JIMMY OLIVEIRA, SUA GUITARRA E UM MOMENTO EMOCIONANTE
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07set
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01set
MPL – CURITIBA
Após o ato público na Praça Tiradentes (14/7/10) onde foi fixada uma cruz de três metros de altura para imortalizar as vitimas fatais do transporte coletivo (retirada a toque de caixa pela empresa Clear Channel a mando da prefeitura), o MPL vem pela segunda vez, em uma manifestação pacífica, reforçar a imortalização das vítimas do ônibus e decretar a morte do sistema de transporte coletivo de Curitiba tido como modelo para o mundo, na mesma praça.
Sistema esse que diariamente tem causado graves acidentes em toda a cidade pela falta de manutenção dos ônibus e investimentos no setor, que tem a quinta tarifa mais alta do Brasil e péssima qualidade de serviço ofertado, que não dá garantia nenhuma nos quesitos qualidade, pontualidade e conforto.Já faz parte de um passado longínquo ônibus com acentos para todas as pessoas, tubos sem filas, linhas para todas as localidades a partir dos terminais de integração. Isso acabou.
E mesmo após o processo licitatório, que ocorreu às escuras há pouco tempo, não temos a menor garantia que a qualidade do transporte coletivo venha melhorar nos próximos 25 anos, pois as empresas que ganharam o processo são exatamente as mesmas que já exploram este serviço.
Por enxergar um futuro desumano para o usuário do ônibus é que o MPL vem através das cem cruzes colocadas em praça pública, nesse 1º de Setembro de 2010, relembrar as vítimas fatais dos ônibus, decretar a morte do sistema de transporte coletivo, denunciar que os usuários estão tomados como reféns dos empresários por mais 25 anos sem direito à impugnação e alertar a população sobre mais um aumento compulsório da tarifa que está por vir no início de 2011.
Contamos com a presença de todas as pessoas que necessitam do transporte coletivo para movimentar suas vidas e acreditam que esse serviço deve ser público e não privado.
Transporte é nosso direito e somente será atendido se mostrarmos nossa
insatisfação. Então vamos à luta!Movimento Passe Livre.
Curitiba, 1º de Setembro de 2010.
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30ago
ASSESSORIA DE IMPRENSA/DAYANE HIRT
Neste sábado (29) a candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT) visitou o Distrito de Lerroville, próximo a Londrina, e participou agora de uma festa pela Reforma Agrária, organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Milhares de pessoas estavam presentes para inaugurar o assentamento Eli Vive, que terá a capacidade de assentar mais de 700 famílias.
Estavam presentes a ministra do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, o presidente do Incra, Rolf Hackbar, Guilherme Cassel, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Gilberto Carvalho, chefe do Gabinete Pessoal do presidente Lula, o prefeito de Londrina, Barbosa Neto, além do candidato ao Senado Roberto Requião (PMDB).
O evento comemorou a doação oficial de terras que eram ocupadas desde 1989, à centenas de famílias integrantes do MST.
Segundo Gleisi Hoffmann foi um dia muito especial que lembrou a luta pelo direito à terra.
“O nome do assentamento de Eli Vive é em homenagem a um companheiro chamado Eli, que morreu assassinado em luta pela defesa da terra. Este assentamento só foi possível com um conjunto de esforços de diversos setores, dos movimentos sociais, dos governos estadual e federal, que sabem dialogar e negociar”.
“É assim, que quero representar os paranaenses, com uma política agrária que trate os movimentos sociais com negociação e não com enfrentamento policial e imposição do poder”, afirmou.
Durante a cerimônia que celebrou o assentamento, o presidente do Incra, Rolf Hackbar, afirmou que o governo Lula já realizou cerca de 3.500 assentamentos, com a desapropriação de 73 milhões de hectares. Só no Paraná, foram 50 assentamentos.
Homenagem a Dorcelina Folador
Durante o evento, Gleisi Hoffmann homenageou em seu discurso Dorcelina Oliveira Folador, paranaense morta com seis tiros há dez anos, quando era prefeita de Mundo Novo (MS).“Conheci Dorcelina quando era secretária de Estado no Mato Grosso do Sul. Ela era uma mulher forte e combativa. Em nome de Dorcelina quero estender uma homenagem a todas as mulheres trabalhadoras, que ajudaram a fazer a diferença nesses anos de movimento social”, destacou
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27ago
AGÊNCIA BRASIL
O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou ontem que sátiras e programas
humorísticos tenham políticos como alvo em período eleitoral.O ministro Ayres Britto concedeu liminar pedida em Ação Direta de Inconstitucionalidade pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert).
Em sua decisão o ministro ressaltou a importância da liberdade de imprensa.
Disse na decisão “não caber ao Estado, por qualquer dos seus órgãos, definir previamente o que pode ou o que não pode ser dito por indivíduos e jornalistas”.
Em relação ao argumento de o humor poder revelar apoio político a um ou outro candidato, e ridicularização de políticos, Britto considerou que os abusos podem existir, mas cada caso tem que ser julgado individualmente, e não por meio de censura revia.
Diz sua decisão que se a “crítica ou matéria jornalísticas venham a descambar para a propaganda política, passando nitidamente a favorecer uma das partes na disputa eleitoral.
Hipótese a ser avaliada, caso a caso e sempre a posteriori, pelo Poder Judiciário. Sem espaço, portanto, para qualquer tipo de censura prévia”.
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18ago
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02ago
ASSESSORIA GLEISI HOFFMANN/ADRYANE HIRT
Na tarde deste domingo (1), a candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT) recebeu em sua casa os recenseadores do Censo 2010.
Gleisi e o ministro do Planejamento Paulo Bernardo estão entre os primeiros paranaenses a responder as questões do Censo que será aplicado em 3,8 milhões de residências do Estado até o dia 31 de outubro.
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22jul
REUTERS/BUENOS AIRES
O fracasso da Igreja Católica em impedir a adoção do casamento homossexual na
Argentina mostra que o clero, outrora tão poderoso, está perdendo sua influência no país.
A lei, que também autoriza adoções, foi aprovada na semana passada sob aplausos de centenas de casais homossexuais reunidos diante do Congresso. A Igreja se opunha à mudança, qualificando a família homossexual de ‘perversa’
‘Não sejamos ingênuos: esta não é só uma luta política, é uma estratégia para destruir o plano de Deus’, disse o cardeal arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio, numa carta aos parlamentares antes da votação.
A Cidade do México e o Uruguai já irritaram o clero conservador ao aprovar uma medida similar no ano passado, e outros países vêm se encaminhando para adotar leis socialmente mais liberais.
PERDA DE INFLUÊNCIA
‘Evidentemente a Igreja tem perdido presença e influência a respeito de decisões políticas, o que é parte do processo de secularização’, disse Ana María Bidegain, professora de estudos religiosos na Universidade Internacional da Flórida.
‘As pessoas ainda são católicas e ainda acreditam nos fundamentos… mas não concordam mais com o que diz (a Igreja) a respeito da moralidade’, afirmou.
Uma das razões citadas por ela para a perda da influência católica é a urbanização da América Latina, onde há mais espaço para as pessoas vivenciarem o catolicismo ‘do seu jeito.’ Outro fator lembrado pela estudiosa são os casos de pedofilia envolvendo padres do mundo todo.
O deputado argentino Ricardo Cuccovillo, do Partido Socialista, acha que o clero ainda tem forte influência sobre alguns parlamentares que ‘não entendem que a Igreja tem um papel apenas no campo da fé, e que os deputados têm um papel a desempenhar no campo da democracia.’
Ele lembrou que muitos dos regimes militares latino-americanos da década de 1970 tinham fortes vínculos com a Igreja, e na opinião dele a redução da influência católica é parte do aprimoramento democrático
‘Outros países avançam em outras áreas, e nós avançamos nos direitos dos homossexuais, e assim complementamos uns aos outros na região. Acho que nesse caso em particular a aprovação da lei terá um efeito de atração (para que outros países façam o mesmo)’, disse o deputado.
Aparentemente temendo que isso ocorra, o arcebispo de Lima, Juan Luis Cipriani, pediu nesta semana aos políticos peruanos que não deixem a questão dos homossexuais dominar a campanha para uma eleição regional de outubro.
‘Acho que não há necessidade de imitar a Argentina’, disse ele à imprensa local.
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14jul
eBAND
O Congresso promulgou, nesta terça-feira, a PEC (proposta de emenda à
Constituição) para agilizar o processo de divórcio consensual. Pelo texto, casais que querem se divorciar estarão liberados do cumprimento prévio da separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos, como previa a Constituição.
Pelo texto constitucional em vigor, “o casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos”.
A PEC deve ser publicada nesta quarta-feira no Diário do Congresso Nacional, quando passa a ter validade.
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14jul
NOTÍCIAS POLÍTICAS/GAZETA DO POVO
Bandeira
O vereador Julião Sobota (PSC) quer tornar obrigatória a presença da bandeira do Brasil em todos os estabelecimentos comerciais de Curitiba.
O projeto de lei apresentado na Câmara de Curitiba prevê que a bandeira nacional esteje em local de fácil visualização.
O símbolo poderá ter vários tamanhos, mas sempre com largura igual a 45 centímetros ou algum múltiplo.
Segundo o vereador, a ideia é “resgatar o patriotismo”.
ANALISANDO:- Sei que muita gente vai criticar, mas o vereador Julião Sobota do PSC tem, desde já, minha entusiamada solidariedade ao seu projeto que propõe o uso obrigatório da bandeira nacional em estabelecimentos comerciais de Curitiba.
Eu iria muito além. Estenderia a obrigatoriedade a todos veículos, motos, e residências particulares.
Uma banho de verde amarelo na nossa cidade.
Afinal, porque a bandeira nacional só é lembrada em Copa do Mundo?
Brasil desclassificado, e as bandeiras sumiram. Uma vergonha.
Muitos afirmam que patriotismo não se obriga. Tá, mas faz como então?
Se o hino nacional não fosse obrigatório nas nossas escolas, o vexame dos jogadores de nossa seleção-muitos deles não sabem a letra- seria, mais ridículo ainda.
E isso não é novidade. Em países como a Suíça, Dinamarca e tantos outros, tem bandeiras até nos ônibus.
Era obrigatório e hoje a população adere de forma voluntária.
Espero que os outros vereadores não sintam vergonha de serem patriotas e aprovem o projeto com mais amplitude do que o que foi proposto.
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13jul
ASSESSORIA DE IMPRENSA/DAYANE HIRT E DÉBORA MATOS
Promulgado em 1990, o ECA produziu importantes resultados no Brasil, ampliando serviços de atendimento e descentralizando políticas públicas de caráter continuado e universal.
Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado pela coligação “A União Faz Um Novo Amanhã”, sempre defendeu as causas ligadas às crianças e aos adolescentes e considera o ECA um grande avanço, à medida que coloca o menor como sujeito social de direito.
“Quanto mais a lei for colocada em prática mais perto se alcançará o cuidado e o respeito para com as nossas crianças e adolescentes visando a efetiva construção de sua cidadania”, observa.
Uma importante conquista produzida pelo Estatuto é a implantação dos Conselhos Tutelares nos municípios brasileiros, órgão autônomo, vinculado ao Poder Executivo.
“É a sociedade civil sendo convocada a participar, mobilizando setores importantes, como o empresarial, que passou a contribuir para os fundos vinculados aos referidos conselhos em todos os níveis (municipais, estaduais e federais), usufruindo de incentivo fiscal. Nunca uma lei organizou tantas pessoas, em tantos lugares diferentes, em defesa de uma mesma causa“, enfatiza Gleisi, destacando que os avanços não se resumem ao plano da mobilização.
“A mortalidade infantil vem sendo enfrentada com seriedade e competência, com redução de 50%. Na educação, há estados e municípios traduzindo, em termos práticos, o direito à educação com ingresso e permanência de todas as crianças na escola”, exemplifica.
Gleisi reconhece que ainda há muito que fazer para garantir o direito à proteção. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), cerca de 5 milhões de crianças e adolescentes são explorados pelo trabalho infantil.
A violência doméstica e comunitária atinge 4 em cada grupo de 10 crianças, segundo estimativas. Enquanto a mortalidade infantil diminuiu, as mortes violentas de crianças e jovens aumentaram nos últimos anos.
Em média, 16 crianças e adolescentes são assassinados por dia no país, muitos deles vítimas do tráfico de drogas.
Outro desafio que precisa ser superado, diz a candidata, é o da plenitude do direito à convivência familiar e comunitária. São aproximadamente 80 mil crianças e adolescentes vivendo em abrigos no país e mesmo com a nova Lei da Adoção, aprovada no ano passado, ainda é preciso que os resultados sejam atingidos.
“Incontáveis desafios ainda se apresentam nas políticas sociais básicas de atendimento à população infanto-juvenil, principalmente no campo da educação, saúde e profissionalização. É uma luta que deve abranger poder público, entidades de proteção e sociedade civil”, salienta.














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