• 26nov

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Guedes rebate críticas: ‘A Bolsa sobe todo dia e o ministro está sem credibilidade?’

     

     

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, rebateu, nesta quarta-feira, críticas de que o governo não tem um plano para sair da crise causada pela pandemia de Covid-19.

    Ele listou uma série de medidas já tomadas e disse haver “falsas narrativas” contra ele. Guedes também rechaçou estar “desacreditado” e afirmou que o desempenho da Bolsa de Valores confirma essa percepção.

    — A Bolsa sobe todo dia e o ministro está sem credibilidade? Eu sempre aprendi que é o contrário. A economia está acelerada, a geração de empregos está acelerada, a Bolsa sobe todo dia. E os mesmos perdedores da eleição de sempre insistem na mesma narrativa desde o primeiro dia do governo — disse Guedes, após comemorar a aprovação da nova Lei de Falências pelo Senado.

    — No dia que a Bolsa estiver caindo 50% e o dólar explodindo, aí vocês vão dizer “é, falta credibilidade”.

    O ministro rebateu até mesmo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Mais cedo, Campos Neto disse que o Brasil precisa de plano que indique preocupação com trajetória da dívida.

    Guedes disse que Campos Neto sabe qual é o plano do governo e, se ele tiver um melhor, é preciso questionar a ele.

    — O presidente Campos Neto sabe qual é o plano. Se ele tiver um plano melhor, peça ele qual o plano dele. Pergunta ele qual o plano dele para recuperar a credibilidade. O plano nós já sabemos qual é, nós já temos. Você acha que nós queremos privatizar ou estatizar empresa?

    Abrir economia ou fechar economia? Qualquer pessoa sabe qual o nosso plano. Agora, quem tiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho ali na Venezuela, na Argentina. Ali está cheio de plano. O nosso plano é transformar a economia brasileira numa economia de mercado — disse o ministro.

    O ministro citou o acordo comercial com União Europeia (que ainda precisa ser confirmado pelos parlamentos), leilões de petróleo, o envio do Pacto Federativo e da reforma administrativa ao Congresso, além da aprovação da reforma da Previdência e de marcos legais como prova de que as medidas estão avançando.

    — Não peço elogios. Mas vocês deviam estar observando os fatos empíricos. Não se falou tanto em ciência, em fatos? Olhem os fatos, olhem o que foi feito antes. Nós entramos, fizemos a reforma da Previdência imediatamente, derrubamos os juros, economizamos agora mais R$ 300 bilhões com a reforma administrativa e mais de R$ 150 bilhões quando combinamos que não vai haver aumento de salários para o funcionalismo no meio da pandemia. Estamos fazendo coisas importantes — afirmou o ministro.

    Durante a entrevista à imprensa, Guedes citou diversas vezes o desempenho da Bolsa para rebater as críticas.

    — Uma pessoa que eu nem sei quem é diz que eu estou desacreditado. O mercado faz novas altas todos os dias, mostrando que há confiança na política econômica brasileira. O dólar descendo, a bolsa subindo, os investimentos entrando, a economia voltando em V — disse o ministro.

    Para Guedes, há “falsas narrativas” promovidas contra ele. Disse que há uma crise de “desrespeito” no Brasil, e que as pessoas estão “perdendo o juízo”:

    — Estão querendo descredenciar a democracia. A democracia é assim. Quando alguém ganha, governa quatro anos e outro depois tenta ganhar a eleição. Agora, será que nós estamos ensinando que oposição deve ser odiosa, que quem perder não aceita, vamos descredenciar o processo democrático?

    Guedes afirmou que há críticas injustas contra ele. E voltou a dizer que houve um acordo para que as privatizações não sejam pautadas na Câmara, sem citar os termos desse suposto acordo e nem dizem com quem ele foi firmado.

    — Nós estamos trabalhando duramente, as críticas são completamente injustas — disse Guedes, acrescentando: — A velocidade de implementação é difícil. A agenda de privatizações foi bloqueada, estava bloqueada por acordos políticos na Câmara. Como é que vai privatizar se não entra na pauta.

    O ministro também disse que o governo tem rumo, explicando que medidas como o auxílio emergencial e a reforma da Previdência saíram do Ministério da Economia, mas foram alteradas pelo Congresso:

    — Nós fizemos um trabalho importante. Negar esse trabalho, dizer que o governo está sem rumo… Nós mantivemos o rumo inclusive em meio ao caos. O auxílio emergencial foi formulado aqui e ampliado lá. Da mesma forma que a reforma previdenciária foi feita aqui e encurtada lá. Que é o papel do Congresso, mas a formulação saiu daqui.

    O ministro citou como exemplo de uma crítica certa dizer que o governo não está conseguindo privatizar. E como crítica errada afirmar que ele está sem credibilidade:

    — O que adianta ficar jogando pedra? É como se você tivesse tentando ajudar e sendo apedrejado pelas costas o tempo inteiro. E quando a crítica é injusta, ela não merece respeito.

  • 24nov

    PARANÁ PORTAL

    Prefeitura quer criar programa para parcelar dívidas em Curitiba

     

    Prefeitura quer criar programa para parcelar dívidas em Curitiba
    A Prefeitura de Curitiba encaminhou à Câmara Municipal nesta segunda-feira (23) projeto para a criação do Refic Covid-19, programa para possibilitar o parcelamento e o abatimento de juros no pagamentos de dívidas.

    Os vereadores de Curitiba agora precisam dar o aval em votação para a criação do Refic Covid-19. Em caso de aprovação, está previsto a facilitação no pagamento de dívidas de impostos como IPTU, ISS, Taxa do Lixo e outras taxas, inscritas ou não na dívida ativa.

    Essas dívidas poderão ser pagas com até 100% de abatimento de juros e multa moratória ou parcelados em até 36 vezes. Confira abaixo as faixas de desconto, de acordo com o parcelamento:

    Pagamento 100% à vista não terá desconto de 100% em juros e multa moratória;
    Parcelamento em até seis vezes terá desconto de 90% nos juros e 90% na multa moratória;
    Parcelamento em até 12 vezes terá desconto de 70% nos juros, 60% na multa moratória e acréscimo de 0,5% nas parcelas mensais;
    Parcelamento em até 24 vezes terá desconto de 50% nos juros, 40% na multa moratória e acréscimo de 0,8% nas parcelas mensais;
    Parcelamento em até 36 vezes terá desconto de 30% nos juros, 20% na multa moratória e acréscimo de 1% nas parcelas mensais.

    “Acredito que o projeto é uma oportunidade e uma necessidade para a reabilitação econômica do contribuinte que aderir ao programa. Desta forma, o contribuinte poderá obter certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeitos de negativa, com reflexos que favorecem a recuperação de sua vida econômica”, explicou o prefeito de Curitiba, Rafael Greca.

    Como o projeto foi encaminhado pela Prefeitura sem o pedido de urgência, os vereadores têm até 45 dias para analisar a proposta. Caso um dos parlamentares solicite o regime, a proposta precisa ser aprovada por ao menos 13 vereadores e ser votada em turno único no plenário.

  • 13nov

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Brasil está oficialmente saindo da recessão, afirma ministro

    Guedes destaca queda de contaminações e diz que vacina está chegando

     

     

    O Brasil está oficialmente saindo da recessão, afirmou hoje (13) o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao participar virtualmente do 39º Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex). “Recebemos hoje a notícia de que o Brasil está oficialmente está saindo da recessão”, disse Guedes.

    Ele destacou que sua “hipótese de trabalho” é que as contaminações pelo novo coronavírus estão em queda e que a “vacina está chegando”.

    “O Brasil está conseguindo combater a doença. Isso é um fato que está acontecendo do lado da saúde. Do outro lado, da economia, é um fato que o Brasil está saindo da recessão”, enfatizou.

    Para o ministro, o governo tem cerca de um ano e meio para transformar a retomada da economia em crescimento sustentável. “Em vez de uma onda de consumo, em uma forte recuperação cíclica, o desafio é transformar isso na ampliação da capacidade produtiva.”

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta sexta-feira, mostrou crescimento de 9,47% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre. Em setembro, comparado a agosto, houve expansão de 1,29%.

    Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, foi registrada queda de 3%. Em 12 meses encerrados em setembro, houve retração de 3,32%.

    Empregos

    Guedes ressaltou que o país criou 300 mil empregos em setembro. Segundo o ministro, o “ritmo está tão forte que talvez seja difícil manter” a criação de emprego nesse patamar.

    O ministro lembrou que, em anos anteriores de crise, as perdas de emprego foram maiores no que na atual. Neste ano, até setembro, a perda chegou a 550 mil postos de trabalho, contra 650 mil na recessão de 2015 (de janeiro a setembro) e 687 mil em igual período de 2016. “Os erros de política econômica causaram mais dano do que a pandemia”, afirmou.

    Teto de gastos

    O ministro da Economia voltou a defender o controle das contas públicas, por meio do teto de gastos. “Não vamos aumentar impostos, então precisamos do controle de gastos”, disse.

    Para Guedes, o teto de gastos é uma “barreira contra a irresponsabilidade com as finanças públicas”. “É importante que lutemos para manter esse teto para mudar o eixo da economia brasileira que era baseada nos investimentos dirigidos pelo governo.”

    Guedes destacou ainda que os servidores públicos “aceitaram com patriotismo” o congelamento de salários neste ano e em 2021 como contribuição para o enfrentamento da pandemia.

    “Os salários estavam muito acima da média do setor privado, e o funcionalismo, com patriotismo, porque não houve grandes reclamações, aceitou essa contribuição de não pedir aumento durante este ano de pandemia e o ano que vem, quando estaremos ainda com o efeito devastador sobre as finanças públicas”, afirmou.

  • 23set

    RENOVA MÍDIA

    OCDE melhora previsão para PIB do Brasil em 2020

     

    Brasil é considerado um país-chave pela instituição, que costuma dar espaço para análises sobre a nação.

     

    OCDE está no Brasil apurando retrocesso no combate à corrupção

     

    A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) melhorou sua projeção para o comportamento da economia do Brasil em 2020.

    A organização internacional previu, no entanto, que a retomada em 2021 será menos robusta do que o imaginado há três meses. 

    De acordo com os cálculos da OCDE, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro terá retração de 6,5% este ano, mais suave do que a estimativa de queda de 7,4% apresentada em junho. 

    Já para 2021, a previsão é de que a atividade brasileira se expanda 3,6%, taxa 0,06 ponto porcentual menor que a apresentada três meses atrás.

    As atualizações dos números fazem parte do relatório Economic Outlook preliminar de setembro. O documento foi divulgado nesta quarta-feira (16) pela OCDE. 

    O Brasil procura assumir uma vaga na OCDE, mas ainda não faz parte do organismo.

    Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump já conversaram sobre o assunto várias vezes.

  • 19fev

    GAZETA DO POVO

     

    Investimentos caem 22% no primeiro ano de Ratinho Junior

     

    Secretário da Fazenda presta contas na Assembleia Legislativa| Foto: Geraldo Bubniak/AEN

     

    O governo do Paraná investiu menos em 2019, na comparação com o ano anterior. Enquanto 2018 se registrou um valor de R$ 3,28 bilhões em investimento, o primeiro ano da gestão de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) injetou R$ 2,54 bilhões.

    A queda de 22% irritou a oposição na Assembleia Legislativa, que nesta terça-feira (18) recebeu o secretário da Fazenda, Renê de Oliveira Garcia Junior.

    Em uma sessão esvaziada – 35 dos 54 deputados estaduais chegaram a registrar presença no painel eletrônico, mas a participação do secretário na Casa foi encerrada ao final da tarde com a presença de apenas seis políticos no plenário -, Garcia Junior foi apresentar aos parlamentares as contas do terceiro e último quadrimestre do ano passado.

    Para o líder da bancada de oposição, deputado estadual Professor Lemos (PT), “faltou planejamento”.

    “O governo do Paraná deixou de fazer investimento e não foi por falta de dinheiro. Sobrou dinheiro em caixa e não investiu”, criticou ele.

    Já Garcia Junior respondeu aos parlamentares que algumas receitas acabaram frustradas – o Executivo contava com valores que a União deixou de repassar a determinados programas estaduais e dinheiro das vendas de imóveis não concluídas por problemas em averbações, por exemplo.

    Ou seja, segundo ele, o dinheiro esperado para investimento não apareceu na quantia prevista – “tínhamos rubricas fakes”, justificou ele, em relação à peça orçamentária vigente em 2019, elaborada ainda pela gestão anterior.

    “As fontes que estavam financiando os investimentos foram frustradas. Também diminuiu a quantidade de repasses da União para alguns programas do Estado, por conta de readequação do orçamento federal. E houve aumento de gasto com inativos e despesa com pagamento de precatório. Faltou dotação orçamentária e financeira para investimento”, resumiu ele.

    Ao final da sessão com os parlamentares, Garcia Junior reconheceu durante entrevista à imprensa que o Executivo também precisou “readequar” projetos.

    “O investimento tem que entrar dentro do campo de projetos factíveis. Há uma carência de projetos factíveis, que estão sendo refeitos. Há também uma necessidade de readequar a uma realidade hoje, porque os projetos estavam superdimensionados. Isso foi feito ao longo de 2019″.

    “Agora podemos voltar ao mercado de captação de recursos, para fazer investimentos, na área de infraestrutura, meio ambiente, agricultura e segurança pública”, explicou ele.

    PIB microscópico”, critica a oposição

    A oposição também aproveitou a ida do secretário da Fazenda ao Legislativo para questioná-lo sobre os números do PIB levantados pelo Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social).

    O PIB do Paraná em 2019, indicou o Ipardes, deve fechar em 0,7%, abaixo do que o Banco Central apontou para o Brasil.

    “O governo estadual não contribuiu com nada. E ele não pode jogar sempre na retranca. O Estado tem que ser o indutor. O PIB do Paraná não é nem pibinho, é microscópico”, reclamou Professor Lemos (PT).

    Em entrevista à imprensa, o secretário da Fazenda reagiu com ironia à fala da oposição – “ninguém controla a realidade econômica”.

    “Não dá para um governo estadual criar grandes incrementos no PIB. No ano passado, houve uma frustração da safra de soja e trigo e o agronegócio tem uma participação importante no PIB. Mas tudo indica que a safra agrícola deste ano será recorde. Indústria se recuperando”, ponderou ele.

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