• 08set

    BRASÍLIA CONFIDENCIAL

    Acusado de espionar o ex-ministro Tarso Genro, atual candidato do PT ao governo

    O promotor Amilcar tem certeza de que o sargento Carvalho (no destaque) espionava por encomenda

    estadual e vários diretórios do Partido dos Trabalhadores, o sargento César Rodrigues de Carvalho, da Brigada Militar, não vasculhou os dados pessoais dos adversários políticos do PSDB por sua própria iniciativa.

    “Ele recebia ordens para acessar os dados, mas ignorava o destino que a informação teria”, disse ontem seu advogado Adriano dos Santos Pereira.

    Segundo o advogado, quem determinava ao sargento para obter as informações sigilosas era o tenente-coronel Frederico Bretschneider Filho, “entre outras pessoas”, cujos nomes não declarou.

    Mas deixou claro que seu cliente não assumirá responsabilidades que, no seu entender, não são suas.

    “Com certeza, ele vai colaborar com as investigações”, adiantou.

    O tenente-coronel Bretschneider Filho atuava na Casa Civil da governadora Yeda Crusius (PSDB) até segunda-feira passada.

    Três dias depois do escândalo vir à tona, ele pediu exoneração. Bretschneider Filho nega ter ordenado a arapongagem.

    Mais quatro pessoas vinculadas ao governo tucano estão sob investigação policial.

    Ontem, o promotor de justiça Amílcar Macedo, que responde pelo caso, reiterou que não veiculará seus nomes, uma vez que o processo é desenvolvido em segredo de justiça.

    “Posso dizer apenas que são dois oficiais e dois civis”, declarou.

    A edição online do jornal Correio do Povo registrou que um dos civis poderia ser a assessora Walna Vilarins Menezes, braço-direito da governadora.

    Macedo recusou-se a confirmar ou desmentir. A suspeita sobre Walna surgiu devido ao fato dela ter sido investigada nas operações Rodin e Solidária, ambas da Polícia Federal, que averiguaram o sumiço de R$ 340 milhões dos cofres gaúchos.

    Pereira, porém, notou que Carvalho não citou a assessora entre seus contatos diretos.

    Funcionário da Casa Militar, o sargento ocupa o epicentro de uma tempestade política depois que foi preso, na sexta-feira, apontado como autor de extorsão contra um dono de bingo de Canoas, cidade da região metropolitana de Porto Alegre.

    Carvalho foi denunciado pelo empresário, cansado de lhe pagar propinas em troca de informações reservadas sobre ações da polícia contra o jogo.

    As investigações logo se moveram na direção de algo bem maior do que um achaque.

    Descobriu-se que Carvalho, usando sua senha do Sistema de Consultas Integradas do Palácio Piratini, que permite acessar informações sigilosas de pessoas e entidades, fez mais do que espionar Tarso Genro e o PT.

    Xeretou dados pessoais do senador Sérgio Zambiasi (PTB), do coordenador da campanha estadual do PT, ex-deputado Flávio Koutzii, de dois deputados do PTB e do ex-vice prefeito de Porto Alegre, Eliseu Santos, assassinado em fevereiro deste ano. Bisbilhotou também jornalistas, advogados e policiais.

    O caso da deputada Stela Farias (PT) é ainda mais grave. Presidente da CPI da Corrupção, que investigou o desvio de dinheiro público na administração do PSDB ela teve sua família investigada.

    Carvalho acessou dados, fotos e itinerários de seus três filhos, um deles com oito anos de idade.

    A deputada relembrou que, em junho de 2009, recebeu informação anônima de que seus telefones estavam grampeados.

    As suspeitas sobre o uso Sistema de Consultas Integradas sob a gestão do PSDB são antigas.

    Em 2009, o então ouvidor da segurança pública, Adão Paiani, acusou o chefe de gabinete de Yeda, Ricardo Lied, de empregar o equipamento para espionar políticos.

    “Queremos saber o que acontecia na época e se as pessoas são as mesmas”, comentou Macedo.

    Para o promotor, no que tange à espionagem de adversários, Carvalho agiu a mando de alguém.

    “Não tenho a menor dúvida disso”, enfatizou.

  • 07set

    Uma matéria no Portal Paraná Online com o título: “Imóvel desocupado virou ponto de drogas no Boa Vista”, deixou-me intrigado. Que a cidade de Curitiba não está imune a este terrivel mal do mundo moderno que são as drogas, isso ninguém desconhece.

    Mas, lendo a matéria inteira, verifica-se que algo está errado com a tão exaltada Secretaria Antidroga de Curitiba, que, à toda hora, é citada por Beto Richa, nas suas propagandas, como modelo a ser implantado em todo Paraná.

    Que digam os moradores do Boa Vista, que estão no entorno desta casa abandonada, na Avenida Nazaré, uma das mais importantes deste populoso bairro curitibano. Afinal, já são meses de um drama que se arrasta e assusta a todos.

    O mais melancólico é o que consta no final da matéria  que informa que a Prefeitura, procurada por inúmeras vezes para resolver a situação, respondeu, através de sua assessoria de imprensa que a Prefeitura não pode intervir diretamente por se tratar de uma propriedade particular. Entretanto, foi dito que o proprietário deve receber uma notificação nos próximos dias para tomar as medidas legais.

    Caso a situação permaneça a mesma, ele será autuado e multado. Se mesmo assim nada for feito, quando todas as situações legais forem esgotadas, o imóvel passará para a dívida ativa da prefeitura. “

    É isso mesmo que você acabou de ler. O dono do imóvel será autuado e multado ! E a situação permanecerá a mesma para os moradores.

    Juro que imaginei que a Secretaria Antidroga de Curitiba já estivesse fazendo um trabalho de inteligência para pegar traficantes que abastecem, com certeza, os usuários que se abrigam na casa abandonada!!

    Se alguém pudesse me responder qual as ações efetivas já realizadas pela Antidroga eu agradeceria. E a população do Boa Vista , também.

    Até porque, se Beto for governador, o mesmo modelo de Curitiba será implantado em todo o Paraná.

    Abaixo, na foto de Allan Costa Pinto, do Paraná-Online, o imóvel que é ponto de drogas, na Avenida Nossa Senhora de Nazaré, entre Rua Holanda e Leão Sallun, no Boa Vista.




  • 07set

    PARANÁ ONLINE/ELIZABETE CASTRO

    Cássio Taniguchi deu toque profissional no assédio aos cofres públicos, diz a revista.

    Reportagem da edição desta semana da Revista Carta Capital denuncia “a Conexão Paraná” dos escândalos envolvendo a administração do governador cassado José Roberto Arruda no Distrito Federal, ex-DEM.

    O ex-diretor do órgão responsável pela fiscalização do Transporte Urbano (DF-Trans) Paulo Henrique Munhoz da Rocha e o deputado federal Cássio Taniguchi (DEM), ex-secretário de Desenvolvimento Urbano do Meio Ambiente, estão no núcleo de personagens centrais da reportagem, em que são citados ainda os deputados federais Alceni Guerra e Abelardo Lupion, e o ex-governador Jaime Lerner.

    Ex-integrante da administração de Lerner no governo estadual e de Taniguchi na prefeitura de Curitiba, Munhoz da Rocha é apontado como o “elo mais visível” de uma conexão que teria sido montada por Arruda e o DEM do Paraná, que foi investigada na Operação Pandora montada pela Polícia Federal.

    De acordo com a Carta Capital, os integrantes do DEM do Paraná deram um toque profissional ao projeto de Arruda.

    “A convocação dos demistas paranaenses por Arruda foi uma tentativa de fazer do assédio aos cofres públicos do Distrito Federal uma ação qualitativa, tocada por quadros descolados da tradicional estrutura nordestina do DEM, mais do que manjada pela mídia e pelo Judiciário”, diz a reportagem.

    A reportagem afirma que Rocha, investigado por contratos fraudulentos, superfaturamento e outras irregularidades, está ligado a Lerner e Taniguchi.

    Entre 1995 e 1997, Rocha foi diretor do Departamento de Administração do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores do Estado, o extinto IPE, durante o governo Lerner.

    Na administração Taniguchi, em Curitiba, Munhoz da Rocha atuou como diretor administrativo-financeiro do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC, superintendente do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Curitiba, o extinto IPMC.

    Rocha presidiu o Instituto Curitiba de Saúde, e a Companhia de Desenvolvimento de Curitiba (CIC).

    O ex-prefeito de Curitiba era considerado o “cérebro” da administração da Arruda, diz a reportagem que o descreve ainda como “peça fundamental” no processo de aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial de Brasília, que envolveu inúmeros interesses empresariais e econômicos.

    De acordo com depoimentos do ex-assessor que denunciou o esquema, Durval Barbosa, a aprovação do Plano Diretor teria rendido R$ 20 milhões ao grupo ligado ao ex-governador do Distrito Federal.

    Identificado como conselheiro informal da campanha do candidato ao governo, Beto Richa (PSDB), Taniguchi também é acusado de ter beneficiado Lerner com um contrato sem licitação com a empresa de arquitetura do ex-governador para a prestação de serviços de consultoria em desenvolvimento.

    O contrato, segundo a revista, foi fechado em maio de 2007, por R$ 2 milhões. Alceni aparece apenas mencionado como o ex-secretário especial de Educação Integral do governo Arruda.

    Já Lupion é citado na reportagem como o autor da indicação de Munhoz da Rocha ao ex-secretário de Transportes do Distrito Federal Alberto Fraga.

    A reportagem de O Estado não conseguiu localizar Taniguchi, Lerner e Rocha.

    Também deixou recado na caixa de recados do telefone celular de Lupion, mas não houve retorno.

  • 05set

    CARTA CAPITAL

    Boa parte do sigilo dos contribuintes da Receita Federal passeia em DVDs pelo centro de São Paulo.

    Na Rua São Bento, entre os prédios do Banco do Brasil e da BM&F, o interessado não demora mais do que cinco minutos para colocar as mãos em milhões de registros sigilosos.

    Diversos vendedores de DVDs piratas – filmes, jogos de videogame e programas de computador – ficam pelos cantos, com os olhos sempre atentos ao menor movimento da Guarda Civil Metropolitana com seu temido “rapa”.

    Qualquer um deles pode informar na hora: temos e custa 100 reais. Referem-se ao DVD que chamam “RF” – de Receita Federal. Nenhum dos CDs e DVDs fica, realmente, em exposição.

    Para reduzir os prejuízos com apreensões, os ambulantes exibem apenas pedaços de plástico ou papelão com algumas das capas.

    Feita a encomenda, um dos “funcionários de apoio” vai a um prédio nas imediações para buscar o produto.

    Talvez conforte saber que seus dados pessoais cadastrados na Receita não ficam expostos ao lado de um DVD de Fifa Soccer, mas o conforto para por aí.

    Ao preço de 100 reais, pergunta-se ao vendedor quais são os dados contidos no DVD.

    Nome, telefone, CPF e endereço completo de cerca de 50 milhões de pessoas.

    Tudo dividido por estado, em arquivos de Access, programa que faz parte do pacote Office, da Microsoft.

    Até nisso, monopólio para as ferramentas criadas por Bill Gates. O rapaz demora dois minutos para buscar o dito produto.

    Eternidade para o vendedor, que muda de lugar três vezes neste curto tempo, driblando a polícia.

    “A viatura tá subindo ou descendo?”, pergunta um outro pirata mais abaixo na rua. “Descendo”, responde o vendedor, nervoso.

    O carro da Guarda Civil vira antes de chegar ao local, imediatamente antes da chegada do “RF”. DVD na mão, dinheiro entregue, e se não funcionar?

    O vendedor pede uma caneta, anota o próprio nome e dois números de telefone celular em um pedaço de papel.

    “Se precisar de mais coisa, Junta Comercial, essas coisas, é só ligar”.

    Os CDs e DVDs com informações sigilosas são vendidos, também, em outros locais tradicionais de pirataria em São Paulo, como a Rua Santa Ifigênia.

    Em tempo: não houve necessidade de procuração, ao menos para estes dados mais simples.

    O DVD comprado pela reportagem não foi copiado, nenhum dos dados foi gravado ou utilizado para qualquer fim e a mídia será entregue às autoridades competentes.

  • 02set

    VI O MUNDO – LUIZ CARLOS AZENHA

    do Sanzio, comentarista no blog do Luís Nassif

    As impressões digitais de José Serra estão claramente estampadas em três dos quatro mais famosos “escândalos do dossiê”, desde que a imprensa passou a rotular assim ações e armações do grupo político ao qual o ex-governador pertence.

    Pela ordem: Caso Lunus (março de 2002), Aloprados (setembro de 2006) e este agora envolvendo sua filha. O único no qual a digital de Serra não aparece de forma clara é o tal dossiê contra FHC e D. Ruth, vazado para a imprensa pelo senador Álvaro Dias e que, posteriormente, descobriu-se ter sido fabricado com por um assessor do senador, André Eduardo Fernandes.

    Não é uma casualidade a recorrência deste tipo de “escândalo” às vésperas de eleições presidenciais. Conforme disse José Sarney, em seu famoso discurso de 20 de março de 2002, Serra havia criado dentro do Ministério da Saúde um verdadeiro aparato de espionagem e fabricação de dossiês contra potenciais adversários políticos. Sob o comando de seu assessor especial, delegado da PF Marcelo Itagiba, foram produzidos dossiês contra Paulo Renato, Tasso Jereissati e Pedro Malan.

    O delegado Itagiba, o delegado Paulo de Tarso Gomes, ambos subordinados ao Superintendente da PF Agílio Monteiro Filho, este filiado ao PSDB, mais o Sub-Procurador da República Roberto Santoro, foram os principais agentes da operação que implodiu a candidatura de Roseana Sarney, no conhecido episódio da Lunus.

    Em seu discurso, Sarney fez pesadas acusações a respeito da truculência do então Ministro da Justiça, Aloysio Nunes Ferreira, o qual ameaçou o jornalista Paulo Francis de espancamento e o então governador do Ceará, Tasso Jereissati, de espancamento e morte, cena esta presenciada por Sarney e protagonizada em frente de FHC.

    Se o episódio Lunus e os dossiês contra correligionários visavam apenas demolir a candidatura ou as pretensões de potenciais adversários, os dois episódios seguintes têm, claramente, outro componente, talvez mais importante que o eleitoral. Em comum, ambos estão associados ao envolvimento de Serra em graves atos de corrupção.

    Não que isso seja novidade. Tanto no episódio dos aloprados quanto no atual, as denúncias já eram de conhecimento público, tendo sido até matérias de jornais e revistas. A novidade era, e é, a ameaça de tornar públicas as provas dessas denúncias.

    No caso dos aloprados, o tal dossiê era um conjunto de documentos amealhados por um dos lados envolvidos no “Escândalo dos Sanguessugas”, os Vedoin, pai e filho, que atuavam como intermediários junto ao Ministério da Saúde para a liberação de verbas para a aquisição de ambulâncias superfaturadas ou mesmo fantasmas. No caso atual é o ataque preventivo ao livro do Amauri Ribeiro sobre a corrupção na época das privatizações.

    Em ambos os casos, o objetivo é tirar o foco do essencial, transformando o conteúdo das acusações em “falsos dossiês” com objetivos eleitorais. Se, no caso dos Sanguessugas, a operação foi bem sucedida, por causa da atuação desastrada de petistas que caíram feito patos, no caso presente não há nada que justifique as acusações de Serra à Dilma ou ao PT.

    Não sei se todos notaram, mas Serra cometeu um lapso quando afirmou ao JN que sua filha teria lhe dito: “olha, eu acho que devem ter andado espionando os meus dados, porque aí são só coisas que estão no Imposto de Renda”. A pergunta que não lhe foi feita é: onde ela viu esses dados? Foi a Folha, que diz ter recebido cópias das declarações, quem as repassou à Verônica? Por que ela não tomou providências legais?

    A Folha é cúmplice dessa armação, já que afirma ter recebido as cópias do suposto dossiê e tampouco tomou a providência de encaminhar esses documentos para as autoridades policiais. Usou-os apenas para criar o escândalo, o factóide eleitoral. Cabe ao PT e à campanha da ministra Dilma partir para cima desse grupo de criminosos que, há anos, trabalha para desestabilizar o país.

    O ovo da serpente está chocando, não me surpreenderei se houver uma tentativa de golpe à lá Honduras. A resistência se dará pela ação da mídia independente, como este blog, de sindicatos e de movimentos sociais organizados. Por isso, sugiro aos blogueiros independentes que mantenham diariamente um post fixo no topo do blog para alertar sobre o golpismo em andamento.

  • 31ago

    Nota dos partidos PMDB, PT, PR, PPL, PSC, PCdoB e PDT

    Os partidos políticos de Curitiba, infra-assinados pelos respectivos presidentes municipais, vêm a público manifestar solidariedade ao blogueiro Esmael Morais que está censurado pelo candidato ao governo do estado, senhor Carlos Alberto Richa, do PSDB, desde a manhã do último sábado, dia 28.

    Ao pedir na Justiça pela censura ao “Blog do Esmael” (www.esmaelmorais.com.br), o candidato do PSDB justificou que está sofrendo “abalos emocionais” devido às críticas constantes postadas pelo blogueiro.

    Os partidos entendem que alguém que se sente acuado pelas críticas políticas não tem estrutura emocional suficiente para conduzir o Paraná para o pleno desenvolvimento e para enfrentar os desafios e percalços que certamente surgirão pelo caminho.

    Os signatários desta nota também entendem que os métodos utilizados pelo tucano para calar vozes contrárias lembram os mesmos utilizados pelos regimes fascistas e autoritários, que lutamos e pensávamos ter derrotado definitivamente.

    O Brasil e o Paraná precisam dar as garantias constitucionais aos seus cidadãos para que esses possam se expressar livremente, sem os constrangimentos do legalismo, onde a Justiça prevaleça diante do Direito.

    A censura, além de deplorável, atenta contra a dignidade do homem e da mulher. Afronta a democracia e o direito à livre expressão, também assegurada pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Os partidos políticos da capital paranaense conclamam a sociedade e os verdadeiros democratas a se manifestar contra esse atentado contra a liberdade de expressão e contra autoritarismo; em defesa do pluralismo de ideias e de pensamento; pela liberdade na internet e nos blogs; pela liberdade de imprensa.

    Curitiba, 30 de agosto de 2010.

    ————————————————————————————————————————————-

    MANIFESTARAM-SE CONTRA A CENSURA DE BETO RICHA:

    Senador Álvaro Dias através de seu twitter: @alvarodias_:

    A liberdade humana não se concretizaria na prática se não fosse dado ao homem o direito da liberdade de expressão.!” Blog do @EsmaelMorais

    O blog do Esmael Morais está censurado e fora do ar. Não discuto a causa. A censura é sempre deplorável.Minha solidariedade ao @esmaelmorais


    E os seguintes sites da internet:

    http://www.diariodepiraquara.com.br

    http://www.advivo.com.br

    http://www.blogdoatheneu.org

    http://thiago.operario.com

    http://redecastorphoto.blogspot.com

    http://midiacrucis.wordpress.com

    http://meandrosdapolitica.wordpress.com/

  • 27ago

    Hora H News

    Seis homens e quatro mulheres ligados, segundo testemunhas, à campanha do candidato tucano ao governo do Estado, Beto Richa, interceptaram na manhã desta quinta-feira, no bairro do Santa Cândida, uma Kombi deste hora H.

    De acordo com as testemunhas, de forma truculenta, ameaçaram o motorista e quatro garotas que faziam a distribuição do semanário hora HExtra.

    Segundo as testemunhas, os homens retiraram os jornais da Kombi e botaram fogo em cerca de dois mil exemplares em plena rua Theodoro Makiolka, esquina com a rua Pedro Spinola Filho.

    O hora HExtra desta semana relata a “vida de playboy” de Beto Richa e mostra quem são os seus “bons companheiros” nesta campanha eleitoral. A direção deste jornal já está tomando as medidas cabíveis.


  • 23ago

    BLOG DO TAS

    … a gente no Brasil, em pleno século 21, ainda ter que  gritar: ABAIXO A CENSURA!


  • 20ago

  • 17ago

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