• 25ago

  • 07ago

    FIQUE POR DENTRO JAGUARIAÍVA PARANÁ

    Norueguesa Norske Skog pretende usar ativos brasileiros para cobrir prejuízo do

    Unidade da Norske Skog Pisa em Jaguariaíva - PR

    grupo, que atingiu R$ 593,9 milhões no 1º semestre.

    A Norske Skog Pisa, única fabricante de papel para jornal no Brasil, venderá florestas de pinus para cobrir parte das perdas do grupo na Europa.

    A informação está no relatório de resultados globais do segundo trimestre, divulgado nesta quinta-feira pela matriz da companhia, na Noruega.

    As florestas da companhia somam 20 mil hectares, divididos em diversos terrenos, nos arredores de sua fábrica, em Jaguariaíva, localizada a 200 km de Curitiba (PR).

    Metade desta área é ocupada com plantação de pinus.

    A fábrica da companhia produz 180 mil toneladas por ano de papel de imprensa e atende 25% da demanda pelo produto no país. O restante é importado.

    Problemas financeiros no grupo

    O grupo Norske Skog divulgou nesta quinta-feira um prejuízo líquido de 2,027 bilhões de coroas norueguesas, valor equivalente a R$ 593,9 milhões.

    As perdas ocorreram pela redução dos preços do papel, aumento dos custos e variação cambial, de acordo com informações do balanço da empresa.

    Para minimizar esta dívida, a venda de florestas no Brasil e de uma unidade desativada na Noruega pode trazer cerca de R$ 205 milões (700 milhões de coroas norueguesas) ao caixa da empresa até o final deste ano, informou a matriz da companhia.

    Apesar da decisão da empresa de se desfazer de ativos brasileiros, a operação no país tem dado resultados positivos.

    A demanda na América Latina foi a que mais cresceu no primeiro semestre _15,8%.

    Não há dados específicos para os resultados do Brasil, mas a empresa informou que a maior expansão na região foi a do país.

    O iG procurou a subsidiária brasileira da Norske Skog, mas a empresa não quis se pronunciar sobre o tema.

    Marina Gazzoni, iG São Paulo

  • 02ago

    TIJOLAÇO.com/O Blog do Brizola Neto

    Quando escrevi um post anterior, ainda não havia lido a matéria que saiu agora à

    Ilidia comprou sua primeira lavadora

    noite no Estadão, dando conta que a classe D – isso mesmo a classe D -  ser o segundo maior grupo de consumo da economia brasileira.

    De acordo com o instituto de pesquisas Data Popular, este ano,  as famílias com ganho mensal entre R$ 511 e R$ 1.530 têm para gastar com produtos e serviços R$ 381,2 bilhões ou 28% da massa total de rendimentos de R$ 1,380 trilhão.

    Enquanto isso, a classe B vai ter R$ 329,5 bilhões (24%). A classe B tem renda entre R$ 5.101 e R$ 10.200. O maior potencial de compras, no entanto, continua no bolso da classe C: R$ 427,6 bilhões (31%).

    “Mas é a primeira vez que a classe D passa a ser o segundo maior estrato social em termos de consumo”, afirma o sócio diretor do Data Popular e responsável pelos cálculos, Renato Meirelles.

    Estes brasileiros não têm geladeira e máquina de lavar  (49%) e seu conho de consumo é, este ano, comprar máquina de lavar (41%), o forno de micro-ondas (37%) ,geladeira (35%), e até computador (29%), diz a pesquisa.

    Não havia na matéria dados sobre as classe A e E, mas é possível dizer que, agora, as classes B, C e D, que vão de um salário mínimo a R$ 10,2 mil de renda familiar ( ou um a vinte salários mínimos) representam 83% da massa de rendimentos do país.

    Mas ainda existem algo como 13 ou 14 por cento dos brasileiros, a classe E, excluídos da economia real.

    Não percamos o compromisso com eles.

    Dá para avaliar o impacto disso no aquecimento da economia, no emprego e na produção?

  • 24jul

    GLOBO.COM

    O custo médio de abertura de empresas no Brasil é quase o dobro do da Colômbia e mais de seis vezes o do Canadá, segundo mostra pesquisa divulgada nesta sexta-feira (23) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

    Segundo o levantamento, o custo médio no Brasil é de R$ 2.038, ante R$ 1.213 na Colômbia, R$ 315 no Canadá e R$ 559 na Rússia.

    O valor também varia 274% entre os estados brasileiros, sendo o mínimo na Paraíba (R$ 963) e o máximo em Sergipe (R$ 3.597).

    Apenas o custo do alvará sanitário pode representar até 41% do total das despesas de abertura.

    A pesquisa “Como Facilitar a Abertura e Legalização de Empresas no Brasil”, divulgada em documento pela instituição, considera as empresas abertas em 2008, quando o gasto total no Brasil com a abertura de negócios foi de R$ 430 milhões.

    “Se as nossas taxas fossem semelhantes às dos outros países do grupo dos Brics, esse gasto teria sido de R$ 166 milhões”, informa o estudo.

    A sigla Brics refere-se ao grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, Índia e China.

    Variações regionais

    Além do custo elevado, a pesquisa mostra uma diferença significativa de despesas entre as várias regiões do país.

    O custo da autenticação de cópias de documentos em cartórios varia 307% – o Rio de Janeiro é o Estado com o maior preço (R$ 183) e a Bahia tem o menor (R$ 45).

    Ainda de acordo com o estudo, a cobrança da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para o advogado dar vistas ao contrato social não tem regras.

    Algumas regionais da OAB determinam honorários em função do capital social, enquanto outras observam o tipo de sociedade.

    Há ainda casos em que é cobrado um valor fixo. Esse custo varia 1.241%, chegando a R$ 2.681 em Santa Catarina.

    Segundo o documento da Firjan, em todas as taxas foram encontradas grandes variações entre os estados brasileiros.

    O valor cobrado para registro de empresas nas Juntas Comerciais, por exemplo, varia 567%.

    Já a taxa para obter alvará do Corpo de Bombeiros varia de R$ 72 (Acre) a R$ 2.442 (Sergipe). A média nacional é de R$ 665.

    A Firjan destaca ainda o tempo estimado para abertura de empresas no Brasil.

    Os procedimentos burocráticos passam por seis a oito etapas, com o pagamento de 12 a 16 taxas e a emissão de 43 documentos.

  • 21jul

    Na trajetória dos últimos 18 anos, só o governo Lula reduziu a pobreza de forma contínua e acentuada. Itamar e FHC tiveram, cada qual, apenas 1 ano de efetiva redução da pobreza: Itamar (que teve pouco mais de 2 anos de governo), em seu último ano (1994), e FHC, em seu primeiro ano (1995).

    Os números desmentem categoricamente a afirmação de que a miséria e as desigualdades no Brasil vêm caindo “desde o Plano Real”, como é comum encontrar inclusive entre analistas econômicos. O artigo é de Antônio Lassance.

    Antonio Lassance (*)

    Para ampliar a visualização do gráfico clique aqui.

    O gráfico acima merece ser emoldurado. Ele representa os avanços que o Brasil alcançou até o momento na luta pela redução da miséria.

    Antes de mais nada, é preciso dar os devidos créditos. O gráfico tem como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), colhidos, organizados e divulgados pelo IBGE.

    São sistematicamente trabalhados pelo IPEA, que tem grandes estudiosos sobre o tema da pobreza, assim como pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas-RJ.

    Graças a esses estudos se pode, hoje, visualizar se estamos avançando ou retrocedendo; se o Brasil está resgatando seus pobres ou produzindo quantidades cada vez maiores de pessoas que ganham menos que o estritamente necessário para sobreviver; gente que se encontra sob situação de insegurança e vulnerabilidade.

    Os números e a trajetória que os liga permitem não só uma fotografia da miséria, mas também um retrato do que os governos fizeram a esse respeito. Serve até de exame para um diagnóstico do bem estar ou do mal estar que as políticas econômicas podem causar à nossa sociedade.

    Descritivamente: esta linha sinuosa decresce em ritmo forte em 1994 e 1995, quando estaciona. Depois de 1995, a queda deixa de ter continuidade e, salvo pequenas oscilações, os patamares de miséria ficam estáveis pelos sete anos seguintes, até 2002. Depois de 2003, ocorre uma nova trajetória descendente e, desta vez, sustentada, pois se mantém em queda ao longo de sete anos.

    Na trajetória dos últimos 18 anos, só o governo Lula reduziu a pobreza de forma contínua e acentuada. Itamar e FHC tiveram, cada qual, apenas 1 ano de efetiva redução da pobreza: Itamar (que teve pouco mais de 2 anos de governo), em seu último ano (1994), e FHC, em seu primeiro ano (1995).

    O gráfico desmente categoricamente a afirmação de que a miséria e as desigualdades no Brasil vêm caindo “desde o Plano Real”, como é comum encontrar inclusive entre analistas econômicos, principalmente aqueles que são mais entusiastas do que analistas e, a cada 5 anos, comemoram o aniversário do plano como se fosse alguém da família.

    O Plano Real conseguiu reduzir a miséria apenas pelo efeito imediato e inicial de retirar do cenário econômico aquilo que é conhecido como “imposto inflacionário”: o desconto compulsório, que afeta sobretudo as camadas mais pobres, ao devorar seus rendimentos. Retirar a inflação do meio do caminho foi importante, mas insuficiente.

    No governo FHC, a miséria alcançou um ponto de estagnação. Uma estagnação perversa, que deu origem, por exemplo, à teoria segundo a qual muitos brasileiros seriam “inimpregáveis”.

    Para o discurso oficial, o problema da miséria entre uma parte dos brasileiros estaria, imaginem, nos próprios brasileiros. A expressão era um claro sinônimo de “imprestáveis”: pessoas que não tinham lugar no crescimento pífio daqueles 8 anos.

    Era um recado a milhões de pessoas, do tipo: “não há nada que o governo possa fazer por vocês”. “Se virem!”

    O governo Lula iniciou uma nova curva descendente da miséria no Brasil e a intensificou. Sua trajetória inicial foi mais íngrime do que a verificada no início do Plano Real e, mais importante, ela se manteve em declínio ao longo do tempo. Por trás dos números e da linha torta, está o regate de milhões de brasileiros.

    A razão que explica essa trajetória está no conjunto de políticas sociais implementadas por Lula, como o Fome Zero, o Bolsa Família, a bancarização e os programas da agricultura familiar, além da melhoria e ampliação da cobertura da Previdência.

    No campo econômico, além de proteger as camadas sociais mais pobres da volta do imposto inflacionário (estabilidade macroeconômica), houve uma política sistemática de elevação do salário mínimo e, a partir de 2004, patamares mais significativos de crescimento econômico, com destaque nas regiões mais pobres, que cresceram em ritmo superior à média nacional – em alguns casos, superior ao ritmo chinês.

    O governo FHC, sem políticas sociais robustas e integradas e com índices sofríveis de crescimento econômico, exibiu uma perversa estabilidade da miséria. Se lembrarmos bem, ao final de seu mandato, a economia projetava inflação de dois dígitos, os juros (Selic) superavam os 21% ao ano (haviam batido em 44,95% em 1999), a crise da desvalorização cambial fizera o dólar disparar, as reservas estavam zeradas e o País precisara do FMI como avalista.

    Por isso se pode dizer que a característica principal do Governo FHC não foi propriamente a estabilidade macroeconômica. Foi o ajuste fiscal e a estabilidade da miséria.

    Por sua vez, a tríade crescimento, estabilidade e redução da miséria, prometida por Lula na campanha de 2002, aconteceu. Se alguém tinha alguma dúvida, aí está a prova.

    (*) Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política.

    PORTAL CARTA MAIOR

  • 12jul

    OSSERVATORE ROMANO

    O orçamento da Santa Sé está no vermelho pelo terceiro ano consecutivo, devido à crise econômica mundial, anunciou o Vaticano, este sábado, em um comunicado.

    O Vaticano fechou o ano fiscal de 2009 com prejuízo de 4,1 milhões de euros (US$ 5,2 milhões), comparado com a perda de 911.514 euros em 2008. Em 2007, o volume do déficit havia alcançado os nove milhões de euros.

    No transcurso do último ano orçamentário, os gastos alcançaram 254,2 milhões de euros e a renda, 250,1 milhões. Em 2009, o Vaticano absorveu “as flutuações negativas que não tinham sido contabilizadas em 2008″, destacou o comunicado.

    De acordo com a Rádio Vaticano, a Santa Sé teria apresentado um balanço positivo em 2009 se não tivesse tido que absorver as perdas de 2008.

    As doações feitas pela diocese e católicos de todo o mundo à Santa Sé, chamadas “Óbolo de São Pedro”, alcançaram US$ 82,5 milhões (65,25 milhões de euros), por 75,8 milhões em 2008.

    As doações mais importantes vieram das Igrejas de Estados Unidos, Itália e França, destacou o comunicado.

  • 22jun

    JORNALE/ROSIANE FREITAS

    O relatório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) relativo ao mês de maio mostra que as duas principais companhias aéreas do Brasil perderam espaço para as pequenas nos últimos 12 meses.

    Mesmo assim, TAM e Gol ainda são responsáveis por 84,3% do mercado.

    Em maio de 2009, segundo os dados divulgados pela Anac, as duas companhias, juntas, somavam 88,6% de todo o mercado nacional de aviação civil.

    A TAM ficava com 46,87% e a Gol com um pouco menos, 41,73%.

    No mesmo mês de maio, neste ano, a diferença foi de pouco mais de quatro pontos percentuais para menos.

    A TAM ficou com 43,18% do mercado, enquanto a Gol atendeu 41,2% da demanda.

    Quem vem ocupando o espaço, segundo o relatório da Anac, foram as pequenas empresas.

    A WebJet foi quem mais avançou: passou de 3,7% para 5,3%.

    Trip e Azul também ganharam 1% do mercado cada no último ano.

  • 02jun

    UOL/ECONOMIA

    Os brasileiros atingem às 10h desta quarta-feira (2) a marca de R$ 500 bilhões de tributos federais, estaduais e municipais pagos em 2010, revelam dados do Impostômetro da ACSP (Associação do Comércio de São Paulo).

    De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), também responsável pela ferramenta, no ano passado, a marca foi atingida 22 dias depois, em 24 de junho, e, em 2008, no dia 25 de junho.

    Segundo o presidente do instituto, João Eloi Olenike, esse valor foi praticamente o que o brasileiro pagou em impostos, taxas e contribuições para o governo este ano.

    O que pode ser feito

    Com os R$ 500 bilhões arrecadados até esta quarta por todos os governos, é possível construir mais de 24,390 milhões de casas populares de 40 metros quadrados, assim como é possível construir mais de 41,666 milhões de salas de aulas equipadas.

    Também é possível pagar mais de 1,213 bilhão de salários mínimos ou fornecer mais de 4,166 bilhões de Bolsas Família, programa social do Governo Federal.

    Além disso, seria possível comprar 2,5 bilhões de cestas básicas ou comprar mais de 7,142 milhões de ambulâncias equipadas.

    O dinheiro ainda permite comprar 20 milhões de carros populares, 200 milhões de TVs de plasma e 500 milhões de geladeiras simples, sendo que o montante pagaria durante 75 meses a conta de luz de todos os brasileiros.

    Impostômetro

    O impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005 e está instalado na Associação Comercial de São Paulo.

    Entretanto, pela internet (www.impostometro.com.br), qualquer cidadão pode acompanhar o total de impostos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal, de acordo com os estados e municípios

    O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até dezembro deste ano.

  • 22mai

    AEN

    A Assembleia Legislativa concluiu nesta terça-feira (18) a votação de dois projetos de lei do Poder Executivo. O primeiro, com o número 118/2010, determina que a participação igualitária dos trabalhadores nos lucros ou resultados das empresas a ser distribuídos.

    A proposta garante que nenhum funcionário de empresas estatais como sociedades de economia mista, subsidiárias e controladas, irá receber menor valor quando da divisão dos lucros ou dos resultados financeiros.

    A segunda proposta aprovada pelos deputados, com o número 111/2010, permite a Secretaria do Trabalho prestar apoio técnico, administrativo e financeiro aos conselhos estaduais de Assistência Social, Segurança Alimentar e Nutricional, dos Direitos dos Idosos e do Trabalho.

    Como não receberam emendas, os dois projetos seguem para sanção do governador Orlando Pessuti (PMDB).

    “Ao estimular a eficiência e dedicação dos colaboradores, as empresas irão obter melhores resultados financeiros e gerenciais”, acredita o deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual e líder do PMDB na Assembleia Legislativa.

    Para o líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli, a lei que permite apoio técnico, administro e financeiros aos conselhos estaduais, dará maior independência aos órgãos na fiscalização e na formatação das políticas públicas.

    “Com isto, os delegados de cada conselho terão mais autonomia para participar das conferências e das decisões relativas a cada segmento”, disse.

  • 16mai

    FOLHA ONLINE

    A TAM manteve a liderança do mercado doméstico de aviação em abril com apenas 1,44 ponto percentual de diferença na participação em relação à Gol/Varig, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

    Com crescimento de demanda de 29% na comparação com o mesmo mês no ano passado, a Gol/Varig atingiu a participação de 40,69% do mercado nacional, ante 42,13% da TAM, que cresceu 6% em igual período. Em março, os números eram, respectivamente, 41,44% e 41,75%.

    A terceira maior companhia do país em voos domésticos foi a Webjet, com 5,89% de participação, seguida pela Azul (5,56%), Avianca (nova marca da OceanAir, com 2,45%) e Trip (2,29%). As companhias de menor porte representam 17% do mercado.

    De janeiro a abril de 2010, as companhias brasileiras acumulam alta de 32% na demanda, em relação ao mesmo período de 2009.

    Segundo a Anac, o mercado internacional operado pelas companhias brasileiras permanece praticamente estável, com ligeira queda de 0,22%.

    Com relação aos voos internacionais operados pelas companhias brasileiras, a alta foi de 9,54% nos quatro primeiros meses em relação ao ano passado.

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