• 22jul

    PARANÁ ONLINE/CINTIA VÉGAS

    É cada vez mais comum encontrar pessoas idosas vivendo de forma ativa, independente e feliz, apesar de algumas limitações físicas que a idade avançada possa vir a causar.

    Graças aos avanços da Medicina e às melhores condições de saneamento básico, a população mundial está vivendo cada vez mais e melhor.

    No Paraná, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os habitantes com mais de 100 anos de idade já são cerca de 1.200.

    Entre os 90 e os 99 anos, são aproximadamente 9.700 pessoas. Na faixa dos 80 aos 89, cerca de 74.600.

    Segundo o presidente da seccional Paraná da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Rodolfo Augusto Alves Pedrão, a longevidade está bastante ligada à carga genética.

    Desta forma, pessoas com familiares de primeiro grau que chegaram a idades avançadas têm maiores chances de também viver mais.

    Porém, fatores associados a hábitos de vida saudáveis também são considerados fundamentais.

    “Quem quer viver mais e com qualidade deve ter uma vida regrada e sem exageros, como excesso de peso, de álcool e fumo”, afirma.

    Outras dicas dadas por Rodolfo são, principalmente após os cinquenta anos, evitar o trabalho estressante e extenuante e ter mais tempo para si mesmo e para a vida em família.

    O psicólogo e parapsicólogo Ovídio Zanini, que é frei da paróquia Nossa Senhora das Mercês, em Curitiba, destaca que um corpo saudável está bastante ligado a uma mente saudável.

    Por isso, também recomenda que as pessoas que querem atingir a longevidade cultivem a própria espiritualidade e procurem manter a mente ocupada de coisas positivas

  • 27mai

    BBC BRASIL

    A cidade de São Paulo ocupa a 117ª posição em um ranking de qualidade de vida

    Curitiba - perdemos até para Assunção do Paraguai

    divulgado nesta quarta-feira pela consultoria internacional em recursos humanos Mercer.

    Todos os anos, a empresa divulga a lista, que em 2010 inclui 221 cidades ao redor do mundo.

    O ranking leva em conta aspectos como política, sociedade, economia, saúde, saneamento, escolas, serviços públicos, transporte e moradia.

    Nesta relação, para o qual os dados foram coletados entre setembro e novembro de 2009, Viena, capital da Áustria, continua no topo da lista e Bagdá, capital do Iraque, é a última colocada.

    São Paulo aparece atrás das outras duas cidades brasileiras incluídas no ranking, Rio de Janeiro (116º) e Brasília (104º).

    Como foram incluídas várias cidades este ano, não é possível fazer uma comparação com o posicionamento das cidades no ano passado.

    Qualidade de vida

    Seguindo o padrão dos anos anteriores, as cidades europeias continuam dominando o topo do ranking.

    Depois de Viena, Zurique e Genebra, ambas na Suíça, ocupam a segunda e a terceira posições, nesta ordem.

    “Os padrões de qualidade de vida permaneceram relativamente estáveis em um nível global em 2009 e na primeira metade de 2010, mas em certas regiões e países a recessão econômica teve um impacto notável no clima dos negócios”, afirmou Parakatil.

    Segundo o pesquisador, enquanto que a qualidade de vida permaneceu estável nas cidades americanas, houve um declínio nas Américas Central e do Sul “devido à instabilidade política, aos problemas econômicos e à falta de energia em certos países”

    . “Altos índices de criminalidade também continuam sendo um dos maiores problemas em muitas cidades da região”, acrescentou.

    O local das Américas Central e do Sul com a melhor colocação no ranking de qualidade de vida é Pointe-à-Pitre, em Guadalupe, no 62º lugar, seguido de San Juan, em Porto Rico (72º), e a capital argentina, Buenos Aires (78º).

    Guadalupe, no Caribe, é um território ultramarino da França – ou seja, faz parte da União Europeia. Pointe-à-Pitre é considerada a capital econômica do arquipélago.

    “Ecocidades”

    Esta é a primeira vez que a Mercer divulga também uma segunda lista, das “ecocidades”, e a performance de São Paulo neste ranking é ainda pior, ficando no 148º lugar, enquanto Rio de Janeiro e Brasília ficaram respectivamente em 112º e 109º colocados.

    A cidade no topo da lista dos locais mais ecológicos é Calgary, no Canadá, enquanto que Porto Príncipe, no Haiti, ficou em último.

    Várias outras cidades latino-americanas estão à frente das brasileiras nesta lista,

    como Montevidéu, no Uruguai (70º lugar), Buenos Aires (83º), e Assunção, no Paraguai (90º).

    De acordo com um dos responsáveis pela pesquisa, Slagin Parakatil, “o status ecológico de uma cidade ou sua atitude em relação à sustentabilidade podem ter um impacto significativo na qualidade de vida de seus habitantes”.

   

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