REVISTA VEJA / DESTAQUES ON-LINE
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/medico-tira-duvidas-sobre-a-baixa-umidade-do-ar
Blog escrito por um dos mais destacados homens da Imprensa Paranaense:
JOTA AGOSTINHO
Sincero e transparente. Amado ou odiado, mas sempre ao lado da verdade.
Politica, Economia, Esportes e o Cotidiano tratados de forma precisa e analisados coerentemente.
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DA TV BAND BAHIA
Uma junta médica do Hospital São Rafael, em Salvador, está realizando uma
pesquisa de células-tronco para tentar recuperar lesões em pacientes que sofreram trauma na medula.
O tratamento é pioneiro no país e é financiado pelo Ministério da Saúde.
Segundo o cirurgião Marcos Vinícius, responsável pela seleção de pacientes, 20 pessoas participam do protocolo.
A primeira fase de tratamento para combater a tetraplegia deve durar seis meses, com acompanhamento multidisciplinar e intensas sessões de fisioterapia.
Os resultados positivos das pesquisas com células-troncos em cães e gatos motivaram o Conselho Nacional de Ética Médica e Pesquisa a autorizar o funcionamento de oito laboratórios no Brasil: um no Paraná, outro no Rio Grande Do Sul, dois no Rio De Janeiro, três em São Paulo e o laboratório da Bahia, que na sai frente.
O coordenador do Centro Baiano de Biotecnologia e Terapia Celular está bastante confiante.
eBand
O órgão que fiscaliza medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, a FDA (Food
and Drug Administration), autorizou nesta sexta-feira o primeiro teste de células-tronco embrionárias em seres humanos.
A empresa Geron Corporation poderá retomar, junta da Universidade da Califórnia, ao teste preliminar, parado desde agosto de 2009, quando eram feitos com camundongos.
Dentro do prazo de um mês, aproximadamente, a companhia terá a possibilidade de recrutar pacientes com lesão na medula.
Os pacientes passarão por testes durante um ano. No total, a empresa trabalhará dois anos nos estudos.
A polêmica em torno da utilização de células-tronco acontece por implicar na destruição de embriões.
Mas são consideradas as mais versáteis, pois podem se transformar em outros tipos de células, abrindo a possibilidade de tratamento de diversas enfermidades.
FOLHA.COM/EQUILÍBRIO E SAÚDE
O guaraná, planta nativa da Amazônia muito usada na medicina popular como estimulante, pode também tratar a fadiga de mulheres com câncer de mama que passam pela quimioterapia. Esse sintoma afeta de 50% a 90% dessas pacientes.
A conclusão é de um estudo inédito feito por pesquisadores do Hospital Albert Einstein e da Faculdade de Medicina do ABC.
O trabalho foi controlado e envolveu 75 pacientes, divididas em dois grupos: um recebeu 50 mg de extrato seco de guaraná (Paullinia cupana) duas vezes ao dia, e o outro, placebo.
As mulheres foram acompanhadas durante 21 dias. Elas responderam a três questionários que avaliaram seu grau de fadiga.
Ao final, 66% das pacientes do primeiro grupo relataram melhora, contra 13% do grupo controle. No início, o grupo que usou guaraná se queixou mais de insônia, mas o sintoma melhorou nas semanas seguintes.
FOLHA.COM/EQUILÍBRIO E SAÚDE
A mortalidade de idosos, com 60 anos ou mais, em razão de quedas aumentou
quatro vezes mais nesta década no Estado de São Paulo, segundo balanço da Secretaria da Saúde.
O índice passou de 7,6 mortes em cada 100.000 idosos no ano 2000 para 28,4 por 100.000 em 2008, último dado disponível.
De acordo com a secretaria, em número absolutos houve 1.240 mortes de idosos vítimas fatais de quedas em 2008, quase cinco vezes mais que em 2000. Os números cresceram ano a ano.
O envelhecimento da população é apontado como uma das causas prováveis do resultado, informou o órgão.
Com o aumento da expectativa de vida da população de São Paulo, muitos dos que já estavam na faixa da terceira idade no início da década ficaram ainda mais velhos.
“Sabemos que uma pessoa com 80 anos é mais suscetível a ter complicações após uma queda do que uma de 61, por exemplo. Além disso, houve aprimoramento dos sistemas de notificação e controle sobre idosos vítimas de quedas”, afirmou a coordenadora da área de Saúde do Idoso da Secretaria, Marília Louvison.
Segundo especialistas na área, é possível dividir em grupos grandes as principais causas das quedas. A principal é a condição física e motora do idoso, que pode ser prejudicada por influência da causa de um remédio, tonturas, problemas oftalmológicos, fraqueza muscular ou de audição.
Entre as causas externas, as mais comuns são os obstáculos, que podem estar em casa, como móveis, tapetes e falta de iluminação, ou fora dele, como raízes de árvores, degraus ou calçadas esburacadas.
“Com esse olhar, é possível dizer que as principais dicas são cuidar bem da saúde, fazer exercícios físicos e caminhar com atenção. O importante é ter em mente que o medo de cair não pode impedir os passeios, que são uma forma de exercício”, disse Marília.
A secretaria ainda divulgou algumas dicas para a prevenção de quedas: dar preferência a calçados de salto baixo e que não soltem dos pés; sentar-se para vestir os sapatos; retirar os tapetes da casa; manter escadas e áreas de circulação livres de móveis e objetos; evitar subir em bancos e escadas para pegar objetos fora do alcance das mãos; levantar-se devagar e encontrar equilíbrio antes de andar; utilizar corrimão nas escadas; evitar luz noturna; evitar chocolate, café, chá mate e preto e refrigerantes em excesso, pois podem levar a tontura; e tomar remédio apenas com prescrição médica.
AGÊNCIA ESTADO
Enquanto disputam a paternidade dos medicamentos genéricos, os três principais candidatos à sucessão presidencial reforçam uma série de propostas para a distribuição de remédios à parcela mais pobre da população.
Na segunda-feira, José Serra (PSDB) prometeu em seu site criar uma cesta com cerca de 80 remédios que seriam distribuídos gratuitamente pelos municípios.
A candidata petista, Dilma Rousseff, já afirmou que pretende dar continuidade ao programa Farmácia Popular, do governo federal – que oferece remédios subsidiados para diabete e hipertensão.
Marina Silva (PV), por sua vez, promete investir em tratamentos pouco ortodoxos e que não dependam de medicamentos alopáticos, como acupuntura e homeopatia.
O programa Farmácia Popular tem, hoje, pouco menos de 13 mil unidades – na maior parte, parcerias do governo com estabelecimentos privados.
No programa, o Ministério da Saúde subsidia até 90% do medicamento. Os 10% restantes são pagos pelo paciente.
Tanto Serra quanto Marina prometem dar continuidade ao programa, mas o tucano critica o governo ao afirmar que a parcela mais pobre da população continua desatendida.
“O Farmácia Popular não é parte do SUS”, opina Renilson Rehem, que contribui com o plano de governo de Serra.
“A iniciativa atende bem às classes C e D, que podem pagar ao menos um pouco pelos remédios. Mas quem está abaixo disso não é atendido.”
Os medicamentos a serem distribuídos pela cesta ainda não foram determinados. De acordo com Rehem, serão sobretudo remédios de uso prolongado.
Hoje, o SUS já fornece vários medicamentos gratuitamente, por meio do programa Farmácia Básica. “A ideia é garantir uma quantidade maior de medicamentos”, diz.
Para o ex-ministro da Saúde Humberto Costa, responsável pelo programa de governo petista para a área, o Farmácia Popular permite acesso a medicamentos por pessoas que não usam o SUS.
“É outra forma de garantir acesso para tratamento de doenças crônicas”, defende.
As diretrizes para a saúde de Dilma incluem a ampliação da oferta gratuita de remédios e incentivos à venda dos genéricos.
O ex-ministro admite ser necessário aumento dos recursos direcionados à área, mas não fala no retorno da CPMF para financiar a saúde.
“A Dilma tem falado que isso virá como consequência do crescimento econômico.”
Responsável pelas propostas para a saúde de Marina Silva, Eduardo Jorge diz que uma das diretrizes dela trata da continuidade dos programas de distribuição de medicamentos.
“Os programas de acesso a medicamentos serão mantidos e ampliados”, diz ele.
“Mas a Marina tem falado em associar isto a tratamentos como acupuntura e homeopatia.”
Revista Mente/Cérebro/Luciana Christante
Retraimento, agressividade e outros problemas emocionais são mais comuns
em crianças com queixas de dor de cabeça. Essa é uma das conclusões da tese de doutorado defendida pela psicóloga Luciana Leonetti na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto.
A pesquisadora avaliou 75 crianças com idade entre 3 e 5 anos cadastradas em
núcleos do Programa de Saúde da Família (PSF) do município, das quais 38
apresentaram queixa de dor de cabeça, segundo o relato de suas mães.
A pesquisadora constatou que, além dos problemas de comportamento, essas crianças se queixavam de desconforto em relação à intensidade de som, luz e movimento.
Segundo a psicóloga, esses sinais muitas vezes aparecem nos primeiros meses de vida, podendo ser um importante indicador de dor de cabeça em fases posteriores do desenvolvimento.
Ela observou que também os filhos de mães com enxaqueca têm risco cinco vezes maior de sofrer de dor de cabeça.
Segundo ela, isso poderia ser explicado tanto por fatores genéticos como por aprendizado social, isto é, por meio de modelos de comportamento presentes no ambiente familiar.
UOL/SAÚDE
Recentemente pesquisadores descobriram um novo motivo para os médicos
ouvirem o coração: certos ritmos cardíacos podem fornecer informações importantes sobre a saúde dos rins.
Daniel Brotman, professor de medicina na Johns Hopkins University, e colegas analisaram dados de 13.241 indivíduos que participaram do Estudo de Risco de Arteriosclerose nas Comunidades (ARIC, na sigla em inglês). Os pesquisadores descobriram que os participantes com elevada taxa de descanso do batimento cardíaco são mais propensos a desenvolver um problema no funcionamento dos rins.
Os resultados sugerem que o monitoramento da frequência cardíaca pode ajudar a identificar pacientes com um particular risco de desenvolver uma doença renal no futuro. Os resultados foram publicados on-line em 8 de julho no Journal of the American Society of Nephrology.
A frequência cardíaca é amplamente controlada pelo sistema nervoso autônomo (SNA), que também regula as atividades subconscientes, tais como digestão, respiração e pressão arterial. Estudos anteriores sugeriram que a atividade anormal do SNA, conhecida como disautonomia, estava ligada à doença renal crônica.
Brotman e seus colegas queriam saber se disautonomia precedeu o início da doença renal, pois, se assim fosse, sugeriria um possível mecanismo de como se desenvolve a doença dos rins. Isso poderia trazer pistas sobre como prever o mau funcionamento antes do aparecimento de outros sintomas. Os autores usaram dados do estudo ARIC, que regularmente recolhe informações médicas de um grupo aleatoriamente selecionado (com idades entre 45-64 anos) de quatro diferentes comunidades americanas desde 1987.
Os pesquisadores monitoraram as atividades do SNA usando medições padrões de eletrocardiogramas. Especificamente, examinaram a frequência cardíaca de repouso e variabilidade da frequência cardíaca, ou como a frequência cardíaca varia durante a respiração (em indivíduos saudáveis, a frequência cardíaca aumenta durante a inspiração e diminui durante a expiração). De um modo geral, as pessoas saudáveis tendem a ter uma frequência cardíaca de repouso baixa e alta variabilidade da frequência cardíaca.
Após o ajuste para fatores conhecidos por contribuir para a doença renal, incluindo diabetes, pressão alta, tabagismo e presença de doença cardíaca, os autores estimam que os participantes do estudo com a maior frequência cardíaca de repouso tenham quase o dobro do risco normal de desenvolver doença renal, e aqueles com a menor variabilidade da frequência cardíaca tenham um risco de 1,5 vez.
Enquanto a disautonomia pode ser uma possível causa de mau funcionamento dos rins, os autores concluem que seus resultados não demonstram uma relação de causa e efeito. “Nós esperamos que nossos resultados incentivem pesquisas adicionais para melhor definir o papel do SNA em precipitar e agravar a doença renal em humanos”, escreveram os autores. “Isso, por sua vez, pode levar a novas abordagens terapêuticas, uma vez que os mecanismos de nossos achados são mais bem caracterizados.”
eBAND/SAÚDE
Foram descobertos dois anticorpos que impedem a ação de mais de 90% das
variedades de HIV sobre células humanas.
O VRC01 e VRC02 podem permitir o desenvolvimento de vacinas ou tratamentos mais eficientes para a doença.
O trabalho foi descrito na última edição da revista Science, um dos mais improtantes periódicos científicos do mundo.
A pesquisa foi conduzida por cientistas ligados ao governo dos Estados Unidos.
Os anticorpos foram descobertos em amostras de sangue de um paciente infectado pelo HIV e que não desenvolveu Aids.
O vírus da doença é difícil de ser combatido porque muda continuamente sua estrutura, ou seja: cada vacina que se desenvolve torna-se em pouco tempo inócua para a maioria dos casos.
O VRC01 e VRC02, entretanto, atuam em áreas do vírus que se mantêm mesmo após as mutações.
Desta forma, eles são muito mais eficientes e promissores.
JORNALE/EDSON FONSECA
A Farmácia Especial Metropolitana II, que funciona no prédio do Centro Regional
de Especialidades (CRE) Kennedy, no Portão, em Curitiba, desde o dia 1.º, registra cerca de 30 atendimentos diários.
A expectativa é que, dos 20 mil pacientes cadastrados para receber medicamentos excepcionais na Farmácia Especial da Barão do Rio Branco, 5 mil sejam atendidos pela nova unidade.
Todos os pacientes estão sendo avisados previamente da mudança no atendimento, definida pelo endereço residencial.
“Descentralizamos o atendimento para dar maior conforto aos pacientes de Curitiba e Região Metropolitana e pelo aumento no número de pacientes atendidos”, explica Carlos Moreira Junior, secretário de estado da Saúde.
A farmácia conta com 160 tipos de medicamentos diferentes. Com esta nova unidade, são 23 farmácias especiais no estado.
O número de pacientes atendidos também foi significativamente ampliado, passando de 5 mil, em 2003, para cerca de 20 mil, ampliação de 300%.
De acordo com Marinalva Gonçalves da Silva, diretora da 2.ª Regional de Saúde, a transferência dos pacientes é feita de maneira gradativa.
“Pacientes que residem próximos à farmácia são orientados pelos farmacêuticos a retirar os medicamentos na nova sede”, afirma.
O atendimento é feito das 8h às 17h de segunda a sexta-feira, só para pacientes cadastrados no local.
“Estamos organizando a demanda conforme a proximidade da residência das pessoas. A procura ainda é baixa, devido ao grande número de pessoas que trabalham no centro e preferem pegar os medicamentos na farmácia central”.
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