• 11set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Xuxa Meneghel sobre possível volta do PT ao poder: “Deus nos livre e guarde”

     

    Reprodução | Hora do Faro | RecordTV

     

    A apresentadora Xuxa Meneghel, atualmente na RecordTV, fez um comentário político em suas redes sociais.

    O post foi suficiente para colocar a ‘rainha dos baixinhos’ no topo dos assuntos mais comentados do Twitter e mais buscados do Google.

    Tudo começou após um comentário na publicação do jornalista Léo Dias, que repercutiu a declaração de Titi Muller, que fez referência a um possível retorno do PT ao poder em 2022.

    Em resposta, Xuxa rebateu:

    “Deus nos livre e guarde”, escreveu.

    Repercussão 

    A publicação agitou as redes sociais.

    “Loira maravilhosa. Chega de ladrão no poder”, escreveu um fã.

    Outro internauta também apoiou a declaração.

    Mesmo não apoiando meu presidente, você tem momentos de sensatez”, disse outro.

  • 15maio

    BLOG DO REINALDO AZEVEDO – VEJA.COM

    “Fora PT” e “Moro presidente”!

     

    É o juiz no lançamento de um livro em SP.

     

    Assista ao vídeo

     

     

    Misto de herói nacional e de celebridade. Foi assim que o juiz Sérgio Moro foi recebido nesta quinta à noite, na Livraria Cultura, da Avenida Paulista, onde compareceu para prestigiar o lançamento do livro “Bem-Vindo ao Inferno”, escrito pelos jornalistas Cláudio Tognolli e Malu Magalhães.

    A obra conta a história de Vana Lopes, uma das vítimas do médico Roger Abdelmassih. O prefácio é assinado pela advogada Rosángela Moro, mulher do juiz.

    Portando cartazes que traziam a expressão “Je suis Moro” (Eu sou Moro), cerca de cinquenta manifestantes gritavam “Fora PT”, “Moro presidente”, “É Sérgio Moro” e “Obrigado!”.

    Ele se disse satisfeito com a recepção, mas se negou a conceder entrevista: “O evento é sobre o lançamento do livro. Eu só vim prestigiar. A gente fica feliz, mas eu não quero tirar o foco do livro. Fico feliz, claro, mas esse trabalho não é só meu”,

    Rosângela também comentou rapidamente a manifestação: “Nosso dia a dia continua normal. Vejo isso como uma manifestação de carinho das pessoas. Existem muitos outros ‘Sérgio Moro’ por aí que estão fazendo um bom trabalho”.

    Vejam o vídeo feito pelo repórter Gustavo Aguiar, da rádio Jovem Pan.

    <noscript& gt;<a=”” href=”http://mais.uol.com.br/view/15473808″>Sérgio Moro é recebido sob aplausos em SP

  • 11maio

    VEJA SÃO PAULO – TERRAÇO PAULISTANO – JOÃO BATISTA JR

    Claudia e Roberto Kalil: o casamento que reuniu Dilma, Lula, Alckmin, Haddad e Serra (e muito, muito mais)

    A presidente DIlma, os noivos Claudia e Kalil, o ex-presidente Lula e Maria Letícia

    A presidente Dilma, os noivos Claudia e Kalil, o ex-presidente Lula e Marisa Letícia

    Imaginem um casamento em que estiveram presentes (da esfera federal, para a municipal):

    – A presidente da República, Dilma Rousseff.
    – O presidente do Senado, Renan Calheiros.
    – O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.
    – O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.
    – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
    – O senador José Serra.
    – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
    – O secretário estadual de Saúde, David Uip.
    – O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes.
    – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

    …E muitas, muitas outras caras conhecidas – da política, das artes, dos negócios, do direito e da medicina – no bufê Leopolldo, no Itaim, na noite de sábado (9).

    Foi assim que o cardiologista Roberto Kalil Filho e a endocrinologista Claudia Cozer celebraram seus dez anos de união, sob a bênção de um padre – e de boa parte do poder nacional – em uma festa para 600 convidados que teria ainda muita música, avançando a madrugada.

    Ela, num vestido romântico, com mangas de renda, e o habitual largo sorriso no rosto. Ele, com camisa e gravata brancas.

    Havia forte esquema de segurança (detalhes mais abaixo) e muito trânsito à porta do salão.

    O carro da noiva entrou pela contramão da rua, pela saída do bufê, com certo tumulto, devido aos cerca de trinta manifestantes, que batiam panelas e gritavam “Fora, PT” em direção ao convidados.

    Neste momento, organizadores de evento se mostravam tensos com a dificuldade da chegada de Claudia e precisaram abrir caminho para ela.

    Lá dentro, tudo foi mais suave e o casal entrou junto, de braços dados.

    Tudo sobre a festa:

    Presidente Dilma

    Dilma, Lula e Dona Marisa Letícia no casamento de Kalil Filho

    No altar, Dilma estava ao lado de David Uip. Vestia um longo azul marinho de mangas compridas com bordados na altura do abdômen enxugado pela dieta Ravenna.

    Ao seu lado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (gravata vermelha) e a mulher, Marisa Letícia, de preto, com rendas – alguns convidados maldosos não deixaram de notar certa semelhança com Marta Suplicy, talvez pelo excesso de retoques faciais.

    Lula e Dilma pouco se falaram ali. Mais tarde, na festa, sentaram-se lado a lado e, enfim, conversaram um pouco.

    No prato dela, uma amostra do controle alimentar: mal tocou nos antepastos.

    Dilma e Lula conversam no casamento de Kalil Filho

     

     

    Dilma conversa com Flora Gil (ao fundo, Renan Calheiros)

    Dilma com Flora Gil (ao fundo, Renan Calheiros)

    Se lá fora manifestantes houve forte hostilização, com os manifestantes gritando “Ladra! Ladra! Ladra”, no momento em que foi embora, às 22h40, na festa a presidente era a convidada mais cumprimentada. 

    Passou boa parte do tempo posando para selfies, em especial com os convidados mais jovens.

    Conversou também com o governador Alckmin e Lu, com o senador Renan Calheiros, que estavam à mesma mesa.

    Em uma bem mais distante, se acomodaram Haddad e Ana Estela.

    Maluf e Celso Rumano, que já trocaram farpas públicas, se sentaram juntos.

    Dilma, assediada para fotos

    Cerimônia

    Bênção dos noivos

    Entre os presentes no altar, estavam ainda nomes como o senador José Serra, que fez par com Bia Aydar, que organizou tudo ao lado da irmã, Fernanda (abaixo, o segundo casal de padrinhos, a partir da direita):

    padrinhos-serra

    Haddad (gravata vermelha) e a primeira-dama paulistana, Ana Estela, se sentaram ao lado de Alckmin (gravata Azul) e Lu. Logo atrás,  o deputado Paulo Maluf, que foi acompanhado da mulher, Sylvia.

    haddad-alckmin

    Convidados

    Com tantas autoridades presentes, o esquema de segurança foi reforçado. Havia cerca de 200 seguranças à paisana, inclusive do Exército, e reforços em esquinas a várias quadras dali.

    Só Dilma tinha no mínimo dois carros de batedores e dez motos.

    O que se viu no salão, porém, foi um mix de várias turmas. Da medicina, havia nomes como o cardiologista Fábio Jatene, os superintendentes do Hospital Sírio-Libanês Paulo Chapchap e Gonzalo Vecina Neto.

    Do direito, Celso Vilardi e Antonio Mariz Filho. Da política, o presidente do PT, Rui Falcão, o deputado federal Celso Russomano. Do esporte, a ex-jogadora de basquete Hortência.

    Da TV, os humoristas Tom Cavalcante e Carlos Alberto de Nóbrega. Do mundo dos negócios, o dono da construtora WTorre, Walter Torre, e dono da Qualicorp, José Seripieri Junior.

    O médium João de Deus, com tom plácido, acomodou-se na mesma mesa em que estavam Gilberto Gil e Flora.

    “Já curei muitos que estão aqui hoje”, dizia ele, ao lado da mulher, Ana.

    O médium João de Deus

    O médium João de Deus

    Gilberto Gil e Flora

    Tom Cavalcante

     

    O ministro Aloizio Mercadante

    Hortência, a rainha do basquete

    Show

    A cantora Paula Fernandes surgiu em um telão desejando felicidade aos noivos. Em seguida, um dos pontos altos da noite:

    o noivo subiu ao palco, contou que em uma viagem Claudia pediu que aprendesse a tocar um instrumento e surpreendeu ao tocar Imagina no sax (Lula e Renan Calheiros, que conversaram longamente na festa, ficaram incrédulos).

    O show ao vivo ficou por conta de Tiago Abravanel, que cantou músicas como Descobridor dos Sete Mares, Vale Tudo, Inara, Samba Diferente (do grupo Molejo) e Eva. 

    Show de Thiago Abravanel

    Produção

    Decoração: José Antônio de Castro Bernardes, que providenciou jardins de tulipas brancas no altar e orquídeas da mesma cor caindo do teto, entre folhagens, na festa.

    Casamento Kalil - altar

    Casamento Kalil - decoração

    O salão do Leopolldo

    Doces: Pati Piva

    A mesa dos doces, feitos pela doceria Pati Piva

    Bufê: do próprio Leopolldo, tinha pratos como risoto de champanhe.

    Lua de mel: os noivos seguem para a Itália, onde ficam até o próximo sábado.

  • 24mar

    BLOG DO FERNANDO RODRIGUES – UOL

    Claudia Raia, Marília Pêra, Francisco Cuoco e Roberto Medina, entre outros, estão nos arquivos

    Jorge Amado e Tom Jobim, que já morreram, também aparecem no SwissLeaks

    Maioria dos citados já recebeu incentivos públicos por meio de leis de fomento

    Arte/Folhapress

     

    Nomes da cultura nacional, ligados a música, TV, cinema e literatura, estão na lista dos 8.667 brasileiros relacionados a contas numeradas –cujos donos são identificados apenas por um código– na agência de “private bank” do HSBC em Genebra, na Suíça.

    Os dados dos arquivos se referem a 2006 e 2007, embora algumas contas já estivessem encerradas nessa época.

    Num trabalho de reportagem do UOL em parceria com o jornal “O Globo”, os citados foram todos procurados e disseram não ter contas no HSBC no momento ou não ter cometido qualquer irregularidade.

    A investigação mostra também que há casos de personalidades que receberam dinheiro público para desenvolver atividades artísticas por meio de leis de fomento –como a Lei Rouanet e o Fundo Nacional de Cultura.

    Mas não é possível nem correto fazer uma conexão entre o dinheiro captado e os recursos que eventualmente circularam nas contas bancárias na Suíça.

    Os arquivos da filial do HSBC em Genebra foram extraídos em 2008 por Hervé Falciani, que era técnico de informática do banco.

    Os dados foram obtidos em 2014 pelo ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos, com sede em Washington, nos EUA, que firmou parceria com o jornal francês “Le Monde” para investigar o caso, conhecido como SwissLeaks.

    No Brasil, UOL e “Globo” fazem a apuração com exclusividade.

    Os dados do HSBC em Genebra indicam que registros de quatro membros da família de Jorge Amado (1912-2001) na instituição.

    Além do escritor, aparecem na lista sua mulher Zélia Gattai (1916-2008), e os dois filhos: a editora gráfica Paloma e o escritor João Jorge.

    Os quatro integrantes da família Amado foram titulares da conta 30351 TG, aberta em 25 de janeiro de 2001 e encerrada em 25 de março de 2003.

    Em Salvador, a Fundação Casa de Jorge Amado funciona com apoio do Ministério da Cultura.

    Segundo a assessoria de imprensa da pasta, de 2009 a 2012, a entidade recebeu do Fundo Nacional de Cultura R$ 477 mil e captou R$ 1,2 milhão via Lei Rouanet, embora no site do Ministério da Cultura apareça um valor menor captado, de R$ 622 mil.

    A Lei Rouanet permite a empresas financiarem projetos culturais e deduzir 100% do valor gasto do seu Imposto de Renda, até o limite de 4% do imposto devido.

    Abaixo, os dados das contas no HSBC relacionadas a celebridades (clique na imagem para ampliar):

    tabela2

    O cineasta Andrew Waddington, mais conhecido como Andrucha, também é listado como dono de uma conta numerada no banco suíço.

    Sócio da produtora Conspiração Filmes, ele aparece nos registros dividindo uma conta com seu irmão Ricardo Waddington, que hoje é diretor da TV Globo. Em 2006/2007, a conta dos dois não tinha saldo.

    Andrucha e Ricardo Waddington foram titulares da conta 14870 HW, aberta em 7 de março de 1997 e encerrada em 31 de janeiro de 2000.

    A Conspiração Filmes, de Andrucha, captou R$ 13,4 milhões, conforme dados do Ministério da Cultura. O dinheiro foi liberado para projetos como “Taça do Mundo é Nossa”, “Casseta & Planeta O Filme”, “Matador” e “Eu Tu Eles”.

    O cineasta Hector Babenco aparece relacionado à conta 1683 JM, aberta em 25 de abril de 1988 e encerrada em 6 de janeiro de 1992.

    Sua produtora, a HB Filmes, já captou R$ 16,2 milhões para trabalhos como o filme “Carandiru” e a peça de teatro “Hell”.

    A atriz Claudia Raia, segundo os registros do HSBC, teve uma conta na agência de Genebra, número 34738 ZES, de 3 de maio de 2004 a 5 de novembro de 2006.

    Era um depósito em conjunto com seu então marido, o também ator Edson Celulari. Eles se separaram em 2010. Na época em que os dados foram extraídos do banco, em 2006/2007, a conta tinha um saldo de US$ 135 mil.

    Cláudia Raia, por meio de suas duas empresas denominadas “Raia Produções”, captou, de 2009 a fevereiro de 2015, um total de R$ 7,4 milhões via Lei Rouanet para os musicais “Pernas pro Ar”, “Charlie Chaplin” e “Raia 30 Anos”.

    A responsável pela produtora é a irmã de Cláudia, Maria Olenka de Fátima Motta Raia.

    Já Edson Celulari, por meio da Cinelari Produções Artísticas, captou de 1997 a 2012 R$ 2,6 milhões para as peças “D. Quixote de lugar nenhum”, “Fim do jogo”, “Nem um dia se passa sem notícias suas” e “Dom Juan”.

    Na tabela abaixo, o valores captados via Lei Rouanet pelos artistas brasileiros citados no SwissLeaks. As imagens foram extraídas do sistema SalicNet, do Ministério da Cultura:

    ArteO nome do ator Francisco Cuoco também está entre os correntistas na Suíça.

    Ele aparece relacionado a uma conta no HSBC da Suíça, de número 25403 ZFG, aberta em 11 de setembro de 1994 e ainda ativa em 2006/2007, com saldo de US$ 116 mil.

    Cuoco já atuou em peça patrocinada em 2009 pela estatal Eletrobrás, a “Deus é química”, escrita por Fernanda Torres. Em 2011, também estrelou “Três Homens Baixos” em festival com apoio da Lei Rouanet.

    E ainda há mais duas atrizes nos arquivos do HSBC: Marília Pêra e Maitê Proença.

    Marília Pêra está relacionada a depósitos no HSBC da Suíça por meio da conta 25570 ZGM, aberta em 22 de fevereiro de 1999 e ativa em 2006/2007. À época, o saldo era de US$ 834 mil.

    A empresa da atriz, a Peramel Produções Artísticas, captou R$ 100 mil via Lei Rouanet para montar e divulgar a peça “A filha da…”, com a própria Marília em cartaz, que estreou em 2002.

    A atriz Maitê Proença está nos arquivos do SwissLeaks vinculada à conta 15869 HP, aberta em 17 de abril de 1990 e ativa em 2006/2007, quando os dados foram extraídos do HSBC. O saldo era de US$ 585 mil.

    Sua empresa, a M. Proença Produções Artísticas, captou R$ 966,9 mil via Lei Rouanet para as peças “Achadas e Perdidas”, “Isabel”, “A Beira do Abismo me Cresceram Asas” e “As Meninas”.

    Maitê envolveu-se em uma polêmica por causa de duas pensões recebidas do governo do estado de São Paulo no valor total aproximado de R$ 17 mil mensais, deixadas por seus pais, o procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, mortos em 1989 e 1970, respectivamente.

    Maitê recebe o benefício porque nunca se casou oficialmente, no papel. Ela teve as pensões cortadas no final de 2009 por decisão da SPPrev (São Paulo Previdência).

    O governo alegou que a atriz não podia mais ser considerada filha solteira de Carlos e Margot, pois manteve vida conjugal com o empresário Paulo Marinho, com quem viveu por 12 anos e teve uma filha.

    Para a SPPrev, sua união estável deveria ser equiparada ao casamento.

    Maitê recorreu à Justiça. Em 2010, conseguiu restabelecer o pagamento das pensões. Em 2013, a atriz defendeu o recebimento do benefício e afirmou ao UOL que a pensão era um “direito adquirido”.

    Jô Soares está no acervo de dados vazado do HSBC identificado como “acteur, journaliste, écrivain & animateur de télévision sur chaînes TV au Brésil” (ator, jornalista, escritor e animador de televisão em canais de TV no ​​Brasil).

    Apresentador do “Programa do Jô”, de entrevistas, ele aparece relacionado a 4 contas no HSBC de Genebra, todas já encerradas em 2006/2007.

    A de número 33540 GG, aberta em 5 de março de 2001 e fechada em 17 de janeiro de 2003, a 23940 AM, aberta em 9 de janeiro de 1998 e fechada em 29 de outubro de 2002, a 1514 GG, aberta em 4 de novembro de 1988 e fechada em 25 de março de 1997, e a 1642 GG, aberta em 21 de fevereiro de 1997 e fechada em 10 de março de 2001.

    O músico Tom Jobim (1927-1994) e sua última mulher, Ana Lontra Jobim, também estão relacionados a contas no HSBC da Suíça. Ana manteve uma conta conjunta com Tom, número 20282 AC, de 23.dez.1993 a 7.jun.1995.

    Ana também manteve outras 2 contas relacionadas a seu nome. A número 23015 AB, de 2.set.1995 a 14.fev.1996, e a conta 23082 AB, de 1.dez.1996 a 23.ago.2005.

    A Fundação Tom Jobim já captou R$ 1,7 milhão via Lei Rouanet. O dinheiro foi aplicado em eventos como a exposição Tom Jobim – Música e Natureza.

    Arte/Folhapress

     

    O publicitário e empresário Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, aparece ligado à conta 7853 MA, aberta em 16 de janeiro de 1990 e fechada em 5 de setembro de 2000 no HSBC.

    Conforme informações do Ministério da Cultura, a empresa Rock World captou R$ 13,6 milhões para a realização do Rock in Rio 2013 e 2015.

    Com exceção de Jô Soares e de Ricardo Waddington, os artistas e intelectuais listados nas planilhas do HSBC de Genebra receberam dinheiro público para realizar seus trabalhos.

    É legal ter contas na Suíça?

    Ter uma conta bancária na Suíça ou em qualquer outro país não é ilegal, desde que seja declarada à Receita Federal.

    Os titulares também devem informar ao Banco Central quando o saldo for superior a US$ 100 mil.

    Participam da apuração da série de reportagens SwissLeaks os jornalistasFernando Rodrigues e Bruno Lupion (do UOL) e Chico Otavio, Cristina Tardáguila eRuben Berta (do jornal “O Globo”).

  • 14dez

    AGÊNCIA ESTADO

    Ex-senadora foi eleita pela revista de jornal britânico como a mulher mais influente na política este ano

    Marina Silva faz discurso após resultado do primeiro turno

    Marina Silva faz discurso após resultado do primeiro turno (Ricardo Matsukawa)

    Marina Silva foi eleita a mulher mais influente na política neste ano pela revista semanal FT Magazine, do jornal britânico Financial Times.

    A lista “Women of 2014”, segundo o site da publicação, destaca as mulheres que deixaram a sua marca como líderes, ativistas e lutadoras em um ano que “abalou” o mundo.

    O jornal destaca que a trajetória de Marina reflete a história do Brasil desde 1950, quando milhões de pessoas saíram da pobreza para a cidade.

    “Uma seringueira analfabeta, que trabalhou na Amazônia até os 16 anos, e se tornou senadora, ministra do meio ambiente e candidata à presidência duas vezes”, diz a publicação.

    Além de abordar sua carreira acadêmica, o Financial Times pontua que Marina apoiou Luis Inácio Lula da Silva e deixou o ministério do meio ambiente em 2008, quando percebeu que o ex-presidente estava reduzindo sua autoridade.

    O jornal mencionou uma declaração de Marina na época: “Eles são reféns dos elementos mais atrasados do Congresso, aqueles que tem a visão de crescimento da produção com a expansão da área da agricultura, não por meio de ganhos de produtividade com a tecnologia, formação e inovação.”

    A ex-senadora aparece ao lado de nomes influentes, como Laura Poitras, jornalista que divulgou as informações da Agência de Segurança Nacional americana, NSA; da ativista pelo clima Naomi Klein; de Ana Botín, presidente do Banco Santander; Joanne Liu, líder da ONG Médicos Sem Fronteiras e ativista contra o Ebola; e Arundhati Bhattacharya, a primeira mulher a comandar o State Bank of India. 

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