• 26ago

    SITE BRASIL CULTURA

    Homero com o amigo e parceiro Claudio Ribeiro

    Homero Réboli, arquiteto, professor, é um  compositor eclético que compõe sambas, pop, valsa, reggae, blues entre inúmeros estilos, depois de várias apresentações realizadas em Curitiba e Rio de Janeiro, desde 1970, volta ao palco do Sesc da Esquina para o lançamento do CD Ilha Azul”.

    Trazendo como tema o planeta em que vivemos abrange a preocupação ecológica com o mundo atual.

    O músico também foca seu trabalho na importância do otimismo e energia na vida das pessoas.

    Homero acredita numa força superior que rege nossos pensamentos e ações e reconhece que devemos manter o coração voltado para o bem com base no pensamento positivo.

    Seu trabalho tem uma mensagem de força e sugere que o ser humano deve estar atento para mudanças futuras e que a sobrevivência do universo depende de nossas ações no dia a dia.

    Todas as músicas do show estão recheadas de toques e reflexões sobre o “estar” do ser humano na terra.

    Sobre o cantor

    Autor de aproximadamente 40 sambas enredo para Escolas de Samba de Curitiba, Antonina e Paranaguá.

    Autor também de aproximadamente 380 musicas com diversos parceiros sendo principalmente com o jornalista e compositor  Cláudio Ribeiro com quem realizou o maior número de parcerias.

    Em 1977 foi ganhador de um Concurso na quadra da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira na Cidade do Rio de Janeiro, com o Samba “Não Vou Subir”, parceria com Cláudio Ribeiro.

    Em 1977 a cantora Jussara gravou de sua autoria a faixa “Um perdão para mim”, parceria com Cartola e Cláudio Ribeiro, no disco “Cidade de olhos abertos”, coletânea do programa radiofônico homônimo.

    Nos meados dos anos 80 foi vencedor da etapa do festival “Todos os Cantos” realizado no município de Pato Branco, Pr com a música “Ontem Hoje e Sempre Zumbi”.

    Fazia parte do corpo de jurados, como presidente do mesmo, o maestro e arranjador César Camargo Mariano.

    Em 1984 suas composições “Joana do Arco”, interpretada por Lucinha e Homero Réboli , e “Água santa”, ambas em parceria com Cláudio Ribeiro, foram incluídas no LP “Água santa”, sendo a faixa-homônima interpretada em dueto com Lucinha.

    Compôs com Cláudio Ribeiro o Hino Oficial do Coritiba Foot Ball Club., gravado por coro e orquestra. A escolha deste Hino foi feita através de um concurso em que concorreram 147 composições.

    Em 2005, Eliane Bastos interpretou de sua autoria “Fandango do Paraná”, parceria com Cláudio Ribeiro.

    Em 1º de Maio de 2007 participou da Festa-Show em homenagem ao dia do trabalhador, no Centro Cívico do Pr, sendo tal evento apoiado pelo Governo do Estado.

    Em outubro de 2009 fez show de abertura na apresentação de Zezé Di Camargo e Luciano na festa dos 100 anos do Coritiba Futebol Clube.

    Atualmente encontra-se nas finalizações de um CD autoral com o título “Ilha Azul”, fazendo parte de um projeto-banda “E.s.t.Ação 33″(Eu sou terra Ação 33) que conta com a cantora Eliane Bastos que se apresentou na novela da Globo “Belíssima” , dos cantores Luiz Gutstein e Fabio César vencedor do festival de Mandirituba PR..

    Serviço

    Dia 28/08 às 21h
    Local: Teatro do Sesc da Esquina – Visconde do Rio Branco, 969.
    Ingressos: Comerciários R$5,00 e não Comerciários R$10,00

    Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente no SAC do Sesc da Esquina ou na bilheteria do teatro – 30 min antes do inicio do show.

    Informações: 3304-2222.

  • 30jul

    SITE BRASIL CULTURA

    Tudo começou com um sonho e uma vontade imensa de levar cultura e arte à população curitibana.

    Foi dessa maneira que o empresário Arlindo Ventura, proprietário do OTorto Bar, lançou-se em sua mais nova caminhada: o de agente cultural, promovendo e levando manifestações artísticas dirigidas à toda a família.

    Assim, aconteceu no dia 20 de fevereiro de 2010, o projeto QUADRA CULTURAL – idéia nascida dentro do OTorto, com uma finalidade apenas: oferecer um dia de arte na rua, apresentando diversos estilos de música no bairro São Francisco, inspirado em movimentos semelhantes que já acontecem em várias cidades do Brasil.

    Na proposta inicial do QUADRA CULTURAL, o objetivo era trazer o músico Pena Branca, mas o artista faleceu alguns dias antes do evento. Vieram então, As Galvão, não para preencher a lacuna deixada pelo músico, mas para abrilhantar o espetáculo e fizeram um show maravilhoso e emocionante.

    Antes delas, estiveram no palco também: Fabio Elias, lançando seu trabalho solo, Gente Boa da Melhor Qualidade, Lamarão, Iria Braga e Molungo, Arnaldo Freitas, Viola Quebrada, entre outras atrações, como recitais de poesia.

    Contando com uma equipe particular de segurança, o evento transcorreu com extrema tranqüilidade num clima de grande harmonia entre as cerca de 2.500 pessoas que prestigiaram o evento.

    O investimento não parou por aí: toda uma estrutura com banheiros químicos foi montada para o conforto do público. Enfim, um dia memorável, que ficará marcado na história da cultura de Curitiba.

    Assim, com o intuito de reunir vários tipos de público e de ser realizado uma vez por ano – sempre no primeiro sábado após o Carnaval – o QUADRA CULTURAL cumpriu seu papel: o de celebrar a cultura de forma democrática!

    Com programação do próximo ano já em elaboração, o QUADRA CULTURAL traz agora para o grande auditório do Teatro Guaíra a grande dama do samba brasileiro, Dona Ivone Lara para o lançamento do CD e DVD “ Canto de Rainha”.

    Dona Ivone Lara gravou seu primeiro DVD, em 2009, rodeada por convidados mais do que especiais, entre eles Caetano Veloso, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Délcio Carvalho, Bruno Castro, Velha Guarda do Império, Arlindo Cruz, Gilberto Gil e Zeca Pagodinho.

    Mais do que os convidados, é Dona Ivone Lara a grande atração e que, aos 89 anos, se prepara para uma nova empreitada. Toda a atenção da mídia está voltada para a sambista!

    Este ano, dona Ivone Lara será homenageada, no dia 11 de agosto, como a “Artista do Ano”, do Prêmio da Música Brasileira, criado há 22 anos e concedido aos artistas de maior expressão no país.

    O Show

    Dona Ivone Lara faz única apresentação em Curitiba no dia 7 de agosto às 21h no teatro Guaíra.

    Será uma oportunidade rara de ver e ouvir a grande dama do samba, aos 89 anos de idade se apresentar pela primeira vez no grande auditório do teatro.

    O show de abertura será com a banda curitibana Serenô.

    Serviço:

    Show Dona Ivone Lara – Lançamento do CD e DVD Canto de Rainha

    Show de abertura: Banda Serenô

    Data: 07 de Agosto (sábado)

    Hora: 21h

    Local: Guairão

    Ingressos à venda na bilheteria do teatro e no Bar O Torto.

    Mais informações: 3304 7982 / 9629 0837 / 8446 2035

  • 24jun

    Caro amigo Jota:

    Estarei esperando Você neste sábado, dia 26, entre 10h30 e 12h30, na Livraria do Chain (Rua General Carneiro, esquina com Amintas de Barros — ao lado da Reitoria da Universidade), quando vou lançar “Gutenberg & Eu”, meu décimo livro.

    Reforço este convite porque algumas pessoas ficaram em dúvida quanto a data.

    Quem for de carro pode deixar no estacionamento Reitoria Park (Rua Amintas de Barros, 270), que a primeira hora é por conta do meu amigo Chain.

    Nos vemos no sábado, então.

    João Feder

  • 17jun

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/DÉBORA MATOS

    Colar - de guerreira indígena para guerreira política/ foto: Elias Dias

    A pré-candidata ao Senado, Gleisi Hoffmann, foi homenageada na aldeia urbana Kakané Porã durante o lançamento do filme “Quebrando o Silêncio”, produzido pela índia e jornalista Sandra Terena.

    O documentário apresenta histórias de sobreviventes do infanticídio indígena e de famílias que saíram das aldeias para salvar a vida de seus filhos.

    Antes da apresentação do filme, realizada na noite de segunda-feira, no Caximba, bairro da região sul de Curitiba, Sandra Terena presenteou a pré-candidata com um colar caigangue.

    “É uma homenagem da guerreira indígena para a guerreira política”, justificou.

    Gleisi agradeceu a deferência e ressaltou a importância do trabalho produzido pela única jornalista indígena do Sul do Brasil.

    “Quando soube do documentário, vi que era uma grande oportunidade para fazermos um debate de maneira fraterna em defesa da vida”, ressaltou.

    Finalizado em 2009, “Quebrando o Silêncio” é resultado de mais de três anos de pesquisa em conjunto com a ONG Atini – Voz pela Vida.

    Nos dias de hoje, o infanticídio (prática que resulta na morte de crianças) ainda é uma realidade em algumas tribos indígenas.

    Esse assunto, por ser polêmico, é contestado, e em alguns casos, tratado como inverdade ou apenas casos isolados.

    Em outras situações, há pesquisadores que defendem que o infanticídio faça parte da cultura indígena e por isso deve ser mantido.

    “Quebrando o Silêncio se propôs a escutar e a registrar as manifestações de indígenas que não querem mais praticar o infanticídio e, por isso, desejam ser ouvidos e receber ajuda. No momento que o índio se manifesta, a sociedade tem a obrigação de interagir com ele e trazer soluções e alternativas para o infanticídio”, explicou Sandra.

    Além de Gleisi, representantes de diversas entidades assistiram a apresentação do vídeo, que tem duração de 34 minutos e está disponível na internet por meio do link: http://www.vimeo.com/channels/forlife.

  • 17jun

    Estimado Jota:

    Neste mês de junho completo 80 anos de vida e vou lançar o meu 10º livro: dois bons motivos para comemorar.  Por isso quero convidá-lo para estar comigo no próximo dia 26 (sábado),  das 10h30 às 13 horas,  na Livraria do Chain (Rua General Carneiro, 441,  esquina com Amintas de Barros).
    Sua presença vai me deixar muito, mas muito feliz.

    João Feder

    P.S. Peço a gentileza de confirmar presença até quinta-feira, dia 24, pelo fone: 3352-2099.

  • 06jun

    FRANCE-PRESSE

    O Prêmio Camões, a mais importante premiação literária da língua portuguesa, foi concedido neste ano ao poeta brasileiro Ferreira Gullar, anunciou o Ministério da Cultura de Portugal.

    ”É para um grande homem da lusofonia que o Prêmio Camões rende homenagem”, declarou em coletiva à imprensa a ministra portuguesa de Cultura, Gabriela Canavilhas.

    Nascido no dia 10 de setembro de 1930, José Ribamar Ferreira, conhecido como Ferreira Gullar, é “poeta, dramaturgo, cronista e tradutor, considerado entre as 100 personalidades brasileiras mais influentes na atualidade”, disse Canavilhas.

    A ministra falou ainda da importância de “sua atividade cívica e política como cidadão e autor”.

    Ferreira Gullar publicou sua primeira coletânea de poemas em 1949. Dentro da Noite Veloz e Poema Sujo, da década de 1970, figuram entre suas obras mais famosas.

    Semana passada Gullar marcou presença no Festival da Mantiqueira, em São Francisco Xavier, onde falou sobre sua obra, sua relação com o movimento concretista e o tempo da literatura – que ninguém pode controlar.

    O Prêmio Camões, de 100.000 euros, foi criado em 1988 por Portugal e Brasil para homenagear autores lusófonos que tenham contribuído para enriquecer o patrimônio cultural e literário de língua portuguesa.

    O prêmio foi outorgado antes aos portugueses Antonio Lobo Antunes (2007) e José Saramago (1995), ao brasileiro Jorge Amado (1994) e ao angolano Pepetela (1997).

  • 11mai

    Recebi do meu amigo Ubiratan Lustosa

    Ontem, após proferir uma palestra no Centro de Letras do Paraná, sobre a Formação da Identidade Curitibana, fui provocado a tomar uma posição mais clara sobre o Corinthians Paranaense (?!?!?).

    Bem, ao defender a necessidade de cuidar e promover o que é nosso, já deixo claro o que entendo sobre este absurdo. Mas, como não sou uma pessoa de meias verdades ou meias palavras, faço público a minha convicção:

    Eu acho um crime contra a identidade paranaense. Fincar uma Bandeira tem o significado de marcar território dominado, não é verdade?

    Colocar a bandeira de São Paulo no escudo de um time que leva o gentílico “paranaense” é declarar-se vencido e dominado. É  um retrocesso à 5ª Comarca de São Paulo (falo 5ª pois quando virou 10ª já foi para se tornar província autônoma).

    O nome do time deveria ser 5ª COMARCA DE SÃO PAULO ESPORTE CLUBE.

    Um absurdo! Um descaso! …

    Mais um atentado terrorista contra a nossa identidade, já tão combalida!

    Lembremo-nos que identidade se constrói historicamente e se convalida sociologicamente, formando uma memória coletiva, que particulariza e empresta significados à nossa cultura, ao nosso jeito de ser e ver o mundo.

    “O que me assusta não é a idiotice de poucos, mas a omissão de muitos”

    Idiota na Grécia antiga era quem colocava os seus interesses pessoais à frente dos coletivos. Ou seja, os interesses comerciais à frente dos interesses do Paraná, enquanto povo e estado.

    Lamentável!

    Não vejo culpa e nem tenho nada contra São Paulo, muito pelo contrário, mas sou defensor da diversidade a partir da consolidação das identidades regionais.

    Isto que presenciamos é um absurdo sob todo e qualquer aspecto. Trata-se de uma intervenção cultural, infelizmente a nosso convite.

    Fisdusca para eles…

    O Paraná que queremos somos nós que fazemos, por ação ou por omissão!

    Anthony Leahy – Editor – Instituto Memória

    Conselheiro da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História – SP

    Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e da Academia de Cultura de Curitiba

    Instituto Memória Editora Ltda.

  • 08mai

    SITE BRASIL CULTURA

    helena-kolody01O jornalista e compositor Cláudio Ribeiro passeia com desenvoltura por um encontro que vira cronica que vira poesia. Rasgando a memória de nossos tempos míopes, o aqui cronista Cláudio, rememora poeticamente o encontro casual com a grande Helena Kolodi, mostrando que o verdadeiro encontro com o outro, é o encontro com uma face que nos contempla e mais do que qualquer coisa, com a face que nos reconhece, como humanos, ora sujeitos a tristezas e algumas vezes chegam de mansinho, sem nem mesmo avisar.

    “Ao meu amigo Cláudio Ribeiro

    que viaja sonhando nos roteiros da poesia,

    a minha carinhosa saudação!

    Helena Kolodi”.

    crhelenakolodyNaquele fim de tarde eu andava um pouco às tontas. Percorria a Rua XV, sem pensar em percorrer meus caminhos de menino. Não! Aquela não era a Rua XV dos meus tempos de matinês, em que eu e meu pai riamos, com os desenhos animados. Não, não era aquela da Confeitaria das Famílias, em que me cansara de lambuzar boca e alma com seus doces. E nem mesmo se tratava da Rua XV do saudoso Bar Cometa.

    Quem sabe, eu estivesse machucado demais para ao menos, tentar relembrar aquilo tudo. Mas, mais do que isso, talvez, naquele momento eu fosse todo o cansaço acumulado das varias vezes que por ali passei, freqüentemente premido pelo tempo e sempre inclinado por circunstancias varias, a acertar as contas, seja com o relógio de pulso ou com o gerente do banco ou com a minha própria vida.

    Sem nenhuma raiva e tão pouco, nenhum desejo, eu ia navegando por aquele leito, seguindo o curso que faz com que a Rua XV, deságüe naquela, que dizem ser a menor avenida do mundo, Luiz Xavier, avenida aonde num final de tarde, tudo parece caber, desde a rapidez dos dias modernos, até agitação da rua e toda confusão da vida. Talvez naquele momento, eu me sentisse desorientado como um barco perdido, carregado pela maré da vida.

    Cada um dos meus passos, deixava para traz um rastro das memórias, dos dias vividos, de alma na mão e de nervos à flor da pele.

    Sentia-me com se estivesse sendo tragado. E assim foi…

    Assim foi até…

    • helena-kolodyCláudio!!??!!

    Até o momento que eu a encontrei. Dali pra diante, meus ouvidos começaram a ouvir um som de vento, que agitando às arvores iam roçando carinhosamente as flores. Enquanto meus olhos, embevecidos, eram testemunhas das pessoas que passavam cantando ao sol que se punha no horizonte.

    Jamais passara por minha cabeça, que seria dali, daquele local e justamente naquele dia, que eu deslumbraria um fim de tarde como aquele, com sua tonalidade rósea e que tão preguiçoso como a vida, descia lentamente…

    • helena-kolodyCláudio???!!!

    Mais do que uma pergunta, aquela era uma afirmação, como num passe de magica, brecar no mesmo instante, qualquer pendência, qualquer injustiça ou ferida que eu trouxesse escavada junto a mim.

    Com a minha voz tremula, digo logo…

    • Sim, sim sou eu, Cláudio.

    E ela, com aquele par de olhos azuis, que emitem sonhos de luz, não demorou a dizer:

    • helena-kolodyQue prazer encontrar você. Você esta mais gordinho. Mas, mais bonitão!

    Mas, logo depois, por obra de um instante que tem por finalidade turvar um instante único, ela foi se perdendo aos poucos para ceder lugar ao trafico de fim de tarde.

    Mas tarde, depois de ter visto meu rosto no espelho, comecei a refazer, na minha cabeça, todo o percurso daquela tarde, e percebi que aquele acontecimento, talvez jamais tivesse tido qualquer conseqüência e nem teria sido uma revelação angelical, caso não tivesse sido o encontro casual com aquela figura de mulher, que me fitou, e abriu seu sorriso embriagador.

    Sua boca fresca, com seus lábios perfeitamente desenhados, ao se mover parecia estar disposta a dizer alguma coisa. E de fato disse, que afinal, fez toda a diferença.

    • helena-kolodySúbito silencio, palavras inesperadas geram decisões. Um encontro ocasional, altera todo um destino”.

    E foi assim, que eu pude entender todo o encantamento, parte nascido daquele fato.

    O verdadeiro encontro com o outro, é o encontro com uma face que nos contempla e mais do que qualquer coisa, com a face que nos reconhece, como humanos, ora sujeitos a tristezas e as injustiças que nos ferem à alma, ora sujeitos também às alegrias e as delicias da vida, que algumas vezes chegam de mansinho, sem nem mesmo avisar…

    • helena-kolodyArco-íris no céu. Esta sorrindo o menino que apouco chorou”.

    Há certos momentos que a solidão, nos atravessa como uma lança. E é só no encontro com o outro, que um barco, arrastado a mercê da tempestade, sem bússola, nem leme, encontra sua estrela de orientação.

    Eis a dadiva do verdadeiro encontro.

    No dia seguinte, ao despertar no meio do mar sereno, ouvi em canto a dizer, em meio as flores um nome: Helena Kolodi!!!

    - helena-kolody“Um sabiá cantou! Longe daqui dançou o arvoredo Choveram saudades. Caem as folhas. De repente, brotam outras pelos ramos. Murcham flores, surgem gomos. E a planta, volta a semente. Assim somos, subtilmente diferimos do que fomos. Impossível transmitir , por secreto e singular, o acrescentar e perder deste crescer que é mudar”.

  • 03mai

    Site Brasil Cultura/Cláudio Ribeiro

    Confira datas e locais das próximas Reuniões Públicas sobre o PL 6722/2010. O Ministério da Cultura e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados estão promovendo uma série de debates públicos para receber propostas, sugestões e moções ao Projeto de Lei nº 6.722/2010, que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura).

    Os dois primeiros encontros ocorreram em São Paulo e Salvador, nesta semana, e as próximas reuniões serão realizadas em Curitiba, na segunda-feira, 3 maio, às 19h, no Teatro do Sesc da Esquina, e em Porto Alegre, na terça-feira, 4 de maio, às 14h, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

    Também estão agendados os seguintes debates: encontros regionais em Belém, no dia 7 de maio; Recife, no dia 10 de maio; e Rio de Janeiro, no 11 de maio; e uma audiência pública em Brasília, no dia 13 de maio. A programação completa, com horários e locais, será divulgada nos próximos dias.

    Procultura

    Dentre as principais mudanças na Lei Federal de Incentivo à Cultura estão a renovação do Fundo Nacional de Cultura (FNC), reforçado e dividido em nove fundos setoriais; a diversificação dos mecanismos de financiamento; o estabelecimento de critérios objetivos e transparentes para a avaliação das iniciativas que buscam apoio financeiro; o aprofundamento da parceria entre Estado e sociedade civil para a melhor destinação dos recursos públicos; e o estímulo à cooperação federativa, com repasses a fundos estaduais e municipais.

  • 29abr

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/DEP. FED. ANGELO VANHONI

    Por iniciativa da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal serão realizadas por todo o país reuniões públicas para receber propostas, sugestões e moções ao Projeto de Lei que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o Procultura.

    No Paraná,  o evento acontece na próxima segunda feira, dia 03, em Curitiba,  no Teatro Sesc da Esquina, às 19 horas. O processo de atualização da Lei Rouanet tem sido marcado pela participação de artistas, produtores, gestores, representantes dos diversos segmentos culturais e sociedade civil.

    De março a maio do ano passado, a proposta esteve em Consulta Pública organizada pelo Ministério da Cultura, e recebeu duas mil contribuições, que foram analisadas e incorporadas ao texto do Projeto de Lei.

    Dentre as principais mudanças estão a renovação do Fundo Nacional de Cultura (FNC), reforçado e dividido em nove fundos setoriais; a diversificação dos mecanismos de financiamento; o estabelecimento de critérios objetivos e transparentes para a avaliação das iniciativas que buscam apoio financeiro; o aprofundamento da parceria entre Estado e sociedade civil para a melhor destinação dos recursos públicos; e o estímulo à cooperação federativa, com repasses a fundos estaduais e municipais.

    A primeira reunião pública aconteceu nesta segunda em São Paulo e além de Curitiba, haverá outras nas cidades de Salvador, 30 de abril, no Auditório da Reitoria da UFBA, 10h00; em Porto Alegre, 04 de maio, na Assembléia Legislativa do RS, 14h00; em Belém 07/05 (local a confirmar) ; Recife 10/05 ( local a confirmar); Rio de Janeiro 11/05 ( local a confirmar)  e Brasília, com audiência pública para finalização dos trabalhos, no dia 13/05.

    Serviço
    Reunião Pública sobre a lei que institui o Procultura
    Dia 03 de maio
    19 horas
    Teatro Sesc da Esquina
    Rua Visconde do Rio Branco, 969

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