• 30set

    IG


    Faltando apenas três dias para as eleições, o cenário da disputa presidencial permanece estável, dando à candidata do PT, Dilma Rousseff, 55% dos votos válidos no tracking Vox Populi/Band/iG. A conta, que exclui os votos nulos e em branco, mantém a perspectiva de uma vitória da petista ainda no primeiro 1°turno, segundo o Vox Populi. Se a eleição fosse hoje, o tucano José Serra teria 29% dos votos válidos e a candidata do PV, Marina Silva, 13%.

    Para vencer no primeiro turno, a candidata do PT precisa obter 50% dos votos válidos mais um.
    Quando é analisado o total de intenções de voto, Dilma continua com 49%, mesmo patamar registrado nos últimos cinco dias. O candidato do PSDB, José Serra, aparece na segunda colocação, mantendo 26% da preferência do eleitorado, mesmo índice registrado na medição de ontem.

    Marina também continuou com 12% das intenções de voto na medição de hoje, mesmo patamar do dia anterior. Os outros candidatos, juntos, alcançaram 1% dos entrevistados pelo instituto. Ainda segundo o Vox Populi, 4% dos entrevistados pretendem votar em branco no próximo domingo e 8% se declaram indecisos.

    No atual cenário, Dilma mantém dez pontos de vantagem em relação à soma de todos os adversários. O melhor cenário para a candidata petista é o Nordeste, onde ela tem 64% das preferências – contra 18% de Serra e 7% de Marina.

    No Sudeste, onde Dilma chegou a ter 48% das intenções de voto há dez dias, o índice chega agora a 42%. Ela oscilou um ponto percentual positivo em relação a ontem, tirando um ponto da candidata do PV, Marina Silva, que oscilou de 16% para 15%.

    O maior avanço de Dilma na comparação com a medição de ontem foi no Sul, onde ela passou de 46% para 49%, oscilando além da margem de erro. Nessa mesma região Serra passou de 36% para 32% e Marina se manteve com 6%.

    O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente. A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27.428/10.

  • 30set

    DO BLOG TIJOLAÇO.COM

    Se existe um personagem que tenha conseguido ficar marcado pelo povo brasileiro, este é, sem dúvida, o senhor Fernando Henrique Cardoso.

    Tornou-se um espectro que vaga, fantasmagoricamente, na política brasileira. A impressão que se tem é que só mesmo as páginas dos jornais hoje o acolhem.

    Ninguém mais quer a sua companhia, nem mesmo José Serra, seu candidato e pupilo.

    Fernando Henrique é um desses exemplos que se adaptariam a perfeição à história bíblica de Caim.

    Trai estampado em suas têmporas o estigma da traição. É o homem condenado pelo crime político de vender o que não era seu, mas de toda a nacionalidade.

    É aquele que se pavoneando nos salões do capitalismo mundial vangloriava-se de ter entregado nossos minérios, nossa energia, nosso sistema de comunicações aos “luminares” do capitalismo que iam, finalmente, trazer a civilização e o progresso para o país de botocudos e incapazes.

    Olhem, se ele não tivesse feito o mal que fez a este país, bastaria que dele disséssemos que é um bobalhão, um daqueles tipos folclóricos de que as cortes se valiam para adocicar seu humor e distrair o povo.

    Mas, infelizmente, não lhe podemos ser indulgentes. O que ele entregou custará muito ao povo brasileiro para retomar, embora seja tão abençoado este país que o conseguiremos fazer.

    Vejam, agora, o quanto custou ao Brasil reaver parte do controle da Petrobras que o senhor Fernando Henrique Cardoso mercadejou na Bolsa de Nova Iorque.

    Nada menos que US$70 bilhões, foi quanto o governo brasileiro teve de aportar na capitalização da Petrobras para recuperar menos de dois terços das ações que FHC distribuiu em Nova Iorque.

    Benza-nos Deus que tínhamos 5 bilhões de barris de petróleo do pré-sal para usarmos no resgate do crime de lesa-pátria que fez aquele homem.

    Olhem os valores, vejam os números. Não se trata, absolutamente, de alguns tostões mal-empregados.

    Trata-se, como se viu, de dezenas de bilhões de dólares para recomprar o que foi vendido e que, aposto eu, não haverá um brasileiro capaz de dizer onde se empregou o dinheiro da venda, exceto no pagamento dos sanguessugas que vivem da especulação financeira.

    Hoje, Fernando Henrique Cardoso vai deitar falação sobre os “ganhos políticos” que Dilma Rousseff não teria, ao vencer no primeiro turno.

    Senhor Fernando Henrique Cardoso saiba que suas opiniões e conselhos só têm um valor para o povo brasileiro.

    É o de saber que nada do que o senhor diz tem serventia, de que todos os caminhos que o senhor aponta devem ser trilhados exatamente ao inverso, se desejamos um país desenvolvido e justo.

    Mesmo ausente, escondido, acoitado, homiziado nos seus artigos pedantes, o senhor, reconheça-se, tem um papel importantíssimo na campanha derrotada de José Serra.

    Ao vê-lo, é do senhor e do Brasil medíocre que saiu do seu governo que o nosso povão se lembra.

    Seu sucesso, senhor Cardoso, durou o quanto duraram as rendas da monstruosa venda que se fez das riquezas do patrimônio do povo brasileiro.

    Alguns anos de poder podem ter sido a paga do traidor, mas a história – ah, a história- é o inclemente castigo da traição.

    Brizola Neto

  • 30set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA / EDUARDO MIRA

    No debate da RPC/Rede Globo, na noite da terça-feira, 28, o candidato tucano Beto Richa fez questão de citar o último ranking de desenvolvimento municipal elaborado e divulgado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, FIRJAN, tentando tirar proveito dos índices obtidos por Curitiba.

    Ex-prefeito da capital, Beto propositalmente esqueceu de enumerar os verdadeiros números da pesquisa, que dão a Curitiba números muito inferiores aos que ele tratou de divulgar.

    De fato, a capital é a cidade paranaense mais bem situada no levantamento, embora no ranking nacional não passe do 47º lugar, englobando os índices de Educação, Emprego & Renda e Saúde.

    Na análise individual de cada segmento, as colocações obtidas por Curitiba são vergonhosas.

    Em Educação, por exemplo, a cidade está situada no modestíssimo 1412º lugar.

    Na área de Saúde, alardeada por Beto como uma de suas grandes conquistas, o índice FERJAN mostra a verdade dos fatos:

    Curitiba não passa do 209º lugar entre as cidades do país.

    A situação melhora um pouco quando se trata de Emprego & Renda, subindo para a 38º colocação, ainda que se saiba que os fatores capazes de gerar renda são muito mais de responsabilidade dos governos estadual e federal.

    Também os percentuais de crescimento são muito fracos. De 2000 a 2007 Curitiba cresceu apenas 2,7% quando se trata de Educação.

    No setor de Saúde os números seguem a mesma tendência, não ultrapassando 6,8%, mesmo índice obtido por Paudalho, em Pernambuco, ou Mimoso de Goiás.

    Beto passou todo o evento da RPC consultando papéis para checar os números que repete a cada debate.

    Esqueceu de esclarecer os verdadeiros índices levantados pela FIRJAN, talvez porque não conheça o verdadeiro significado das pesquisas.

    Caso soubesse não faria o esforço que tem feito para impugná-las.

  • 30set

    Recebi de deputado estadual Tadeu Veneri, do PT e repasso:

    Hoje(30), estarei ao vivo, a partir das 21h, debatendo c/ vc na internet. Ponto de encontro é www.tadeuveneri13131.com.br.
  • 30set

    UOL/ELEIÇÕES

    Em um evento com público inferior ao previsto e sem a presença de figuras nacionais da oposição, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, realizou na noite desta quarta-feira (29) um de seus últimos compromissos públicos antes da votação de 3 de outubro. Em segundo lugar nas pesquisas, ele tenta forçar um segundo turno contra Dilma Rousseff (PT), preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    O tucano participou do encontro em uma casa de espetáculos no bairro onde nasceu, a Mooca, na zona leste da capital paulista. A organização esperava a presença de três mil pessoas, mas havia vários clarões no local, que se esvaziou rapidamente no fim do ato, que durou cerca de duas horas.

    As campanhas eleitorais vão até a meia noite de quinta para sexta-feira (1º). O tucano ainda deve caminhar por ruas do Rio de Janeiro horas antes do último debate antes do primeiro turno, na TV Globo.

    Estiveram presentes ao ato o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), o prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), os candidatos ao Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin (PSDB), e ao Senado, Aloysio Nunes (PSDB), além de outros políticos locais.

    De fora do Estado, compareceram o deputado Jutahy Magalhães (PSDB-BA) e Roberto Freire, presidente do PPS, que recentemente trocou seu domicílio eleitoral de Pernambuco para São Paulo.

    Ausências

    Os presidentes do PSDB, Sérgio Guerra, do DEM, Rodrigo Maia, e do PTB, Roberto Jefferson, que integram a aliança em torno do tucano, não apareceram. O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso também faltou.

    Ao chegar, Serra se disse “confiante” em um segundo turno contra Dilma e pediu publicamente a seus aliados que sigam engajados depois da votação do próximo domingo. “Descanso da campanha só em novembro. Vamos ter outubro inteiro para fazer campanha pelo Brasil”, afirmou aos jornalistas. “A determinação que eu gostaria que o Sérgio Guerra desse ao partido é para que ninguém viaje de férias depois do primeiro turno.”

    Em seus discursos, repetiu a convocação “para quem esteja eleito ou não”. Depois de uma série de elogios aos políticos paulistas no palanque, Serra insistiu para que seus simpatizantes buscassem votos entre os indecisos e fez piadas. “Hoje, eu topo qualquer coisa. Quer que eu elogie o Corinthians?”, afirmou o candidato do PSDB, torcedor do Palmeiras.

    Questionado sobre se teria feito sua campanha de maneira diferente, Serra admitiu que sim, mas evitou ser específico. “Se pudesse voltar atrás com a cabeça que eu tenho hoje, é claro. Mas a gente quando atua usa a massa de conhecimento que tem”, disse.

  • 30set

    FIQUE DE OLHO !!!

    Sobre esta empresa RADAR que divulgou uma pesquisa hoje, eu já havia me manifestado em Fevereiro deste ano.

    Acompanhem:

    Em 08 de fevereiro de 2010, postei no Blog a seguinte matéria >

    NEGÓCIO É O SEGUINTE

    Vou sair um pouco de minha normalidade. Explicando melhor, estou tomando uma atitude que raramente tomei, como comunicador, formador de opinião e analista político. Vou dar explicações. Coisa rara. Mas, vamos lá.

    Neste domingo, recebi dezenas de e-mails e telefonemas, uns cobrando-me uma opinião, outros censurando-me por omissão e alguns, até insinuando que faço o jogo de terceiros.

    Tudo isso porque não analisei e nem emiti minha opinião sobre uma pesquisa eleitoral, que foi encomendada pelo jornal “O Paraná”, de Cascavel, sobre a sucessão paranaense, junto a um instituto de nome Radar.

    E os números dessa pesquisa mostram Beto Richa em vantagem em todos os cenários.

    Não analisei e nem vou analisar. É um direito meu priorizar os temas em que devo emitir opinião.

    E, também, porque, tenho critérios. Os meus critérios. E nesse assunto de pesquisas tenho muito chão percorrido. São décadas.

    Exatamente, por conhecer o caminho das pedras, não faço o jogo de político algum. E, sinceramente, nunca ouvi falar deste nome Radar.

    Pelo menos, como uma empresa que tenha amplitude nacional e mesmo no cenário estadual, sua atuação, em pesquisas eleitorais, se existe, é restrita e insignificante.

    Não gosto de dar tiro no escuro. E muito menos, de cair no ridículo.

    Prefiro aguardar pesquisas do IBOPE, DATAFOLHA, SENSUS,VOX POPULI, IPESPE e até mesmo da paranaense PARANÁ PESQUISA, entre outras, pois conheço o Murilo, seu diretor, e sua empresa já tem experiência em pesquisas eleitorais.

    Sei que existem muitas pequenas empresas de pesquisas em todo o Paraná. Mas, também, acho que os órgãos de comunicação, entidades e partidos políticos, devem, ao chancelarem uma pesquisa, estar atentos à experiência e à consistência da empresa contratada.

    PS:- Se o Instituto Radar Estatística citado no jornal “O Paraná” for de Francisco Beltrão, no Paraná, desculpem-me os dirigentes e funcionários da empresa, pois tudo que escrevi, está mantido.

    ————————————————————

    No mesmo dia 8 de fevereiro houve o seguinte comentário>

    (8 de fevereiro de 2010) Toni Disse:

    Caro Jota Agostinho:

    A Radar existe desde 1994 e atua principamente nas regiões Sudoeste, Oeste e Centro Sul do Paraná além de Santa Catarina. Sao dezenas de funcionários que atuam nas areas de pesquisa de opinião, Mercado, Administração Publica, Eleitorais e outras. http://www.radarestatistica.com.br

    Pelo que entendi só é sério quem é grande, conhecido ou famoso e por que não temos abrangência nacional, voce nos agride.

    Eu nunca ouvi falar de vc. Seguindo seus próprios critérios, seus comentários são insignificantes e sem concistência. Prefiro o Alexandre Garcia, Claudio Humberto e o Fabio Campana que são serios e tem credibilidade.

    —————————————

    Eu respondi >

    (8 de fevereiro de 2010) jagostinho Disse:

    Caro Toni.

    Polemizar com quem tem olhar vesgo não me interessa, de verdade. Imagino as suas avaliações em pesquisas de opinião. Não consegue entender um texto simples e retilíneo.

    Ver agressão no meu texto é de uma bizarrice incomum. Em nenhum momento explicitei que só é sério quem é grande, conhecido e famoso.
    O meu critério é de experiência. O próprio site de vocês informa que, em 2009, foram duas pesquisas eleitorais em uma região do Paraná.

    Pouco. Muito pouco. Mas contrata quem quer. Eu não contrataria.

    Da mesma forma que você não me conhece, também não o conheço. Aliás, como poderia você saber se sou sério e tenho credibilidade, se nem me conhece? Óbvio demais, não?

    Quanto às suas preferências, fique com elas. É um direito seu.

    Assunto encerrado.

    PS:- Até por dever de ofício, devia saber que CONSISTÊNCIA é assim que se escreve.

    —————————————————————–

    Ontem, houve dois comentários no Blog, a respeito da Radar >

    (29 de setembro de 2010) NANI Disse:

    Tomem cuidado com esta pesquisa. O administrador da RADAR é vinculado ao CASAGRANDE, candidato a suplente de Fruet. Aliás, dizem que o CASAGRANDE é o proprietário da RADAR. O outro é pessoa cítrica.

    (29 de setembro de 2010) NANI Disse:

    Complementando. A divulgação sobre a eleição para Governador ainda não foi divulgada. A turma do Beto está esperando o deferimento da impugnação de todas as outras pesquisas, para aí sim, divulgar a da RADAR, às vésperas da eleição, evidentemente, com o Beto na liderança. Atentem para quem é o dono da RADAR.

  • 30set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA OSMAR 12 GOVERNADOR/EDUARDO MIRA

    Foi divulgada nesta quinta-feira (30), a pedido de um aliado de Beto Richa (PSDB), uma pesquisa eleitoral para governador de um pequeno instituto, o Radar de Francisco Beltrão.

    A consulta foi paga pela rádio CBN de Cascavel, cujo dono é Jacy Scanagatta, ex-prefeito da cidade e coordenador político da campanha de Beto Richa na região.

    Nesta manhã, o diretor de jornalismo da rádio CBN de Curitiba, José Wille, já esclareceu no ar que a emissora da capital que não tem nenhuma responsabilidade sobre a pesquisa.

    A rádio também já avisou que não vai divulgar os números.

    Em Cascavel, o coordenador de Osmar na região conta que a rádio de Jacy Scanagatta tem noticiário tendencioso.

    “Isso é uma pesquisa encomendada e orquestrada. O que dizem por aqui é que um dos radialistas é também amigo pessoal do dono do instituto”, disse Juarez Berté.

    Segundo ele, Scanagatta participa ativamente da campanha de Beto Richa na região.

    Segundo um dos advogados da campanha de Osmar Dias, Guilherme Gonçalves, a credibilidade do Instituto Radar é baixíssima.

    “Eles não tem qualquer experiência,  fizeram um registro emulando seguir os padrões do TSE. O que está acontecendo no Paraná é uma interpretação completamente diferente das regras do TSE para as pesquisas – os grandes institutos não conseguem publicar pesquisas, mas os pequenos sim”, afirmou.

  • 30set

    SITE WELTER 13166 DEPUTADO ESTADUAL


    Em rápida passagem por Toledo na manhã de ontem (29) o ex-ministro José Dirceu reuniu-se com um grupo de militantes do Partido dos Trabalhadores na sede do Sindicato da Alimentação.

    Também participaram do evento, representantes do Sindicato, o vereador Adriano Remonti, o empresário e presidente licenciado do PMDB Beto Lunitti, e o deputado estadual Elton Welter.

    Em seu discurso José Dirceu destacou os avanços do Governo do presidente Lula com destaque para a melhoria de vida dos trabalhadores, a estabilidade da economia, a evolução da educação, e as perspectivas de futuro com a descoberta do Pré Sal e das obras programadas para segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC 2.

    “O Brasil está no rumo certo, a aprovação do presidente Lula é de 80%, e tudo isso fará com que a população não troque o certo pelo duvidoso”.

    “Sem dúvida, com o esforço de cada um de nós iremos eleger a Dilma no primeiro turno”, afirmou o ex-ministro, sem no entanto pregar respeito aos adversários e pedir o esforço final de cada militante.

    O deputado Elton Welter agradeceu a visita de José Dirceu afirmando ser sempre importante ouvir alguém com a sua liderança num momento decisivo da campanha como o que estamos vivendo.

  • 30set

    ASSESSORIA DE IMPRENSA / EDUARDO MIRA

    Raul Plassmann na inauguração do Comitê do Esporte Pró-Osmar

    O ex-secretário municipal de Esporte de Curitiba e candidato a deputado federal pelo PSC, Raul Plassmann, criticou nesta quarta-feira (29) o descaso do ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) com o setor. “Saí do PSDB depois de constatar o total descaso do então prefeito Beto Richa com o Esporte. Ele se comprometeu a construir um Ginásio Municipal Polifuncional e nunca cumpriu”, denunciou.

    O centro polifuncional com capacidade para 20 mil pessoas, explicou Plassmann, foi prometido na primeira campanha de Richa para prefeito em 2004 e, novamente, em 2008 em sua campanha para reeleição.

    “O projeto foi abandonado tão logo o ex-prefeito se elegeu. Para se ter uma idéia do total descaso e do desperdício de dinheiro público, a Secretaria de Esportes e Lazer de Curitiba paga aluguel de espaço para esportes até hoje”, afirmou.

    O ‘Plano de Governo Beto Richa 2009/2012’, intitulado ‘Gente em primeiro lugar’, com cumprimento previsto para os quatro anos, previa a “viabilização do Ginásio Municipal Polifuncional para grandes acontecimentos esportivos e de grande público para eventos nacionais e internacionais, com quadra poliesportiva”.

    O documento foi registrado em cartório – no 4º Ofício de Registro de Títulos e Documentos, com o número 469.700 – iniciativa tomada por Richa para “demonstrar transparência a todos os curitibanos”. “As promessas nunca foram cumpridas. Curitiba nunca teve um ginásio municipal”, denunciou Plassmann.

    Raul Plassmann disse estar confiante que com Osmar governador o setor será melhor tratado. ”Tenho certeza que Osmar vai tocar a obra do ginásio e valorizar o Esporte porque, além de ser homem de palavra, ele sabe da importância do esporte para tirar os jovens das drogas e como gerador de saúde e qualidade de vida para a população”.

    “Osmar é um homem que tem história, consagrado, não precisa provar mais nada. Com ele, o Estado vai estar em boas mãos”, ressaltou

  • 30set

    Acho que dois fatos foram decisivos para que Osmar, bem atrás em pesquisas,

    Ivan Rodrigues em recente encontro com Lula

    quando ainda divulgadas, em julho, agosto e comecinho de setembro, aparecesse num empate técnico nas últimas pesquisas, antes da censura determinada por Beto Richa e bem conduzida pelo seu corpo jurídico.

    O infeliz e desastrado discurso em Apucarana, quando Beto chamou os professores de “laranjas podres”, e a participação do presidente Lula em três comícios emocionantes no Paraná, quando ele mexeu com os sentimentos dos militantes e estes foram às ruas buscar votos que robusteceram a campanha de Osmar.

    A virada começou aí. Daí, encaixando com esta estratégia suicida de Beto que, ao encarnar  o papel de censor, que lembra um personagem famoso no Brasil da ditadura, que decidia qual filme, qual peça de teatro e qual música o povo brasileiro podia assistir, ver ou ouvir, deixa bem claro que está num caminho sem volta.

    As reações contrárias  alastraram-se pelo Paraná e pelo Brasil todo. Há até forte repercussão negativa à nível internacional.

    Pois, por mais que se queira dizer que é a justiça que impugna, esta só se pronuncia quando provocada.

    E na mente do eleitor, de qualquer estrato social e econômico, quem quer esconder pesquisas, é por que está com medo delas.

    E se  tem medo, é por que sabe, por outras medições, que está perdendo.

    Vou contar uma passagem rápida, igual a essa, que aconteceu, em 2008, em São José dos Pinhais, aqui do lado de Curitiba, e quem acompanhei bem de perto, à época.

    Os dois favoritos para o prefeitura de S. J. dos Pinhais eram nomes tradicionais da cidade. Leopoldo Meyer, que buscava a reeleição e Sandro Setim, filho do ex-prefeito e hoje deputado federal, Luis Carlos Setim.

    Alternavam-se, no primeiro lugar nas pesquisas. Em terceiro aparecia, bem atrás, Ivan Rodrigues, bem sucedido empresário e que debutava na política.

    Faltando pouco mais de 15 dias para as eleições, o comando de campanha de Ivan, contratou uma pesquisa, que foi registrada na justiça eleitoral.

    O instituto contratado, sem grande nome, foi contestado judicialmente, tanto por Meyer como por Setim, alegando-se falhas na metodologia.( Isso lembra algo atual ? ). A pesquisa foi impedida de ser divulgada.

    Resumo da história. A boataria espalhou-se como rastro de pólvora por todos os bairros e só se discutia, em todo lugar, sobre a pesquisa impugnada.

    As reações pela frustação da população, que viu seu direito de informação tolhido, foram bem exploradas pela campanha de Ivan Rodrigues.

    E, nos últimos dias, Ivan virou a eleição e foi a maior surpresa política do Paraná, pois, afinal, São José dos Pinhais está entre as 10 maiores cidades do nosso estado.

    Hoje, com uma gestão bem avaliada, pois levou sua bem sucedida experiência empresarial para a administração pública, Ivan Rodrigues é um nome respeitado no mundo político.

    Ficou bem claro, no caso de São José dos Pinhais, que pesquisa impugnada é sinônimo de derrota.

    Qualquer semelhança é mera concidência?



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