• 03ago

    O ANTAGONISTA

     

    Senador pede ao TCU que cobre valores gastos com a farra das passagens no STF

     

    O senador Jorge Kajuru (PSB) acaba de protocolar no TCU um ofício em que pede ao tribunal de contas que adote providências para que haja o devido ressarcimento aos cofres públicos dos valores gastos com a farra das passagens no STF.

    O Antagonista teve acesso ao documento em primeira mão — clique aqui para ler a íntegra.

    “Embora a Suprema Corte já tenha se manifestado e revogado as cotas de seu regimento interno, defendo que seja necessário adotar providências relativas às passagens já adquiridas e que deram prejuízo aos cofres públicos”.

    “Portanto, nada mais justo que se providencie, no mínimo, o devido ressarcimento dos valores, com a devida correção”, defende o parlamentar.

    Na última quarta-feira, após uma série de publicações sobre o assunto neste site (veja aqui e aqui), os ministros do TCU colocaram um freio na farra das passagens, determinando que o Supremo não emita mais bilhetes para viagens alheias às atividades dos ministros e orientaram a corte a dar ampla publicidade a esses gastos.

    Em processo que, sem explicação, se arrastou por quase seis anos no TCU, auditores descobriram que a farra incluía até emissão de passagens para mulheres de ministros em voos internacionais, na primeira classe.

    O caso seria apreciado, inicialmente, em sessão secreta, mas após as notícias deste site, o relator, Raimundo Carreiro, retirou o sigilo.

     

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  • 19jul

    BLOG DE POLÍBIO BRAGA

     

    The Intercept insinua que Barroso e Dallagnol possuem relações homossexuais, diz blog Forum

     

    O blog Forum desta quinta-feira, puxadinho de Glenn Greenwald, repercute a nova leva de mensagens criminosamente interceptadas para o site sujo The Intercept, reveladas por seus aliados Veja, Band e Folha, todas relacionadas com um convite que o ministro Barroso, STF, teria feito para um jantar privado com Dellagnol e Moro.

    Forum e seus aliados sujos, nunca se preocuparam com a homossexualidade do editor do site, Glenn Greenwald, coisa que nem está em jogo, mas insinua que Barroso e Dallagnol possam ter uma relação homossexual não explicitada – e por isto condenável.

    É calúnia, difamação e injúria da maior gravidade.

    Forum diz que Glenn possui posts obtidos criminosamente em cima do celular de Dallagnol, que comprova atos de “sedução” de Barroso para cima de Dallagnol:

    – O que a Fórum apurou é que há muitas conversas sedutoras e insinuantes no arquivo recebido pelo The Intercept e que a decisão de Glenn Greenwald é não publicá-las, porque isso poderia causar danos na vida pessoal dos envolvidos.

    A informação saiu em seguida a comentário do blog sobre conversas interceptadas no celular de Dallagnol:

    – Meter. Introduzir. Penetrar. Dobras. Pregas. Qual seria a insinuação do jornalista ao usar esses termos para analisar as novas conversas que vieram à tona? Essa pergunta tem circulado em muitos grupos de WhatsApp de jornalistas.

    CLIQUE AQUI para conhecer o inteiro teor da matéria do blog Forum.

    Intercept, Folha, Veja e Band chegaram ao fundo do poço da imoralidade (Veja o Vídeo)

     

  • 18jul

    TERÇA LIVRE

     

    Foro de São Paulo: a reunião paga com o dinheiro do narcotráfico

     

    Foro de São Paulo

     

    O ex-general do exército venezuelano, Carlos Julio Peñaloza Zambrano, engenheiro, historiador e escritor, questionou na última sexta-feira (12/7), através de uma postagem feita na conta do Twitter dele, quem financia as reuniões do Foro de São Paulo.

    “FORO DE SAO PAULO Quien financia reunión en Venezuela? Son 800 delegados y se estima un promedio de $10 mil por cada uno para cubrir gastos de viaje, hotel, comidas, bar libre, etc. El Foro de Sao Paulo no tiene dinero, pero el narcotráfico y Diosdado quien es uno de sus capos si“, twittou.

    Tradução:

    “FORO DE SÃO PAULO Quem financia encontro na Venezuela? São 800 participantes e estima-se uma média de US$ 10 mil para cada um cobrir despesas de viagem, hotel, refeições, bar gratuito, etc. O Foro de São Paulo não tem dinheiro, mas tráfico de drogas e Diosdado que é um dos seus capangas“.

     

    Na postagem ele se refere a Diosdado Cabello Rondon, um militar, engenheiro e político venezuelano, filiado ao Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), mesmo partido de Maduro, que consta na lista divulgada pelo próprio Foro no site deles.

    As suspeitas sobre o envolvimento do Foro com o narcotráfico são muitas, boa parte dedutíveis do livro Red Cocaine, outras por ligações com FARC e MIR chileno.

    É sem dúvidas um assunto que merece investigação e falando nisso, a CPI do Foro de São Paulo parece que vem aí mesmo.

  • 12jul

    DIVAS DA OPRESSÃO/CAMILA ABDO

     

    MARCOS VALÉRIO: “RONAN IA ENTREGAR LULA COMO MENTOR DO ASSASSINATO”

     

     

    Preso, operador do mensalão diz que empresário ia denunciar Lula no caso do assassinato de Celso Daniel se não recebesse R$ 6 milhões de reais.

     

    De acordo com informações da Veja, em setembro de 2012, o publicitário Marcos Valério prestou depoimento ao Ministério Público Federal e revelou que foi informado em 2004 pelo secretário-geral do PT, Silvio José Pereira, que o ex-presidente Lula estava sendo chantageado.

    A chantagem ocorreu dois anos após a tortura e assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel.

    O publicitário disse que o empresário Ronan Maria Pinto exigia 6 milhões de reais para não divulgar informações relacionadas ao caso Santo André, envolvendo o presidente Lula, o ex-ministro José Dirceu e o então assessor particular Gilberto Carvalho.

    Mara Gabrilli (PSDB) garantiu que, agora, Marcos Valério quer esclarecer todos os detalhes da chantagem, como informa Veja.

    “Ele (Valério) deixou muito claro que o senhor Ronan Maria Pinto ia entregar o senhor Luiz Inácio Lula da Silva para a polícia como mentor do assassinato do prefeito Celso Daniel”, escreveu a deputada.

    Para ela, o depoimento de Valério pode ajudar a desvendar o crime.

    Valério já vem negociando sua delação premiada com três promotores de Minas Gerais e dois procuradores da República.

    O publicitário quer depor somente à Polícia Federal.

  • 12jul

    ISTOÉ

     

    Dinheiro público banca o Lula Livre

     

    Documentos obtidos por ISTOÉ comprovam que a mobilização petista iniciada em abril do ano passado em favor da libertação de Lula é paga com recursos do Fundo Partidário. Valores podem chegar a R$ 1 milhão

     

    Crédito: MAURO PIMENTEL

    VERBA MASCARADA –  Prestação de contas do PT ao TSE derruba o principal argumento que sustentava o movimento Lula Livre (Crédito: MAURO PIMENTEL)

    O PT sempre cantarolou que o movimento “Lula Livre” era uma iniciativa intrinsecamente popular — bancada pelo militante abnegado ou no máximo pelos cofres de sindicatos devotos ao petismo — visando pressionar o Poder Judiciário a libertar o ex-presidente Lula, que cumpre pena por corrupção desde abril do ano passado, na sede da Polícia Federal em Curitiba.

    Contudo, documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o movimento dificilmente ficaria em pé e sua voz ecoaria Brasil afora se não houvesse farta utilização de recursos públicos.

    Prestações de contas da Executiva Nacional petista ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o montante destinado ao partido pelo Fundo Partidário comprovam que o PT usou dinheiro da União — ou seja, público — na compra de passagens aéreas, diárias de hotéis e alimentação para os petistas irem a Curitiba pedir a soltura do ex-presidente, no pagamento de locação de veículos, no aluguel de salas para reuniões e, até mesmo, no custeio do trabalho de seguranças privados em atos registrados em favor do “Lula Livre”.

    Em especial, no acampamento erguido próximo à sede da PF de Curitiba.

    Do bolso do petista que ostentava estrelinha no peito e faixa rubra na cabeça saiu muito pouco ou quase nada. Já do Fundo Partidário (uma verba pública) foi utilizado em 2018 quase R$ 1 milhão.

    Independentemente do valor, o importante é que princípio da lei que rege a utilização do recurso público foi quebrado.

    Advogados eleitorais ouvidos por ISTOÉ afirmam que o partido contrariou frontalmente o que determina a Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos), já que o Fundo Partidário destina-se a sustentar as atividades de organização meramente partidárias, não iniciativas de promoção pessoal de seus filiados, como se verifica clara, expressa e indiscutivelmente no movimento pela libertação do ex-presidente.

    A farra das passagens

    As planilhas às quais ISTOÉ teve acesso somam aproximadamente 10 mil páginas.

    Elas revelam que a legenda bancou com a verba despesas de boa parte de seus dirigentes para que eles estivessem presentes em São Bernardo do Campo durante o ato de resistência à prisão de Lula, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entre os dias 6 e 7 de abril de 2018, ou nos dias seguintes em Curitiba, para onde o petista foi levado preso.

    Os gastos se estenderam a eventos que pediam a libertação do petista nos meses de maio e começo de junho. Muitas das viagens de parlamentares do PT a Curitiba para visitar Lula na cadeia, como as dos senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, também foram custeadas pela União.

    Do mesmo modo que as despesas com deslocamentos de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, e da ex-presidente Dilma Rousseff, entraram na cota do dinheiro meu, seu e nosso. Um verdadeiro acinte, para dizer o mínimo.

    Os maiores gastos, sem dúvida alguma, foram com passagens aéreas para esses militantes e dirigentes.

    No período de abril a junho, quando o movimento “Lula Livre” se intensificou e ganhou capilaridade , o partido torrou em torno de R$ 230 mil só com as viagens.

    Entre os beneficiados pelas passagens aéreas estavam, além da ex-presidente Dilma Rousseff, e do ex-prefeito e candidato a presidente derrotado Fernando Haddad, o ex-presidente da executiva estadual do PT em São Paulo, Emídio de Souza.

    O Fundo Partidário petista foi generoso ainda com integrantes de executivas estaduais, como da Bahia e Maranhão.

    Não houve pudores no gasto com a verba do contribuinte. Por exemplo, para que ela pudesse acompanhar o ato de resistência à prisão de Lula nos dias 6 e 7 de abril, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, na época senadora, não coçou o bolso.

    Preferiu, claro, ter despesas pagas no Novotel Jaraguá em São Paulo com recursos extraídos pelo PT do fundo público. Na farra com dinheiro da União, outra figura carimbada do PT não poderia faltar: trata-se do sempre histriônico Lindbergh Faria.

    Para o hoje “Youtuber”, a hospedagem no Astron Saint Moritz, de São Bernardo do Campo, foi inteiramente quitada pelos cofres públicos.

    “A utilização de recursos do fundo partidário para a promoção pessoal de um de seus filiados, não se enquadra nas premissas legais estabelecidas no Artigo 44 da Lei dos Partidos Políticos.

    Assim, ao utilizar-se de recursos públicos, provenientes do fundo partidário, para a promoção de filiado, o partido pode ser obrigado a ressarcir a União”, afirma o advogado especialista em Direito Eleitoral, Francisco Emerenciano

     

    Advogados consultados por ISTOÉ afirmam que o PT contrariou o que determina a Lei dos Partidos Políticos

    No caso específico de Dilma Rousseff, o PT pagou com recurso público suas passagens de Porto Alegre a São Paulo no dia 7 de abril para que ela pudesse acompanhar a resistência de Lula à prisão em São Bernardo do Campo.

    O custo foi de R$ 701. Depois, no dia 23 de abril, Dilma teve a passagem de Porto Alegre a Curitiba novamente custeada, no valor de R$ 2.294, para que ela fosse à PF visitar Lula e também participar do evento “Lula Livre” na porta da cadeia.

    Por ironia do destino, a tentativa de Dilma de ver seu mentor naufragou. A Polícia Federal não permitiu o ingresso da ex-presidente na cela do petista.

    Na época, a juíza Carolina Lebbos barrou 23 pedidos de visitas ao petista.

    Além de Dilma, na lista de pessoas que foram visitar Lula com passagens compradas com dinheiro público constavam o ex-prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, o ex-secretário de movimentos sociais do PT, Renato Simões e Alberto Cantalice, ex-presidente do PT do Rio de Janeiro.

    Todos foram a Curitiba no dia 9 de abril.

    Na prestação de contas da legenda entregue ao Tribunal Superior Eleitoral ainda são listados como gastos diretos do partido em prol dos eventos em favor de Lula R$ 11,9 mil em segurança privada e outros R$ 32,5 mil com a locação de veículos e vans para o deslocamento de militantes em Curitiba nos dias seguintes à prisão do ex-presidente.

    As despesas informadas ao TSE contabilizam ainda R$ 8,2 mil com o aluguel de uma sala no hotel Dan Inn Curitiba para a realização de reuniões dos petistas na capital paranaense.

    Foi incluído no montante gastos com água, café e pães de queijo disponíveis para os militantes. Pelo visto, não faltou comida (de graça).

    Gratuita para quem participou, claro, não para quem pagou — você, o leitor que arca regiamente com seu imposto.

    É que na lista de despesas com dinheiro público consta a locação de uma outra sala de encontros no hotel Petras Flat, no valor de R$ 3,5 mil, com a disponibilização de 16 cafés completos e 28 almoços, conforme notas fiscais obtidas por ISTOÉ.

    AEROLULA Mais de 100 integrantes da juventude petista foram a Curitiba com passagens aéreas pagas com recursos do governo federal (Crédito:Divulgação) 

    Se houvesse conflito com militantes adversários, o PT estava preparado, segundo revelam as planilhas.

    Para escoltar os filiados, foram gastos cerca de R$ 11 mil com a contratação extra de 32 seguranças, em um total de 353 horas de trabalho entre os dias 4, 5, 6, 13 e 14 de abril do ano passado.

    Tudo com dinheiro do Fundo Partidário, cujo uso se mostra totalmente desvirtuado. Já em Curitiba, nos dias que seguiram à prisão de Lula, os mortadelas, como ficaram conhecidos os petistas habituês das manifestações, não tiveram problemas de locomoção.

    Uma verdadeira frota de veículos encontrava-se à inteira disposição dos filiados. Nas notas às quais ISTOÉ teve acesso, foram contabilizados sete veículos executivos (com motoristas inclusos) e nove vans locadas por meio da empresa One Eventos.

    Os automóveis não estavam a passeio: foram utilizados no deslocamento de dirigentes do PT em Curitiba.

     

    Na festança com dinheiro público, há nas prestações de contas do PT ao TSE dois dados que chamam a atenção. Um deles refere-se à realização do Congresso da Juventude Petista, nos dias 6 e 7 de junho, em Curitiba, utilizado pelos jovens para promover o “Lula Livre”.

    Nos documentos apresentados, o PT relaciona as despesas de R$ 465,8 mil com o encontro para justificar pagamentos feitos com os recursos do Fundo Partidário.

    Só com as passagens aéreas para 100 militantes irem a Curitiba, o partido gastou R$ 202,6 mil. À infraestrutura do Congresso, o partido destinou R$ 117,8 mil.

    Para a edição de um mero informativo, foram gastos R$ 47,5 mil, além de outros R$ 25 mil consumidos na distribuição de camisetas vermelhas.

    O outro dado que causa espécie – pela ousadia dos dirigentes petistas — é o pagamento de despesas com a defesa do ex-presidente Lula após a expedição do mandado de prisão. Com verba pública.

    De acordo com a papelada ao qual ISTOÉ teve acesso, o advogado de Lula Cristiano Zanin teve passagens aéreas custeadas pela Executiva Nacional do PT em pelo menos uma das idas a Curitiba para encontros com o cliente.

    No dia 14 de junho, Zanin foi a Curitiba às custas do recurso a que o PT recorre do Fundo Partidário.

    Quem também se valeu da verba foi o escritório Aragão e Ferraro Advogados, que atuou em Curitiba para defender a ocupação de um espaço público por militantes do “Lula Livre” durante uma ação de reintegração de posse impetrada pela Prefeitura de Curitiba.

    Os militantes ocupavam uma área perto da PF. Documentos relacionados ao escritório Aragão e Ferraro Advogados, que tem o ex-ministro da Justiça de Dilma, Eugênio Aragão, como um de seus sócios, mostram que foram gastos R$ 130 mil por mês na defesa das causas do PT.

    Assim como as mobilizações do “Lula Livre”, as despesas com os advogados podem caracterizar desvio de finalidade dos recursos do Fundo Partidário, com o partido sujeito à rejeição de contas.

    Durante as manifestações por “Lula Livre” em Curitiba, militantes se deslocaram pela cidade a bordo de vans luxuosas pagas pela União.

    Está mais do que evidente, portanto, que o PT quer “Lula Livre”, mas sem nos livrar de arcar com a infraestrutura para a manutenção e sustentação dos atos em favor do ex-presidente considerado criminoso pela Justiça.

    Como sempre se desconfiou, mas o PT se esmerava em negar, nem uma tenda sequer foi erguida com vaquinhas dos filiados, mas sim com o dinheiro do contribuinte.

    Pelo visto, a confusão entre o público e o privado não só fora consagrada quando o partido desfrutava das delícias do poder.

    Permanece impregnada como um amálgama até hoje nas cinco pontas da estrela da sigla.

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