Um barzinho, um violão e Luiza Possi canta Coração de Papel
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Site Oficial Gleisi 131 – Senadora
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Em seu dia e sempre, que Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba, cubra de luz e paz e livre dos perigos todos os curitibanos.
SALVE, RAINHA – BANDA IHAWEH
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VÍDEO DA GAZETADENOVO.COM
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Que o texto contido neste vídeo faça a você o bem que fez à minha alma, ontem, por volta das 23h45, quando o recebi no meu twitter. Deus sabe mesmo quando precisamos Dele !!!
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Recebi de Michele Cerjat
Nelson Justus, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, acusado dos crimes de improbidade administrativa, extração ilegal de palmito e nepotismo, está na coligação de partidos que apóiam o candidato a governador Beto Richa.
Justus está no quinto mandato consecutivo e há quatro meses passou a ser investigado pelo ministério público estadual depois que o jornal Gazeta do Povo trouxe a tona as irregularidades que envolvem contratação de parentes, extração ilegal de palmito em Guaratuba e improbidade administrativa. A suspeita é de que o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná tenha sido conivente, omisso e até mesmo se beneficiado com desvio de verba pública.
A rede de Justus também envolve o ex-prefeito e candidato ao governo do estado, Beto Richa. Na época em que foi deputado estadual, no período de 1996 até 2000, Richa tinha como chefe de gabinete Ezequias Rodrigues e contratou a sogra de Rodrigues, Verônica Durau, para ser sua funcionária, no entanto ela nunca apareceu na Assembléia Legislativa do Paraná.
Beto Richa ao ser questionado pelo jornal Gazeta do Povo a respeito da sogra fantasma na Assembléia Legislativa do Paraná, disse não ter nada a ver com a contratação, e deu o caso por encerrado. Contudo, Verônica Durau era contratada de seu gabinete e sogra de seu funcionário direto.
O salário da sogra fantasma de Ezequias Rodrigues, chefe de gabinete de Beto Richa durante seu mandato como deputado estadual, era mais de R$ 3.400, supostamente quem recebia o dinheiro era Rodrigues que foi beneficiado com a quantia até março de 2007.
Depois que foi formalmente denunciado pelo Ministério Público Estadual, a assessoria jurídica de Nelson Justus entrou com um recurso no superior tribunal federal para que o processo fosse julgado pelo Ministério Público Federal, como sendo parte da Operação Gafanhoto que investiga casos de desvios de verbas públicas. Uma manobra dos advogados de justos para tirar o caso da esfera estadual, atrasar as investigações e assim adiar o julgamento do processo.
O Ministério Público entrou com um pedido na Justiça Estadual do Paraná de afastamento de cargo do presidente da Assembléia Legislativa, Nelson Justus. O pedido foi analisado e indeferido pela juíza Luciane Pereira Ramos que decidiu pelo não afastamento, mas por cautela bloqueou 10 milhões em bens de Justus.








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