• 27ago

    AGÊNCIA BRASIL

    O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou ontem que sátiras e programas humorísticos tenham políticos como alvo em período eleitoral.

    O ministro Ayres Britto concedeu liminar pedida em Ação Direta de Inconstitucionalidade pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert).

    Em sua decisão o ministro ressaltou a importância da liberdade de imprensa.

    Disse na decisão “não caber ao Estado, por qualquer dos seus órgãos, definir previamente o que pode ou o que não pode ser dito por indivíduos e jornalistas”.

    Em relação ao argumento de o humor poder revelar apoio político a um ou outro candidato, e ridicularização de políticos, Britto considerou que os abusos podem existir, mas cada caso tem que ser julgado individualmente, e não por meio de censura revia.

    Diz sua decisão que se a “crítica ou matéria jornalísticas venham a descambar para a propaganda política, passando nitidamente a favorecer uma das partes na disputa eleitoral.

    Hipótese a ser avaliada, caso a caso e sempre a posteriori, pelo Poder Judiciário. Sem espaço, portanto, para qualquer tipo de censura prévia”.

  • 31mai

    JORNALE

    Pesquisadores da Universidade de Medicina John Hopkins, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto desenhos secretos de uma parte do cérebro, da medula e dos nervos óticos nas pinturas da capela Sistina, no Vaticano.

    Segundo os pesquisadores, Michelangelo escondeu os desenhos em uma das representações de Deus enquanto pintava a capela entre 1508 e 1512. As informações são da Scientific American.

    De acordo com os pesquisadores, Michelangelo além de pintor, escultor e arquiteto era também um anatomista – um segredo que ele ocultou destruindo a maior parte dos seus esquemas e notas.

    Contudo, 500 anos depois, os cientistas descobriram ilustrações anatômicas escondidas nas pinturas da capela, um segredo que não foi percebido pelo papa Júlio II, nem diversos religiosos, historiadores e admiradores.

    Não é a primeira vez que são encontrados desenhos secretos na famosa capela. Em 1990, o físico Frank Meshberger publicou um artigo no qual descrevia que a cena “Deus cria Adão”, no painel central, continha a perfeita ilustração de um cérebro humano.

    Na época, ele sugeriu que Michelangelo afirmava que Deus dotava Adão não apenas com vida, mas também com a suprema inteligência humana.

    Contudo, agora os pesquisadores Ian Suk e Rafael Tamargo, da John Hopkins, encontraram no painel “Separação da luz da escuridão” desenhos precisos da medula humana, do pedúnculo cerebral e de nervos óticos.

    Segundo a reportagem, críticos de arte sempre se perguntaram o motivo de a iluminação do pescoço de Deus neste painel ser diferente das demais pinturas. Segundo os pesquisadores, não foi um engano do pintor, e sim uma mensagem escondida.

    Os dois afirmam que as linhas do pescoço traçam precisamente um cérebro humano visto por baixo.

    Na roupa do dorso de Deus vista na imagem, os cientistas reconheceram a medula humana, que ascende ao pedúnculo cerebral. Na cintura, a roupa se dobra de maneira estranha.

    Segundo os pesquisadores, ali podem ser vistos dois nervos óticos de dois olhos, exatamente como Leonardo Da Vinci registrou em um ilustração de 1487. Os dois artistas eram contemporâneos e familiares do trabalho um do outro.

  • 25abr

    PARANÁ ONLINE/FLÁVIO LAGINSKI

    Pedro:"antiga estação ferroviária levou mais tempo"/Foto Cíciro Back

    É comum as pessoas terem algum tipo de hobby nas suas horas vagas. Alguns gostam de praticar exercício, outros preferem a leitura, entre tantas outras infindáveis opções para se distrair e sair um pouco da rotina.

    Alguns, como é o caso do aposentado Pedro Lourenço Guimarães, optam por um passatempo um tanto quanto diferente. Em suas horas vagas, ele resolveu criar maquetes, como aquelas utilizadas por engenheiros e arquitetos.

    A diferença é que ele se inspira mais em construções antigas na hora de compor seu trabalho e utiliza caixas de papelão, isopor, palitos de fósforo, latas de alumínio, entre outros, como matéria-prima.

    O aposentado conta que o interesse pela construção de maquetes é recente. Em 2007, ele fez uma réplica do sobrado onde mora e, desde então, não parou mais.

    “Não tinha nenhuma experiência na construção desses objetos. Fui pegando o jeito aos poucos e tomei gosto pela coisa, pois é uma atividade que me deixa bastante relaxado. Comecei reproduzindo a minha residência e passei a fazer réplicas de outros lugares, em sua grande maioria, históricos”, explica.

    Para poder trabalhar nas obras, Guimarães utiliza fotos e, em alguns casos, apela para a sua memória. “Por exemplo, para a maquete do mercado municipal de Paranaguá, eu utilizei cartões postais como modelo. Entretanto, para reproduzir uma antiga casa onde morei quando criança, no bairro do Capanema, recorri às minhas lembranças, uma vez que não há uma foto ou quadro desta casa”, afirma.

    Em média, cada projeto leva uma semana para ficar pronto. Porém, para realizar uma réplica da antiga estação ferroviária, levou um pouco mais de tempo. “Até o momento, esta foi a maquete que mais me deu trabalho. Levei cerca de um mês trabalhando em cima dela. Mesmo assim, fiquei satisfeito, pois gostei muito do resultado final”, diz.

    O aposentado conta que nem cogita a possibilidade de parar e que outras reproduções devem surgir. “Tenho vontade de fazer o Teatro Paiol e o Palácio Avenida. Ainda não tenho planos, mas espero poder reproduzir estes espaços. Esse trabalho, além de me proporcionar lazer, serve também como uma espécie de volta ao passado”, encerra.

   

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