• 06fev

    R 7

     

    Popularidade da ministra Damares assombra e desconcerta a esquerda

     

    Já é possível dizer que a pastora ‘terrivelmente evangélica’ pode sonhar alto em termos eleitorais, a depender apenas de suas ambições políticas

     

    Entre os ministros, Damares só perde em popularidade para Sérgio Moro

    A8SE

    Que Sergio Moro é o ministro mais popular do atual governo, nem se discute. Até quem não gosta dele é obrigado a admitir que o ex-juiz arregimenta uma imensa legião de fãs.

    Agora, desconcertante para muitos – notadamente os de esquerda – é a popularidade e o respeito que a ministra Damares Alves desperta em multidões.

    Seus adversários a tratam como anedota e a consideravam um alvo fácil de críticas demolidoras.

    Pois trago verdades: a pastora é provavelmente a mais forte das personalidades políticas reveladas pela recente onda conservadora que domina o país.

    E já é possível arriscar que Damares pode sonhar alto em termos eleitorais, a depender apenas de suas legítimas ambições e desejos.

    Desde sua estreia para o grande público com “menino veste azul e menina veste rosa”, até a recente afirmação de que a campanha criada por seu ministério para evitar o sexo na adolescência é uma tentativa de combater a “legalização da pedofilia”, Damares coleciona frases polêmicas e declarações que fazem uivar os defensores do estado laico, dos direitos humanos e das questões identitárias. 

    O que seus detratores se recusam a enxergar é que esses “absurdos” ditos pela ministra “terrivelmente evangélica” encontra forte apelo entre a população mais simples, pobre, religiosa, que mora e vive no mundo real das periferias.

    Esse discurso ecoa no chamado Brasil profundo – e é essa gente a quem Damares representa tão bem.

    Em vez de debocharem da pauta e ideias de Damares Regina Alves, seus inimigos de esquerda deveriam abrir mão, primeiro, da superioridade moral que os impede de entender do que e com quem a ministra fala.

    Só depois desse exercício de inteligência e humildade, talvez consigam aprender a se comunicar com o povo sofrido que tanto dizem defender.

  • 01ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Bolsonaro diz que não mudará seu jeito: “Sou assim mesmo. Não tem estratégia

     

    Alan Santos | PR

     

    Nesta quarta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva ao O Globo.

    Durante a conversa, o chefe do Executivo garantiu que não mudará seu jeito de agir.

    “Sou assim mesmo. Não tem estratégia. Se eu estivesse preocupado com 2022 não dava essas declarações”, afirmou.

    O presidente recebeu o jornal no Palácio do Planalto e a conversa não foi gravada.

    Na entrada do gabinete, os celulares foram guardados e o presidente emprestou sua caneta Bic à jornalista para que ela fizesse as transcrições e anotações.

    Bolsonaro também afirmou que não se importa com as perseguições da imprensa.

    “O dia que não apanho da imprensa eu até acho estranho”.

  • 30jul

    CONTRAPONTO/CELSO NASCIMENTO

     

    Curitiba estuda implantar “lei seca” nas ruas da cidade

     

    A Câmara de Curitiba está para votar projeto que proíbe as pessoas de beberem em espaços públicos entre as 2h e as 8h da manhã, mas não prevê sanções. Quem for flagrado nessa situação apenas poderá ter o produto recolhido.

    Se o projeto for aprovado em plenário e se tornar lei, Curitiba seguirá outros 30 municípios do Paraná que já adotam a proibição.

    Para diminuir a criminalidade e principalmente os índices de perturbação de tranquilidade e sossego, municípios do Paraná estão recorrendo a leis que restringem o consumo de bebidas alcoólicas em lugares públicos, seguindo o exemplo de cidades como Nova Iorque (EUA). Quem conta é a repórter Katna Baran, para a Folha de São Paulo.

    Pesquisa feita entre as 30 maiores cidades do estado apontam que ao menos dez delas possuem restrições nesse sentido. Mas a moda começou nos pequenos municípios. Alguns deles começaram a implantar legislações contra o consumo de bebida nas ruas ainda em 2011.

    A Câmara de Curitiba está para votar projeto com o mesmo objetivo, de autoria da vereadora Julieta Reis (DEM). O texto proíbe as pessoas de beberem em espaços públicos entre as 2h e as 8h da manhã, mas não prevê sanções.

    Quem for flagrado nessa situação apenas poderá ter o produto recolhido.

    “A confusão e a bebida geram violência, já tivemos casos de morte em regiões nobres (de Curitiba). Temos que trabalhar para uma cultura de ordem na cidade, que não pode ficar à mercê de quem fica bebendo na rua”.

    “Não estamos impedindo ninguém de beber e se divertir, mas que faça isso no bar, não na rua ou praça”, diz a vereadora.

    Segunda maior cidade do Paraná, Londrina regulamentou norma parecida no final de 2018, conhecida como “lei seca”, bem mais restritiva que o projeto da capital.

    Quem for flagrado bebendo em locais públicos das 22h às 8h pode levar multa de R$ 500. A lei ainda restringe o consumo em qualquer horário do dia a menos de 300 metros de escolas municipais.

    Desde novembro, já foram aplicadas 652 multas contra infratores, segundo dados fornecidos pela Secretaria de Defesa Social.

    “Havia grande reclamações por conta do vandalismo e da desordem em alguns pontos da cidade em que as pessoas bebiam em via pública”, explica o secretário tenente-coronel Pedro Ramos. Na cidade, o projeto de lei partiu da prefeitura.

    O secretário afirma que houve impacto positivo sobre o comércio, já que as pessoas passaram a consumir mais bebidas no interior de bares.

    “Antes, as pessoas compravam produtos alcoólicos em supermercados e levavam a pontos movimentados da cidade em coolers e ainda faziam suas necessidades fisiológicas nas postas dos estabelecimentos. Era um caos”, diz.

    Não é o que pensam os representantes da Federação das Empresas de Hospedagem, Gastronomia, Entretenimento, Lazer e Similares do Paraná, que levou para o STF (Supremo Tribunal Federal) o questionamento sobre constitucionalidade da lei de Londrina.

    “É hoje nossa briga mais ferrenha. Entendemos que estão fazendo política em cima desse tema. Em alguns casos é plena demagogia, é para tirar a atenção de outros assuntos”.

    “Temos que estar do lado da liberdade do cidadão e enquanto a constituição garante isso, temos que como entidade guardar isso nos tribunais”, aponta o vice-presidente da Federação, Fabio Aguayo.

  • 09jul

    DIÁRIO DO PODER

     

    Conselho de ética avalia cassação de Maria do Rosário por quebra de decoro

     

    Deputada foi denunciada por simular ‘agressão’ no meio do plenário da Câmara

     

    Conselho de ética avalia cassação de Maria do Rosário por quebra de decoro

    Conhecida pelo estilo teatral e especialista em “denunciar” opositores, Maria do Rosário (PT-RS) agora terá de encarar o Conselho de Ética da Câmara.

    Ela foi denunciada pelo presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), por haver esbarrado de propósito em deputados para depois acusá-los de “agressão”.

    Mas, desta vez, a parlamentar petista levou a pior porque toda a aparente armação foi filmada.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    Tudo aconteceu na sessão de 16 de maio, quando o ministro Abraham Weintraub esclarecia o contingenciamento de verbas para Educação.

    O deputado Julian Lemos filmava o plenário quando a petista caminhou em sua direção até esbarrar nele, que reagiu: “Tá doida?”.

    Lemos continuou filmando e flagra Maria do Rosário esbarrando de propósito em Eder Mauro (PSD-PA), a quem acusaria de “agressão”.

    No documento de dez páginas, no qual enumera argumentos e a previsão legal de punição, Luciano Bivar pede a cassação da petista.

     

  • 15jun

    G1/BBC

     

    Deputada pede que russas não façam sexo com estrangeiros para evitar filhos mestiços

     

    Tamara Pletnyova, líder do Comitê para Famílias do Parlamento russo, argumenta que crianças mestiças ‘sofrem’ demais na Rússia.

     

    Torcedores brasileiros tiram foto com russas, em Moscou (Foto: Ricardo Senra/BBC News Brasil)Torcedores brasileiros tiram foto com russas, em Moscou (Foto: Ricardo Senra/BBC News Brasil)

    Torcedores brasileiros tiram foto com russas, em Moscou (Foto: Ricardo Senra/BBC News Brasil)

    À imprensa local, a parlamentar Tamara Pletnyova disse que transar com estrangeiros aumenta o risco de que as russas se tornem mães solteiras de filhos mestiços.

    “Essas crianças mestiças sofrem e sofreram desde os tempos soviéticos “, justificou Pletnyova.

    “É uma coisa se eles são da mesma raça, mas outra bem diferente, se eles são de uma raça diferente. Eu não sou nacionalista, mas mesmo assim sei que as crianças sofrem. As crianças são abandonadas, e é isso, acabam ficando aqui com a mãe”, afirmou a deputada do Partido Comunista KPRF, que costuma apoiar o presidente Vladimir Putin em votações importantes.

    Os comentários geraram controvérsia. Os russos brancos, segundo o censo de 2010, correspondem a 81% da população do país – o restante inclui minorias étnicas como turcos e mongóis.

    ‘Filhos da Olimpíada’

     

    O comentário da deputada foi motivado por uma pergunta relacionada aos chamados “filhos da Olimpíada” de Moscou, em 1980.

    O termo é considerado pejorativo e normalmente é a associado a russos de ascendência africana, latina ou asiática – que sofrem preconceito no país, principalmente em cidades do interior.

    A frase sugere que estas pessoas teriam sido concebidas durante os Jogos, por mulheres russas que se relacionaram com estrangeiros. Nos anos 1980, ainda sob a régua do comunismo soviético, métodos contraceptivos eram raros no país.

    Ainda segundo Pletnyova, as russas devem “se casar por amor, independente de sua etnia”.

    A FIFA estima que 1 milhão de turistas estrangeiros visitem o país durante a Copa do Mundo, que começa oficialmente nesta quinta-feira, em Moscou, com partidas em 11 cidades, até 15 de julho.

    Nem a FIFA nem o Comitê Organizador da Copa do Mundo comentaram as declarações.

    Um estudo divulgado recentemente pelas ONGs russas Fare Network e Sova Centre, em Moscou, aponta para um aumento de manifestações racistas nos estádios que serão usados durante a Copa.

    Segundo relatório, 19 menções a “macaco” e canções neonazistas foram identificadas nos estádios entre 2017 e 2018.

    Entre 2016 e 2017, segundo o levantamento, apenas duas menções do tipo haviam sido registradas.

    O estudo é realizado desde 2012.

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