• 29ago

    VEJA.COM

    O que você acha de trocar o seu cartão de crédito ou débito por um celular capaz

    Tecnologia NFC

    de realizar transações financeiras? A tecnologia para isso já existe no Brasil e está a caminho da popularização.

    Trazido por operadoras de cartões como Visa e Mastercad, o padrão Near Field Communication (NFC) é capaz de habilitar a função de pagamento nos telefones móveis, criando mais uma opção para os consumidores.

    O serviço da Visa já está disponível no país desde 2009 em parceria com a Nokia (exclusivamente por meio do celular Nokia 6212 NFC), Bradesco, Banco do Brasil, Claro e Cielo. A versão para aparelhos com cartão microSD, responsável por aumentar a capacidade de armazenamento dos telefones, deve chegar ao mercado entre 2011 e 2012.

    Já o produto da Mastercad ainda não tem data específica de lançamento no país, mas a companhia já anunciou parcerias com a rede Itaú Unibanco, Redecard e a operadora Vivo.

    A utilização do recurso é simples: basta aproximar o aparelho de uma base receptora no local em que se efetua a despesa. Um chip no celular transmite os dados do usuário, que são enviados juntamente com o valor da compra à central de processamento da instituição bancária.

    Ali, a transação é concluída, e o resultado é enviado ao cliente, que recebe o comprovante. Por seguir os mesmos conceitos dos cartões de crédito e débito com chip, a tecnologia NFC praticamente dispensa a participação das operadoras de telefonia.

    Para funcionar, a tecnologia NFC depende de um chip especial. Ele pode vir integrado aos celulares, em cartões SIM, utilizados pelas operadoras de telefonia, ou em cartões microSD.

    No caso do iPhone, da Apple, o consumidor pode utilizar um adesivo especial colado na parte de trás do aparelho. Uma vez instalado, o chip deve ser vinculado à conta bancária do usuário para que os descontos possam ser efetuados a cada pagamento.

    No Japão, os consumidores já usam seus celulares para fazer compras em máquinas de auto-atendimento, que fornecem produtos como refrigerantes e alimentos. Se obtiver sucesso por aqui, o padrão poderá avançar para diversas áreas, como lojas e até pedágio.

    Percival Jatobá, presidente-executivo de produtos da Visa do Brasil, lembra que o serviço de proximidade não oferece riscos de cobrança indevida caso o usuário apenas passe por um caixa com um receptor habilitado.

    “Essa é uma das maiores dúvidas dos usuários. Para que a cobrança seja feita, o telefone deve estar de fato muito próximo do aparelho. Se ele estiver dentro do bolso da calça ou da camisa, não há chances de detecção”, explica.

    Além do NFC, as empresas de crédito também apostam em outro modelo, conhecido como “remoto”. Ele funciona como uma operação de compras em lojas na internet.

    Para gerar a despesa, é preciso usar um aplicativo ou acessar site específico, via celular. Nesse caso, as operadoras de telefonia entram como parceiras para habilitar o contato entre a central bancária e o cliente.

    “Essa modalidade oferece também o serviço de recarga para celulares pré-pagos”, explica Ricardo Pareja, diretor de pagamentos móveis da Mastercard. “O usuário não precisará mais passar no caixa de um mercado, por exemplo, para abastecer seu cartão com minutos: poderá fazê-lo de casa”.

    Basicamente, o usuário acessa uma espécie de portal de pagamento dentro do aparelho. Com a devida autenticação, pode efetuar as transações a partir de qualquer lugar.

    “Você poderia pedir uma pizza e pagar antes mesmo de o entregador chegar”, afirma Pareja.

  • 11ago

    GLOBO.COM

    Estudantes de um grupo chamado Indy Boys Inc criaram um ônibus escolar inovador. Adaptaram o clássico ônibus escolar amarelo e colocaram nele um motor de um avião Phantom com 42 mil cavalos de potência.

    Paul Stender, o idealizador do projeto, afirma que o ônibus foi desenvolvido para impressionar as crianças que vão para a escola e para chamar a atenção delas para uma campanha que ele abraça contra o uso de drogas.

    Assista no vídeo o ônibus em ação:

  • 30jul

    Carrinho elétrico de Itaipu, utilizado por coletores de materiais recicláveis, é um dos destaques da 3ª FIBoPS – Feira e Congresso Internacional Pró-Sustentabilidade, em SP.

    Na foto, a presidente da Cooperativa dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu (Coaafi), Viviane Merti, apresenta o carrinho elétrico.

  • 05jul

    eBAND

    Pequenos, bonitos e práticos. Os carros compactos, ou micro carros – como também são chamados – têm conquistado cada vez mais espaço no mercado brasileiro de automóveis.

    Design diferenciado eles já possuem, mas agora também têm atendido às expectativas dos novos consumidores de carros do país.

    De acordo com o gerente de marketing do produto da Mercedes-Benz, Roberto Gasparetti, os veículos pequenos são uma tendência.

    “Os consumidores procuram cada vez mais alternativas para enfrentar o trânsito carregado das capitais, procuram conforto e menores gastos com consciência ecológica na hora de comprar”, afirmou.

    Segundo ele, 80% dos carros da cidade de São Paulo rodam com apenas uma pessoa, o que mostra que os dois lugares de um veículo compacto são mais que suficientes para atender às necessidades dos motoristas.

    “Verificamos que as grandes cidades e o modo como os motoristas utilizam os veículos diariamente seriam perfeitos para o lançamento de um carro menor”.

    Entre as características do consumidor dos pequenos veículos está o fato de a maioria – cerca de 60% – ser composta por mulheres.

    A possibilidade de comprar um carro fácil de estacionar, de menor gasto com combustível e ainda que pode ter cores diferenciadas, estão entre os motivos para a escolha.

    De acordo com Gasparetti, o Smart, da Mercedes-Benz, por exemplo foi feito pensando nelas. “A mulher gosta de ver e não de ser vista.

    Por isso o modelo é mais alto, para que ela se sinta confortável e acima dos outros no trânsito”, disse o gerente.

    A administradora de empresas, Marina Costa, de 41 anos, é uma dessas consumidoras que se encantou com o veículo.

    “Tenho um carro pequeno, fácil de estacionar, que faz 19 Km por litro de gasolina e ainda é bonitinho”, afirmou.

    De acordo com ela, há uma série de vantagens em apostar na novidade. “No começo fiquei receosa, mais é um carro muito seguro, ideal para a minha rotina”, completou.

  • 23jun

    TV BAND/PORTO ALEGRE

    A polícia do Rio Grande do Sul começa a testar, nesta terça-feira, as tornozeleiras eletrônicas em presos que cumprem pena em regime semi-aberto. O projeto foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste mês e será testado em 15 presos, nos próximos 30 dias.

    O equipamento de metal é a prova d’água e funciona com bateria e emite um sinal por satélite. O preso pode trabalhar e andar nas ruas, mas não deve ultrapassar o limite geográfico estipulado pela Superintendência dos Serviços Penitenciário (Susepe).

    Em junho, o órgão vai abrir licitação para escolher a empresa que prestará o serviço. Cada equipamento deve custar entre R$ 300 e R$ 500. A ideia é que até 2014, cinco mil presos do regime aberto usem as tornozelerias.

    Para a Justiça, a medida pode reduzir a superlotação das penitenciárias gaúchas. O presídio central de Porto Alegre, por exemplo, com capacidade para 1900 presos, atingiu hoje a marca história 5065 detentos.

    Para o juiz Sidnei Brzusca, o foco do uso da tornozeleira deve evitar a reincidência. Na região metropolitana de porto alegre, 700 presos vão para a casa nos fins de semana sem nenhum tipo de monitoramento.

    Apesar de ser aceito pela Justiça, o movimento de Justiça e Direitos Humanos é contra o uso do aparelho. Para o grupo, o uso da tornozeleira é uma humilhação para os detentos.

  • 13jun

    VEJA/SAÚDE/RENATO DUTRA

    As esteiras domésticas de antigamente eram precárias, tinham motor barulhento e erma pouco compactas. Nem de longe se encaixavam ao ambiente doméstico e eram bastante desconfortáveis para andar. Recentemente testei uma série de esteiras domésticas e fiquei bastante contente, houve uma evolução muito grande.

    As versões modernas são dobráveis, leves e fáceis de armazenar, cabem em qualquer lugar. É só colocá-la na frente da TV e unir o útil ao agradável. Andei e corri em diversos modelos e senti que pode ser uma experiência agradável. Para quem puder investir em um equipamento como este, ou uma bicicleta ergométrica, a luta contra a balança se torna mais eficiente. Afinal, muitas regiões já estão sendo castigadas pelas baixas temperaturas, o que naturalmente faz aumentar a preguiça para praticar exercícios.

    Assim fica mais fácil lutar contra a preguiça e a desculpa de ter de sair de casa: assistir a um seriado de 30 minutos por dia enquanto se faz uma caminhada na esteira em passo acelerado corresponde a caminhar aproximadamente 3 quilômetros por sessão, 21 por semana e 84 por mês. Em um ano, são 1008 quilômetros.

    Normalmente a tecnologia contribui para nos deixar mais sedentários, mas também pode ser uma alternativa para cuidar do corpo e da saúde.

  • 08jun

    REVISTA GALILEU

    Um carro movido a vento, criado na Califórnia, pode atingir velocidades maiores do que as do vento que o alimenta, de acordo a Revista Popular Science.

    Esta tese do pesquisador Rick Cavallaro foi colocada à prova no aeroporto de Nova Jerusalém, nos EUA. De acordo com os inventores, que contam com o patrocínio do Google, a ideia funcionou.

    No teste feito em maio, o carro eólico construído por Cavallaro correu 2,86 vezes mais rápido que o próprio vento (que estava a 21 km/h na ocasião), de acordo com os inventores.

    O automóvel consiste, basicamente, em uma base de espuma aerodinâmica ligada a uma turbina de vento, é ultraleve e imita o formato de um carro de Fórmula 1. Mas a chave de seu aproveitamento é a sua hélice.

    Quando você corre a favor e chega à velocidade do vento, não consegue acelerar mais do que ele, aproveitando a energia eólica, diz o senso comum que Cavallaro afirma ter quebrado.

    A chave do mecanismo complexo é fazer uma turbina que consiga girar aproveitando mais impulso do vento. Em linhas gerais, o que acontece no complexo sistema é que o impulso inicial do vento faz o carro se mover.

    Quando o carro se move, o movimento das rodas faz a turbina girar mais, fazendo com que, desta forma, mais força do vento seja aproveitada. Com mais força do vento, mais movimento e, assim, um sistema que quase se autoalimenta.

    “Na verdade, são as rodas que estão girando a hélice. É o impulso no suporte que empurra o veículo”, conta Cavallaro à Wired.

    O carro só não é autoalimentado porque “você tem o vento como fonte de energia externa”, explica Cavallaro.

    Logo, o vento é a energia que tira o carro da posição estática e, em seguida, a hélice a as rodas tem o poder de potencializar o movimento.

    Criar um sistema de transmissão que permitisse às rodas transferir potência para a hélice foi a parte mais difícil do projeto, diz Cavallaro.

    Tomou mais de um ano, a ajuda do departamento de aerodinâmica da Universidade San Jose State e uma generosa doação do Google e da Joby Energy.

  • 31mai

    MOTOR DREAM

    A empresa taiwanesa Lucky River Scientech Co. apresentou ao vivo na Romênia sua nova jaqueta com airbag MotoAir, que promete de aumentar a segurança dos motociclistas e reduzir o risco de lesões.

    A equipe Stunt Team coordenou as acrobacias com a intenção de alertar sobre os perigos de dirigir uma motocicleta e onde mostraram o funcionamento dos coletes.

    “As jaquetas MotoAir realmente aumentam o grau de proteção em caso de quedas, que podem ser perigosas ou mesmo dolorosas, como senti na minha própria pele, e, como eu, muitos outros entusiastas das motocicletas sentem.

    Com a jaqueta inflada se protege a coluna, tórax e pescoço, geralmente as partes mais afetadas em uma queda.” disse Sorin Axa, dublê profissional de motos.

    A tecnologia permite que a jaqueta seja inflada automaticamente em até 0,5 segundo, fazendo com que lesões à coluna vertebral, tórax, rins e outros órgãos internos sejam reduzidas significativamente.

    O airbag utilizado no colete MotoAir é da mesma empresa que desenvolve a proteção  para Ford, GM, Chrysler e Honda.

    Resistência, durabilidade e comportamento em situações reais foram testados e aprovados pelo Centro Avançado de Análise de Produtos, em Los Angeles, Estados Unidos.


  • 16mai

    VIRGULA.COM.BR

    O inverno está chegando e com ele um monte de produtos para deixar o corpo quente começam a surgir no mercado.

    A bola da vez é o Jewel Warmer, ou se você preferir o “aquecedor-joia”, um pedaço de tecido triangular, feito especialmente para resolver o problema dos homens durante os dias gelados.

    O produto é feito de lã e custa $ 14,99.

    Já imaginou o seu namorado com um desses por baixo da calça?

    Você teria coragem de usar?

  • 10mai

    COMUNICAÇÃO SOCIAL /ITAIPU

    Os carrinhos elétricos desenvolvidos pela Itaipu, em parceria com a empresa Blest Engenharia de Curitiba, já fazem parte da frota dos catadores de Foz do Iguaçu.

    O projeto agora chega a Londrina.

    ANALISANDO:- Uma iniciativa espetacular da ITAIPU. E que já foi aprovada pelos carrinheiros. Este é o tipo de inclusão tecnológica muito interessante.

    A pergunta: por que Curitiba não adere a esta extraordinária ideia ??

    Com a palavra o prefeito Ducci.

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