• 10fev

    YOU TUBE

     

    Um pouco mais sobre o preço da gasolina.

    A matemática sobre o ICMS é semelhante em todo o Brasil

     

  • 24jan

    AGÊNCIA BRASIL –  ALANA GANDRA

     

    Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel para distribuidoras nesta sexta

     

    (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo) 

    A Petrobras confirmou nesta quinta-feira (23) que vai reduzir em 1,5% o preço da gasolina e em 4,1% o preço do litro do diesel para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (24). O último reajuste promovido pela empresa havia sido uma redução de 3% nos valores dos dois combustíveis no dia 14 deste mês.

    Os preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que os dos importadores, como transporte e taxas portuárias, por exemplo.

    A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos.

    Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, entre os quais a volatilidade do câmbio e dos preços.

    A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos ofertados nos postos de combustíveis.

    São os combustíveis tipo “A”, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel e também sem adição de biodiesel.

    Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo “A” misturados a biocombustíveis.

    O preço de venda às distribuidoras não é o único determinante do preço final ao consumidor.

    Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final, que incorpora tributos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização: distribuidores, revendedores e produtores de biocombustíveis, entre outros.

     

  • 07nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    Lucro da Petrobras, de R$6,6 bilhões em três meses, abortou o crescimento do País

     

    Estatal criou reajustes diários para fabricar seu lucro bilionário

     

    Política de preços que levou ao lucro da Petrobras provocou greve e cortou PIB (Foto: Douglas Magno)

     

    O lucro da Petrobras no terceiro trimestre, de R$6,6 bilhões, foi fabricado pela política malandra adotada na gestão do ex-presidente Pedro Parente de reajuste diário nos combustíveis.

    Muitos consideram essa política criminosa por asfixiar a economia como um torniquete.

    Os caminhoneiros não suportaram os custos siderais (estavam pagando para trabalhar), e 207 reajustes depois, eles eclodiram a greve de maio, que abortou o crescimento previsto de 3,5% para o Brasil, em 2018.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    A Petrobras alegou “variação dos preços internacionais” para justificar os aumentos diários, mas o lucro de R$6,6 bilhões desmonta a lorota.

    O faturamento da Petrobras subiu em flecha, ao contrário dos supostos custos da “variação de preços internacionais” dos combustíveis.

    Protegida pelo monopólio, sem concorrência, e determinando os preços que deseja, qualquer vendedor de picolé tiraria a Petrobras do buraco.

  • 01out

    VEJA.COM

     

     

    Consumidor pagará até R$ 0,20 a mais por gasolina, prevê sindicato

     

    Repasse reflete aumento nas refinarias do preço da gasolina em 6% e do óleo diesel em 4%, anunciado pela Petrobras na noite de terça-feira

     

     

     

    Abastecimento de gasolina nos postos do Brasil
    Aumento na gasolina e no diesel começa a valer, nas refinarias, a partir desta quarta-feira (Luciano Amarante/VEJA)

     

    O aumento nas refinarias do preço da gasolina em 6% e do óleo diesel em 4%, anunciado pela Petrobras nesta terça-feira, já deve ser sentido pelos consumidores nesta semana.

    De acordo com o presidente do Sincopetro (sindicado dos donos de postos de combustíveis de São Paulo), José Alberto Gouveia, o repasse ao consumidor é imediato.

    Segundo ele, os donos de postos já o notificaram que o preço do litro da gasolina vai aumentar de 17 a 20 centavos, e do diesel, em 10 centavos.

    Nas refinarias, o aumento começou a valer a partir desta quarta-feira.

    “Quem está recebendo o produto hoje, já está repassando”, disse Gouveia. Ele ainda se queixou de que o aumento pode prejudicar ainda mais o desempenho do setor. Segundo a categoria, a venda de combustível nos postos de São Paulo já caiu 15% de janeiro a agosto deste ano em relação a 2014.

    “E ainda vai aumentar a inflação, porque tudo roda no Brasil em cima de gasolina e diesel”, afirmou.

    Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), na bomba, o reajuste médio será de 3% para a gasolina e de 2% para o diesel. “Estamos falando de uma média nacional. Temos que entender que a margem de cada distribuidora é livre”, diz.

    Ele explica que, sendo assim, fica a critério de cada posto determinar a proporção do repasse, considerando que cada um possui diferentes despesas, como IPTU, aluguel etc. Na inflação, Pires estima um impacto de 0,15 ponto porcentual.

    O especialista considera que o aumento foi muito pequeno – o ideal seria de 10% a 12% – e reflete o temor do governo em fazer com que a inflação ultrapasse a marca dos dois dígitos este ano.

    “Do ponto de vista de estratégia de preço, não há mudanças da gestão do ex-presidente do conselho da estatal e da Fazenda, Guido Mantega, para a atual gestão, mais preocupada no IPCA do que em questões da empresa”, critica. “Este aumento é um ‘melhoral’ para quem precisa de antibiótico”, completa.

    O analista de inflação da Tendências Consultoria, Marcio Milan, estima um impacto de entre 0,12 e 0,2 ponto percentual na inflação de outubro, mas ficará circunscrito a este mês, sem influenciar as expectativas para 2016.

    Para ele, o anúncio do reajuste neste momento, e não no ano que vem, pode ser uma estratégia do governo para circunscrever o máximo possível a este ano o impacto da alta dos preços administrados.

    Já é dado como certo que o IPCA encerrará 2015 acima de 9%. A meta do governo para este ano é de 4,5%, com margem de dois pontos para mais ou para menos.

    “O efeito do reajuste é de curto prazo e tira pressão do ano que vem. Essa alta elimina distorções, reduz potencial fonte de inflação para o ano que vem”, concordou o economista-chefe do banco de investimentos Haitong, Jankiel Santos.

    O economista-sênior do Haitong, Flávio Serrano, avalia que o reajuste deve trazer aumento de 4% a 4,5% nos preços do combustível nas bombas. Com isso, o impacto do reajuste no IPCA de outubro deve ser 0,15 ponto porcentual.

    Além do repasse da alta nas refinarias, o preço da gasolina deve subir novamente por causa do reajuste do etanol até o fim do ano, quando começa a entressafra da cana-de-açúcar.

    Com oferta menor, o preço do etanol anidro, misturado em 27% à gasolina, deve aumentar. Com o impacto do reajuste do etanol, a gasolina deve ter um reajuste total de 5% a 6% até o fim do ano pelos cálculos do economista e gerar um impacto 0,25 pp no IPCA.

    Já o reajuste de 4% no diesel nas refinarias não gera impacto direto no IPCA, porque o combustível tem uma participação pequena na formação do indicador de inflação.

    “O peso do reajuste não é repassado integralmente para os consumidores. Para que o diesel tivesse algum efeito relevante sobre a inflação seria necessário um reajuste de, no mínimo, 5%”, avalia André Braz, economista do Ibre/FGV.

    No entanto, segundo os economistas, o repasse pode ocorrer de forma indireta com o aumento de custos em transportes de cargas e passageiros.

  • 02dez

    UOL/NOTÍCIAS

    O preço da gasolina está entre 20% e 24% mais caro no Brasil do que no exterior. No diesel, a diferença é de cerca de 15%.

    O cálculo compara o preço praticado no país e no golfo do México, principal referência internacional.

    Os brasileiros estão pagando mais que os estrangeiros pelos combustíveis, porque o petróleo desabou no mercado internacional, mas a queda não foi repassada no país.

    O governo foi na contramão e, após a reeleição da presidente Dilma, reajustou a gasolina em 3% e o diesel em 5%.

    O objetivo do reajuste é fortalecer as combalidas finanças da Petrobras.

    De 2010 até outubro de 2014, a estatal subsidiou o consumidor brasileiro ao vender gasolina mais barata do que no exterior.

    O governo resistia a reajustar a gasolina para não elevar ainda mais a inflação.

    No auge, a diferença desfavorável à Petrobras chegou a 30%.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Conforme o CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), a estatal acumulou perdas de R$ 51,4 bilhões no período pelo custo de oportunidade (o quanto poderia ter ganho se vendesse em outro mercado).

    Agora, são os consumidores brasileiros que estão subsidiando a Petrobras.

    Com a atual diferença de preços, o ganho mensal da estatal é de R$ 607 milhões na gasolina e de R$ 1,059 bilhão no diesel.

    É preciso ressaltar, no entanto, que nem tudo vai para a empresa, porque o custo do frete encarece o produto brasileiro em cerca de 10%.

    Procurada, a Petrobras não deu entrevista.

    VULNERABILIDADE

    “A estatal está ganhando musculatura, mas depois de anos de perdas ainda falta muito”, diz Fábio Silveira, diretor de pesquisa da consultoria GO Associados.

    Segundo Adriano Pires, diretor do CBIE, uma desvalorização brusca do real pode anular a vantagem da Petrobras, pois encareceria os combustíveis em moeda local e elevaria o custo da dívida em dólar.

    A queda do preço do petróleo também não favorece os investimentos da Petrobras. Os analistas já têm dúvida sobre qual é o patamar de preços que viabilizaria os altos investimentos no pré-sal.

    Só nos últimos 30 dias, o preço do petróleo tipo Brent, referência para o mercado, caiu 15,7% para US$ 72,05 por barril. Um ano atrás, o barril era cotado a US$ 106,4.

    A queda se acentuou na semana passada, quando a Opep, cartel dos países petroleiros, informou que não vai reduzir a produção. Nesta segunda (1º), o dia foi de recuperar parte das perdas, e os preços subiram 3,4%.

    A derrocada do preço é consequência, sobretudo, da redução do consumo nos EUA com a maior utilização do gás de xisto.

    Investidores que aplicavam dinheiro em commodities também estão migrando para títulos da dívida americana na expectativa de que os juros subam.

   



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