• 25mai

    FOLHA.COM

    Em meio a recentes embates do Planalto com a bancada do PMDB na Câmara, a presidente Dilma Rousseff dá como certa a reedição da aliança com o PMDB em 2014, quando deve disputar a reeleição.

    Em entrevista ao jornal “O Globo”, a presidente disse que já está certo que o vice de sua chapa continuará a ser o peemedebista Michel Temer.

    Temer e Dilma em evento no Palácio do Planalto - Foto:- Sérgio Lima/Folhapress

    Temer e Dilma em evento no Palácio do Planalto – Foto:- Sérgio Lima/Folhapress

    Após o confronto entre governo e PMDB na votação da Medida Provisória dos Portos, na semana passada, a cúpula peemedebista fez duras críticas a Dilma em um jantar no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente

    Na avaliação de peemedebistas, Dilma agiu bem ao não comparecer ao encontro que reuniu governadores, ministros e líderes do PMDB.

    Segundo reportagem da Folha, um deles classificou o jantar de “indigesto” para a presidente, marcado por críticas ao Palácio do Planalto e ao PT da “entrada até a sobremesa”. Dilma recusou o convite do vice para participar do encontro alegando que sua família estava em Brasília.

    Uma das origens da crise está no enfrentamento entre pré-candidatos dos dois partidos nos Estados. No Rio de Janeiro, onde a situação é mais tensa, o senador Lindbergh Farias (PT) quer lançar candidatura própria contra o escolhido do governador Sérgio Cabral, o vice Luiz Fernando Pezão (PMDB).

    Na entrevista ao “Globo”, Dilma foi sucinta sobre a questão. “É matéria vencida.”

    A presidente também elogiou o seu principal adversário na eleição de 2010, o ex-governador José Serra (PSDB).

    “Não é porque ele foi meu adversário na eleição que eu vou deixar de reconhecer sua importância, sua inteligência! Posso discordar, como discordo, do Serra, mas não deixo de reconhecer sua capacidade, sua inteligência.”

     

  • 24mai

    imprensa.joaoarruda@saninternet.com

    “Precisamos investir muito neste setor e a construção de um centro de convenções em Curitiba é o primeiro grande passo para atrairmos grandes eventos para a nossa cidade e Estado”, diz João Arruda. Foto: Agência Câmara

    “Precisamos investir muito neste setor e a construção de um centro de convenções em Curitiba é o primeiro grande passo para atrairmos grandes eventos para a nossa cidade e Estado”, diz João Arruda.
    Foto: Agência Câmara

    Curitiba precisa entrar urgentemente no mercado global de eventos. “Estamos deixando de participar de um segmento em franca expansão em todo o mundo”, afirma o deputado federal João Arruda (PMDB-PR), membro titular da Comissão de Turismo e Desporto (CTD) da Câmara Federal.

    Na avaliação de João Arruda, só a construção de um centro de convenções pode dar vazão a esta tendência e transformar Curitiba na capital nacional dos eventos.

    A manifestação do deputado tem como base os dados divulgados esta semana pela Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA, sigla em inglês).

    Os números divulgados pela entidade constatam que os eventos movimentam quase R$ 2 bilhões ao ano em Brasília, tendo como eixo central o centro de convenções da capital do país.

    “A expectativa do setor, para este ano, é de um crescimento superior a 30%”, frisou o deputado.

    De acordo com a ICCA, com o aumento, Brasília conquistou a terceira posição no ranking da entidade, ficando atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.

    “Curitiba tem uma localização estratégica dentro do Mercosul, temos no Paraná atrações internacionais como as Cataratas do Iguaçu e não exploramos este potencial até agora”, destacou João Arruda.

    Os números envolvendo o setor de eventos em Brasília, ainda segundo João Arruda, mostram a urgência de se investir neste setor para movimentar a economia e gerar empregos diretos e indiretos.

    “O Distrito Federal tem aproximadamente 120 empresas especializadas em organização de eventos e outras 500 prestadoras de serviços”.

    Juntas, estas empresas geram mais 10 mil empregos diretos e milhares indiretos. “A cidade está sempre cheia”, destaca reportagem do jornal Correio Braziliense.

    O crescimento no número de encontros mundiais na capital em 2012 foi de 69% quando comparado ao ano anterior.

    “Precisamos investir muito neste setor e a construção de um centro de convenções em Curitiba é o primeiro grande passo para atrairmos grandes eventos para a nossa cidade e Estado”, concluiu João Arruda.

     

  • 24mai

    requiaosenador@gmail.com

    requiaosenadoO senador Roberto Requião (PMDB/PR) posicionou-se contra a intenção do governo do Paraná em criar um caixa único para gerenciar as contas do Estado. Órgãos como o Detran e a Junta Comercial terão que repassar seus recursos para uma conta bancária única do governo, que poderá aplicar esses recursos no mercado financeiro, ficando livre para remanejá-los.

    “O Estado está parado e o governo desesperadamente agora quer criar o caixa único para reunir todo o dinheiro num caixa só e ainda meter a mão no fundo de depósitos judiciais. Isto é muito perigoso. Eles chamam isso de caixa único, que tem uma sigla: CU. Eles querem por o dinheiro do Estado do Paraná dentro deste ‘CU’”, alertou.

    Requião lembrou que o Rio Grande do Sul adotou o caixa único e até hoje não conseguiu recuperar suas finanças. A medida alivia o caixa do Estado em um primeiro momento mas, em longo prazo, compromete os investimentos. “Impeçam que o governador coloque a receita inteira do Estado dentro deste ‘CU’ porque isto provocará o caos definitivo e uma grande dificuldade nas próximas décadas para o Estado do Paraná”, pediu. 

     As empresas públicas ou sociedades de economia mista, como Copel e Sanepar, além da Paraná Previdência e da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) ficariam fora deste caixa único. O Judiciário, o Legislativo, o Ministério Público e o Tribunal de Contas podem aderir ao fundo.

    Ouça o Senador Requião falando sobre o assunto:-

    ÁUDIO

  • 24mai


     

    Ademar Traiano*
     
    Para quem acompanha o noticiário político, não é novidade que o Paraná vem sendo violentamente discriminado pelo governo federal na distribuição de verbas e repasses. Mas nem todos sabem que, por trás dessa discriminação, existe um fato vergonhoso.
    Os ministros petistas paranaenses – Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo – jogam descaradamente contra o Paraná em Brasília. A sede de poder do PT é tão grande que eles não se envergonham de prejudicar Estado para alavancar seu projeto político.

    Agora o cinismo dessa gente aumentou. Além de prejudicar o Paraná em Brasília, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo – aparentemente esquecido que a telefonia bate recordes de reclamações de consumidores – passa boa parte de seu tempo aqui dando entrevistas tentando culpar o governo paranaense pela perseguição da qual o Paraná é vítima. Continue lendo »

  • 24mai

     

    UOL NOTÍCIAS

    Aécio Neves (PSDB): "O ciclo do PT precisa encerrar. Respeito a presidente da República, mas o PT perdeu a capacidade de transformar o país"

    • Aécio Neves (PSDB): “O ciclo do PT precisa encerrar. Respeito a presidente da República, mas o PT perdeu a capacidade de transformar o país- Foto:- Leandro Moraes/Uol

    O senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG), principal nome tucano para a disputa presidencial em 2014, afirmou durante participação na noite desta quinta-feira (23) no “Programa do Ratinho”, do SBT, que o PSDB é o “verdadeiro pai” do Bolsa Família.

    “Se nós tivéssemos jeito de pegar o programa Bolsa Família, botar no berço e trazer na sexta-feira aqui no ‘Teste de DNA’ e levasse na clínica para fazer exame, o pai dele estaria escrito ‘PSDB-FHC (Fernando Henrique Cardoso)’”, disse o senador.

    Segundo Aécio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas teve a “virtude” de unificar programas sociais criadas na era FHC (1995-2002). 

    “O decreto que criou o Bolsa Família diz: fica unificado o bolsa-escola, criado pelo Fernando Henrique em 2001, o bolsa-escola e o vale-gás. O que o Lula fez? Juntou, inteligentemente, e ampliou, ampliou muito.”

    No final de sua participação, Aécio voltou a reivindicar a paternidade do Bolsa Família e afirmou que o programa social de Lula era o Fome Zero.

    “Os programas de transferência de renda já eram nossos. O programa do Lula era o Fome Zero. Lembra dele? Pois é, desapareceu”, afirmou.

    Em seguida, o tucano disse que, caso o PSDB conquiste a Presidência, não irá acabar com o Bolsa Família.

    “Ao contrário, vamos ampliar. O Bolsa Família faz parte da paisagem econômica e social do Brasil”, disse. Aécio, no entanto, afirmou que o programa é “pouco para o Brasil”.

    “É muito pouco para o Brasil o pai deixar de herança para o filho o cartão do Bolsa Família. É preciso muito mais.”

    A ida de Aécio ao programa coincide com o momento de maior exposição do senador, que busca construir uma imagem que o aproxime das classes C e D, fatia do eleitorado atraída pelos candidatos petistas nas últimas eleições.

    Por esta razão, o senador bate na tecla de que o Bolsa Família, carro-chefe dos governos do PT, foi gestado pelos tucanos.

  • 22mai

    JORNALE

    psccasamentogayCNJ obrigou cartórios de todo o país a celebrar a união


     

    O Partido Social Cristão (PSC) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) hoje (21) pedindo a suspensão de resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que obriga cartórios de todo o Brasil a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo e converter a união estável homoafetiva em casamento.

    O partido alega que o conselho cometeu “abuso de poder” ao editar a norma, ultrapassando a discussão política sobre o tema.

    De acordo com o PSC, a resolução não pode ter validade sem passar pelo processo legislativo, etapa em que a legenda poderá “exercer em plenitude as suas prerrogativas legais e constitucionais” e se manifestar “seguindo os princípios cristãos e estatutários que norteiam a vontade de seus filiados e de seus congressistas”.

    O PSC informa ser “totalmente contrário a união entre pessoas do mesmo sexo”, e diz que “sempre se posicionará neste sentido, no exercício de suas prerrogativas legais, junto ao Congresso Nacional” quando o assunto for discutido no Legislativo.

    “Nosso entendimento é de que a decisão do CNJ foi desastrosa, inconveniente e inconstitucional. Gerou uma grande insatisfação não somente por parte de nossos filiados e parlamentares como também de parcela majoritária da sociedade brasileira”, disse o vice-presidente do PSC, Everaldo Pereira.

  • 22mai

    RUIFALCAO.COM.BR/YOU TUBE

  • 22mai

    BARBOSA ATAQUE

    CLAUDIOHUMBERTO.COM.BR

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, avisou a auxiliares próximos que está decidido a seguir com suas declarações alfinetando a classe política e as relações do Congresso com o Palácio do Planalto.

    Ele está encantado com a repercussão de suas críticas, lendo cada uma das mensagens de elogio que recebe de todo o País, mas nega a intenção de disputar a Presidência da República, em 2014.

    Estratégia

    Enquanto ataca os políticos, bem ao gosto do povão, Joaquim Barbosa deixa de responder às criticas ao Poder Judiciário, que ele chefia.

  • 22mai

    SITE DO DEPUTADO TADEU VENERI

    VENERI 21 DE MAIOO líder da bancada de Oposição ao governo na Assembleia Legislativa. deputado Tadeu Veneri (PT), apresentou nesta terça-feira, 21, um pedido de informações à direção do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) sobre as mudanças nos lacres dos veículos cadastrados no estado.

    Veneri quer saber se haverá aumento nos preços dos serviços de implantação dos novos lacres numerados, na adoção de novas placas na frota estadual e se há previsão de cobranças de taxas suplementares pelo Detran.

    A Portaria nº 256/2013-DG, de 15 de abril de 2013, do Detran, em seu artigo 2º, estabelece o dia 1º de junho como prazo de início para a implantação do sistema de rastreabilidade dos lacres numerados.

    O processo implica a devolução dos lacres atuais e a aquisição dos novos lacres que, de acordo com o governo, seriam à prova de clonagem. “Nós queremos saber os custos da implantação do novo sistema para a sociedade paranaense. Quem vai substituir? A que custo? Quem vai pagar”, disse Veneri.

    Outro questionamento de Veneri é sobre o custo e o valor a ser cobrado pelas placas no novo sistema. “Haverá majoração nos valores das placas” pergunta o líder da Oposição.

    Ele também pediu cópia da íntegra do Convênio nº 024/2012, celebrado entre o Detran e Associação de Fabricantes de Placas do Estado.

    No Diário Oficial, o governo publicou apenas o extrato do acordo. Veneri requisitou o teor integral do texto para saber o objetivo do convênio.
    A presidência da Assembleia Legislativa informou que na próxima terça-feira, 28, o diretor Geral do Detran, Marcos Elias Traad da Silva, estará no plenário como convidado para responder às questões apresentadas pelos deputados.

    O deputado destacou que o Paraná possui uma frota de 5,1 milhões de veículos, aparecendo como o terceiro estado em número de carros no país.

    “Nós precisamos saber o que o Detran está planejando. Todos os cinco milhões de carros vão ter que trocar placas e tarjetas? E a que custo? “, questionou.

    REQUERIMENTO – PEDIDO DE INFORMAÇÕES Continue lendo »

  • 17mai

     JORNAL DA BAND

    Renan Calheiros recebeu telefonema da presidente nesta quinta / José Cruz/ABr

    Renan Calheiros recebeu telefonema da presidente nesta quinta / José Cruz/ABr

    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), recebeu um telefonema da presidente Dilma Rousseff antes mesmo que fosse proclamada a aprovação da MP(Medida Provisória) dos Portos.

    Segundo Renan, a presidente estava muito feliz com o resultado da votação e ressaltou a importância da medida para o desenvolvimento do país.

    “Ela me ligou não tinha proclamado o resultado, mas estava claro porque repetimos muitas votações. Ela agradeceu, estava muito feliz. Nas palavras dela, o Brasil que ganhou, o país que é vitorioso, isso é bom para a modernidade, para a competitividade, para a geração de empregos, para a atração de investimentos. Ela estava muito feliz”, disse o presidente do Senado.

    Renan reafirmou seu compromisso com os demais senadores de que não vai pôr em votação novamente medidas provisórias que cheguem ao Senado com menos de sete dias de prazo para o vencimento.

    No entanto, ele criticou a atitude da oposição de tentar impedir a continuidade da sessão de hoje com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal.

    Na opinião do presidente do Senado, esse tipo de manobra é mais prejudicial para a Casa que a apreciação de MPs em cima do prazo.

    “O cumprimento da obrigação constitucional de ter que avaliar no mesmo dia uma MP, embora já votada em comissão mista, é menor do que toda matéria que está tramitando a oposição entra com controle preventivo da constitucionalidade no STF. O fortalecimento institucional do Brasil é incompatível com isso”, reclamou.

    Quem também recebeu ligação da presidente Dilma Rousseff foi o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).

    Ele foi relator da MP na comissão especial que analisou o texto antes de ele seguir para a Câmara. Apesar de os deputados terem modificado seu relatório, Braga defendeu que a presidente não vete o texto final aprovado.
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