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    UOL NOTÍCIAS

    • Bala fica alojada há mais de 80 anos na cabeça de engenheiroBala fica alojada há mais de 80 anos na cabeça de engenheiro

     

    Um premiado engenheiro russo vive há 80 anos com uma bala de revólver na cabeça. O caso curioso foi publicado no New England Journal of Medicine.

    Quando tinha três anos ele foi atingido por um tiro acidental de uma pistola disparada por seu irmão mais velho.

    A bala ficou alojada na abertura da parte inferior do crânio, local que permite que a medula espinhal se ligue ao cérebro.

    Na ocasião, o menino perdeu a consciência por muitas horas e os médicos resolveram não remover a bala por medo de causar mais perigos à saúde da criança.

    Depois de 82 anos, médicos estavam tratando o homem, que já está com 85 anos, de problemas cardíacos resolveram checar a bala, que permanecia no mesmo local.

    De acordo com os médicos, ela não causou nenhum dano cerebral ao paciente, e portanto, eles decidiram que a essa altura a bala não precisava ser removida.

    Na opinião de Richard O’Brien, em entrevista ao site Msnbc, o médico acredita que o corpo se acostumou ao objeto, especialmente porque crianças conseguem se recuperar melhor de ferimentos.

  • 31dez

    Gaudêncio Torquato *

    O convívio intenso e longo com o poder tem um poderoso efeito narcotizante. Transforma seres mortais, pessoas simples e humildes, gente com histórias iguais a de seus semelhantes, em pequenos “deuses” de um Olimpo cada vez mais povoado.

    A que se deve esse tipo de distorção? À armadilha do falso retrato, da autocontemplação, que prende os homens públicos na moldura de Narciso, aquele que foi condenado pelos deuses a se apaixonar pela própria imagem.

    Como conta a lenda, ele tomou-se de amores pela imagem quando se contemplava nas águas transparentes de uma fonte. Obcecado pelo reflexo, Narciso não mais se afastava da fonte, definhando ali até a morte.

    Hoje, vive-se a plena era do Estado-Midiático. Como lembra Roger-Gérard Schwartzenberg, no clássico O Estado-Espetáculo, os profissionais do espetáculo e da política compartilham frequentemente as mesmas atitudes e os mesmos vezos, como se, diante de problemas de representação comparáveis, “eles reagissem recorrendo a procedimentos análogos.”

    O Brasil está recheado de narcisistas, pessoas fascinadas pelo seu próprio brilho, um brilho ilusório, porque muitas perderam o poder, mas não o orgulho. Que tipo de mal os narcisistas cometem contra si mesmos e contra asociedade?

    O maior dos males é o da inação, o da inércia, o da perda do sentidode realidade. Presos no simulacro do poder, exibem um prestígio falso, que frequentemente conduz ao ócio.

    Aliás, praestigium, do latim, significa nada mais nada menos que artifício, ilusão, malabarismo. Os malabaristas da política promovem a mistificação das massas, fazendo-as crer que o discurso é a ação, o verbo é a obra, a palavra é sinônimo de verdade.

    Muitos se transformam em dândis, com seu prazer em surpreender, espantar. Dizia Baudelaire: “creio que existe na ação política uma certa dose de provocação, por ser preciso suscitar uma reação”.

    O dândi quer chamar a atenção, provocar, criar impacto. E, não raro, cai no exagero, fazendo da estética sua ação política mais forte. É useiro e vezeiro na arte do exagero. Nele, a verdade acaba mas a história tem sempre continuidade. Por conta da verborragia.

    Ademais, a cultura oral é uma das tradições mais ricas de nosso país. Basta uma pequena viagem pela monumental obra do incomparável Luís da Câmara Cascudo, um potiguar boêmio, bonachão e denso, que produziu a mais fecunda e abrangente obra sobre a cultura popular brasileira.

    A tradição de oralidade penetrou profundamente nas veias, mentes e corações da representação política, a ponto de se atribuir, por muito tempo, a grandeza dos homens públicos não aos projetos e feitos empreendidos, mas ao domínio do verbo no palanque ou na tribuna parlamentar.

    Duas historinhas, muito conhecidas, mostram os polos do discurso tradicional da política. A primeira é a do baiano, embevecido com a retórica complicada, cheia de palavras difíceis, de seu candidato em comício numa pequena cidade interiorana.

    Não se cansou de bater palmas, concluindo categórico: “não entendi nada do que o homem falou, mas falou bonito; vai levar meu voto”. Continue lendo »

  • 31dez

    INFO MONEY

    A partir de domingo (1), os viajantes que não tiverem bens a declarar, estarão dispensados da entrega da DBA (Declaração de Bagagem Acompanhada).

    Segundo a Receita Federal, a medida serve para desburocratizar a declaração de bens, sendo necessário apenas para passageiros que realmente tenham bens a declarar.

    “A medida vai facilitar bastante a vida dos passageiros quando do desembaraço de mercadorias na chegada ao país”, afirma o secretário da Receita Federal do Brasil, Carlos Alberto Barreto.

    De acordo com a Receita, as novas regras ajudarão a desafogar o fluxo de passageiros nos aeroportos, já que 90% dos viajantes trazem bens dentro da cota de US$ 500,00 e estarão desobrigados a entregar a DBA.

    Declaração móvel
    Barreto também anunciou que a partir de janeiro de 2013 os passageiros obrigados a preencher a declaração poderão fazê-lo pelos aparelhos móveis e enviar à Receita de forma on-line.

    Segundo o secretário, as medidas tomadas desde o ano passado estão ajudando muito a descomplicar a vida dos contribuintes nos aeroportos.

    “No ano passado deixamos de exigir a declaração de saída para equipamentos levados pelos passageiros para o exterior. Agora a maioria deixa de preencher a DBA. Em junho, quem tiver imposto a pagar na chegada ao Brasil poderá recolher o tributo por cartão de débito e, posteriormente, de crédito. Por último, em 2013 a DBA poderá ser preenchida por celulares ou tablets”, comenta.

    Dúvidas
    Seja na saída para o exterior ou na volta ao Brasil, os viajantes precisam estar atentos a algumas regras sobre a bagagem. Para facilitar a vida dos viajantes, a Receita Federal reuniu, em um vídeo, algumas dicas para sanar as dúvidas dos passageiros.

    Para acessar o vídeo, basta entrar o site da Receita Federal. <<<<<<

  • 31dez

    PARANÁ ONLINE/EDUARDO SANTANA

    De acordo com a ABCR, de janeiro a outubro de 2011 aconteceram 1,7 milhões de atendimentos a veículos.

     

    Fim de ano é época de tirar férias, colocar a família no carro e pegar a estrada para curtir o merecido descanso. Porém, a pressa e a ansiedade podem atrapalhar os preparativos da tão sonhada viagem.

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), de janeiro a outubro de 2011 aconteceram 1,7 milhões de atendimentos a veículos.

    Só nas rodovias pedagiadas do Paraná ocorreram 155 mil ocorrência. A campeã de atendimento nas estradas paranaenses é a pane seca, quando falta combustível ao automóvel. Ao todo, foram 8.428 atendimentos.

    Além de serem guinchados os motoristas tiveram que pagar uma multa de R$ 85,13 e pena de 4 pontos na carteira.

    Além da falta de combustível, os atendimentos a falha mecânica, pane elétrica e pneus furados estão entre as ocorrências mais comuns.

    Para evitar estes e outros contratempos durante o percurso, é preciso incluir a revisão dos itens de segurança do seu carro como parte dos preparativos para a viagem de final de ano.

    Além de colocar em risco a sua segurança a dos ocupantes, o motorista que trafega com veículo em condições irregulares pode ser autuado e, dependendo do caso, até ter o veículo apreendido.

    Um dos itens mais importantes que devem ser revisados antes de pegar a estrada é o sistema de freio do automóvel. O recomendado é trocar o fluido de freio uma vez por ano. Já as pastilhas de freio precisam ser trocadas conforme a quilometragem estipulada no manual, do contrário, o disco pode ser danificado.

    Em relação aos pneus, a dica é verificar a calibragem e fazer a regulagem. O rodízio de pneus, uma medida de economia importante, deve ser feito a cada 10 mil km rodados, garantindo vida útil maior.

    Óleo

    Outro passo importante é verificar o nível ou trocando o óleo do motor e o filtro de lubrificante – em geral, o óleo deve ser reposto entre 5 mil km e 7 mil km (dependendo do fabricante do veículo) ou, para quem roda muito pouco, a cada seis meses ou um ano de uso, e o filtro a cada duas trocas do óleo.

    Depois faça o mesmo com o filtro de ar e o filtro de combustível. Se estiverem com mais de 10.000 km, peça para substituí-los.

    E aproveite para checar todos os níveis de líquidos, como os dos reservatórios de água do limpador, do radiador, do fluido de freio e do óleo da direção hidráulica, e ainda da transmissão, principalmente no caso de câmbio automático.

    Para garantir uma viagem segura:

    - Sinalização: verificar o funcionamento das luzes das lâmpadas das lanternas dianteiras, traseiras, de freio e ré, fazendo a substituição das que estiverem queimadas.

    - Faróis: faça um teste visual para averiguar se os faróis estão regulados, basta acendê-los e estacionar o carro em frente a uma parede a uma distância de três metros. Com o tempo, as lâmpadas também perdem a potência e ficam mais fracas, prejudicando a visibilidade. A troca deve ser feita, sempre aos pares, a cada 50 mil km.

    - Cintos de segurança:  a vida útil do cinto de segurança depende das condições em que o carro é exposto, e também do uso correto do item. O motorista deve observar periodicamente se há sinais de desgastes no cardaço e verificar se o fecho não está travando adequadamente. Ele tem que fechar e abrir corretamente. Todos os ocupantes do veículo devem estar usando o equipamento.

    - Palhetas do limpador de pára-brisa:  para mantê-las em bom funcionamento, a troca deve ser feita uma vez por ano.

  • 30dez

    UOL VÍDEOS

    Muita gente celebra a chegada do Ano Novo com fogos de artifício. E para que a diversão não termine no hospital, é preciso tomar alguns cuidados, desde o momento da compra até a hora da festa.


  • 30dez

    TV UOL

     


  • 30dez

    FOLHA.COM

    O concurso especial da Mega-Sena no último dia do ano, a Mega da Virada, deverá pagar ao menos R$ 170 milhões.

    O valor, no entanto, pode aumentar de acordo com a quantidade de apostas feitas até o sorteio.

    As apostas podem ser feitas até as 14h (horário de Brasília) do sábado (31) nas casas lotéricas que estiverem abertas.

    A aposta mínima –seis números– custa R$ 2.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, o concurso já arrecadou ao menos R$ 250 milhões.

    Foram mais de 37 milhões de bilhetes vendidos, um crescimento de 31% nem relação ao mesmo período do ano passado.

    Para titulares de conta corrente da Caixa, as apostas já podem ser feitas on-line, utilizando o Internet Banking.

    A funcionalidade “Aposte na Mega-Sena” pode ser acessada nos seguintes horários: de 28 a 30/12, das 12h às 18h, e no dia 31, das 12h às 14h.

    Assim como aconteceu nas duas primeiras edições,o prêmio não vai acumular.

    Se não houver ganhadores na faixa principal, seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores da quina e assim por diante.

    A Mega da Virada de 2010 bateu recorde e pagou um prêmio de R$ 194 milhões dividido por quatro apostas –cada um levou pra casa mais de R$ 48,5 milhões.

  • 30dez

    BBC BRASIL

    Enquanto o Brasil se prepara para avançar mais uma posição no ranking das economias, mas ainda

    Leonardo Doria exalta possibilidade de fazer planos de longo prazo na Noruega

    enfrenta mazelas típicas de países subdesenvolvidos, imigrantes brasileiros que vivem nos países com os mais altos índices de desenvolvimento destacam as diferenças entre os dois mundos.

    Leonardo Dória vive há 10 anos na Noruega, país que lidera o ranking elaborado a partir do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

    Calculado em 187 países, o IDH foi introduzido numa tentativa de desviar o foco do desenvolvimento puramente econômico, medido pelo Produto Interno Bruno (PIB), passando a explorar também outros indicadores como expectativa de vida, média de anos de estudo, acesso à saúde e distribuição de renda.

    Com nota 0,943, a Noruega fica perto da nota máxima 1, seguida pela Austrália (0,929) e pela Holanda (0,910). Esses países fazem parte de um grupo de 47 com desenvolvimento considerado muito alto. O Brasil está no grupo imediatamente inferior, na 84ª posição, e com nota 0,718.

    “O petróleo gera muita riqueza para a Noruega”, diz Doria à BBC Brasil, destacando que essa riqueza é distribuída de forma “justa e igualitária”.

    Uma forma de medir isso e comparar com o Brasil toma por base o coeficiente de Gini, que mede a concentração de renda em um país.

    A Noruega tem um coeficiente de 25,8, que indica uma das melhores distribuições de renda do mundo. O do Brasil, de 53,9, põe os país entre os 10 piores do mundo no quesito, segundo a ONU.

    Salários compensadores

    O baiano Alessandro Mendes, também morador de Oslo, diz que ainda está se adaptando ao país. Ele chegou à Noruega a passeio, após visitar a irmã na Alemanha.

    “Eu dei sorte. Vim a convite da minha atual esposa e acabei encontrando um trabalho”, conta.

    Em 2008, no auge da crise financeira, ele perdeu o emprego. “Meu filho tinha acabado de nascer e foi um baque pra gente.”

    Ele aproveitou os 12 meses de licença maternidade remunerada da esposa e voltou para o Brasil por cinco meses, para colocar a cabeça no lugar.

    Acabou retornando a Oslo e encontrando emprego como subgerente de uma rede de supermercados, mas anda decepcionado com o país.

    “O custo de vida aqui é muito alto, eu tenho de pagar o equivalente a cerca de R$ 600 por mês pela creche da minha filha”, diz, ao explicar que já pensou em fazer bicos como guia turístico para aumentar a renda familiar.

    Doria, que, além de trabalhar como geógrafo, tem um site com dicas sobre a Noruega, concorda que o custo de vida no país seja alto.

    “Mas os salários compensam e, tudo o que você paga, está relacionado à sua renda anual”, disse, citando a educação e a saúde, calculadas com base nos rendimentos de cada trabalhador, de modo a não pesar no bolso dos mais pobres e manter a igualdade de oportunidades.

    Filhos poliglotas


    Na Holanda, terceira colocada no último ranking do IDH, o sistema é parecido. Para ter acesso a médicos e hospitais públicos, o cidadão precisa ter um plano de saúde cujo valor é calculado com base na renda.

     

    O músico brasileiro Alaor Soares elogia os benefícios oferecidos pelo governo da Holanda

    “Eu pago 500 euros mensais para mim, para minha mulher e para os meus três filhos”, diz o músico paulista Alaor Soares, que mora na cidade holandesa de Vleutten desde 1992.

    “E meu filho acabou de começar o ano letivo e eu tive apenas que comprar um computador para ele usar durante as aulas, o resto é gratuito”, acrescentou.

    Na mesma escola, os três filhos de Alaor aprendem francês e alemão. Além disso, já falam português, holandês e inglês, que aprenderam em casa.

    “Aqui, a escola é pública e todo mundo usa, até a filha da princesa”, diz Marcia Curvo, engrossando o coro. Há 12 anos na Holanda, a goiana fala com orgulho do país que adotou para viver.

    “Eu pago imposto e tenho retorno. Amanhã, se eu ficar inválida, eu vou ter tudo: tratamento, assistente social, moradia. Eu não vou ficar jogada no meio da rua.”

    Futuros planejados


    Além do alto nível das infraestruturas e dos serviços nesses países, poder planejar o futuro é outra vantagem citada por brasileiros.

    “A gente tem estabilidade, pode pensar em comprar uma casa, um carro, o governo ajuda, se for preciso”, afirma Eliane Braz, que mora em Toulouse, no sul da França, país que ocupa a 20ª posição no ranking de IDH.

    “Saber que é possível fazer planos com segurança e que esses planos darão certo se você fizer a sua parte é uma das maiores vantagens de se morar na Noruega”, diz Leonardo Doria, que gostaria que o Brasil tivesse essa qualidade. Ele também adoraria que o país onde nasceu tivesse uma cidadania mais madura.

    “Eu gostaria que os brasileiros tivessem essa consciência dos noruegueses”, diz o carioca. “Aqui, as pessoas se envolvem com as questões sociais, elas sabem que têm direitos e deveres, e cobram isso dos políticos”.

    Já Alessandro Moraes adoraria que políticos brasileiros fossem como os noruegueses, que “recebem salários discretos e sem auxílios extras.”


     

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Comentários Recentes

  • EU ACHO MUITO ERRADO POR PARTE DOS POLICIAIS COMO NÓS ESTAMO...
  • SÓ FESTA EM LULA .. SÓ FESTA EM MINISTRA.... E SAO PAULO E ...
  • Bom dia Jota, infelizmente também acreditei na mudança! Não ...
  • Ainda continuo apostando que ele vai cumprir...calma, calma....
  • Credite isso ao conselheiro do TC que o Beto Play colocou lá...