• 04set

    Da coluna de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo

    O ator inglês Ben Kingsley foi à exibição do filme “Lula – O Filho do Brasil”, de Fábio

    Ben Kingsley como Ghandi

    Barreto, em Londres, nesta semana.

    Após a sessão, ele disse às produtoras Paula e Lucy Barreto que foi ver o filme “sem acreditar muito” e que ficou “emocionado”.

    E emendou: “Esse filme é importante para o mundo todo. A história dele [Lula] é maior que a de Gandhi”.

    O ator interpretou o pacifista indiano nos cinemas. Kingsley disse que enviaria um e-mail ao presidente brasileiro.

  • 04set

    JORNALE

    O britânico Daniel Terry(foto) tem casa e recebe uma ajuda semanal de cerca de R$ 210 do governo.

    Mesmo com a ajuda ele resolveu fingir que era sem-teto e foi pedir dinheiro na rua, com um colchão e um cobertor.

    O falso mendigo lucrou em um ano o equivalente a R$ 62.417,86, mais de R$ 5.000 por mês.

    Segundo o jornal Daily Mail, quando o governo descobriu, no entanto, ele foi multado em R$ 266.

  • 04set

    BBC

    As equipes que trabalham para retirar os 33 mineiros soterrados no Chile afirmaram nesta sexta-feira que vão iniciar a perfuração de um segundo túnel de resgate nos próximos dias.

    A nova perfuração pretende fazer um túnel em um ângulo diferente, que funcionará como um “plano B” do primeiro túnel, informa o repórter da BBC no Chile Gideon Long.

    Mas autoridades não sabem se a iniciativa encurtará a permanência dos mineiros no subsolo – ambos os túneis devem levar de três a quatro meses para chegar aos 700 m de profundidade onde os mineiros se encontram desde 5 de agosto.

    No primeiro túnel, as escavações tiveram problemas para perfurar os primeiros 40 metros por encontrar uma falha geológica, que forçou as equipes a reduzir o ritmo e a reforçar o poço de resgate com concreto.

    Os engenheiros temem que a falha permita a entrada de água na mina e crie o risco de inundações no local.

  • 29ago

    Coluna DE PARIS/Antonio Ribeiro/Veja.com

    SMILE

    Enquanto o Brasil não sabe ainda onde e de que jeito vai receber os visitantes dos Jogos Olímpicos Rio-2016, a preocupação para Londres-2012, onde espera-se mais de um milhão de pessoas, está longe de ser a infra-estrutura.

    Ela é mesmo surpreendente para um país considerado reino do civismo, do respeito a outrem e inventor do fair-play.

    Em novembro, será lançada a Campanha Nacional pela Cortesia, na qual os ingleses terão lições de boas maneiras. Seu idealizador é um lorde septuagenário, Peter G. Foot.

    Diz ele, com distintivo sotaque britânico: “Nossa conduta é pior do que era antes, temos que melhorar nossos modos se quisermos que os visitantes levem uma boa impressão deste país.”

    Embora os corretivos de conduta exijam menos ajustes e mais aditivos, a iniciativa lembra a campanha que o governo chinês lançou antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, quando a população foi convidada a romper certos hábitos tradicionais, como por exemplo: não cuspir no chão e não abrir espaços a cotoveladas para ganhar assento em transporte coletivo.

    Lorde Foot deseja, em primeiro lugar, ver seus compatriotas sorrindo para o estrangeiro, dizendo mais amiúde, por favor e obrigado. A campanha será divulgada na TV, rádio e contará com a ajuda de 900 voluntários.

    A julgar pelo espírito de engajamento dos ingleses, a chance de dar certo é grande. Antes da próspera Era Victoriana (1837 a 1901), onde os principais padrões de boas maneiras foram implantados com rigor na ilha, não se pode dizer que o Reino Unido era um país educado, no senso moderno do termo.

    Quem obtiver desempenho exemplar, receberá certificados de “bom comportamento”. Pode parecer prosaico, mas este tipo de recompensa ainda tem valor na Inglaterra. Os comerciantes, por exemplo, o transformam em forte argumento comercial.

    Em março passado, Londres foi declarada a “cidade menos gentil do Reino Unido”, segundo estudo feito pelo grupo hoteleiro Jurys Inn.

    Para uma capital que arrecada 20 bilhões de dólares por ano com turismo, a fama não é boa. Ainda que não tão ruim quando se assiste à luz do dia, o crime organizado ocupar um dos principais hotéis da cidade, como foi o caso do Intercontinental, no Rio.

    “Gostaria que os visitantes que desembarcarem do avião recebessem calorosas boas-vindas. Igualmente nos táxis, nas lojas, nos restaurantes, pubs”, diz Lorde Foot.

    O lorde reclama que na Inglaterra de hoje, clientes arriscam entrar em lojas e serem solenemente ignorados enquanto os funcionários continuam conversando sobre o programa da noite anterior.

    A VisitBritain, agência britânica de turismo, entrou na onda de Sir Foot. Ela acaba de lançar um guia, desta vez, para evitar mancadas com os estangeiros. Entre alguns conselhos estão:

    - Nunca chame um americano de canadense.

    - Não faça perguntas pessoais a um brasileiro.

    - Não se ofenda com o humor argentino, que possa mencionar sua roupa ou seu peso.

    - Não pisque o olho para alguém de Hong Kong.

    - Ao conhecer um mexicano, é melhor não falar de pobreza, de imigrantes ilegais, terremotos ou da guerra de 1845-46 com os Estados Unidos.

    - Não pergunte se um turista dos Emirados quer ovos com bacon.

    A precupação tem fundamento. Mesmo o prefeito de Londres, Boris Johnson, inadvertidamente, protagonizou gafe na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim quando empunhou com uma mão só a Tocha Olímpica.

    Um desrespeito, segundo os patrões locais. Na China, até cartão de visita entrega-se com as duas mãos. A imagem de Dunga cumprimentando o mandarim de plantão com a outra mão no bolso nem se tivesse ganho a Copa iria ao ar em TV de sindicato, embora lá não tenha.

  • 28ago

  • 24ago

    AGÊNCIA ESTADO

    A presidente da Argentina, Cristina Kirchner(foto), perderá alguma influência sobre a política econômica nesta terça-feira, quando caducam os chamados poderes delegados, que dão ao Executivo o poder de legislar por decreto a respeito de vários assuntos. O mais importante seria o de estabelecer impostos sobre as exportações.

    Desde 2002, a programação econômica do governo argentino tem se baseado, em grande parte, nos bilhões de dólares arrecadados anualmente com os impostos sobre a exportação de produtos como soja, carne bovina e milho.

    Membros do Congresso disseram que Cristina Kirchner já não poderá fazer qualquer mudança nesses impostos, mas que os que já estão em vigor continuarão a valer.

    Ainda assim, o fim dos poderes delegados vai restringir a capacidade do Executivo para ajustar sua política econômica à medida que as circunstâncias o exijam. “Não é um cenário catastrófico, mas isso vai complicar as coisas para o governo”, disse o deputado Agustín Rossi, da coalizão governista Frente para la Victoria.

    No ano passado, logo antes de o Congresso da Argentina renovar os poderes delegados por mais um ano, Rossi havia dito que permitir que eles caducassem provocaria a ruína fiscal e deixaria o país “ingovernável”.

    Hoje, a deputada oposicionista Elisa Carrio disse que o governo de Cristina Kirchner nem mesmo tentou negociar uma nova prorrogação dos poderes delegados com os partidos de oposição.

    “Não tivemos nenhum tipo de resposta deles. Não há dúvida de que depois de amanhã, eles não poderão tocar nos impostos sobre exportações. Eles nem sabem o número de coisas que não poderão mais fazer”, afirmou Carrio durante uma entrevista coletiva.

    As informações são da Dow Jones.

  • 19ago

    BLOG LEITURAS FAVRE

    É bom se acostumar, sim!

    Cristina Kirchner tem razão em exigir o uso do termo presidenta e não é

    Cristina - Presidenta da Argentina

    brincadeira, nem autoritarismo, nem chilique.

    É parte do longo processo no qual as mulheres pioneiras abriram o caminho para reduzir a desigualdade de gênero.

    Não é uma questão só de gramática, a linguagem evolui e se enriquece com a própria evolução da sociedade, mas os adversários desta evolução no sentido da igualdade entre os dois componentes do gênero humano se camuflam também na ironia ou na lingüística.

    Trata-se de introduzir a feminilidade na política, pondo as mulheres em pé de igualdade com os homens, numa esfera em que a dominação do gênero é notória e até introjetada como “natural” por uma parte do eleitorado, incluso feminino.

    Cristina exige termo ‘presidenta’

    Ela rejeita documentos com outra grafia.

    “Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa…e não presidente!” Era desta forma, esticando a letra “a” para destacar a feminilidade da palavra, que a então candidata presidencial argentina Cristina Kirchner deixava claro, em seus comícios de campanha, que faria questão de ser chamada de “presidenta” se vencesse as eleições presidenciais.

    Na época, políticos e funcionários públicos consideraram que as declarações da então primeira-dama não passavam de uma brincadeira.

    No entanto, desde que assumiu o governo em dezembro, a decisão de Cristina fez com que a Casa Rosada – sede da presidência argentina – rejeitasse no último mês mais de 300 documentos que a chamavam de “presidente”.

    No final de 2008, a Argentina completará 25 anos da volta à democracia e, pela primeira vez em sua História, é governada por uma mulher eleita nas urnas.

    Embora o país esteja longe de estar em uma situação de igualdade dos sexos, a presença de mulheres na estrutura do poder político aumentou de forma gradual e persistente.

    Dessa forma, nas últimas eleições, o tradicional machismo argentino deu sinais de que está encolhendo, já que 68% do eleitorado votou em mulheres.

    Gramáticos indicam que “presidente” está correto, mas que, por questões de costume, nos últimos anos, a palavra “presidenta” tornou-se aceitável.

    Analistas políticos, porém, afirmam que a insistência fora do comum de Cristina com a palavra é mais uma amostra do autoritarismo do casal Kirchner do que uma preocupação gramatical.

  • 17ago

    AGÊNCIA BRASIL

    O governo brasileiro continua “pressionando diplomaticamente” o “ditador” do Irã para que enviar ao Brasil a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43, condenada por adultério e sentenciada à morte por apedrejamento, afirmou o ministro brasileiro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, nesta segunda-feira em São Bernardo do Campo (SP).

    “O governo Lula está pressionando diplomaticamente o governo iraniano para que permita que ela venha para o Brasil. E se esse ditador [o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad] tiver um mínimo de bom senso, deveria permitir que ela venha morar no Brasil e seja salva”, disse Vannuchi.

    Para Vannuchi, o Brasil é o único país que pode negociar com o Irã, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, junto com o governo turco, ter mediado as negociações entre o Irã e a Agência Internacional de Energia Atômica pelo programa nuclear iraniano.

    Brasil e Irã trocaram várias mensagens nas últimas semanas pelo caso de Sakineh Mohamadi Ashtiani, 43 anos, mãe de dois filhos, condenada à morte por apedrejamento no Irã por adultério e também acusada de homicídio.

    A sentença de apedrejamento contra Sakineh levou à condenação internacional e a grande pressão contra Teerã. O país adiou a execução da condenação, mas acrescentou ao processo uma acusação de participação no assassinato de seu marido, em 2005. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mantém um diálogo aberto com o Irã, ofereceu asilo a Sakineh no Brasil.

    OFERTA DE ASILO

    No dia 31 de julho, o presidente Lula disse que iria usar sua “amizade” com Ahmadinejad para propor que a iraniana tivesse asilo do Brasil. Três dias depois, Ramin Mehmanparast, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, disse que Lula fizera a oferta, provavelmente, com base em informações erradas.

    No último dia 9, o embaixador brasileiro no Irã, Antônio Salgado, se reuniu com o governo local para apresentar aos canais oficiais, formalmente, a oferta de asilo à iraniana. A visita é um recurso conhecido diplomaticamente como gestão, quando o ministro das Relações Exteriores ou mesmo o presidente de um país manda o embaixador procurar a chancelaria da capital onde atua para estabelecer relações formais.

    Dias depois, diplomatas disseram que não faz sentido Teerã aceitar a oferta brasileira, já que Sakineh é uma iraniana criminosa condenada.

    ABRIGO A CRIMINOSOS

    O governo do Irã questionou nesta segunda-feira as “consequências” da oferta brasileira de asilar uma iraniana condenada à morte por apedrejamento, e perguntou se o “Brasil precisará ter um local para criminosos de outros países”, em uma nota emitida por sua embaixada em Brasília.

    “Em relação à presença ou ao exílio [da condenada] Sakineh Mohamadi no Brasil, é necessário considerar alguns pontos e questões significativas. Quais são as consequências desse tipo de tratamento aos criminosos e assassinos?”, questiona o governo do Irã em seu comunicado.

    “Esse ato não promoverá e não incitará criminosos a praticar crimes?”, completou.

    “Será que a sociedade brasileira e o Brasil precisarão ter, no futuro, um lugar para os criminosos de outros países em seu território?”, questionou.

    Segundo a nota divulgada nesta segunda-feira, o Irã “considera as declarações e o chamado” de Lula “um pedido de um país amigo”, que atribuiu a “sentimentos puramente humanitários” do presidente brasileiro.

    OFERTA RECUSADA

    O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou nesta segunda-feira que não

    Sakineh - Brasil segue negociando asilo

    vai enviar Sakineh ao Brasil. “Eu acho que não há necessidade de criar problema para o presidente [Luiz Inácio] Lula [da Silva] e levá-la ao Brasil”, disse Ahmadinejad.

    Em entrevista divulgada na televisão iraniana de língua inglesa Press TV, Ahmadinejad disse acreditar que não há necessidade de enviar Sakineh ao Brasil e afirmou esperar que o assunto “seja resolvido”. Ele não deu mais detalhes.

    “Há um juiz no fim do dia e os juízes são independentes. Mas eu falei com o chefe do judiciário e o judiciário também não concorda com a proposta do Brasil”, disse Ahmadinejad.

  • 11ago

    REUTERS

    O presidente de Ruanda, Paul Kagame, foi reeleito com 93 por cento dos votos,

    Ragame - reeleito com 93 % dos votos

    informou a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) nesta quarta-feira, dois dias após uma eleição que, segundo a oposição, foi marcada pela repressão e a violência.

    “Podemos dizer que estamos muito felizes com a conduta do processo eleitoral, da campanha à votação em si. Não tivemos relatos de intimidações de lugar algum”, disse Charles Munyaneza, secretário-executivo do órgão eleitoral, em entrevista coletiva.

    O resultado ainda precisa ser confirmado pela Suprema Corte. O comparecimento nas cinco províncias foi de 95 por cento do eleitorado.

    Críticos dizem que a campanha foi feita em condições desiguais, já que os três rivais de Kagame eram fracos e ligados ao partido governista, enquanto três outros políticos realmente de oposição alegam que foram impedidos pelo governo de registrar suas candidaturas.

    Grupos de direitos humanos também apontaram uma crescente violência nos últimos meses. Um jornalista local foi assassinado e um membro da oposição foi encontrado quase decapitado em julho.

    Observadores da Comunidade Britânica de Nações disseram que a votação foi pacífica e organizada, mas que Ruanda, um país francófono que aderiu em novembro ao grupo de ex-colônias britânicas, precisa resolver questões de participação política e liberdade de imprensa.

  • 08ago

    FRANCE PRESSE

    Juan Manuel Santos assumiu oficialmente neste sábado a presidência da

    Juan Manuel Santos - a Colômbia tem novo presidente

    Colômbia. Pouco após a posse, ele falou a respeito da crise diplomática com a Venezuela. Santos descartou a possibilidade de conflito com o país vizinho e disse que não pretende contar com a mediação de outros países nas negociações.

    “A palavra guerra não está em meu dicionário quando penso na relação da Colômbia com seus vizinhos ou com qualquer nação do planeta”, afirmou. Ele agradeceu aos países – a exemplo do Brasil – que se ofereceram para mediar a crise entre Bogotá e Caracas, mas disse que prefere “o diálogo franco e direto, e o mais rápido possível” com o governo do coronel Hugo Chávez.

    Santos tomou posse por volta das 17h45 deste sábado, em cerimônia que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, do príncipe Felipe, da Espanha, e delegações de outros 77 países. Santos recebeu a faixa presidencial das mãos do presidente do congresso Armando Benedetti. “Juro a Deus e prometo ao povo cumprir fielmente a Constituição e as leis da Colômbia”, respondeu Santos, quando Benedetti lhe tomou o juramento na histórica Plaza de Bolívar.

    Compareceram também à posse de Santos o presidente equatoriano, Rafael Correa, e o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro. “Contem sempre com nosso total apoio. Estamos aqui para ratificar essa irmandade inquebrável de nossos povos”, disse Correa em sua chegada ao aeroporto militar de Bogotá. Essa é sua primeira viagem à Colômbia desde a ruptura das relações bilaterais. Já Maduro disse trazer uma “mensagem de amor e de futuro” do presidente Hugo Chávez, o que indica que mantém a intenção de avançar nas negociações com o novo presidente para resolver a crise entre os dois países.

    PerfilSantos assume com a promessa de dar continuidade às políticas de segurança e de abertura econômica de seu predecessor Álvaro Uribe, que deixa o cargo ao final de oito anos de mandato, com um índice de aprovação de 80%.

    O novo presidente foi ministro da Defesa no governo Uribe entre 2006 e 2009. Ele se apresenta aos colombianos como o presidente que manterá a política de mão dura com os terroristas das Farc. Santos promete também dar destaque à questão social, num país que possui 46% de pobres e uma taxa de desemprego de 12%.

    Farc Santos ofereceu diálogo com as guerrilhas de seu país caso os terroristas abandonem a violência e interrompam os sequestros. “Aos grupos armados ilegais que invocam razões políticas e hoje falam mais uma vez em diálogo, digo que meu governo estará aberto a qualquer conversa que busque a erradicação da violência”, disse Santos.

    Diplomacia - O primeiro encontro bilateral do novo presidente será com o governo brasileiro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou hoje, durante entrevista coletiva em Bogotá, que Santos vai se encontrar com ele no próximo dia 1º de setembro.

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