30:

    * para presidente, Serra caiu de 38% em 10 de julho para 34%; Dilma subiu de 17% para 32%; Marina Silva caiu de 32% para 19%.

    Como a margem de erro é de 3%, configura-se empate técnico entre Serra e Dilma.

    Na pesquisa espontânea, onde não se apresenta aos entrevistados os nomes dos candidatos, Serra tem 27% das intenções de voto contra 26% de Dilma e 17% de Marina.

    * para governador, Tião Viana (PT) caiu de 63% para 58%; Tião Bocalom ()PSDB) subiu de 21% para 25%.

    Para 70% dos entrevistados, Tião Viana vencerá a eleição. Para 13%, Bocolom.

    * para senador, Jorge Viana (PT) está com 63%; Petecão (PMN), 38%; e Edvaldo Magalhães (PC do B), 31%.

  • 01set

    DA COLUNA DE CELSO NASCIMENTO/GAZETA DO POVO

    Medo 1

    O presidente e o advogado do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba (Sindimoc) foram presos ontem pela manhã, suspeitos de chefiar um esquema de desvio de verbas da entidade, segundo apuraram investigações do Ministério Público Estadual. São eles o vereador Denilson Pires e o ex-vereador Valdenir Dias. Dois outros diretores do mesmo sindicato também foram detidos pelo mesmo motivo.

    Medo 2

    As prisões poderiam ser noticiadas apenas nas páginas policiais, não fosse o fato de envolverem políticos com forte participação na campanha eleitoral de Beto Richa. Valdenir Dias, por exemplo, é presidente do nanico PMN, um dos 14 partidos que integram a coligação Novo Paraná. Na campanha, entre outras missões, Valdenir tem sido usado para promover ações judiciais contra jornais e jornalistas que desagradam o candidato. Dias é também dirigente da Femoclam (Federação das Associações de Moradores), entidade que, na gestão de Richa, atuou como um dos braços políticos do ex-prefeito nos bairros, ao lado do ex-vereador do PRTB, Manassés de Oliveira.

    Medo 3

    Já Denilson Pires, além de presidir o Sindimoc (orçamento anual de R$ 10 milhões), é vereador eleito por outro partido integrante da coligação Novo Paraná, o DEM. Na Câmara de Vereadores sua atuação é elogiada pela fidelidade com que cumpre as orientações da bancada de situação. O envolvimento de um e de outro incomodou dirigentes e luas-pretas da campanha de Beto Richa, que ontem já traçavam estratégias para evitar eventuais repercussões negativas na corrida eleitoral.

  • 30ago

    VÍDEO DA GAZETADENOVO.COM

  • 30ago

    BLOG DO JOSIAS DE SOUZA/FOLHA ONLINE

    Numa tentativa de fugir da armadilha plebiscitária urdida por Lula, José Serra idealizara uma campanha centrada no cotejo biográfico.

    Em vez de um embate do tipo Era Lula X Fase FHC, o tucano promoveria a comparação de sua biografia com a de Dilma Rousseff.

    Serra imaginara que, em pouco tempo, convenceria os eleitores de que é mais preparado do que a rival para gerir o legado de Lula, aperfeiçoando-o.

    O Datafolha informa que o plano fez água. Em maio, a maioria do eleitorado achava Serra (45%) “mais preparado” do que Dilma (29%).

    Hoje, a curva se inverteu. Agora é Dilma (42%) quem é vista como “mais preparada” do que Serra (38%).

    Nesse quesito, a pupila de Lula cresceu 14 pontos percentuais no Sudeste e 18 pontos no Nordeste. Entre os mais jovens, subiu 17 pontos.

    Escassos 35 dias separam o eleitor das urnas. Serra dispõe de 25 dias a mais do que os dez dias que abalaram o mundo, em 1917, e deram à luz a Rússia bolchevista.

    Num período pouco maior, 40 dias, Jesus peregrinou pelo deserto. Jejuou entre feras e resistiu às tentações de satanás.

    Hitler só precisou de 41 dias para invadir a França, em 12 de maio de 1940, e festejar a rendição do inimigo, em 22 de junho do mesmo ano.

    No caso de Serra, porém, a rendição foi prematura. Já na primeira semana da guerra televisiva, o tucano cedeu à tentação. E levou Lula à sua propaganda.

    Com esse gesto, o presidenciável tucano evidenciou a improbabilidade de se tornar o protagonista de uma virada.

    Serra é hoje, o candidato favorito a fazer de Dilma uma presidente eleita em primeiro turno.

    Submetido a um tempo que voa, Serra padece o presente sem perspectiva de futuro. Parece condenado a assistir ao pretérito passando.

  • 29ago

    RECEBI DO AMIGO CÉSAR TEIXEIRA E REPASSO

  • 28ago

    Recebi de Michele Cerjat

    Nelson Justus, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, acusado dos crimes de improbidade administrativa, extração ilegal de palmito e nepotismo, está na coligação de partidos que apóiam o candidato a governador Beto Richa.

    Justus está no quinto mandato consecutivo e há quatro meses passou a ser investigado pelo ministério público estadual depois que o jornal Gazeta do Povo trouxe a tona as irregularidades que envolvem contratação de parentes, extração ilegal de palmito em Guaratuba e improbidade administrativa. A suspeita é de que o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná tenha sido conivente, omisso e até mesmo se beneficiado com desvio de verba pública.

    A rede de Justus também envolve o ex-prefeito e candidato ao governo do estado, Beto Richa. Na época em que foi deputado estadual, no período de 1996 até 2000, Richa tinha como chefe de gabinete Ezequias Rodrigues e contratou a sogra de Rodrigues, Verônica Durau, para ser sua funcionária, no entanto ela nunca apareceu na Assembléia Legislativa do Paraná.

    Beto Richa ao ser questionado pelo jornal Gazeta do Povo a respeito da sogra fantasma na Assembléia Legislativa do Paraná, disse não ter nada a ver com a contratação, e deu o caso por encerrado. Contudo, Verônica Durau era contratada de seu gabinete e sogra de seu funcionário direto.

    O salário da sogra fantasma de Ezequias Rodrigues, chefe de gabinete de Beto Richa durante seu mandato como deputado estadual, era mais de R$ 3.400, supostamente quem recebia o dinheiro era Rodrigues que foi beneficiado com a quantia até março de 2007.

    Depois que foi formalmente denunciado pelo Ministério Público Estadual, a assessoria jurídica de Nelson Justus entrou com um recurso no superior tribunal federal para que o processo fosse julgado pelo Ministério Público Federal, como sendo parte da Operação Gafanhoto que investiga casos de desvios de verbas públicas. Uma manobra dos advogados de justos para tirar o caso da esfera estadual, atrasar as investigações e assim adiar o julgamento do processo.

    O Ministério Público entrou com um pedido na Justiça Estadual do Paraná de afastamento de cargo do presidente da Assembléia Legislativa, Nelson Justus. O pedido foi analisado e indeferido pela juíza Luciane Pereira Ramos que decidiu pelo não afastamento, mas por cautela bloqueou 10 milhões em bens de Justus.

  • 27ago

    Assessoria Zeca Dirceu

    O candidato a deputado federal, Zeca Dirceu, assumiu o compromisso de ampliar os incentivos aos produtores de leite do Paraná. Zeca se reuniu, em Curitiba, com os representantes do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Paraná (Sindileite) e do Conseleite.

    O prefeito de Cruzeiro do Oeste, Valter Rocha, e o candidato a deputado estadual, Valter Bianchini (ex-secretário da Agricultura), acompanharam o encontro. Atualmente, o Paraná tem 118 mil produtores do leite e mais de 300 indústrias de laticínios.

    DEFESA – “O meu compromisso é defender políticas de crédito tributário que prestigiem os setores que geram empregos e que trazem desenvolvimento para todas as regiões do Paraná. E o setor leiteiro é uma força muito grande que vai ter prioridade no nosso mandato de deputado federal”, afirma Zeca Dirceu.

    O prefeito Valtinho – que assumiu a prefeitura de Cruzeiro do Oeste no lugar de Zeca – tem mais de 40 anos de experiência na área de laticínios. Ele é presidente da Latco, empresa com matriz no Noroeste e fábricas em diversas cidades do Paraná e Santa Catarina.

    PROGRAMA – Já Bianchini acompanhou de perto o Programa Leite das Crianças. Mais de 13.850 produtores de leite fornecem o produto para 66 laticínios que participam do programa. Destes, 12 são cooperativas de pequenos produtores, seis de associações de produtores, 45 de usinas de leite de pequeno porte e três usinas de médio porte.

    “É muito importante essa conversa com o Zeca e o Bianchini. Noventa por cento da produção de leite do Paraná e mais de 100 mil produtores de leite estão representados no Sindileite e no Conseleite”, avalia Valdomiro Leite, representante da Conseleite.

    Para o presidente do Sindileite, Wilson Thielsen, é muito importante, candidatos como Zeca Dirceu e Bianchini, conhecer as reivindicações do setor leiteiro. “É um motivo de satisfação ver quando os candidatos que se dispõem a lutar por um setor que tem uma importância econômica e social muito grande no estado do Paraná”.

    PRODUÇÃO – “Se pegar que cada família tem no mínimo quatro ou cinco pessoas, multiplicando por isso aí já da quase 500 mil pessoas. Sem contar que a produção leiteira envolve desde transporte até comercialização, isso pode alcançar a um milhão de pessoas envolvidas na cadeia produtiva”, analisa Theilsen.

    “Hoje a cadeia produtiva do leite, na grande maioria, é familiar. O leite propicia uma renda mensal, manutenção da pequena e média propriedade e é a própria fixação da mão de obra familiar”, completa.

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