• 30jun

    UOL/COMPORTAMENTO

    Tristeza não é depressão, mas muita gente está transformando esse sentimento tão comum em doença.

    Quem não conhece, nos dias de hoje, uma pessoa deprimida? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão já é a principal causa de incapacidade de trabalhar em pessoas que têm entre 15 e 44 anos.

    É claro que a doença atinge muita gente, mas é importante saber diferenciar um caso e outro. Afinal, ficar triste é natural, faz parte da vida e não precisa de tratamento médico.

    No livro “A Tristeza Perdida – Como a Psiquiatria Transformou a Depressão em Moda” (Editora Summus), os autores Allan V. Horwitz e Jerome C. Wakefield levantam a questão, que teve início em 1980, quando a Associação Americana de Psiquiatria lançou uma nova versão do manual de diagnósticos, que hoje está na quarta versão.

    Segundo os autores, o diagnóstico para distúrbios mentais se tornou generalista. Se alguém apresentar cinco sintomas de uma lista, é considerado depressivo.

    Para eles, no entanto, os médicos não se preocupam em questionar as circunstâncias.

    Dessa forma, a tristeza pode ser encarada como uma doença, que precisa ser tratada com antidepressivos, dando a impressão perigosa de que os medicamentos são a solução para todos os males.

    A tristeza é um sentimento natural e espontâneo, parte inerente da condição humana.

    É uma resposta normal às frustrações e perdas, como uma demissão no emprego, o fora do namorado, uma discussão, entre inúmeros motivos.

    O tempo que a pessoa ficará triste depende da importância do fato. No entanto, ela é passageira.

    A depressão pode surgir até sem razão específica.

    O indivíduo se sente infeliz na maior parte do tempo, torna-se mais ansioso ou irritado do que o normal, perde a capacidade de apreciar situações prazerosas, deixa de conviver com amigos e familiares, apresenta perda de concentração, pode ter ganho excessivo de peso e sentir dores pelo corpo.

    Nesse caso, é preciso procurar um médico. O quadro requer tratamento, diferentemente da tristeza -um sentimento importante e que precisa ser vivido.

  • 30jun

    AGÊNCIA ESTADO

    O Conselho Político do PSDB fez ontem sua primeira reunião sob a presidência do ex-governador José Serra, em Brasília.

    Mas o documento produzido pelos conselheiros, com a análise da conjuntura política e econômica do País e as avaliações críticas ao governo “hesitante e sem rumo claro” da presidente Dilma Rousseff, só será divulgado na sexta-feira, 1º.

    Por sugestão do presidente nacional do partido, deputado Sérgio Guerra (PE), o texto produzido a partir de um esboço trazido pelo próprio Serra será submetido ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), antes de o tucanato torná-lo público.

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que será homenageado hoje pelos 80 anos completados no dia 18 passado, em solenidade preparada pelo PSDB no auditório Petrônio Portela do Senado, também participou da reunião.

    Indagado sobre o documento acordado pelos conselheiros, FHC disse que aprovou o tom “objetivo” adotado e acrescentou: “Eu sigo o Serra”.

    Bem humorado, destacou que o Conselho não personalizou críticas a ninguém e encerrou a entrevista: “Agora chega. Vocês querem que eu fale mal da minha presidenta?”.

    Guerra definiu a primeira manifestação do conselho como “uma crítica mais organizada ao conjunto do governo”.

    Quando os jornalistas insistiram em saber de Fernando Henrique como o governo petista tem tratado a herança deixada por ele, o ex-presidente respondeu que, “como em toda herança, você pode perdê-la ou aumenta-la. Algumas coisinhas foram perdidas, e em outras houve ganho. É natural, assim é a vida”.

  • 30jun

    UOL/NOTÍCIAS

     

  • 30jun

    Maurício Requião: eleição para a vaga que era dele ocorreria na terça-feira

    O juiz Jailton Juan Carlos Tontini, da 4.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, suspendeu ontem, em caráter liminar (provisório), a eleição para o cargo de conselheiro de Tribunal de Contas do Estado (TC).

    A eleição estava marcada para a próxima terça-feira na Assembleia Legislativa do Paraná. Dezessete candidatos estão inscritos para disputar a vaga que era de Maurício Requião.

    O presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni (PSDB), afirmou ontem que vai recorrer da liminar.

    A decisão atende a uma ação popular impetrada pelos cidadãos João Benjamim dos Santos e Ivan Ribas.

    Os dois afirmam que a Assembleia não tinha o direito de anular a nomeação de Maurício para o cargo, já que não há nenhuma decisão transitada em julgado sobre o assunto.

    A nomeação do conselheiro é contestada judicialmente porque ele foi eleito pela Assembleia e empossado durante o governo estadual de seu irmão, o ex-governador e senador Roberto Requião (PMDB).

    Isso contrariaria a súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) que proíbe o nepotismo no poder público brasileiro.

    No entanto, segundo o juiz, a Assembleia não poderia ter tomado a iniciativa de anular a nomeação de Maurício antes de o assunto ser definitivamente encerrado na Justiça.

    O argumento da ação é que, embora a Assembleia tenha prerrogativa legal de fazer a indicação de conselheiros para o TC, ela não tem poder de anular o resultado da eleição ou a posse de um conselheiro.

    “Permitir que, após a posse do conselheiro, revoguem-se ou anulem-se administrativamente os atos que ensejaram a sua escolha é, salvo melhor juízo, tornar letra morta a garantia constitucional da vitaliciedade [do cargo de conselheiro do TC]”, afirma o juiz na liminar.

    Valdir Rossoni afirmou ontem que ainda não havia sido notificado da decisão e que, em princípio, a votação está confirmada para a terça-feira.

    “Assim que formos notificados da decisão vamos recorrer”, afirmou o presidente.

    Na segunda, os candidatos teriam direito a falar durante 10 minutos para os deputados, pedindo votos. Na terça, os 54 parlamentares, em princípio, votariam no novo conselheiro.

    Afastado das funções, Maurício Requião também entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal contestando a anulação de sua nomeação.

    O caso está sendo relatado pelo ministro Ricardo Lewandowski, que ainda não se pronunciou sobre o recurso.

    GAZETA DO POVO

  • 30jun

    Não foi uma, nem foram duas, mas, várias vezes, que escrevi que, no Paraná, PMDB é sinônimo de Roberto Requião.

    E no momento político atual, com uma bancada de deputados estaduais completamente desarticulada, o PMDB, sem poder, luta desesperadamente para se manter na mídia.

    E quem encontrou a fórmula?  Sim, foi o senador Roberto Requião.

    Primeiro montando a encenação da sua candidatura à presidência municipal do partido. Até comitê será inaugurado.

    Coisa engraçada. Como se Requião precisasse de algum esforço para ser presidente municipal do PMDB de Curitiba ! Me poupem, por favor !

    Dentro do plano elaborado lançou Greca como pré-candidato do PMDB à prefeitura de Curitiba.

    Sem consultas e sem prévias. Para quê ? Afinal, ele é o dono do partido. Ou alguém, se atreve a contrariá-lo ?

    Requião sabe que Rafael Greca não tem chances. Pode e vai dar um molho picante à campanha, mas os votos de Greca no PMDB só definharam.

    Seguindo a estratégia, agora, para dar assunto aos jornalões (como ele gosta de nominá-los) o nosso senador declara que não veta, mas, também não garante a candidatura de Gustavo Fruet pelo PMDB.

    Segundo ele, Fruet terá que disputar, na convenção, com Greca.

    Continua brincalhão. Isso já beira ao deboche. Só dá importância a este assunto mofo quem não conhece um pouquinho da esperteza de Requião.

    Lendo ao contrário a mensagem, fica claro que Requião veta sim a volta de Fruet ao PMDB.

    Ao não garantir nada e colocar Greca e Fruet no mesmo patamar, Requião escreve com letras garrafais e douradas: NÃO QUERO GUSTAVO FRUET NO PMDB.

    E tem mais. Greca, com todo seu rapídissimo tirocínio, não percebeu que entrou num beco sem saída. A vaidade, quase sempre, embaça a mente das pessoas.

    Afinal, da mesma forma que Requião pré-candidatou Greca, também, deixou claro que o ex-prefeito terá que viabilizar sua candidatura.

    Senão corre o risco de, humilhado, ver seu nome fora da relação de candidatos.

    E, plagiando Mané Garrincha, pergunto:  combinaram com o Gustavo Fruet para ele fazer o pedido para retornar ao PMDB ?

     

     

  • 30jun

    FOLHA DE SÃO PAULO

    Um hacker invadiu o correio eletrônico pessoal da presidente Dilma Rousseff e copiou e-mails que ela recebeu durante sua vitoriosa campanha à Presidência da República, no ano passado.

    O rapaz tentou vender os arquivos a políticos de dois partidos de oposição, o DEM e o PSDB, mas disse que não teve sucesso.

    A Folha encontrou-se com o hacker segunda-feira, num shopping de Taguatinga (DF), a 20 km de Brasília.

    Ele não quis se identificar. Disse que se chama “Douglas”, está desempregado, mora na cidade e tem 21 anos.

    Ele afirmou que fez um ataque ao computador pessoal da então candidata em duas etapas e copiou cerca de 600 mensagens da sua caixa de entrada.

    Um dos e-mails que Dilma usava na época era do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

    Ele disse que primeiro invadiu o site do diretório nacional do PT na internet e se aproveitou de uma vulnerabilidade da página para copiar e-mails pessoais de petistas e outros dados.

    Depois, “Douglas” disse que despejou no computador de Dilma um programa capaz de armazenar tudo o que ela digitasse em sua máquina.

    O hacker disse que decidiu vender as informações por estar “preocupado” com o nascimento do primeiro filho, previsto para breve.

    “Douglas” também pediu dinheiro à Folha em troca das mensagens. A Folha não paga pelas informações que publica e recusou a proposta.

    O rapaz foi com os repórteres a uma lan-house onde mostrou, de relance, o conteúdo de 30 e-mails armazenados num disco rígido externo.

    Ele não permitiu que a Folha fotografasse ou copiasse as mensagens.

    A amostra que ele exibiu continha resultados de exames de saúde que Dilma teria feito em Porto Alegre (RS), instruções para a campanha eleitoral do segundo turno e uma agenda telefônica com dados de parentes e assessores da presidente.

    O pacote também incluía cópia do pedido feito pela Folha para ter acesso a arquivos de Dilma no Superior Tribunal Militar, mantidos em sigilo na época, depoimentos ligados ao escândalo que levou à queda da ex-ministra Erenice Guerra, comentários sobre acusações feitas contra Dilma pela ex-diretora da Receita Federal Lina Vieira, e mensagens de boa sorte na campanha.

    A Presidência disse ter dificuldades para confirmar se os e-mails de fato foram extraídos ilegalmente do correio eletrônico de Dilma.

    Assessores que acompanhavam a presidente em 2010 foram acionados para tentar localizar as mensagens, mas o grupo não chegou a uma conclusão.

    “O que importa é que, verdadeiros ou falsos, esses e-mails são frutos de um ato criminoso”, declarou a ministra da Comunicação Social, Helena Chagas.

    Dois remetentes, no entanto, identificaram no lote de “Douglas” mensagens que realmente haviam enviado para Dilma em 2010.

    Numa, de 7 de outubro, o jornalista Kennedy Alencar, que na época era repórter especial da Folha, pedia que a candidata confirmasse sua presença no debate presidencial que o jornal organizaria dali a dez dias.

    Kennedy, que hoje trabalha na Rede TV!, participou da organização do evento e foi o apresentador do debate.

    Na outra, o padre e cantor Fábio de Melo desejava boa sorte a Dilma na véspera do segundo turno da eleição, “dia histórico”.

    Ele confirmou ontem à Folha que mandou a Dilma um e-mail com esse espírito na época, embora não se lembrasse com exatidão da mensagem.

    “Douglas” disse que também violou o e-mail do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

    O petista, que está na Europa, disse que detectou a invasão de sua caixa postal no UOL e mandou registrar a ocorrência na polícia.

    Dos e-mails que o hacker disse ter extraído de Dirceu, a Folha pôde ver dois.

    O ex-ministro disse que o conteúdo “fazia sentido” -uma conversa com o escritor Paulo Coelho, seu amigo, sobre um possível encontro na Europa-, mas não reconhecia “aqueles específicos”.

    Dirceu disse que seu e-mail pessoal foi invadido por volta das 2h da manhã da última segunda.

    Segundo ele, sua senha teria sido alterada após telefonema de uma pessoa ao serviço de atendimento ao usuário do UOL.

    Segundo Dirceu, essa pessoa disse que perdera a senha e precisava recuperá-la e, para isso, teria fornecido dados pessoais do ex-ministro.

    O ex-ministro disse que, após procurar o UOL, conseguiu reaver o controle de sua caixa postal.


  • 29jun

    BLOG DO TARSO

    O Blog do Tarso divulgou hoje de forma exclusiva que a eleição para a escolha do novo Conselheiro do Tribunal de Contas, que ocorreria na próxima terça-feira, foi suspensa liminarmente por ordem judicial.

    Mauricio Requião foi eleito para o cargo no ano passado, mas a eleição está sob judice.

    Mesmo assim Valdir Rossoni, com ratificação do Governador Beto Richa e do Procurador-Geral do Estado, Ivan Bonilha, anulou a eleição passada e abriu nova eleição.

    Veja mais informações divulgadas por Luiz Carlos da Rocha do Jogo do Poder Paraná:

    O Juiz da Quarta Vara da Fazenda de Curitiba deferiu liminar cassando o ato do Presidente da Assembléia Legislativa, Valdir Rossoni, que havia decretado a nulidade da indicação de Maurício Requião para o Tribunal de Contas do Paraná.

    A liminar foi deferida em ação popular ajuizada por João Benjamin, ex-diretor da Secretaria de Comunicação do Estado do Paraná no Governo Requião, e que foi distribuída dias atrás para a Quarta Vara Cível de Curitiba.

    No despacho inicial a Juíza Titular da Vara, Vanessa Camargo, declarou seu impedimento para atuar no processo, que foi remetido ao Juiz Substituto da Primeira Vara da Fazenda, a quem coube decidir a liminar.

    Até o presente momento o próprio Maurício havia tentado cassar os atos de Rossoni, primeiramente ingressando com Reclamação no Tribunal de Justiça e depois com a mesma medida no Supremo Tribunal Federal, sem lograr êxito.

    Como consequência da liminar agora deferida estão sem efeitos todos os atos posteriores e que foram editados para o preenchimento da vaga de Requião no TC.

    Estão sem efeitos a abertura da eleição para a nova indicação, a inscrição dos candidatos, as entrevistas realizadas e a nova eleição designada para a próxima semana.

    Da decisão a Assembléia pode interpor o recurso de Agravo de Instrumento ou uma reclamação junto ao Tribunal de Justiça.

    As atenções voltam-se também para o STF onde o julgamento de uma liminar deferida pelo Ministro Levandowski pode fazer Mauricio voltar ao TC.

    Há duas pendências com Levandowski, uma é a liminar que ainda hoje impede Maurício de retornar ao TC e outra a Reclamação que recentemente Maurício ingressou no STF contra o ato de Rossoni que cassou a sua indicação.

  • 29jun

    UOL/ECONOMIA

    Com o boom imobiliário dos últimos anos, a oferta de imóveis na planta cresceu. Mas também aumentou o número de reclamações.

    Os principais motivos do descontentamento dos consumidores são o atraso no prazo de entrega e os defeitos na obra.

    De acordo com estudo feito pela Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), os casos de descumprimento das datas para entrega da propriedade alcançaram 2.145 reclamações, entre janeiro e maio de 2011.

    No mesmo período do ano passado, a quantidade de prejudicados ficou em 1.302, o que representa um aumento de 43%. Já em relação aos vícios na construção, a estimativa é de 8 mil ações em todo o estado de São Paulo.

    Vantagens da aquisição na planta

    A maioria dos consumidores é atraída pela compra diretamente na planta, porque de fato ela oferece diversas vantagens, inclusive financeiras.

    De acordo com o presidente da Amspa, Marco Aurélio Luz, a economia pode chegar a 30% em relação ao mesmo empreendimento pronto.

    A aquisição na planta também proporciona menos burocracia para tirar a documentação, tempo para planejar a mudança, possibilidade de personalizar o imóvel, além da valorização do bem, após o término da construção.

    Fique de olho!

    Por conta de todos os problemas enfrentados pelos consumidores, a Amspa lançou uma cartilha, para orientar aqueles que pretendem comprar um imóvel na planta, seja para morar, seja para investir.

    “Sem dúvida, muitos problemas dos mutuários que buscam informações na Associação estão relacionados à falta de conhecimento de seus direitos”, destaca Luz. Confira abaixo algumas dicas para se proteger:

    • Antes da assinatura do contrato – Faça uma planilha com os gastos da família para saber se dá para arcar com um financiamento imobiliário. Calcule os custos do condomínio e para mobiliar a casa. Faça um levantamento sobre a construtora. Pesquise sobre o local: ele está valorizado? Tem transporte fácil, hospital, escola e comércio? Como é o trânsito em horários de pico?
    • Prazo de entrega e qualidade da obra – Peça ao corretor que apresente três empreendimentos concluídos pela construtora um ano após a entrega da obra. E converse com moradores desses empreendimentos, perguntando se o imóvel foi entregue no prazo, se os materiais têm qualidade, se a empresa cumpriu o que foi contratado, etc.
    • Aumento das parcelas – Vale destacar que, durante a construção, haverá, sim, correção das parcelas, com base no INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Mas atenção: é proibido cobrar juros antes da entrega das chaves. Para a prestação não aumentar acima da sua capacidade financeira, faça uma projeção da primeira à última parcela, para financiamento direto com a construtora, e um simulado, se repassado para o banco. Não deixe o valor da parcela comprometer mais de 30% da renda familiar.
    • Evite o pagamento à vista – Por mais que você tenha feito o levantamento sobre a construtora, poderá surgir algum imprevisto. Por isso, não é aconselhável gastar o dinheiro que você tem guardado. A dica é dar uma entrada de 10% e ajustar as intermediárias em valores não superiores ao 13º salário.
    • Quitar o financiamento – O melhor momento para fazê-lo é na hora da conclusão da obra, quando o empreiteiro terá mais gastos e, com uma boa conversa, é possível ganhar um ótimo desconto. Aproveite para usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) após a entrega das chaves, deixando um valor mínimo para financiar. Afinal, quanto maior o tempo e o valor financiado, mais juros você pagará.
    • Despesas – Saiba que a comissão do corretor deve ser paga pela construtora – não aceite pagar nenhum valor separado do contrato! Porém, quem acerta a despesa do cartório, o ITBI (Imposto sobre Transações Imobiliárias) e a escritura é o comprador.
    • Contrato – Antes do contrato, formalize uma proposta com tudo o que foi conversado e prometido. Já no documento final, não devem faltar: data de entrega da obra; multa pelo atraso da entrega (deve ser, no mínimo, de 2% mais juro de mora, que é igual ao cobrado em caso de atraso do pagamento do mutuário); se há aprovação de financiamento em algum banco e quais as condições para consegui-lo; formas de pagamento e suas correções; metragens (principalmente, do pé direito do imóvel).
  • 29jun

    FOLHA.COM

    Enquanto cidades americanas sincronizam faróis verdes para melhorar o fluxo do tráfego e oferecem aplicativos para ajudar motoristas a encontrar lugares para estacionar, muitas cidades europeias vêm fazendo o contrário: criando ambientais abertamente hostis aos carros.

    Os métodos variam, mas a missão é clara: encarecer e dificultar o uso do carro, visando pressionar os motoristas a optar por tipos mais ecológicos de transporte.

    Viena, Munique, Copenhague e outras cidades já fecharam grandes trechos de ruas para o tráfego de automóveis.

    Em Barcelona e Paris, as pistas para automóveis vêm sendo reduzidas pelo aumento dos programas populares de aluguel de bicicletas.

    Em Londres e Estocolmo, os motoristas precisam pagar taxas polpudas de congestionamento simplesmente para entrar no centro da cidade com seus veículos.

    E, nos últimos dois anos, dezenas de cidades da Alemanha passaram a fazer parte de uma rede nacional de “zonas ambientais” nas quais só podem entrar carros com emissões baixas de dióxido de carbono.

    As cidades que aderem a essas políticas recebem novos shopping centers e prédios de apartamentos de braços abertos, mas limitam fortemente o número possível de vagas de estacionamento.

    A possibilidade de estacionar na rua está deixando de existir. Nos últimos anos, até mesmo capitais automobilísticas como Munique vêm se convertendo em “paraísos para os caminhantes”, disse Lee Schipper, engenheiro sênior de pesquisas na Universidade Stanford e especialista em transportes sustentáveis.

    “Nos Estados Unidos, a tendência tem sido muito mais de adaptar as cidades para receber carros”, disse Peder Jensen, diretor do Grupo de Energia e Transportes da Agência Ambiental Europeia.

    “Aqui vêm ocorrendo mais movimentos para tornar as cidades mais vivíveis para as pessoas e relativamente livres de automóveis.”

    Com essa finalidade em vista, o Departamento de Planejamento do Trânsito de Zurique vem se esforçando nos últimos anos para dificultar a vida dos motoristas.

    As ruas da cidade ganharam faróis vermelhos em intervalos pequenos, provocando demoras e angústia entre os motoristas.

    Passarelas subterrâneas para pedestres que deixavam o trânsito fluir livremente em cruzamentos importantes foram demolidas.

    Os operadores do sistema de bondes da cidade, que não pára de crescer, podem mudar os faróis de trânsito em seu favor quando se aproximam, obrigando os carros a parar.

    Hoje a circulação de carros é proibida em muitas quadras em volta da Löwenplatz, uma das praças mais movimentadas da cidade.

    Onde é permitida, a velocidade é fortemente limitada; os carros só podem avançar a passo de lesma, permitindo a remoção total de faixas de pedestres e dando aos pedestres o direito de atravessar quando e onde quiserem. Continue lendo »

  • 29jun

    LIDERANÇA DO PMDB/ASSESSORIA DE IMPREMNSA/ RONI PIMENTEL

    Doático, Pugliesi e Caíto - Tudo em paz mesmo?

    O presidente do PMDB de Curitiba, Doático Santos, se reuniu na manhã desta quarta-feira (29) com o líder da bancada na Assembleia Legislativa e o presidente estadual do PMDB, deputados Caíto Quintana e Waldyr Pugliesi.

    Doático convidou Caíto e Pugliesi para a inauguração do comitê “Senador Roberto Requião”, na próxima segunda-feira (4 de julho) e para um grande debate sobre a política e a preparação do partido para as eleições na capital em 2012.

    “Vamos ouvir as lideranças do PMDB para chegarmos afinados na convenção”, disse Doático Santos. O PMDB de Curitiba fará convenção para a escolha do novo Diretório Municipal no próximo dia 17 de julho.

    A intenção, segundo Doático, é realizar uma grande mesa redonda com a Executiva Municipal do PMDB de Curitiba, a Executiva Estadual e os deputados do partido – o PMDB tem 12 deputados estaduais e seis federais.

    “Neste encontro vamos promover um debate amplo da conjuntura política municipal, como forma de preparação do partido para as eleições em Curitiba no ano que vem”, disse.

    COMITÊ – Doático também convidou Caíto e Pugliesi para participarem, às 18h30 da próxima segunda-feira (4), do lançamento do comitê “Senador Roberto Requião”.

    A estrutura será montada nas dependências do Hotel Curitiba (próximo a Boca Maldita) e vai promover a candidatura do senador Roberto Requião para a presidência do PMDB da capital.

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