• 31ago

    IMPRENSA@FRUET.COM.BR

    A coligação Curitiba Quer Mais denunciou a Polícia Civil, nesta sexta-feira (31), a atuação criminosa de pichadores. Boletim de Ocorrência foi registrado no 1o Distrito Policial.

    Nos últimos dias, frases pejorativas contra o candidato a prefeito Gustavo Fruet estão sendo pichadas em muros de propriedades privadas, nos comitês de campanha e em prédios públicos da cidade.

    Imagens captadas em vídeo na noite desta quinta-feira (30) mostram a ação dos pichadores no Comitê Feminino, localizado no Alto da XV. A filmagem foi entregue à polícia para identificação dos pichadores.

  • 31ago

    FOLHA.COM

    Após Banco do Brasil, Bradesco e Itaú Unibanco divulgarem reduções nas taxas de juros que acompanharam o corte de 0,5 ponto percentual na Selic, a Caixa foi mais ousada e anunciou o corte de até 68% em uma linha para pessoas jurídicas e 32% para pessoas físicas.

    Na quarta-feira, o BC (Banco Central) diminuiu para 7,5% ao ano a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira. A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC reduziu os juros ao menor patamar da história.

    O Bradesco foi o primeiro banco a anunciar a mudança, ainda na quarta-feira. Na quinta foi a vez do Itaú, e hoje, do Banco do Brasil e da Caixa. Os três primeiros bancos fizeram cortes, em sua maioria, de até 0,4 ponto percentual.

    Para pessoas jurídicas, a Caixa cortou o juro no cartão empresarial em 4,12 ponto percentual –de 6,02% para 1,90%–, queda de 68,4%. Para pessoas físicas, a maior redução foi de 0,59 ponto percentual –de 1,84% para 1,25%.

    Todas as novas taxas passam a vigorar a partir de segunda-feira (3).

    CAIXA

    A Caixa cortou as taxas muito mais agressivamente que os outros três concorrentes.

    No caso do cartão empresarial (parcelado com juros), a redução da taxa única foi de 68,4% –caiu de 6,02% ao mês para 1,9%. No cartão empresarial (rotativo), a queda foi de 20,6% –queda de 8,82% para 7,00%.

    A modalidade capital de giro com fundo garantidor de operações caiu 31,68% –de 1,61% para 1,10%. A taxa do cheque especial para empresa com domicílio bancário caiu 4,76% –de 4,2% para 4%.

    O crédito especial para empresa (prefixado) teve diminuição de 7,27% na sua taxa mínima e de 6,83% em sua taxa máxima.

    Para pessoas físicas, as reduções foram menos drásticas –mas, ainda assim, alguns cortes chegaram a 32%.

    BRADESCO

    O Bradesco reduziu a taxa de juros mínima do crédito pessoal de 1,89% para 1,85% ao mês e as taxas mínimas e máximas das linhas CDC Veículos, Leasing Veículos e fnanciamento de bens e serviços também em 0,4 ponto percentual.

    No cheque especial, a taxa de juros mínima permaneceu em 3,95 % ao mês.

    Para empresas, o Bradesco diminuiu também em 0,4 ponto percentual as taxas mínimas e máximas para empréstimo de capital de giro, conta garantida, e antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques e cartão de crédito.

    ITAÚ

    O Itaú cortou as taxas máximas do crédito pessoal e do cheque especial em 0,04 ponto percentual ao mês. As taxas do crediário pessoal caíram dos atuais 2,41% ao mês (mínima) a 6,62% ao mês (máxima) para 2,37% (mínima) a 6,58% mensais (máxima).

    As do cheque especial passarão do intervalo de 5,20% a 8,81% ao mês para o intervalo de 5,16% a 8,77%.

    Para empresas, será reduzida a taxa máxima de juros do cheque especial de 8,81% ao mês para 8,77%, do capital de giro de 5,42% ao mês para 5,38% e na antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques e cartão, de 4,82% ao mês para 4,78%.

    BB

    O Banco do Brasil diz que o repasse das seguidas quedas da Selic fez as taxas do banco caírem até 79% –no caso do rotativo do cartão de crédito– desde agosto do ano passado.

    Para pessoas físicas, a taxa mínima do crédito benefício caiu de 2,21% para 2,17%, o crédito automático foi de 1,93% para 1,89% e o crédito para material de construção diminuiu de 1,53% para 1,49%.

    Para pessoas jurídicas, as taxas mínimas dos produtos BB Giro APL, BB Giro Saúde, BB Giro Empresa Flex e BB Giro Recebíveis caíram todas 0,02 ponto percentual.

  • 31ago

    INTERNET

  • 31ago

    IMPRENSA@FRUET.COM.BR

    Foto:- Everson Bressan

    Em toda sua carreira política, como vereador de Curitiba e como deputado federal, Gustavo Fruet sempre esteve ao lado dos trabalhadores, votando e aprovando leis que beneficiaram todas as categorias em temas como salário mínimo e inclusão social.

    Esta posição foi reafirmada na noite desta quinta-feira (30), com a abertura do Comitê Sindical da Coligação “Curitiba Quer Mais”, no bairro Bigorrilho.

    “Este é um dos momentos mais importantes desta eleição para nós. O Comitê Sindical mostra que nossa campanha tem muita participação dos movimentos populares e sociais, que estamos ao lado do trabalhador e da população de Curitiba”, afirmou Fruet.

    “Sei da força dos sindicatos, que sempre se mobilizam em questões importantes. Eles marcarão presença na Secretaria do Trabalho em nossa gestão, vão nos ajudar nos projetos para melhor qualificação do trabalhador, para a geração de mais empregos, na luta por mais investimentos em Curitiba”, continuou.

    “As lideranças sindicais aqui presentes fazem parte deste comitê espontaneamente. Estaremos nas portas das fábricas fazendo campanha e mostrando que o Fruet é o melhor para Curitiba. Também vamos trabalhar para eleger vereadores da coligação, pois é importante termos na Câmara Municipal pessoas comprometidas com o projeto de governo do Gustavo”, revelou Solomar Rockembach, do Sintec.

    “Estamos confiantes na vitória, com a força dos trabalhadores nas ruas pelo Gustavo”, completou Wilson Guimarães, do Sindicato dos Artesãos e presidente do movimento sindical do PDT.

    A reunião também contou com a participação de representantes dos seguintes sindicatos e entidades: Seletroar, Sindifer, Steastc, Sindelpar, Sindecon, Securitários, Secoomed, Sinpospetro, Sintercae-PR, Sindacs-PR, Singuapar, Soepar, Sindenel, Sindrad, Sinterpar, Sindaspp, Sintespar e ONG Movimento Comunitário Cristão.

    Fruet reforçou a crítica à atual gestão da prefeitura, que demonstra muitas limitações, negligência, incompetência e falta de planejamento na administração da capital.

    “Vamos acabar com essa história de o prefeito ficar se eximindo das responsabilidades e assumir a liderança da administração da cidade, principalmente nas áreas que mais sofrem com a má gestão, como a saúde e a segurança. Sempre tomei posição em minha trajetória política, nunca me omiti. Minha postura não será diferente na Prefeitura de Curitiba”, concluiu.

  • 31ago

    UOL NOTÍCIAS/TALITA BOROS/CURITIBA

    A campanha à Prefeitura de Curitiba registra neste ano uma guerra de panfletos entre os candidatos Luciano Ducci (PSB), prefeito que concorre à reeleição, e Gustavo Fruet (PDT).

    As coligações Curitiba Sempre na Frente, de Ducci, e Curitiba Quer Mais, de Fruet, se enfrentam na distribuição de materiais de ataque mútuo desde o início do processo eleitoral.

    Até agora, pelo menos cinco folhetos já foram distribuídos aos eleitores.

    No início de agosto, a Justiça Eleitoral proibiu a veiculação de um folheto de cada lado.

    O primeiro foi distribuído pela coligação de Fruet e reproduzia, sem autorização, reportagem do jornal “Gazeta do Povo” que mostrava uma análise no cumprimento das promessas eleitorais da campanha de 2008, que elegeu Beto Richa (PSDB) e Luciano Ducci (PSB) de vice.

    No material, a campanha de Fruet destacou em vermelho partes da reportagem que mostravam o descumprimento das promessas e aspectos negativos da gestão de Ducci.

    Em resposta, a coligação de Ducci divulgou uma publicação que lembrava o caso do mensalão e comparava a atuação de Fruet na CPI com sua atual postura de se coligar com o PT. “Quem era inimigo agora virou patrocinador de sua campanha”, afirmava o texto.

    O material ainda dizia que Fruet, que “queria ver Lula e petistas na cadeia”, virou “aliado dos amigos de José Dirceu” e exibia uma foto do candidato ao lado de imagens de Dirceu, Marcos Valério, José Genoino, Delúbio Soares e outros réus do mensalão.

    Fruet teve forte atuação durante a CPI dos Correios –que investigou o mensalão– quando era deputado (2007-2010).

    A liderança da campanha do pedetista entrou na Justiça e conseguiu a retirada do material de circulação. A juíza Adriana Ayres Ferreira estabeleceu multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento.

    “No verso da propaganda há frases atribuídas ao candidato dissociadas do contexto em que foram ditas”, afirmou a juíza.

    Poucos dias depois, um novo panfleto produzido pela coligação do atual prefeito voltou a circular. Embora lembrasse o anterior, proibido pela Justiça, limitava-se a afirmar que “Gustavo Fruet mudou de lado. Ele agora está com o PT”.

    Fruet sempre foi um opositor ferrenho no caso do Mensalão, na época em que era deputado federal pelo PSDB.

    Além disso, o material lembrava também a história rejeição que o PT sofre na capital paranaense, que em sete eleições apresentou candidato próprio e não venceu em nenhuma.

    Pesquisa Datafolha divulgada quarta-feira (22) aponta um empate técnico entre o candidato do PSC Ratinho Jr. e Ducci, ambos com 27%. Fruet é o terceiro, com 20% .

    Propaganda falsa

    Agora, na última segunda-feira (27) a distribuição de um panfleto que pregava a ocupação de imóveis em Curitiba, como proposta supostamente defendida por Fruet, gerou polêmica.

    A coligação inclusive afirmou que acionará a PF (Polícia Federal) para investigar a propaganda falsa que usava o nome do candidato.

    Com o título “Ocupação Já”, o panfleto afirmava que “Gustavo Fruet tem coragem para fazer diferente de tudo o que está aí. E vai contar com o apoio do governo federal, dos movimentos populares e dos vereadores do PT para tornar a moradia um direito de todos”.

    O material “forjado”, segundo a assessoria do candidato, usava inclusive o CNPJ da coligação Curitiba Quer Mais e o CNPJ da empresa que produziu o site de campanha de Fruet, além da verdadeira identidade visual da campanha.

    O panfleto que defendia a ocupação de prédios foi distribuído no Batel, um dos bairros mais nobres da capital.

    Resposta

    Nesta quarta-feira (29) um novo panfleto com o título de “Dossiê Coerência” foi distribuído em Curitiba.

    O material questiona “e agora, Luciano (ex-Ducci)? Derosso foi cassado, notas fiscais frias na Câmara Municipal de Curitiba, escândalo dos radares, greves dos ônibus, pacientes morrendo nas unidades de saúde. E você não viu nada?”.

    Além disso, o panfleto também aponta “ligações suspeitas” do atual prefeito e do governador Beto Richa com o governador de Goiás, Marconi Perillo, e com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

    E também cita a Delta, empresa investigada na CPI do Cachoeira, como uma das construtoras da Linha Verde, uma das mais importantes obras viárias da capital, que passa por 22 bairros.

    Outro lado

    “Infelizmente, nossos adversários adotaram táticas rasteiras, inclusive com produção de panfletos apócrifos, na tentativa de denegrir a imagem de homem público sério construída por Gustavo Fruet ao longo de sua carreira política”, afirmou por meio de nota a coligação “Curitiba Quer Mais”.

    A campanha de Fruet informou ainda que “Não produzimos e não produziremos nenhum panfleto apócrifo. Todo material de campanha da coligação Curitiba Quer Mais trata de fatos concretos ou denúncias de corrupção publicadas pela imprensa”.

    A coordenação da campanha de Ducci informou que não comentaria a troca de ataques por meio de panfletos.

  • 31ago

    IMPRENSA.RAFAELGRECA@SANINTERNET.COM

    “Quantas creches podiam ser feitas caso se optasse por um viaduto mais simples, que não fosse estaiado?”, diz Greca.
    Ilustração: Rafael Miranda

    “Iniciaram-se as obras da ‘Ponte Estaiada de Curitiba’. Você sabe para que serve uma ponte estaiada?”.

    Com esta pergunta o candidato do PMDB a prefeito de Curitiba, Rafael Greca, busca alertar os eleitores sobre um projeto da atual administração municipal, que vai consumir desnecessariamente mais de R$ 50 milhões em recursos públicos.

    A Ponte Estaiada, segundo Greca, é um projeto estrutural, utilizado para transpor locais com grandes depressões topográficas, ou então rios muito profundos.

    “Aqui, como não há necessidade desse tipo de estrutura, a prefeitura decidiu entrar ‘na moda’ gastando R$ 84 milhões para fazer esse viaduto estaiado”, informou.

    A obra, no total, vai custar aproximadamente R$ 100 milhões, incluindo uma trincheira e reformas em ruas ao redor.

    “Mesmo assim, a maior parte é para a nova ponte, que se tornará uma espécie de cartão-postal para quem chega via aeroporto”, ressaltou o candidato.

    Greca lembra que o comprimento previsto da via, será de 254 metros e como exemplo do desperdício do dinheiro público, compara a estrutura com a Ponte Ayrton Senna, que liga o município de Guaíra, no Paraná, a Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, que tem 3,6 mil metros de comprimento e foi construída ao custou R$ 100 milhões.

    “Se o projeto da ponte estaiada fosse sério, com a introdução de dois ou três pilares, como podemos ver no viaduto do Tarumã, deixaríamos de desperdiçar no mínimo R$ 50 milhões, ou seja, a ponte estaiada irá se transformar em um ícone do desperdício”, criticou Greca.

    Para emendar com uma pergunta: “Será essa a prioridade do município?”

    O peemedebista conclui lembrando que Curitiba tem mais de 9,3 mil crianças na fila de espera para a creche. “Quantas creches podiam ser feitas caso se optasse por um viaduto mais simples, que não fosse estaiado?”

  • 31ago

    IMPRENSA@FRUET.COM.BR

    Com segurança, Gustavo Fruet mostrou a sua preocupação em discutir ideias e propostas para Curitiba durante entrevista à rádio BandNews FM, na manhã desta quinta-feira (30).

    Ao contrário do atual prefeito e candidato à reeleição, Fruet adota uma agenda positiva no debate da cidade e não foge da discussão sobre temas importantes.

    “Eles deixaram de discutir por que a cidade não concluiu a licitação do lixo. Por que não respondem sobre os problemas das obras na Linha Verde, sobre os radares? O Terminal do Cabral, recém-reformado, já está com falhas por defeitos na execução das obras”, apontou.

    Sobre os problemas ligados às questões do lixo e de saneamento básico, o candidato da coligação Curitiba Quer Mais afirmou que a atual administração está conduzindo a cidade na contramão.

    Por isso, se compromete a cancelar a licitação do lixo. “Podemos ampliar a campanha do ‘lixo que não é lixo’. Fortalecer a secretaria do Meio-Ambiente, as ações de saneamento, drenagem e dragagem”.

    A educação também será privilegiada por Gustavo Fruet, já que com ele Curitiba terá o maior investimento na área de toda a sua história. 

    “A proposta chave do nosso plano de governo é fazer o maior investimento da história na educação. Vamos aumentar os investimentos em R$ 100 milhões por ano. Dos 26% do orçamento que hoje são dedicados a esta área, vamos passar para 30%. Ampliar a média de permanência dos estudantes na escola de oito anos para 13 e assim não perder as crianças para o crime e para as drogas”, disse.

    Para encerrar, o candidato falou da campanha, que a cada dia ganha entusiasmo nas ruas, e convocou todos os simpatizantes para que redobrem o esforço em busca de uma Curitiba que quer mais.

    “Quero levar toda a dedicação que sempre tive na vida pública. Estou muito confiante, porque é maravilhoso ser prefeito da capital do século XXI”.

     

  • 31ago

    O candidato a prefeito de Curitiba, Ratinho Junior (PSC), filho do animador de TV e considerado um caso típico de auto-combustão política, provocou a ira da poderosa torcida do Atlético Paranaense, quando questionou financiamento público para a Arena de lá.

    Depois, disse que um jornal editou uma frase sua e repetiu exatamente a mesma: “Sou contra colocar dinheiro público em obras privadas. Se o clube não conseguiu verba com a iniciativa privada, o projeto não é sério”.

    Sobre sua suposta homofobia, garantiu que é contra o casamento gay e que respeita qualquer opção sexual, tanto que tinha amigos gays coordenando sua campanha – e não declinou nomes.

    Horas depois, o comitê do candidato já era chamado de Gaiola das Loucas.

  • 31ago

    FOLHA.COM

    As ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) receberam, nesta quinta-feira (30), durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, um bilhetinho da presidente Dilma Rousseff cobrando as duas sobre a aprovação do Código Florestal e a participação do governo nela.

    “Por que os jornais estão dizendo que houve um acordo ontem no Congresso sobre o Código Florestal e eu não sei de nada?”, escreveu a presidente em bilhete flagrado pelas câmeras.

    A resposta veio em seguida: “Não houve acordo com o governo. A posição do governo era de defesa da MP [medida provisória], com foco especial na ‘escadinha’”.

    Folhapress
    Dilma Rousseff troca bilhetes sobre o Código Florestal com as ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), durante eunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social
    Dilma Rousseff troca bilhetes sobre o Código Florestal com as ministras Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), durante eunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

     

    Depois da troca de mensagens, já em seu discurso, a presidente Dilma afirmou que “o governo está aberto a negociações, mas não assume responsabilidade por negociações que não foram feitas com a presença dele”.

    Na quarta-feira (29), a comissão mista do Congresso votou o relatório da medida provisória que altera o Código Florestal. A comissão reduziu as distâncias mínimas de recuperação da preservação nas margens dos rios, escalonadas a depender do tamanho da propriedade.

    Nesta quinta, após evento com a presidente, a ministra Izabella Teixeira afirmou que a mudança no texto original é “um retrocesso do ponto de vista de recuperação ambiental” e não foi pactuada com o governo.

  • 31ago

    O ESTADO DE SÃO PAULO

    Depois de receber nesta quinta mais uma condenação do Supremo Tribunal Federal (STF), desta vez por lavagem de dinheiro, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) decidiu renunciar à candidatura a prefeito de Osasco e foi obrigado a aceitar o vice da chapa, Jorge Lapas, como seu substituto. 

     

    Decisão sobre saída da disputa foi tomada durante reuniões ao longo do dia - Andre Lessa/AE
    Andre Lessa/AE
    Decisão sobre saída da disputa foi tomada durante reuniões ao longo do dia

     

    Abatido e emocionado, o deputado disse a correligionários, em reuniões ao longo do dia, que foi injustiçado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), vítima do que o PT chama de “farsa” do mensalão, e admitiu não ter condições de levar adiante a candidatura.

    Mesmo assim, ele pretendia escolher outro nome para substituí-lo. Avaliava que o também petista Jorge Lapas, ex-secretário municipal de Obras e de Governo, não era conhecido do eleitorado nem tinha densidade política. Mas sofreu uma derrota em seu próprio partido e não teve escolha.

    Na prática, a resistência de João Paulo a ceder a vaga para Lapas refletiu uma queda de braço com o prefeito Emídio de Souza.

    Uma briga entre criador e criatura. Emídio assumiu a Prefeitura de Osasco em 2005 – indicado por João Paulo, então presidente da Câmara – e está no segundo mandato.

    No ano passado, o prefeito chegou a dizer ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o candidato à sua sucessão deveria ser Jorge Lapas. Alegou que João Paulo era réu no processo do mensalão e que, se condenado pelo Supremo, o PT poderia perder a Prefeitura.

    O deputado, porém, não acreditava que a Ação Penal 470 fosse julgada neste ano. Além disso, tinha convicção de que seria absolvido. Por maioria de votos, no entanto, o STF condenou João Paulo por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

    Até mesmo o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos foi consultado sobre quais deveriam ser os próximos passos de João Paulo.

    “Ele tem que renunciar o mais rápido possível”, disse Thomaz Bastos ao telefone, na quarta-feira, numa conversa presenciada pelo Estado.

    Na noite de ontem, aliados do deputado afirmavam que quanto mais ele demorasse para anunciar oficialmente a desistência do páreo, mais seria responsabilizado pelos prejuízos à campanha petista em Osasco, que já estava fragilizada mesmo antes da condenação.

    João Paulo estava em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto e sua rejeição aumentou depois do veredicto do Supremo. Petistas temem perder a Prefeitura de Osasco para Celso Giglio (PSDB), que lidera os levantamentos eleitorais.

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