• 13jun

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Ao lado de Bolsonaro, Moro é ovacionado em jogo do Flamengo

     

    O presidente e o ministro foram ao Estádio Mané Garrincha, em Brasília, para assistir à partida válida pelo Campeonato Brasileiro

     

     

    O presidente Jair Bolsonaro fez novamente um gesto de apoio ao ministro da Segurança Pública, Sérgio Moro, durante o jogo do CSA x Flamengo nesta quarta-feira,12, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

    Os dois foram recebidos com aplausos por parte dos torcedores.

    O presidente levantou a mão do ministro, enquanto a torcida gritava o nome de Moro. O ministro retribuiu apontando para o presidente.

    Desde que supostas conversas de Moro com o procurador Deltan Dallagnol foram reveladas pelo site The Intercept, o ministro enfrenta um desgaste.

    O presidente já o condecorou publicamente o ministro com a medalha do Ordem do Mérito Naval e os dois almoçaram juntos nesta quarta-feira.

    Bolsonaro, no entanto, se recusa a comentar sobre a situação do subordinado.

    Ontem, após evento na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Bolsonaro interrompeu uma entrevista a jornalistas ao ser questionado sobre Moro.

    Ao chegar no estádio, o presidente pediu aos torcedores uma camisa do Flamengo para ele e também para o ministro.

    Ganhou a de número 60. Moro ficou com a de número dez, utilizada pelos craques do futebol.

    Moro chegou ao estádio de terno e gravata, ao contrário do presidente, que estava de agasalho da Seleção Brasileira.

    ASSISTA O VÍDEO:- 

     

  • 06jun

    GLOBOESPORTE

     

    Neymar é cortado da seleção brasileira por lesão no tornozelo e está fora da Copa América

     

    Atacante se machucou no primeiro tempo da vitória por 2 a 0 sobre o Catar. Tite tem até a noite do dia 13 para convocar um substituto

     

    FOTO:- Antonio Lacerda/EFE

    Neymar está fora da Copa América. O atacante foi cortado da seleção brasileira na madrugada desta quinta-feira, depois de exames apontarem rompimento no ligamento do tornozelo direito sofrido no primeiro tempo davitória por 2 a 0 sobre o Catar.

    Ele foi direto do estádio Mané Garrincha para um hospital em Brasília, onde recebeu a visita do presidente da república, Jair Bolsonaro.

    A CBF anunciou o corte às 2h10 da manhã.

  • 22maio

    TRIBUNA PR

     

    A história do “curitibano” apaixonado pelo River Plate

     

    Especialista em doenças cardíacas, o médico Costantino Costantini vive a expectativa de acompanhar o seu clube na Arena da Baixada

     

    Dr. Costantini é apaixonado pelo River Plate. Foto: Felipe Rosa.

    Quando o assunto é o River Plate, o coração do médico argentino Costantino Costantini chega a bater mais forte. Coincidência ou não, ele é um especialista justamente neste órgão vital, fundamental para a existência.

    Radicado em Curitiba, desde meados da década de 1970, e conhecido por sua precisão e técnica inovadora para o tratamento das doenças cardíacas, o Dr. Costantini, 73 anos, terá um motivo a mais para acelerar seus batimentos cardíacos.

    Nesta quarta-feira, o Athletico encara o time ‘Millonario’ na Arena da Baixada pelo jogo de ida da Recopa Sul-Americana.

    O River Plate, atual campeão da Copa Libertadores, duela contra o Furacão, atual vencedor da Sul-Americana, para que se decida quem é o maior do continente.

    Será mais uma oportunidade para o renomado cardiologista assistir de camarote o time que ama, jogar na cidade que o acolheu.

    Em 2006, o médico viu in loco o confronto de volta na Baixada entre os mesmos dois times pela Sul-Americana. Naquela ocasião, quem se deu melhor foi o Athletico, que avançou de fase.

    Entusiasta do futebol, ele é capaz de passar horas fazendo análises e recordando de momentos históricos do universo da bola, não só de seu time.

    Tem repertório para ser um comentarista esportivo, mas a dedicação de sua vida gira mesmo em torno da cardiologia. Não passa mais tempo se dedicando a bater papo sobre o esporte da bola nos pés por ser cheio de compromissos com seus pacientes.

    Muitas vezes, consegue unir as duas coisas. Alguns pacientes do futebol já passaram pelas mãos do cirurgião, como Washington, ex-jogador do Athletico, e Cuca, treinador do São Paulo.

    O amor do médico pelo River Plate vem desde sua infância na Argentina, na pequena cidade de San Juan, que fica no oeste do país, junto à Cordilheira dos Andes.

    Ainda que o primeiro clube que chamou sua atenção tenha sido o Ferroviário, de sua cidade, anos mais tarde conheceu o River Plate, que trazia em sua camisa a mesma faixa transversal daquele time de bairro que tanto lhe agradou nos primeiros contatos com o esporte.

    No meio do caminho, até se apaixonar pelo time da capital, ainda teve um certo gosto por acompanhar o Peñarol, da Argentina, também de sua cidade. Pelo rádio, acompanhava os grandes jogos e imaginava os lances.

    Certa vez, em uma excursão na cidade, eis que o River Plate esteve diante dos olhos do pequeno Costantini, que, com apenas 10 anos, escolheu de vez se dedicar pelas cores branco e vermelho, mesmo contrariando o pai, torcedor do Vélez Sarsfield e de seus tios, aficionados do Boca Juniors.

    “Em festas pátrias, era comum os times da capital fazerem excursões no interior. Faziam seleções das cidades que jogavam contra os grandes times de Buenos Aires. Era um grande evento e foi assim que vi o River Plate em San Juan pela primeira vez”, recordou.

    Morador de uma província interiorana, distante cerca de 1.200 da capital, demorou para que fosse pela primeira vez à casa de seu time.

    “Quando eu era mais novo não existiam as facilidades como agora. Hoje se tem mais acesso a tudo. Com 22 anos, eu fui a Buenos Aires e finalmente conheci o Monumental Nuñez. Foi uma emoção indescritível”, revelou.

    A fama de ser um aficionado pelo River Plate vai longe, além de seu consultório repleto de detalhes que lembram o clube argentino.

    Neste ano, em um congresso internacional de cardiologia realizado em Brasília, foi homenageado e o presente recebido, mesmo em meio à academia médica, foi uma camisa de seu time.

    Outro ‘mimo’ que está muito bem guardado nas prateleiras do consultório é um livro personalizado que ganhou de uma paciente.

    Grata pelo que o especialista fez em sua vida, a paciente fez uma vasta pesquisa sobre o histórico do River Plate e transformou em um livro especialmente desenvolvido para o Doutor Costantini.

    O médico ganhou um livro especial de uma paciente. Foto: Felipe Rosa.

    O médico ganhou um livro especial de uma paciente. Foto: Felipe Rosa.

    De perto

    Depois de estabelecido no Brasil, Dr. Costantini teve a oportunidade de ir por diversas vezes assistir seu time jogando no imponente estádio de Nuñez.

    Na final da Libertadores do ano passado, por exemplo, levou sua família para a partida diante do maior Rival, o Boca Juniors.

    Porém, sentiu uma grande decepção, já que a partida acabou não acontecendo.

    “Fui e levei meus filhos e netos na final. Foram mais de cinco horas esperando, foi uma grande desilusão. A maior decepção que tive em relação ao futebol”, recordou. 

    Se a final foi um grande desapontamento, em contrapartida, teve uma experiência única em outro jogo da mesma competição.

    Com a ajuda de um amigo, teve uma oportunidade ‘VIP’ em um jogo, pôde passar pelo vestiário e entrar no gramado em um jogo oficial, entre River Plate e Independiente pelas quartas de final do ano passado.

    Costantini viveu a experiência de participar ir no vestiário e gramado na partida contra o Independiente. Foto: Reprodução.

    Costantini viveu a experiência de participar ir no vestiário e gramado na partida contra o Independiente. Foto: Reprodução.

    “Agora entendo como o jogador ‘treme na base’. Estive onde eles passam e vi o tamanho do que eles vivem em um grande jogo. Impossível descrever e transmitir o que senti”, lembrou, saudoso da experiência.

    Sobre a partida na Arena da Baixada, o médico colocou acima de sua paixão a análise pela importância do confronto.

    Torcendo para que seja um grande jogo, ele destacou a façanha do Furacão ao estar com um calendário que inclui confrontos com os gigantes argentinos.

    “Alguém tem ideia da grandeza que significa o Athletico jogar contra o River Plate e Boca Juniors?”, arrematou.

  • 16maio

    INTERNET

     

    Por uma Lavajato no Futebol

    O futebol brasileiro é tão ou mais podre do que a política!

     

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  • 16fev

    TRIBUNA DO PARANÁ

     

    Argel Fucks é demitido do Coritiba

     

    Após eliminação vexatória na Copa do Brasil, Coritiba manda embora treinador às vésperas de jogo decisivo no Paranaense

     

     

    O Coritiba demitiu na madrugada deste sábado (16) o técnico Argel Fucks. A gota d’água para a saída do treinador foi a eliminação na primeira fase da Copa do Brasil, na derrota para a URT por 3×2 na última quinta-feira.

    O anúncio foi feito através de uma nota oficial, já que a delegação alviverde teve que passar a noite em São Paulo por conta de problemas na volta de Patos de Minas.

    Para a partida deste domingo (17) contra o FC Cascavel, no Olímpico Regional, pela semifinal da Taça Barcímio Sicupira, o Coxa será treinador pelo auxiliar Matheus Costa.

    A queda de Argel mostra a falta de convicção da diretoria do Coritiba, que manifestou fazer com o treinador um trabalho de longo prazo quando da renovação, no final do ano passado.

    Em 20 de novembro, data da confirmação da permanência do treinador, o presidente Samir Namur disse que o acerto “já estava encaminhado” e o executivo Rodrigo Pastana afirmou que havia “uma confiança mútua” no trabalho.

    Mas essa sintonia foi rapidamente se esfacelando. Por mais que o posicionamento oficial fosse de harmonia, havia contestação interna ao perfil de Argel, e os resultados foram complicando ainda mais a situação do treinador.

    Apesar da classificação para a semifinal da Taça Barcímio Sicupira, a sequência de empates em casa no turno não agradou. Algumas escolhas do técnico também não eram aprovadas.

    A crise explodiu com a eliminação precoce na Copa do Brasil diante do lanterna do Campeonato Mineiro – a URT não havia vencido um jogo sequer na temporada e só marcara quatro gols em todo ano.

    Só contra o Coxa fez três, todos em falhas do sistema defensivo. Ainda na manhã da sexta-feira (15), dirigentes já manifestavam o desejo de demitir Argel.

    O tumultuado retorno deixou o clima ainda mais tenso. A delegação do Coritiba chegaria no aeroporto Afonso Pena no final da noite da sexta, mas o voo de Belo Horizonte para São Paulo teve atrasos e troca de aeroporto de chegada, o que impediu que o grupo fizesse a escala para Curitiba.

    Em um hotel em Guarulhos, foi sacramentada a decisão, informada a Argel por Samir Namur e Rodrigo Pastana.

    O futuro treinador do Coritiba precisará aliar conhecimento na Série B, condições de formar um time competitivo com um orçamento que impede maiores investimentos e a possibilidade de rapidamente se integrar ao clube.

    Entre os nomes que estão no mercado, o que mais se aproxima deste perfil é Claudio Tencati, ex-Londrina, que segundo fontes já teria um acerto encaminhado com o Coxa.

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