• 23jan

    CONTRAPONTO/CELSO NASCIMENTO

     

    Deonilson Roldo condenado a 10 anos de prisão

     

    O juiz federal substituto da 23.ª Vara Federal de Curitiba Paulo Sérgio Ribeiro decidiu que foi comprovado o pagamento de propina pela Odebrecht que favoreceu integrantes do governo de Beto Richa.

    Na sentença, o juiz julgou parcialmente procedente as acusações feitas pela força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná em 2018.

    O ex-chefe de gabinete de Beto Richa, Deonilson Roldo, foi condenado à pena de 10 anos e 5 meses de regime inicial fechado pela prática dos crimes de corrupção passiva e fraude à licitação, além de pagamento de multa.

    Já o empresário Jorge Theodócio Atherino, operador financeiro do grupo político que comandava o estado do Paraná, também foi condenado pela prática do crime de corrupção passiva.

    O juiz aplicou para Atherino a pena de 4 anos, 9 meses e 15 dias, para cumprimento em regime inicial semiaberto, além de pagamento de multa.

    Ambos foram absolvidos das imputações do crime de lavagem de dinheiro.

    Ainda foram condenados executivos e funcionários do Grupo Odebrecht, denunciados pelo MPF/PR e considerando a colaboração no caso. As partes foram intimadas da sentença, quando poderão apresentar recursos.

    O ex-governador é réu em outra ação penal, que ainda está em tramitação.

    Histórico – A corrupção no governo do Paraná foi investigada na 53ª fase da Lava Jato. Na ocasião, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, além de diversos mandados de busca e apreensão no Paraná, em São Paulo e na Bahia.

    O objetivo é aprofundar as investigações sobre a prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes à duplicação da PR-323, favorecendo a empresa Odebrecht.

    E em 5 de setembro de 2018, a força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná denunciou 11 pessoas pelos crimes de corrupção (ativa e passiva) e lavagem de dinheiro.

    As provas que embasam a acusação revelaram o pagamento de propinas pela Odebrecht para obter favores ilegais relacionados à Parceria Público Privada (PPP) para exploração e duplicação da PR-323, entre os municípios de Francisco Alves e Maringá, durante o ano de 2014, cujo valor era de R$ 7,2 bilhões.

    Entre os denunciados, estão o empresário Jorge Theodócio Atherino, apontado como “operador” (intermediário que gerenciava as propinas) do ex-governador Carlos Alberto Richa (Beto Richa), e o ex-chefe de gabinete deste último, Deonilson Roldo; além de Adolpho Julio da Silva Mello Neto, Benedicto Barbosa da Silva Junior, Fernando Migliacchio da Silva, Luciano Riberiro Pizzatto, Luiz Antônio Bueno Junior, Luiz Eduardo Soares, Maria Lucia Tavares, Olívio Rodrigues Junior e Álvaro José Galliez Novis.

  • 28ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE – OPINIÃO DE LUIZ CARLOS NEMETZ

     

    A Rede Globo quer entregar a Amazônia aos estrangeiros!

     

     

    Após tentar de todas as formas e não tendo conseguido desgastar o governo do Presidente Jair Bolsonaro no âmbito interno, as emissoras do Grupo Globo, agora tentam jogar o mundo contra o Brasil tendo como alvo a figura do Chefe de Estado.

    E isso me põe com a pulga atrás da orelha.

    Todos sabemos que o caixa das empresas Globo minguou com o corte da verbas do Governo Federal e das Estatais. E que o negócio da família Marinho, está a perigo.

    Essa gente não mede consequências dos seus atos.

    Tenho clara certeza de que a intenção deles é derrubar o Governo a todo custo.

    Nem que para isso, tenham que colocar em risco, o nosso maior patrimônio, que é a Amazônia legal e suas imensas, incomensuráveis e inesgotáveis riquezas.

    Será que atrás desses ataques que estão destruindo a imagem do Brasil no exterior, pondo em risco nossa segurança, nosso agronegócio e nossa soberania, não tem financiamentos diretos ou indiretos de potências estrangeiras?

    Ou de algum sócio oculto que financie essa estrutura?

    Será que dinheiro grosso vindo do exterior não está pagando essa postura editorial que afronta a segurança nacional?

    Não seria a hora de se investigar o que pode motivar uma emissora de TV promover um documentário denominado “Terra de Ninguém” tendo como pauta a amazônia brasileira?

    Não estou falando em censura. Me refiro a limites. Severos e inflexíveis!

    Estou falando da defesa dos nossos interesses nacionais! Da defesa da pátria!

    Uma concessionária de serviços públicos, agindo em favor do interesse internacional e em desfavor do Brasil? Nada justifica isso!

    Se isso não afrontar a Lei de Segurança Nacional e não justificar uma intervenção direta do Estado brasileiro para demarcar e investigar a fundo essa concessão e seus tentáculos econômicos, políticos e negociais, nada mais justifica.

    Imaginem um grupo editorial francês pregando dia e noite a internacionalização do Parque Nacional Amazônico da Guiana Francesa?

    Ou um conglomerado da mídia inglesa pregando a devolução das Malvinas aos argentinos?

    E aqui, não estou me referindo à colônias. Estou falando do nosso território, base constitucional indissociável do conceito de soberania do Brasil.

    Se permitirmos a continuidade desse comportamento das empresas Globo, em breve vamos ler editoriais defendendo a entrega da Amazônia ao domínio estrangeiro!

    Não falta mais nada! Está na hora do Estado Brasileiro por um fim neste absurdo!

  • 21ago

    RENOVA MÍDIA  / CARLOS JÚNIOR

     

    A revelação de uma declaração de uma das lideranças do PCC de que a facção criminosa tinha um “diálogo cabuloso” com o PT parece ter causado espanto em muita gente.

    Até mesmo o dito áudio comprobatório foi colocado em xeque, lançados mil e um questionamentos acerca de sua veracidade.  

    Porém, o áudio é real e a dita revelação bombástica não deveria ter surpreendido ninguém.

     A relação e a defesa do crime organizado e do banditismo por parte das esquerdas é um fenômeno mundial e amplamente documentado; importantes intelectuais esquerdistas já colocaram os criminosos como classe revolucionária e, portanto, útil à pregação utópica. 

    Mas o fator de maior relevância para uma melhor compreensão do problema tratado no artigo é o seguinte: alguém no Brasil já tratava da união promíscua da esquerda com o banditismo em sua versão tupiniquim. E era ninguém mais ninguém menos que Olavo de Carvalho. 

    A coisa é mais ou menos dessa forma: Karl Marx usou a dialética de Hegel para tentar explicar a história da humanidade, e que para ele a dialética que movia o mundo era a luta de classe.

    Para o dito cujo, o estágio da dialética histórica era o conflito entre proletários e burgueses, o que seria sucedido pela revolução do proletariado e o consequente ápice da humanidade. 

    O marxismo foi então utilizado na Revolução Russa pelos comunistas russos. Mas já aí surge um problema.

    Com o advento da Primeira Guerra, os marxistas pensaram que os trabalhadores iriam abandonar as fábricas e iriam aproveitar o estado de coisas da guerra para fazer a revolução.

    O que aconteceu foi justamente o contrário: o proletariado em peso foi lutar na guerra por suas respectivas pátrias, com a família e a religião como bens irrevogáveis a defender. 

    Com o fiasco do proletariado como classe revolucionária, os marxistas deveriam procurar uma outra classe para assumir o seu lugar, uma vez que os trabalhadores eram apegados demais às velhas tradições e o capitalismo iriam proporcioná-los uma vida mais confortável.

    E aí que surge Herbert Marcuse. Em seu livro ”O homem unidimensional”, Marcuse afirma que a nova classe revolucionária seria composta por pessoas a margem da lei: bandidos, assassinos, prostitutas e desordeiros em geral. 

    Desde então, de marxistas ortodoxos a progressistas liberais, de Hobsbawm a Barack Obama, a esquerda política passou a defender a classe do crime, alegando que ela é vítima da sociedade opressora e das péssimas condições socioeconômicas, sendo a ação do Estado e a prometida revolução as soluções para o problema.  

    Se todo esse processo aconteceu no mundo inteiro e influenciou as esquerdas de diferentes países, aqui no Brasil não foi diferente.

    Por décadas a esquerda brasileira fez apologias ao banditismo social, criando heróis como Lampião e Carlos Marighella, sempre reverberando a narrativa do crime como legítima expressão das desigualdades sociais.

    A subida da esquerda ao poder seria a solução para todos os problemas da sociedade, sendo ela a única redentora dos bandidos supostamente vítimas da opressora exclusão social. 

    Tantas apologias ao banditismo não poderiam resultar em outra coisa. A ascensão do crime e o aumento da violência em todo o país não podem estar separados do apoio que a esquerda deu ao crime.

    Olavo de Carvalho foi um dos primeiros a denunciar tal fenômeno. Em um brilhante artigo intitulado ”Bandidos e letrados, Olavo expôs com a precisão de sempre as causas do problema:

    ” Humanizar a imagem do delinquente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo “científico”. 

    Olavo foi mais longe e detectou a raiz do surgimento do crime organizado: ” Mas a colaboração desses senhores dialéticos para o crescimento da criminalidade no Rio foi bem mais longe do que a simples preparação psicológica por meio da literatura, do teatro e do cinema: foram exemplares da sua espécie que, no presídio da Ilha Grande, ensinaram aos futuros chefes do Comando Vermelho a estratégia e as táticas de guerrilha que o transformaram numa organização paramilitar, capaz de representar ameaça para a segurança nacional.

    Pouco importa que, ao fazerem isso, os militantes presos tivessem em vista a futura integração dos bandidos na estratégia revolucionária, ou que, agindo às tontas, simplesmente desejassem uma vingança suicida contra a ditadura que os derrotara: o que importa é que, ensinando guerrilha aos bandidos, agiram de maneira coerente com os ensinamentos de Marcuse e Hobsbawn — então muito influentes nas nossas esquerdas —, os quais, até mesmo contrariando o velho Marx, exaltavam o potencial revolucionário do Lumpenproletariat.” 

    A esquerda fez dos criminosos a classe revolucionária por natureza. Normalizou o crime e até mesmo o incentivou.

    Não foi a ícone das feministas tupiniquins que disse ver uma lógica no assalto? Não foi a máquina de passar vergonha psolista que tomou as dores de bandidos assassinos? O que Olavo de Carvalho fez foi diagnosticar o óbvio. 

    O áudio de uma das lideranças do PT apenas escancarou a óbvia relação da esquerda com o crime organizado. Uma ligação antiga. Não só relações pessoais, mas uma defesa podre e imunda de quem não merece defesa.  

  • 13jul

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Trump poderá nomear filho como embaixador no Brasil

     

    O governo brasileiro considera que o presidente Donald Trump poderá designar um de seus cinco filhos, Eric, para assumir a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

    A avaliação é que, ao indicar um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo, para a Embaixada do Brasil nos EUA, os americanos enviariam alguém “com o mesmo perfil”, o que ajudaria a estreitar as relações entre os dois países. 

    Eric é um dos responsáveis por cuidar das empresas do pai.

    Segundo pessoas ligadas ao governo brasileiro, existe a chance de Eric Trump vir para o Brasil se o presidente Jair Bolsonaro nomear o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como embaixador em Washington, posto diplomático mais importante e disputado não apenas no Brasil, mas em praticamente todos os países. 

    Eduardo Bolsonaro é o deputado Federal mais votado da história e preside a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.

    O presidente Bolsonaro está disposto acabar com a fama negativa que se ouve em Washington sobre a atuação “protocolar, burocrática e apagada” da embaixada brasileira nos últimos anos.

     

    A indicação política seria um sinal de prestígio, pois os americanos têm o costume de fazer indicações deste tipo para cargos que exigem grande confiança, como é o caso das embaixadas americanas em países a exemplo da Rússia, China, Reino Unido, Canadá, Israel, Polônia e Hungria.

    O Brasil, por sua vez, não possui tradição de fazer indicações como essa para as principais embaixadas, mas o momento político promissor entre os dois países e o recado que poderá ser dado para o restante do mundo no campo diplomático são, sem dúvida, fatores importantes para a tomada de decisão do presidente.

  • 20jun

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