• 31jan

    Nesta semana que passou, fui rever meus amigos de longa data, Rubens e Roberto, diretores da Red Apple, que fabrica cosméticos de primeiríssima qualidade, e com preços bem mais acessíveis que tantos outros de marcas que martelam seus nomes na mídia o tempo todo.

    São empreendedores paranaenses, que geram trabalho e engrandecem nossa Curitiba e nosso Paraná.

    Os produtos da marca Red Apple são vendidos em todo o Brasil e nos países do Mercosul.

    E vêm chegando, neste 2011, inúmeros lançamentos que irão agitar o mercado de cosméticos.

    Rubens e Roberto são meus parceiros desde o tempo de rádio, sempre prestigiando meu trabalho profissional que, cada vez, é mais valorizado com uma marca de alcance nacional, como é a Red Apple.

    Rubens, este blogueiro e Roberto

  • 31jan

    Coluna de Ricardo Setti

    Seria hilariante, se não fosse triste, esse caso do rombo de 23 milhões de reais que apareceu, vejam vocês, justamente em uma associação de juízes, a Ajufer (Associação dos Juízes Federais da 1ª região, com sede em Brasília.

    A 1ª região da Justiça Federal abrange o Distrito Federal e 13 Estados, inclusive o segundo maior do país, Minas Gerais).

    O rombo decorre de empréstimos fictícios que, lançando mão irregularmente dos nomes e dados fiscais de 235 juízes federais, a entidade realizou com outra que reúne funcionários do Estado, a Associação de Poupança e Empréstimo (Poupex), entidade que se define como “um produto” da Fundação Habitacional do Exército, que por sua vez é vinculada ao Exército Brasileiro (veja site).

    Se isso ocorre em uma associação de juízes federais, valha-nos Deus, não é mesmo? Seria o caso, como diz a canção inesquecível do compositor Chico Buarque, de chamar o ladrão…

    Para inteirar-se de forma mais completa sobre o caso, vale consultar reportagem do excelente site Consultor Jurídico.

    Notem a ação firme da ministra Eliana Calmon (foto), do Superior Tribunal de Justiça e corregedora do Conselho Nacional de Justiça, cuja recente entrevista a VEJA transcrevi no post e mereceu um grande número de elogios à magistrada.

  • 31jan

    Folha Online

    Penha e Complexo do Alemão

    Movimentos detectados por policiais mostram que o tráfico começa a preparar a volta aos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio, ocupados desde o fim de novembro.

    Segundo o jornal Folha de São Paulo, o traficante Paulo Roberto de Souza Paz, conhecido como Mica ou MK, que controlava pontos de tráfico em parte da Vila Cruzeiro, voltou a entrar e a sair da favela.

    Agora sem armas de fogo, traficantes, incluindo Mica, teriam passado a matar a facadas desafetos suspeitos de terem transmitido informações para policiais, segundo relatos de moradores ouvidos pela Folha.

    Um investigador da Polícia Civil confirma a suspeita. “Estamos investigando três casos de esfaqueamento que de fato têm relação com o tráfico. Em um deles, a vítima é uma mulher que teria algum tipo de ligação com o Mica.”

    Segundo o Exército, ocorreram cinco homicídios nos complexos desde a ocupação pela Brigada Paraquedista em 23 de dezembro passado.

    Os militares não informaram exatamente quantos morreram a golpes de faca.

    O Exército confirma que ainda existem drogas e armas escondidas nos complexos.

    Outro indício da nova investida do tráfico é que bandidos, segundo disse à Folha um oficial do Exército, voltaram a montar barricadas, desta vez com pedras, para barrar patrulhas.

    Cinco delas foram encontradas e desmontadas pelas tropas.

    Moradores relatam que são vigiados pelos “soldados do tráfico” remanescentes no morro.

    Líderes comunitários estão entre os alvos; um deles chegou a deixar a favela por 20 dias, após ameaça.

    O Exército já fez 72 detenções de suspeitos de ligação com o tráfico, mas sem provar vínculo.

    Outras sete pessoas ficaram presas, acusadas de traficar no sistema chamado pelo general de “formiguinha” –o tráfico discreto, sem as chamadas bocas de fumo vigiadas por homens com fuzis.

  • 31jan

    Agência Brasil

    Com visita de Dilma, argentinos lembram Lula e apostam em maior integração

    As presidentes da Argentina, Cristina Fernández Kirchner, e do Brasil, Dilma Rousseff, reuniu-se na tarde desta segunda-feira (31) na Casa Rosada, em Buenos Aires, para em encontro inédito, seguido de almoço oficial.

    Esta é a primeira vez que Dilma visita o país ou faz uma viagem internacional oficial desde que tomou posse, em janeiro.

    As duas devem discutir acordos para avanços nas relações bilaterais e na cooperação nas áreas de pesquisas científicas, tecnológicas e sociais.

    Elas devem assumir um compromisso de prosseguir com uma política comum para o desenvolvimento da região e maior espaço no cenário internacional.

    Temas como o incremento da parceria entre o Brasil e a Argentina na área de energia nuclear, uma parceria para a construção de casas populares baseada na experiência do programa Minha Casa, Minha Vida, a construção do complexo hidrelétrico de Garabi (entre a província de Corrientes, na Argentina, e o Rio Grande do Sul) e a construção da ponte entre Santa Catarina e a Argentina também estão na pauta.

    Mais tarde, Dilma se reunirá com as Mães e Avós da Praça de Maio, grupo de mulheres que desde a ditadura militar argentina cobra o paradeiro dos desaparecidos políticos e a punição dos envolvidos em torturas e assassinatos no período.

    A presidente brasileira vem acompanhada de oito integrantes de seu gabinete que devem participar de reuniões paralelas com funcionários argentinos.

    Dilma volta para o Brasil ainda hoje.

  • 31jan

    Blog Lado B/ Thea Tavares/30 de Janeiro de 2011

    Foto: Aniela Almeida. Da Gazeta do Povo.

    Cerca de 300 moradores da Vila São Pedro, no bairro do Xaxim, protestam agora em três pontos da região contra o descaso da Prefeitura de Curitiba em resolver os problemas causados pelos sucessivos alagamentos no bairro.

    Eles estão queimando móveis e objetos pessoais que perderam a utilidade com a inundação de ontem.

    A maior concentração é sobre a ponte do Ribeirão dos Padilhas no final da rua Waldemar Loureiro de Campos e início da Omar Raymundo Picheth.

    A mobilização começou há pouco e deve se estender pela noite deste domingo. Os moradores estimam que nem 10% dos móveis destruídos pela chuva de ontem já foram transportados para os locais de protesto.

    Vista aérea da região do protesto

    Eles também discutem a possibilidade de acionar judicialmente as autoridades municipais para cobrar uma solução.

    Aproximadamente 150 famílias tiveram grandes prejuízos com o transbordamento do Ribeirão dos Padilhas na noite de ontem e a informação que se tem é de que a prefeitura já teria interditado algumas casas naquela região.

    Veja comentário postado aqui no blog por um morador da região e reproduzido abaixo:

    “Nestes últimos dias, estamos enfrentando com grande temor as chuvas que se precipitam em Curitiba.

    Aproximadamente duas semanas atrás perdi boa parte de tudo o que eu e minha filha tínhamos em casa.

    Minha família e eu moramos na Rua Basílio Fuck 1066 – entre as ruas Catarina Goossen e Raymundo Picheth.

    Devido à cheia do córrego que deságua no ribeirão dos Padilhas, tivemos os muros laterais de nossa casa, bem como de mais dois vizinhos, arrebentados pela força e quantidade de água.

    Ontem à noite, meu sobrinho e eu auxiliamos um vizinho que faz fundos com nosso terreno, cujo muro também arrebentou.

    Achei bastante propício os comentários realizados acima. Curitiba não é e nunca foi um mar de rosas como nossos representantes pintam Brasil afora.”

    (Fernando H. de Matos).

    .

  • 31jan

    Uol/Esportes

    Entre as homenagens, ex-presidente ganhou primeiro título de sócio-torcedor do São Bernardo

    Um belo gol do estreante meia peruano Cachito Ramírez garantiu a satisfação do mais ilustre espectador do Estádio 1º de Maio.

    Assim como queria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Corinthians, seu time do coração, e o São Bernardo, equipe da cidade onde cresceu, empataram por 2 a 2, neste domingo.

    Convidado pela prefeitura da cidade do ABC, Lula inaugurou a placa que simboliza o fim das reformas do estádio, palco de muitas batalhas sindicais nos anos 70 e 80.

    Cercado de centenas de seguranças e policiais militares, o ex-presidente vestia uma camisa com o número 13 nas costas e dividida, metade Corinthians e a outra metade São Bernardo.

    Acompanhando de sua esposa Marisa Letícia e do presidente do Corinthians, Andrés Sanches, Lula assistiu à partida de um dos camarotes, demonstrou insatisfação com o Corinthians em alguns momentos, mas saiu feliz.

    Vibrou com os gols dos dois times.

  • 31jan

    AFP

    O ator egípcio Omar Sharif, que está no Cairo, é “solidário ao povo” do Egito e

    O ator egípcio Omar Sharif, em foto de 2008

    deseja a partida do presidente Hosni Mubarak, afirmou neste domingo a uma rádio francesa, no sexto dia de um protesto que não perdeu força.

    “Estou no 17º andar de um grande hotel e vejo tudo o que acontece”, explicou, ao ser entrevistado por telefone pela emissora France Inter.

    “Sou solidário ao povo, porque penso que se portou muito bem, muito melhor que o governo”, completou.

    “Creio que o presidente (Hosni Mubarak) deveria ter renunciado. Há 30 anos que é presidente, já basta”, afirmou.

    “Felizmente, elegeu um bom vice-presidente (Omar Suleiman), que tem boas relações com Israel, isso é muito importante”, completou o ator, cuja atuação na obra-prima de David Lean, “Lawrence da Arábia” (1962), o levou à fama internacional.

    Omar Sharif também disse temer a Irmandade Muçulmana. “Não gosto deles. Estavam fechados, começam a sair, são 20% da população, e isso me preocupa um pouco”, explicou.

  • 31jan

    Folha.com/Poder

    A presidente Dilma Rousseff afirmou a jornais argentinos que nada pode garantir que não haverá uma desvalorização do real.

    “Por isso, os organismos multilaterais são tão importantes para discutir esta questão: é imprescindível que haja uma responsabilidade dos países desenvolvidos nesta questão”, disse a presidente, que visita hoje a Argentina na sua primeira viagem internacional.

    Dilma foi questionada sobre o temor do país vizinha de uma eventual desvalorização do real.

    “Nos últimos tempos temos conseguido manter o dólar dentro da margem de flutuação. Ou seja, não temos um derretimento como se diz por aí.”

    Segundo a presidente, todos os países emergentes sofrem as conseqüências da política de desvalorização das grandes economias.

    “Nossa posição no G20 deve ser de reagir a essa política de desvalorização que sempre levou o mundo a situações complicadas”, afirmou a presidente para jornalistas do “Clarín”, “La Nacíon” e “Página 12″.

    Ela ainda defendeu o comprimento dos contratos. “No governo anterior ao que participei, nós tínhamos contratos com os quais discordávamos, mas os temos mantido porque isso implica em respeitar a institucionalidade do país. Muitos desses contratos vencem e poderemos mudar, é o método mais eficaz.”

    RELAÇÃO ESTRATÉGICA

    A presidente também defendeu uma relação estratégica com a Argentina. Para ela, esse relacionamento deve ser no sentido de fortalecer a Unasul e o Mercosul.

    Na viagem de um dia, Dilma vai assinar com a presidente argentina Cristina Kirchner um projeto conjunto para a construção de dois reatores de pesquisa nuclear.

    “Com a Argentina queremos uma sociedade na área de tecnologia e inovação, uma sociedade no uso da tecnologia nuclear para fins pacíficos.”

    Sobre as tensões entre o Brasil e os Estados Unidos por conta da questão iraniana, Dilma indicou que o caso é página virada.

    “Tivemos uma boa experiência nos últimos anos [com os EUA] e também tivemos diferenças de opinião. Mas, o que importa é perceber que esta é uma sociedade que tem um horizonte de desenvolvimento muito grande”, disse.

    Ela voltou a dizer que não fará concessões sobre os direitos humanos.

    Mesmo criticando a condenação de Sakineh Mohammadi Ashtiani por apedrejamento, Dilma lembrou, porém, que os Estados Unidos também tiveram problemas com os direitos humanos com os casos de Abu Ghraib e Guantánamo.

    “Muitas vezes, se utilizam os direitos humanos não para nos protegermos, mas para fazer política, para usá-los como instrumento político.”

    Na agenda da presidente está marcado um encontro com as mães Praça de Maio, mulheres que perderam os filhos e netos na ditadura argentina das décadas de 1960 e 1970.

  • 30jan

    Jornale

    Colheita da safra de verão está começando


    A colheita da safra de grãos de verão 2010/11 está começando no Paraná, devendo se intensificar a partir de fevereiro.

    Simultaneamente à colheita, o agricultor paranaense já começa a plantar o milho da segunda safra em todo o Estado.

    Relatório divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, estima que o Paraná deverá colher cerca de 19,85 milhões de toneladas de grãos, volume 7% menor que na safra anterior (2009/10).

    Porém, a colheita está apenas iniciando e os avanços de produtividade por causa do clima propício podem revelar uma produção maior no decorrer do ano, explicou o diretor do Deral, Otmar Hubner.

    O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que a colheita está ocorrendo num clima de preços bons para a maioria dos produtos, mas houve queda acentuada nos preços da batata, cebola e feijão, que vem sendo motivos de preocupação por causa dos prejuízos ao agricultor.

    A colheita de soja já iniciou no Oeste do Estado, devendo se intensificar a partir de fevereiro. A estimativa de produção aponta para uma produção de 13,79 milhões de toneladas do grão no Paraná, que é a segunda maior produção de soja já obtida no Estado.

    A produção recorde foi obtida no ano passado, quando foram colhidas 13,93 milhões de toneladas de soja no Paraná. Segundo Hubner, nesta safra o potencial das lavouras está bom e aponta para uma superação dos resultados obtidos no ano passado.

    A produção de milho deve atingir 5,34 milhões de toneladas, 21% menor que no ano passado quando foram colhidas 6,78 milhões de toneladas.

    Mas o rendimento esperado da cultura é bom, em torno de 7.600 quilos por hectare. Segundo Hubner, na safra 2010/11 a área plantada com milho na safra de verão alcançou apenas 735 mil hectares no Estado, a menor área plantada desde a década de 60.

    Em relação à safra passada, a redução de área foi de 18%, provocada pelos baixos preços na época de plantio e também pela preferência do produtor paranaense em plantar a soja nessa época do ano.

    O feijão foi um pouco prejudicado pelas chuvas na colheita, o que frustrou a expectativa de produção em algumas regiões. Porém, o levantamento do Deral aponta para uma produção 11% maior em relação ao ano passado.

    Para a safra 2010/11 deverão ser colhidas 541,56 mil toneladas do feijão da primeira safra, contra 489,59 mil toneladas colhidas em igual período do ano passado.

    Como consequência da queda da área plantada com milho na safra de verão, está crescendo a área ocupada com a cultura no período da safrinha, que vai de janeiro a junho.

    Na safra 2011, a área plantada com milho safrinha no Paraná já representa o dobro da área ocupada com a cultura durante o período tradicional de plantio do milho que é a safra de verão.

    O relatório do Deral aponta que o plantio com milho safrinha no Estado deve atingir 1,51 milhão de hectares, que representa um aumento de 11% sobre a área ocupada em igual período do ano passado que alcançou 1,36 milhão de hectares.

    Considerando as condições normais de clima desde o plantio, passando pelo desenvolvimento vegetativo até o ciclo final da colheita, a expectativa de produção para o milho safrinha é de 6,62 milhões de toneladas, também superando o volume de produção da safra normal.

  • 30jan

                                                                                            

    Depois da cerimônia de posse dos deputados estaduais e da instalação da nova Legislatura, nesta terça-feira (1º) será realizada também a eleição do novo presidente e dos demais membros da Mesa Executiva da Assembleia Legislativa, segundo prescrições contidas na Emenda Constitucional nº 17, de 8 de dezembro de 2006, e nos termos do Regimento Interno da Casa e do Ato da Comissão Executiva nº 002/07.

    O rito terá seu início com a chamada nominal para verificação do quórum para abertura do processo eleitoral; a apresentação das chapas registradas e aptas a concorrer; e a apreciação de eventual recurso interposto por alguma das chapas.

    Em seguida, será concedido tempo de dez minutos improrrogáveis para que o candidato ou os candidatos à Presidência possam expor, sem apartes, considerações sobre suas propostas de campanha.

    Será então realizada a chamada nominal dos deputados para votação, em ordem alfabética, e cada deputado, ao ser chamado, proferirá verbalmente o nome da chapa ou o nome do candidato a presidente que encabeça a chapa de sua preferência.

    A sessão será presidida pelo deputado Nelson Justus, que dirigiu o Legislativo nos últimos quatro anos e foi reconduzido para novo mandato parlamentar.

    A anotação dos votos proferidos durante a eleição da Executiva será feita pelo 2º secretário da Mesa dos trabalhos da eleição, com indicação dos votos de cada deputado, bem como das abstenções.

    Ao final da votação o 1º secretário comunicará o resultado ao presidente da Mesa.

    O presidente eleito assumirá então os trabalhos e após fazer suas considerações, encerrará a sessão.

    Fonte: Assessoria de Imprensa da ALEP

    Autor: Luiz Alberto Kuchenbecker

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