• 07set

    Gleisi com lideranças religiosas em Paranaguá

    A candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT) dedicou o dia de seu aniversário (06) em uma visita ao litoral paranaense.

    Em Paranaguá, ela se reuniu com lideranças religiosas, no Santuário Nossa Senhora do Rocio. Acompanhada do candidato a deputado federal Ângelo Vanhoni (PT), Gleisi foi recebida pelo Pe. Sérgio Sviental Campos, que declarou apoio aos candidatos.

    “Gleisi e Vanhoni são a favor da vida e tem valores cristãos. É por isso que eles tem a minha confiança”, afirmou.

    Em seu discurso, Gleisi destacou a importância de lutar pela valorização do ser humano, explicando que uma das maneiras de fazer isso é por meio da prevenção e do combate às drogas.

    “É preciso criar uma ampla rede de apoio nas escolas, para que as crianças tenham um encaminhamento adequado em casos de envolvimento com drogas, violência, ou dificuldades de aprendizagem”.

    Ela também reafirmou sua posição contrária à descriminalização das drogas, justificando que o uso, mesmo de substâncias lícitas como o álcool, pode trazer consequencias graves às famílias.

    “Precisamos trabalhar para combater principalmente o crack. Sei que não será uma tarefa fácil, mas, no Senado, farei o que estiver ao meu alcance para ajudar Dilma Rousseff a reverter o triste quadro que hoje enfrentamos”, concluiu.

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/LUANAFERRARINI

  • 07set

    

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/EDUARDO MIRA

    Em encontro com trabalhadores portuários na cidade de Antonina nesta

    Osmar com portuários em Antonina

    segunda-feira (6), Osmar Dias garantiu que a dragagem do porto da cidade em seu governo, para permitir o atraque de navios de maior calado para carga e descarga de mercadorias.

    Osmar defendeu que todos os produtores do Estado saem ganhando com o porto em pleno funcionamento.

    Outra obra garantida por Osmar no encontro com lideranças do Sindicato dos Arrumadores de Antonina foi a construção de um terminal de passageiros, obra que o candidato já pediu à futura presidente Dilma Rousseff (PT) para que inclua no orçamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

    “Vemos muitos navios de passageiros que passam ao largo pelo nosso litoral, vão para Santa Catarina e não atracam aqui por falta de estrutura. Não podemos perder a visita desses turistas que vão gerar emprego e renda para a região”, disse.

    Osmar ainda se comprometeu com a construção da estrada com 12 quilômetros de acesso ao porto. “Temos ali um problema ambiental, mas temos também técnicos e especialistas que podem nos auxiliar a resolvê-lo, pois precisamos separar o trânsito de caminhões do trânsito de turistas no centro da cidade. Assumo o compromisso de resolver esta questão, além da recuperação do patrimônio cultural e histórico da cidade para que o turismo se desenvolva cada vez mais”.

    Outra intenção de Osmar é reimplantar escolas técnicas no Estado, levando em conta a vocação de cada região com a oferta de cursos direcionados às atividades produtivas predominantes.

    Em parceria com o governo federal, serão construídas 100 mil casas no Paraná pelo programa Minha Casa, Minha Vida. No governo de Osmar, no Estado este programa vai se chamar Nossa Casa, Nossa Vida.

    Um total de 40 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e o Leite das Crianças passando a atender crianças de até 4 anos, ao invés de 3 anos, como é hoje, são outras propostas em planejamento.

    A vereadora Margarete do Nascimento Pacheco (PT), avaliou que a campanha de Osmar está pegando corpo e já virou na cidade, e que continuará em alta até 3 de outubro, dia da eleição.

    A ex-prefeita de Antonina Mônica Peloso disse que a aliança dos partidos em torno de Osmar promoveu uma campanha forte no Estado e que em Antonina sai mais fortalecida com a carreata e o encontro com os trabalhadores portuários.

    Gilson Rodrigues, presidente do Sindicato dos Arrumadores de Antonina, disse que toda a classe trabalhadora afiliada está com Osmar por seu comprometimento com a dragagem do porto e propostas que atendem às necessidades da cidade.

    Gerson Fernandes Alves, trabalhador portuário, afirma que Osmar será o mais votado em Antonina por, além das propostas próprias, estar na coligação que também elegerá Dilma presidente. “Precisamos votar a favor do governo federal para garantir mais atenção política ao nosso porto”, concordou Alves.

  • 07set

    O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou nesta

    Serra na sabatina do Grupo Estado

    segunda-feira (6) ver motivação política, mas não eleitoral, no escândalo de vazamento de dados sigilosos da Receita Federal.

    “O que houve foi um crime, crime como é a invasão da vida pessoal de qualquer cidadão. (…) Não acho que seja eleitoral [a motivação], como muitos setores acham. Tem a ver com a democracia, estilo e características de atuação do PT. Que é um partido que convive com a democracia, mas não convive bem, convive com desconforto. Porque no fundo não são democratas. O PT no fundo da alma, e até na superfície, não é democrático”, afirmou o tucano durante sabatina realizada pelo Grupo Estado.

    O candidato citou a violação dos dados de sua filha Veronica e comparou a situação sua saída do Brasil na época da ditadura.

    “Apontaram uma arma para a cabeça do meu filho, ele era um bebê e estava no meu colo. Minha filha viu eu ser preso e algemado com 4 anos de idade. Aí vem para o Brasil e seus direitos são desrespeitados desse jeito. Meter a família no meio?”

    Veronica teve seu Imposto de Renda acessado por meio de uma procuração falsa. O procurador pediu filiação ao PT de Mauá, na Grande São Paulo em 2003. O partido diz que a filiação não foi efetivada.

    O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) afirma que houve registro de filiação. Neste fim de semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que um analista de Minas Gerais suspeito de ter acessado os dados fiscais do vice-presidente do PSDB Eduardo Jorge dez vezes é filiado ao PT desde 2001.

    O tucano também comentou na sabatina declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o escândalo: “Acho que ele fez alusão debochada, fez deboche de questão que é bastante séria.”

    Sem citar o nome de Serra, Lula afirmou no fim de semana que “o bicho anda com uma raiva” e criticou a postura de Serra diante das denúncias, afirmando que “ninguém precisa baixar o nível da campanha, ninguém precisa tentar transformar a família em vítima”.

    No domingo, ao comentar as declarações de Lula, Serra evitou confronto: ‘Não vou ficar batendo boca com o Lula, mas o Lula poderia pensar o seguinte: Dilma [Rousseff, candidata do PT] já está à sombra dele na campanha, na concepção da candidatura. Agora, ficar à sombra até no debate da campanha?’, afirmou dizendo que Dilma deveria participar mais dos debates.

  • 07set

    GLOBO.COM

    Lula e Dilma em Valparaiso/GO

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na noite desta segunda-feira (6) de um comício em Valparaíso (GO) ao lado da candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República, Dilma Rousseff, e afirmou que a oposição está nervosa.

    Acrescentou que o candidato do PSDB, José Serra, resolveu “baixar o nível” com “ataques pessoais”.

    “E a Dilma já aprendeu a grande lição da vida. Primeiro, não responder e não baixar o nível da campanha. Nós não temos que falar para o nosso adversário. Cada vez que aparece na telinha, a gente está conversando com uma mulher, com um adolescente, uma criança, um trabalhador, um produtor rural. É com eles que a gente tem que falar”, disse Lula.

    O presidente afirmou ainda que a candidata do PT tem de aparecer com uma “cara sempre bonita, simpática, alegre”.

    “E deixa ele ficar cada vez mais nervoso. E cada vez você [Dilma] crescendo mais na pesquisa e ele encolhendo.

    O presidente afirmou também que a campanha petista não pode deixar “espaço vazio”. “Porque todo dia é uma mentira, todo dia é uma invenção, todo dia é uma provocação”, declarou.

    O presidente também disse que a coligação de Dilma Rousseff não pode fazer o “jogo rasteiro que os adversários fazem”.

    “Vamos ganhar as eleições mostrando o povo, o que fizemos nesse país. Se ele [Serra] não tem o que mostrar, paciência, pois nós temos o que mostrar”, afirmou ele.

    Lula ironizou, ainda, a exibição de sua imagem na propaganda eleitoral de José Serra.

    “Ele resolve me colocar na televisão do programa. Dizendo que ‘sou amigo do Lula, conheço há mais tempo que ela’. E aí eu fui para TV dizer que sou amigo dele, mas que a minha candidata é Dilma Rousseff”, declarou.

    Disse ainda que Serra não faz comício, mas somente passeatas. “É até capaz de ele aparecer para desfilar no Sete de Setembro. Talvez não tenha coragem de fazer um ato para juntar gente na praça”, declarou.

  • 07set

    Blog Política em debate -Bem Paraná

  • 06set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/LUANA FERRARINI

    Gleisi com portuários

    Nesta segunda-feira (6), a candidata ao Senado Gleisi Hoffmann comemora seu aniversário com a população de Paranaguá.

    A agenda de Gleisi começou ainda de madrugada acompanhada pelos candidatos a deputado pelo PT, Ângelo Vanhoni e Roni Barbosa (federal), e Florivaldo Souza (estadual), além dos pedetistas José Baka, prefeito de Paranaguá e a primeira-dama Jozaine Baka, que também disputa uma vaga à deputada estadual.

    A primeira visita aconteceu no Sindicato dos Arrumadores do Porto, seguida pelo Sindicato da Estiva, onde ela conversou com os estivadores em frente ao estabelecimento.

    Gleisi destacou os avanços do Governo Lula e a importância de dar continuidade aos projetos implantados pelo presidente.

    “Grandes conquistas alcançadas pelo Governo Federal melhoraram a vida dos brasileiros, ao investir em políticas de geração de emprego e renda e aumento salarial. Nós precisamos manter esse olhar de respeito aos trabalhadores e, para que isso aconteça, é preciso eleger candidatos que tenham esses princípios”, declarou, defendendo a eleição dos candidatos da coligação “A União Faz um Novo Amanhã”.

    Desenvolvimento das cidades portuárias

    Gleisi afirmou ser contra a privatização dos portos, ressaltando a necessidade de investir nas empresas públicas para o desenvolvimento do País.

    Ela defendeu também o pagamento de royalties para as cidades-sedes de portos, como Paranaguá.

    “Assim, será possível investir mais em infraestrutura, saúde, segurança, educação e outras áreas que o município tenha carência, o que fará toda a diferença para os moradores dessas regiões”, destacou.

    A candidata informou ainda que, a partir do ano que vem, o Governo Federal deverá investir na construção de novos estaleiros no Paraná, o que irá contribuir com o desenvolvimento da indústria naval local.

    Em entrevista à Rádio Ilha do Mel ela destacou a necessidade da dragagem do Canal do Calado.

    “O Governo Lula já trouxe muitos projetos para Paranaguá, mas precisamos avançar ainda mais. Já está previsto no PAC 2 obras de saneamento básico para o litoral paranaense, uma grande necessidade da região”, completou.

    Gleisi também reforçou a necessidade de investimentos na área de Segurança Pública, pois é grande o número de crimes ocorridos no litoral.

    Ela citou casos graves que chocaram toda a população, como o do Delegado de Pontal do Paraná, José Antônio Zuba de Oliva, morto no final do mês passado, e o Delma Acelga Tavares, assassinada a facadas em um rio no balneário de Pontal do Sul.

    “Não podemos deixar que esse tipo de crimes aconteça. Devemos implantar um plano de segurança integrada com ações urgentes, até pela proximidade do verão”, concluiu.

    Ainda na manhã de segunda, Gleisi concedeu entrevista à Rádio Comunitária Aliança, visitou o Comitê Majoritário e fez uma caminhada pelas ruas da cidade.

  • 06set

    PORTAL IG

    Dilma chega a 55%

    No sexto dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 55% e o tucano José Serra 22% das intenções de voto.

    Pela primeira vez desde o início da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscila positivamente acima da margem de erro que é de 2,2 pontos percentuais.

    O mesmo ocorre com o candidato tucano, que oscila negativamente além da margem de erro. No dia 1º, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

    A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, apresentou novamente 8% das intenções de voto –mesmo percentual da última pesquisa.

    Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

    A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

    Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma ocilou positivamente um ponto e tem 44%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 17%, dois pontos a menos que a sondagem anterior, e Marina Silva 6%.

    A petista apresentou melhora em todas as regiões do País e segue na liderança.

    Já Serra, oscilou negativamente em todas as regiões.

    Dilma tem seu melhor desempenho na região Nordeste, onde soma 71% dos votos contra 15% de Serra e 5% de Marina.

  • 06set

    FOLHA.COM

    O ex-deputado federal Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, criticou ontem o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, por ataques do tucano ao senador Fernando Collor (PTB), candidato a governador de Alagoas, apontado como uma das más companhias da petista Dilma Rousseff.

    Em seu blog na internet (www.blogdojefferson.com), ele afirmou que Serra “passou a desferir golpes abaixo da linha da cintura contra o senador Fernando Collor” e disse não saber a razão das críticas.

    “Nós, do PTB, estamos coligados ao PSDB na campanha nacional e, além de sistematicamente deixados de lado na discussão de estratégias e caminhos para a candidatura, ainda somos vítimas de ataques no tempo de TV ao qual contribuímos. Repudiamos as agressões [...]. O que os tucanos estão querendo com os insultos, uma ruptura?”

    Jefferson se referia à reprodução de discurso em que Collor pede votos para a petista Dilma Rousseff, veiculado durante o programa de rádio e TV de Serra. Os tucanos afirmam que Collor e Renan Calheiros integram a “turma da Dilma”.

    Para Jefferson, os ataques de Serra a Collor podem ser revide às críticas que o presidente do PTB fez aos tucanos.

    “Será que não são admitidas críticas aos erros cometidos pelo candidato e seus assessores? O PSDB não disputa a eleição presidencial sozinho, mas coligado a outros três partidos, entre eles o PTB. Não vi, em nenhum momento, a campanha tucana criticar envolvidos no mensalão do DEM, por exemplo. Por que o PTB?

    “Estão fazendo uma operação casada _atacam a candidata petista e ao mesmo tempo turbinam a reeleição do governador tucano Teotônio Vilela? E em cima do PTB?”

    Jefferson defendeu Collor: “O ex-presidente, se errou, já pagou pelos erros que cometeu, e cabe, portanto, ao eleitor, decidir se ele deve ou não voltar a ocupar o governo de Alagoas. Isto é democracia. Meu Deus, quanto ressentimento”, escreveu.

  • 06set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/EDUARDO MIRA

    Palavras de Beto Richa, pouco antes da eleição a prefeito de Curitiba, em 2008: “Evidente que, sendo candidato à reeleição, sendo eleito, é pra cumprir os quatro anos de mandato (…) Não tenho essa obsessão em ser governador”. A declaração é parte de respostas a entrevistas de jornalistas que perguntavam ao então candidato à reeleição se cumpriria os quatro anos do mandato de prefeito

    O candidato do PDT ao governo do Paraná, Osmar Dias, reafirmou ontem que não fez nenhuma barganha quando apoiou Beto Richa à reeleição em 2008.

    Ao dizer que não é afeto a barganha política, Osmar afirmou que quem mentiu e mente agora sobre o assunto é o próprio Beto, que lá atrás, antes de ser reeleito prefeito, garantia que não abandonaria o cargo delegado pelo voto dos curitibanos.

    Na época, Beto Richa se comprometeu publicamente em permanecer no cargo até o fim reiteradas vezes, em eventos, entrevistas e debates.

    Porém, em 31 de março deste ano, apenas 450 dias depois de assumir o cargo, Beto renunciou para disputar a eleiçâo ao governo.

    A promessa foi quebrada a pelo menos 990 dias de completar o mandato e sem cumprir promessas que protocolou em cartório também à época, como metrô para os curitibanos e escola em tempo integral.

    Este ponto, aliás, foi o único pedido do pedetista a Beto, quando declarou apoio.

    Osmar lembrou que é candidato ao governo do Paraná ao atender a um pedido do presidente Lula para dar continuidade aos avanços sociais obtidos pelos paranaenses e brasileiros.

    Sobre suas declarações exibidas nesta segunda-feira (6) em programa eleitoral do adversário, Osmar disse foram motivadas por  uma dedução lógica, que o PDT e todos os curitibanos entenderam: o desejo do prefeito de ficar no cargo, já que seu mandato se estenderia até 2012.

    Logo, não havia o que ser negociado. Mas Beto Richa renunciou aos curitibanos e tentou impor sua candidatura ao PDT.

    VÍDEO – RPC/TV

    http://www.youtube.com/watch?v=nMyD8RVII8o

    ÁUDIO -RÁDIO CBN

    http://www.cbncuritiba.com.br/index.php?pag=noticia&id_noticia=16828&id_menu=106

  • 06set

    FOLHA.COM

    Orestes Quércia (PMDB), 72, comunicará nesta segunda a retirada da candidatura

    Quércia: cãncer volta após 10 anos

    ao Senado por São Paulo para se tratar do retorno de um câncer na próstata do qual sofreu anos atrás.

    Na mesma oportunidade, o ex-governador anunciará o apoio ao companheiro de chapa Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).

    Em conversa de Quércia hoje com a cúpula tucana, ficou acertado que o primeiro suplente de Aloysio será Airton Sandoval (PMDB), e não mais Sidney Beraldo (PSDB).

    Em consequência do acordo, o ex-chefe da Casa Civil no governo de José Serra passará a ocupar, na propaganda de TV, o tempo das duas vagas ao Senado da chapa.

    Em pesquisa Datafolha feita nos dias 2 e 3 deste mês, Quércia aparece com 26% nas intenções de voto, tecnicamente empatado no segundo lugar com o pagodeiro Netinho de Paula (PC do B).

    A petista Marta Suplicy (PT) lidera com 33%. Já o tucano Aloysio aparece em quinto na disputa, com 12%.

    Quércia iniciou sua carreira política no início dos anos 60, quando foi eleito vereador em Campinas.

    A seguir, foi deputado estadual pelo MDB, prefeito de Campinas e, em 1974, senador, quando, aos 35 anos de idade, foi eleito com 4,5 milhões de votos.

    Em 1982, foi vice-governador na gestão de Franco Montoro. Quatro depois, assumiu o governo paulista.

    O ex-governador foi internado na última terça-feira no hospital Sírio-Libanês.

    Três dias depois, por meio de sua assessoria de imprensa, o hospital informou que Quércia está com câncer na próstata.

    De acordo com a assessoria, é uma recidiva de um tumor que ele já tratou há mais de dez anos.

    No mesmo dia, em nota divulgada em sua página na internet, o ex-governador de São Paulo declarou que já teve uma “melhora significativa” após o início do tratamento e se disse “bastante animado“.

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