• 05mai

    MSN/ESTADÃO

    LIVRO DE LULADez anos de poder levaram à existência de dois PTs: o “eleitoreiro, parlamentar, o PT dos dirigentes”, e o partido da “base, igualzinho ao que era em 1980″, contrário às alianças política, mas ciente que, para ganhar, “tem que fazer acordos políticos”.

    A análise é do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criador da legenda que nasceu num colégio católico, em bairro nobre paulistano, e agora “precisa voltar a acreditar em valores (…) que foram banalizados por conta da disputa eleitoral”, mas sem ser “sectário como no começo”.

    As declarações do “principal protagonista” do PT fazem parte do livro “10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma”, coletânea de 23 artigos organizada pelo sociólogo Emir Sader que será lançada no dia 13, em seminário no Centro Cultural São Paulo com participação da filósofa Marilena Chauí e do economista Marcio Pochmann, além do próprio Lula.

    Assinam os textos o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo e o físico Luiz Pinguelli Rosa, entre outros.

    O livro também traz uma entrevista inédita do ex-presidente, concedida em 14 de fevereiro. Estão lá não só frases de elogios aos mandatos petistas – como “outros países não conseguiram, em 30 anos, fazer o que nós conseguimos fazer em dez anos” -, mas também uma análise de Lula do quanto a chegada ao poder mudou o PT, e o que o partido deve fazer a respeito.

    Nas 20 páginas da entrevista, só o próprio Lula menciona a palavra mensalão e cita “problemas com os companheiros” que tiveram de deixar o governo.

    Tanto os entrevistadores – Sader e o diretor da Faculdade de Ciências Sociais da América Latina (Flacso), Pablo Gentili – quanto o ex-presidente veem atuação política em setores da mídia brasileira.

    Em meio à defesa de ações de sua gestão, como a criação de universidades federais, o aumento do salário mínimo e a “revolução na política externa” do País, o ex-presidente reconhece “tropeços” e “medidas erradas”, como o programa do primeiro emprego.

    “Concluímos que essas coisas fictícias não funcionam. Pode ficar muito bom no discurso, mas o patrão só vai contratar um trabalhador se precisar dele. Nem o Estado contrata se não precisa”, diz.

    Carta de 2002

    Ao lembrar a campanha de 2002 e a escolha do empresário José Alencar como vice, Lula afirma ter sido contra a Carta ao Povo Brasileiro – documento no qual se comprometia a manter contratos e a controlar a inflação e os gastos públicos -, mas admite sua importância para a vitória.

    “Eu era radicalmente contra a carta porque ela dizia coisas que eu não queria falar, mas hoje eu reconheço que ela foi extremamente importante.”

    Lula diz ter provado “que era plenamente possível crescer distribuindo renda” – o que seria, na linha mestra que conduz a coletânea, o principal contraponto aos oito anos de PSDB no poder.

    Procurada, a direção do PSDB não quis comentar a definição de governo neoliberal dada pelo livro.

    Outra política

    Ao pregar o diálogo entre diferentes forças políticas, Lula diz que seu medo “é que se passe a menosprezar o exercício da democracia e se comece a aplicar a ditadura de um partido sobre os demais”.

    Hoje, o governo Dilma Rousseff enfrenta críticas por tentar aprovar uma lei partidária que prejudicaria potenciais adversários nas urnas de 2014, como a ex-senadora Marina Silva.

    O ex-presidente defende as alianças feitas em nome da governabilidade e diz que o PT “mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade”.

    “Mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos”, reconhece.

    “Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política.”

    Nessa análise, Lula reafirma a bandeira por uma reforma política que institua o financiamento público de campanha e o voto em lista para o Legislativo.

    “Se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger”, afirma.

    “Às vezes, tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade.”

  • 05mai

    VEJA.COM

    A verborragia de Lobão já é parte do anedotário da música popular brasileira. Há quem aposte que ele solta o primeiro petardo do dia ainda na cama, ao se espreguiçar.

    Não é de se esperar, portanto, que um livro seu seja canção para ninar carneirinho. Não foi assim com 50 Anos a Mil (Nova Fronteira), volume autobiográfico que saiu em 2010 sem poupar nenhum personagem e vendeu 150 000 exemplares, nem será assim com Manifesto do Nada na Terra do Nunca (Nova Fronteira, 248 páginas, 39,90 reais), que chega às lojas na próxima semana com tiragem inicial 40 000 cópias, quatro vezes maior que a do livro anterior.

    Aqui, ele volta a disparar sua munição contra políticos (em especial os petistas, “aloprados e bandidos”), a música brasileira (o rock nacional continua “errado”, Roberto Carlos é uma “múmia deprimida” e a MPB, uma “sigla de proveta”), artistas e intelectuais (subornados ou preguiçosos), o brasileiro medíocre (leia-o brasileiro médio) e os nossos vícios de sempre (“a precariedade, a corrupção, a breguice, a incompetência, o assistencialismo, o nepotismo, o peculato, a demagogia, o simplismo, o coronelato”).

    “O Brasil dos estupros consentidos na surdina,/ dos superfaturamentos encarados como rotina,/ dos desabamentos e enchentes de hora marcada,/ dos hospitais públicos em abandono genocida,/ dos subsídios da Cultura a artistas consagrados,/ dos aeroportos em frangalhos, usuários indigentes,/ dos políticos grosseiros, como sempre, subornados,/ de cabelo acaju e seus salários indecentes,/ da educação sucateada pelo Estado/ em sua paralisia ideológica, omissa e incompetente”, escreve ele no prólogo, feito em forma de poema e intitulado Aquarela do Brasil 2.0.

    Há munição também, e bastante, dirigida para a presidente Dilma Rousseff, que tem um capítulo “dedicado” especialmente a ela.

    Em “Vamos assassinar a presidenta da República?”, Lobão afirma, por exemplo, que quando guerrilheira Dilma lutava contra uma ditadura para instaurar outra em seu lugar.

    “Ditadura que a presidenta e sua corriola teimam por fazer crer ser “do bem”, assim como a de Cuba e da China, das quais são fãs de carteirinha, asseclas e parceiros”, diz.

    É certo que essa ácida verborragia serve de marketing para Lobão — o livro deve ser comentado em todo canto nas próximas semanas. Mas não é um marketing enganoso.

    Quem conhece o cantor já sabe o que vai encontrar em Manifesto do Nada na Terra do Nunca. Não há engodo. Nem viagem perdida. Ainda que discorde do que diz o livro, o leitor pode se engraçar com a folclórica energia demolidora do compositor de Me Chama.

    Que tem, sem dúvida, a sua serventia. É de se festejar haver alguém que pense diferente da maioria em tempos de manifestações ociosas em redes sociais e que se disponha ao debate. E escreva de jeito tão visceral e divertido.

    Confira abaixo um trecho do capítulo em “homenagem” à “presidenta”. E, aqui, Aquarela do Brasil 2.0, o prólogo do livro. Continue lendo »

  • 26jan

    MÁRCIO  CUNHA CARLOMAGNO/ASSESSOR DE IMPRENSA

    Os bastidores dos seis meses de trabalho da CPI das Falências, instaurada por iniciativa e presidida pelo Deputado Fabio

    Deputado Fabio Camargo com seu novo livro

    Deputado Fabio Camargo com seu novo livro

    Camargo, é o tema de seu novo livro “Poder, Dinheiro e Corrupção: os Bastidores da CPI das Falências”.

    A CPI das Falências, instaurada em 2011 na Assembleia Legislativa do Paraná, investigou a nomeação de amigos e parentes de juízes e desembargadores para as massas falidas mais lucrativas do estado.

    A Comissão ganhou notoriedade quando foi suspensa por uma liminar judicial que impediu sua continuidade, sob a alegação de que não tinha poderes para investigar desembargadores.

    A Comissão, legalmente, continua suspensa e ainda pode ser reaberta.

    As investigações da CPI das Falências recentemente foram matéria do jornal O Globo (link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/policia-investiga-irregularidades-em-massas-falidas-no-parana-6933004).

    O livro apresenta dados, história e a complexa rede de troca de interesses e favorecimentos do grupo que movimentava um patrimônio superior a R$ 15 bilhões.

    Uma vez que não houve relatório final da CPI, o livro serve como instrumento público para apresentar à sociedade os resultados das investigações, além de contar episódios ocorridos nos bastidores que até então eram desconhecidos do público.

    O Deputado Fabio Camargo destaca a importância de tornar o tema público.

    “Este é um problema crônico e nacional. Acontece no Paraná, mas também em outros estados. Com o nosso trabalho esperamos nacionalizar assunto, colocá-lo sob holofotes, pois não pode continuar às escuras, como tem sido”, argumenta o Deputado.

    O evento solene de lançamento ocorrerá às 17:00 horas do dia 04 de fevereiro (segunda-feira), no Salão Nobre da Assembleia Legislativa do Paraná.

    A entrada é livre a todos os cidadãos que queiram prestigiar o evento, não sendo necessário convite.

    Também haverá, no local, venda de exemplares da cota pessoal do autor e sessão de autógrafos.

    Ainda não há data prevista para lançamento comercial.

     

  • 08ago

    Altair Francener
    ENFOQUE Comunicação & Eventos 

    O livro  “As catorze vidas de David – o menino que tinha nome de rei”, será lançado na  quinta-feira, dia 9.

    A obra  narra a trajetória de David Lorber Rolnik,  um dos únicos sobrevivente do nazismo e do stalinismo,  radicado em Curitiba, onde faleceu em 2008. 

     A história, resgatada por seus filhos, os jornalistas Szyja e Blima Lorber, é uma homenagem póstuma ao pai e reconstitui momentos cruciais de sua vida, desde a cidade de Chelm, no interior da Polônia, onde viveu até os 19 anos, até a ocupação do país pela Alemanha de Hitler e pela Rússia de Stalin, na Segunda Guerra Mundial.

    Forçado a abandonar o lar e a família, David sobreviveu a uma “marcha da morte” promovida pelos nazistas em sua cidade natal, enfrentou perigos, fome, frio intenso, medo e até a morte que esteve à sua espreita muitas vezes.

    O lançamento será na Livraria Cultura do Shopping Curitiba, às 19h.

     

    Serviço:

    Título: “As catorze vidas de David – O menino que tinha nome de rei”

    Autores: Blima R. Lorber e Szyja B. Lorber

    Editora: Sêfer, SP. 2012, 304 páginas.

    Lançamento: 09/08/2012,  às 19h

    Local: Livraria Cultura/Shopping Curitiba

    (Rua Brigadeiro Franco, 2300 Piso L3 / L4  Tel.: (41) 3941-0292 )

    Preço: R$ 36,00

  • 01ago

     

  • 17jul

  • 09jul

  • 20jun

    JORNALISTA CURITIBANA LANÇA LIVRO COM DICAS PRÁTICAS DE ORATÓRIA

    “Oratória Descomplicada”, de Adriane Werner, traz orientações básicas para quem quer se comunicar melhor

    Dicas práticas de como se comunicar melhor. Esse é o conteúdo do livro “Oratória Descomplicada”, da jornalista Adriane Werner, que será lançado em Curitiba no dia 21 de junho, quinta-feira.

    O livro é em formato de bolso e vem acompanhado de um DVD em que a própria autora simula situações comuns do dia-a-dia, mostrando as necessidades de se
    comunicar de forma clara e objetiva.

    “Profissionais das mais diversas áreas têm percebido a necessidade de melhorar suas habilidades em comunicação. Comunicar-se bem, hoje em dia, é uma exigência de mercado”, afirma a jornalista, que está completando vinte anos de atuação em Jornalismo e dez anos de dedicação a treinamentos de Oratória e Técnicas de Apresentação.

    Uma das principais dicas do livro é a ideia de que as pessoas devem se comunicar de maneira simples e direta, sem rodeios e floreios.

    “Não falamos para impressionar, mas sim para sermos compreendidos, para levarmos nossas mensagens ao público. A época dos discursos pomposos e vazios de conteúdo está ultrapassada, ainda bem!”, diz a autora.

    Ela garante, no entanto, que falar simples não é tão fácil, especialmente para profissionais de áreas que têm uma linguagem própria, um jargão típico da profissão ou da categoria.

    “Na área jurídica, por exemplo, o hábito de usar expressões não-coloquiais, palavras em latim e muitos adjetivos forma o chamado ‘juridiquês’.

    O mesmo acontece entre profissionais da saúde, economistas… Cada profissão tem uma linguagem própria, mas devemos lembrar que quase sempre falamos para plateias heterogêneas, com formação cultural diferente, gostos diferentes, linguagens diferentes.

    Por isso, o ideal é buscarmos uma linguagem simples e coloquial, em um tom conversado”, defende a jornalista.

    Mas ela mesma alerta: “Isso não significa falar errado ou utilizar vocabulário pobre!”

    Para se conseguir a desejada proximidade com o interlocutor, é importante que o orador seja natural e não perca o seu jeito próprio de ser.

    “Uma técnica nunca pode se sobrepor ao nosso próprio estilo. As dicas e técnicas devem ser adotadas de forma gradativa, para que a pessoa não perca a naturalidade”, explica a autora.

    Com base nessa linha de pensamento, o livro traz dicas de posturas, gestos e conteúdo.

    Serviço

    LANÇAMENTO DO LIVRO “ORATÓRIA DESCOMPLICADA”, DE ADRIANE WERNER

    QUANDO? 21 de junho, às 19h30

    ONDE? Livraria Curitiba Megastore – Shopping Barigui

    PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:

    AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882

  • 28mai

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/GILSON SANTOS

                                                                                                                        

    Jorge Miranda, Otavio Luiz Rodrigues Junior e Gustavo Fruet lançam o livro “Direitos da Personalidade”, da editora Atlas.

    Será nesta terça-feira, dia 29 de maio, às 19 horas, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, que fica na Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba.

    O livro é prefaciado por Paulo de Tarso Sanseverino, ministro do Superior Tribunal de Justiça.

  • 14mai

    UOL NOTÍCIAS

     

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