• 28fev

    UOL TABLÓIDE

    Um ladrão alemão foi preso após roubar o mesmo banco em Hamburgo duas vezes em 24 horas, apenas uma semana após ter sido solto da prisão pelo mesmo crime.

    Um porta-voz da polícia da cidade do norte da Alemanha disse nesta sexta-feira que o homem de 50 anos entrou no banco e sacou a pistola, dizendo: “Eu estive aqui ontem, e quero dinheiro hoje de novo”.

    O homem conseguiu levar 450 euros (cerca de R$ 1.100), mas com a ajuda de imagens gravadas pelo circuito de segurança, a polícia conseguiu encontrá-lo três horas mais tarde.

    Segundo a polícia, ele esteve preso também por roubar bancos em 2002 e 2004.

  • 28fev

    UOL/TABLÓIDE

    Infelizmente, não são apenas os políticos brasileiros que fazem farra com dinheiro público. Dois deputados britânicos do Partido Trabalhista (Labour Party) decidiram, durante uma viagem oficial a Paris no final de semana passado, fazer uma aposta para saber quem tomava mais champagne.

    O  esquerdista Bill Etherrington ganhou de sua colega Geraldine Smith, de acordo com o jornal inglês Daily Mail. Enquanto Smith apenas fingia que bebeia e jogava a champagne em um vazo, o deputado tomou tanto que passou muito mal e um médico precisou ser chamado.

    Dizem as testemunhas, entre elas representantes de 20 países, que ele vomitou estilo Exorcista sobre a mesa de um refinado restaurante na capital francesa.

    De acordo com o jornal, o partido do qual faz parte o primeiro-ministro Gordon Brown ainda não tomou nenhuma atitude contra o deputado, numa tentativa de encobrir o escândalo.

    Mas além da ressaca monstro, o deputado provavelmente vai ter que lidar com outra dor de cabeça. Duas, na verdade.

    Uma, vai ser explicar porque encheu o caneco às custas do contribuinte. Outra, será reparar o desgaste político, já que o jornal cogita que a Grã Bretanha poderá até ser convidada a se retirar de algumas discussões diplomáticas em curso na União Europeia, sem contar que o deputado é reincidente em vexames etílicos.

    E o problema não para por aí, informa o Daily Mail. Investigações revelaram que membros do parlamento britânico, não apenas do Partido Trabalhista, gastaram cerca de 800 mil libras, ou mais de R$ 2 milhões em orgias alcóolicas semelhantes no ano passado.

    Pois é. Alguém aí se lembra da farra das passagens aéreas promovida por nossos ilustres representantes em Brasília?

    Isso para ficar em apenas um dos últimos recentes escândalos.

  • 28fev

    BLOG DO FERNANDO RODRIGUES/UOL

    Dilma Rousseff (PT) subiu e quase empatou com José Serra (PSDB) na pesquisa Datafolha realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro. O tucano está com 32% contra 28% da petista.

    Um fato porém chama muito a atenção. Enquanto José Serra é o candidato mais conhecido do eleitorado, Dilma continua com metade da taxa do tucano nesse quesito.

    O Datafolha pergunta quem conhece os candidatos e estratifica as respostas. No caso de Serra, 33% dos eleitores dizem conhecê-lo “muito bem”. Já Dilma só é conhecida “muito bem” por 17% dos eleitores. A seguir, a tabela com o grau de conhecimento de cada candidato:


    O que significa esse ainda baixo grau de conhecimento de Dilma por parte dos eleitores?

    Primeiro, que a alta da candidata do PT nas pesquisas eleitorais se deu muito por conta do apoio que recebeu do presidente Lula, cuja popularidade bate recorde após recorde.

    Segundo, que o grande teste para Dilma Rousseff ainda não chegou: virá quando ela ficar mais solta na campanha, vai se expor mais e faltamente será bem conhecida de uma parcela maior do eleitorado.

    Terceiro, que o fato de ser pouco conhecida agora pode ser bom ou ruim; tudo dependerá do grau de empatia que Dilma conseguirá estabelecer com seus eventuais eleitores.

    É evidente que Dilma já demonstrou ser uma candidata competitiva. Mas a solidez das intenções de voto só poderá ser verificada mais adiante, quando ela se apresentar por inteira ao eleitorado. Esse momento ainda deve demorar mais alguns meses para chegar.

    Marqueteiros experientes enxergam o seguinte cenário à frente para Dilma e para a sucessão em geral:

    1. Dilma subirá mais ainda nas pesquisas, por inércia das ações do governo (um marketing disfarçado e muito bem articulado) e pela inoculação que receberá da popularidade de Lula;

    2. Não será surpresa se Dilma passar José Serra logo após sair da Casa Civil;

    3. A candidata do PT começara a estabilizar então em seguida, podendo cair um pouco quando ficar sozinha na planície, sem cargo nem propaganda na TV até o início da campanha;

    4. A partir daí, tudo dependera do desempenho do programa eleitoral e da capacidade dos dois principais candidatos, Dilma e Serra, de convencerem o eleitor sobre quem é o mais adequado para seguir a “obra” do super bem avaliado Lula;

    5. Será uma campanha dura, mas em teoria muito mais fácil para o PT e para Dilma por conta da grande popularidade de Lula e por causa da desarticulação do PSDB nos Estados e da ausência do mineiro Aécio Neves na campanha tucana (a não ser que venha a ser vice de Serra, o que parece altamente improvável.

    Feita a análise e a ressalva a respeito do pouco conhecimento do eleitorado sobre Dilma, é necessário dizer que a pesquisa Datafolha teve um resultado excepcional para a o PT e para a candidata petista.

    No caso dos outros candidatos a presidente, algumas observações:

    José Serra (PSDB): a resiliência do tucano é grande, pois ele ainda se mantém à frente de Dilma apesar da gigantesca máquina de propaganda federal a favor da candidata do PT.

    Mas o casco do navio do PSDB está muito avariado. Basta dizer que Serra é hoje, numericamente, o candidato a presidente com maior rejeição entre os que estão no páreo.

    Pior: perdeu pontos em todos os cenários e em todas as regiões do país, segundo o Datafolha.

    A grande esperança tucana é desconstruir Dilma e provar ao eleitor que Serra seria o melhor nome para ocupar o lugar de Lula.

    Não é tarefa simples –e a curva do tucano está embicando para baixo.

    Ciro Gomes (PSB): não aconteceu. Teve seus 10 minutos de propaganda eleitoral em fevereiro. O efeito foi nulo. Ciro tinha 13% em dezembro.

    Agora, tem 12%, segundo o Datafolha. No seu partido são poucos os que desejam a manutenção da postulação ao Planalto.

    Para complicar, está mais do que provado que Ciro tende a não ser necessário para garantir a passagem de Dilma ao segundo turno.

    Tudo leva a crer que Ciro não conseguirá ser candidato. Até porque seu partido pode negar-lhe a legenda na convenção de junho (prazo oficial e obrigatório para definição de quem será lançado candidato). Restariam a Ciro três opções.

    Primeiro, não ser candidato a nada. Segundo, ser candidato ao governo de São Paulo representando os partidos lulistas.

    Terceiro, ser o candidato a vice-presidente numa chapa com Aécio Neves (PSDB), algo que nos bastidores vem sendo dito com insistente frequência.

    Mas essa terceira saída parece remota, pois implicaria numa desistência de José Serra –algo aparentemente improvável (mas não impossível) no momento.

    Os sinais todos são de que Ciro anda chateado com essa situação. Quem é que depois de ter sido candidato a presidente duas vezes gostaria de saber que não terá mais chance?

    O hoje deputado do PSB, como se sabe, não é dado a “soft landings”. Fica, então, uma dúvida: o ex-ministro de Lula sairá desse processo calminho ou vai atirar para todos os lados?

    Marina Silva (PV): outra que não deslancha. Assim como Ciro, teve seus 10 minutos na TV em fevereiro, mas não saiu do lugar. Tinha 8% em dezembro. Agora, manteve-se com 8%.

    O desafio de Marina é desgarrar-se do discurso centrado de maneira excessiva no meio ambiente. Ela tem tentado, mas o eleitor está respondendo com indiferença.

    Ou seja, há que recalibrar a sua “parlance” política. Pelo menos para terminar a eleição do mesmo tamanho que tem hoje.

  • 28fev

    PARANÁ ONLINE

    Uma iniciativa da Itaipu Binacional está fazendo do oeste paranaense um laboratório de plantas

    Jair Kotz-coordenador-executivo/Água Boa

    medicinais, como a erva capuchinha, calêndula, melissa e arruda a céu aberto.

    O projeto Cultivando Água Boa tem como objetivo difundir a produção de plantas medicinais, aromáticas, condimentares, corantes e de propriedades funcionais nos municípios da Bacia do Paraná III, que abrange Foz do Iguaçu, Guaíra, Cascavel e Mundo Novo, este no estado vizinho de Mato Grosso do Sul.

    Juntos, eles somam uma população de quase um milhão de habitantes.

    De acordo com o coordenador-executivo do Cultivando Água Boa, Jair Kotz, o projeto chama atenção por promover a saúde por meio destas ervas naturais.

    “Não é apenas um projeto de chá e plantinha. É um retorno à origem com base científica aplicada”, afirma. Para ele, o fato de o sistema de saúde hoje se preocupar mais em combater a prevenir a doença contribui no aumento de gastos no sistema público de saúde.

    “Por exemplo, em Altônia, norte do Paraná, gastam-se R$ 262 mil por mês para cobrir despesas com saúde de uma população de 20 mil habitantes. O projeto Água Boa pode ajudar a reduzir esses custos”, afirma.

    A Itaipu Binacional oferece suporte para as cidades que tenham interesse em participar do programa.

    A hidrelétrica fornece plantas de qualidade e procedência comprovadas que fazem parte da farmacopeia brasileira e propõe a criação de uma legislação municipal para o uso das ervas na rede pública de saúde. A legislação já foi criada em seis cidades consideradas pilotos do projeto: Mercedes, Altônia, Ramilândia, Vera Cruz do Oeste, Diamante do Oeste e Foz do Iguaçu.

  • 28fev

    AGÊNCIA ESTADO

    O resultado da pesquisa Datafolha sobre intenção de votos à eleição para a Presidência da República, divulgado hoje, confirma tendência de crescimento da pré-candidata pelo PT, Dilma Rousseff, verificada por outros institutos.

    A avaliação é do cientista político e pesquisador da PUC e FGV-SP, Marco Antônio Carvalho Teixeira. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para fevereiro, atingindo 28%.

    No mesmo período, a parcela de intenção de votos para o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.

    De acordo com Carvalho Teixeira, a pesquisa sugere uma consolidação de intenção de votos na pré-candidata Dilma, “que se mostra extremamente competitiva, mesmo sem trajetória política e menor imagem pública do que Serra”.

    O cientista político acrescenta que o novo levantamento indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conseguido transferir votos para a pré-candidata do PT, “colando sua imagem à dela”, diz.

    O pesquisador comenta, ainda, que a pesquisa deve ser motivo de preocupações para o PSDB. Isso porque a candidatura de Serra parece ter “empacado”, ficando sem força para subir.

    “A queda da intenção de votos em Serra não pode ser considerada significativa. Está sólida, mas apenas na faixa de eleitores que sempre são oposição ao governo.”

    Apesar de queda no desempenho, Carvalho Teixeira considera que Serra “dificilmente abrirá mão da candidatura a presidente, embora esteja deixando a decisão para o último minuto”.

    “Serra está com a intenção de votos cristalizada em um bom nível, mas parece ter dificuldades para atrair eleitores indecisos”, opina.

    O levantamento Datafolha revela que, no primeiro turno, Serra obtém o maior índice de rejeição (25% ante 19% na pesquisa anterior, de dezembro).

    Em segundo lugar, Dilma, com 23%, em comparação com 21% em dezembro. “Esse é um dado importante para os formuladores da campanha de Serra, pois reforça a dificuldade de crescimento”.

    Outra constatação do pesquisador é que a candidatura de Ciro Gomes (PSB) cada vez mais perde importância no processo sucessório, principalmente para o governo.

    “Ele (Ciro Gomes) já não é mais tão decisivo para a realização de um segundo turno.” Conforme a pesquisa Datafolha, em dezembro, sem o nome do PSB, havia possibilidade de Serra vencer no primeiro turno.

    O governador paulista tinha 40% ante 37% de Dilma e Marina somadas. Para vencer no primeiro turno, o candidato deve receber acima de 50% da soma de todos os votos dados aos adversários. “Ciro Gomes não embaralha mais tanto a disputa presidencial”, diz.

  • 28fev

    PARANÁ ONLINE/ELIZABETE CASTRO

    Romanelli:"a decisão será do Pessuti"

    Um dos protagonistas da negociação para juntar PMDB e PSDB, o líder do governo, Luiz Claudio Romanelli, disse que o partido está aberto ao processo de diálogo com os tucanos, mas não agora.

    A corrente pró-Beto Richa no PMDB acha que o vice-governador Orlando Pessuti merece um tempo para mostrar que tem condições de disputar, com chances, o governo do Estado.

    Para Romanelli, Pessuti é que deve dizer ao partido se vai ou não concorrer, depois de avaliar suas possibilidades eleitorais até meados de maio, quando já terá completado dois meses no comando do governo.

    “Quem vai decidir se o Pessuti é candidato, não sou eu, nem o governador, nem o Alexandre Curi. Ele é que deve saber da conveniência da candidatura. Essa decisão é dele”, afirmou.

    Para ter alguma chance num quadro pré-eleitoral já polarizado entre as pré-candidaturas do senador Osmar Dias e do prefeito de Curitiba, Beto Richa, o vice-governador terá que ter alcançado pelo menos 15% nas pesquisas de intenções de votos.

    Esta é a avaliação que fazem os peemedebistas que estão interessados na aliança com os tucanos. Se não chegar neste patamar, o vice-governador terá dificuldades para manter a candidatura e impedir as negociações com o PSDB.

    Assim como Romanelli, o deputado Alexandre Curi, cotado para ser candidato a vice-governador numa eventual composição com o PSDB, também tem procurado evitar se posicionar como um adversário da candidatura de Pessuti. Disse que irá acompanhar a posição do partido.


  • 28fev

    PARANÁ ONLINE/ELIZABETE CASTRO

    O jogo ainda não terminou. Os dados estão rolando.

    Lupion-acreditando

    É o que pensa o presidente estadual do DEM, deputado federal Abelardo Lupion, que não considera consumada a candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), ao governo do Estado.

    Em entrevista a O Estado, Lupion diz que ainda crê na aliança entre PDT, DEM, PSDB, PPS e PP no Paraná, em um palanque comandado pelo senador Osmar Dias.

    Para ele, o senador e o PT são incompatíveis e até o dia 3 abril, prazo final para que Beto renuncie ao cargo para disputar as eleições, tudo pode acontecer

  • 27fev

    FOLHA ONLINE

    O levantamento publicado na edição de domingo pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta Serra com 32% das intenções de voto; Dilma Rousseff, com 28%; o deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB, com 12%; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva (AC), com 8%. Na mostra anterior da Datafolha, divulgada em dezembro de 2009, Serra tinha 37%; Dilma 23%; Ciro 13%; e Marina 8%.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Do total de entrevistados (2.623), 9% disseram que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos e 10% informaram que estão indecisos. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

    A pesquisa também apresentou um cenário sem a presença de Ciro Gomes. Nessa simulação, aumentam para 38% as intenções de voto em Serra (ante 40% na pesquisa realizada entre 14 e 18 de dezembro); Dilma atinge 31% (ante 26% da pesquisa anterior); e Marina Silva fica com 10% (11% no levantamento de dezembro).

    No cenário de segundo turno, numa eventual disputa entre Serra e Dilma, o tucano lidera com 45% das intenções de voto e a petista aparece com 41%. O levantamento realizado em dezembro apontava Serra com 49% das intenções de voto e Dilma com 34%. Em outro cenário de segundo turno, Dilma vence com 48%, contra 26% de Aécio.

    De acordo com o Datafolha, o pré-candidato Serra registra o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis, com 25%; seguido de Dilma com 23%; Ciro, com 21%; Aécio, com 20%; e Marina, com 19%. A pesquisa avaliou também o índice de aprovação do presidente Lula.

    Na mostra, a aprovação ficou em 73% (de ótimo e bom). Na pesquisa de dezembro, este índice foi de 72%, o mais alto patamar de popularidade apurado pelo Datafolha.

    A pesquisa Datafolha está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob protocolo nº 4080/2010.

  • 27fev

    UOL Vídeos

  • 27fev

    FOLHA ON LINE

    Dilma- quase empate técnico

    Pesquisa Datafolha que será publicada na edição deste domingo da Folha, mostra que a ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para janeiro, atingindo 28%.

    No mesmo período, a taxa de intenção de voto no governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%.

    Com isso, a diferença entre os dois pré-candidatos recuou de 14 pontos para 4 pontos de dezembro para cá.

    A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No entanto, é impreciso dizer que o levantamento indica um empate técnico entre Serra e Dilma.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Foram ouvidas 2.623 pessoas com mais  de 16 anos.

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