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  • 08dez

    YAHOO! NOTÍCIAS

     

    Na França, o socialismo enlouqueceu a população!

     

    CHARLY TRIBALLEAU / AFP

    Por Mariana Diniz Lion

    A gritaria toma conta das ruas.

    Uma pequena multidão de coletes amarelo-neon, os gilets jaunes[1], se une para balançar um Porsche novinho que estava estacionado paralelo à calçada. A gritaria continua e, quanto mais a gritaria cresce, com mais violência o carro se move. O carro vira.

    Com os vidros quebrados, o veículo ainda recebe chutes e pontapés. Ao fundo, uma bomba explode, levantando labaredas de fogo.

    Eu poderia estar descrevendo um filme de ação Hollywoodiano, uma paródia de mau gosto ou uma chanchada exagerada. Mas é a realidade.

    Os franceses estão enlouquecidos pelo socialismo e, em alguma parcela, ficaram estagnados no século XVIII, onde a barbárie era uma legítima ferramenta política. 

    O que mais choca o espectador comum é que a França sempre foi não apenas o maior bastião da élégance[2] e da étiquette[3]mas nas últimas décadas parecia um bom exemplo de país desenvolvido, que conciliou suas medidas econômicas e sociais ao longo do tempo, esbanjando savoir-faire[4].

    Infelizmente, as coisas não são bem assim: a França se tornou um país extremamente assistencialista com os seus e com os imigrantes e, como sempre, alguém precisa pagar a conta. Não existe almoço grátis.

    Com o gasto público subindo e a necessidade de cumprir o acordo de Paris limitando as emissões de poluentes, a solução do governo foi aumentar os impostos sobre o petróleo.

    Dessa forma, as pessoas seriam “incentivadas” a usar menos carros para não pagar caro na gasolina, deixando o mundo “mais saudável” e as pessoas que pagassem pelo combustível estariam de quebra contribuindo com o populismo, financiando as empreitadas governamentais através dos impostos.

    O grande problema é que aconteceu exatamente aquilo que sempre acontece quando há a imposição de ideias ruins sobre as pessoas – insubmissão e desobediência.

    De repente, um país que sequer pagava imposto de renda retido na fonte por considerar uma invasão da privacidade de seus cidadãos, viu-se obrigado a arcar com combustível de mais de R$8,00 o litro.

    E que em 2019 pagará imposto também na folha de pagamento. É claro que há um ressentimento generalizado – ninguém gosta do socialismo na prática, nem de suas coerções maléficas 

    E agora Macron se vê enfrentando um cenário que nós vimos aqui no Brasil.

    Aqui, a briga pelo aumento da tarifa de ônibus se tornou um movimento generalizado, onde esquerda e direita agregaram suas demandas aos protestos, que se desenvolveram para o mote “não é pelos vinte centavos” por parte da esquerda e então caiu nas graças da direita, culminando no “Fora Dilma”. O resto, a gente já sabe.

    O que está acontecendo na França é parecido: todos estão encarando a sua própria “gota d’água”, culpam o governo, sindicatos e ambientalistas estão revoltados e tanto a esquerda quanto a direita pedem fervorosamente por novas eleições.

    Assim como no Brasil, o cerne das revoltas carrega alguma verdade: os gilets jaunes empunham bandeiras onde deixam claro que os impostos são, nada mais nada menos, do que roubo.

    O grande problema é que a essência dos protestos se transfigurou, ultrapassando os limites daquilo que é razoável. Queimar a propriedade de outras pessoas, pelo que ela pode representar, não ajuda a ninguém.

    Não foi o capitalista de Porsche quem pesou a mão com as canetadas – foi o burocrata populista

    Hoje em dia, o capitalismo provê qualidade de vida em todo planeta. Soluções tecnológicas e descentralização de informações têm conseguido trazer progresso e avanço para todas as pessoas, do mais rico ao mais pobre.

    E acarreta em benefícios até para o meio-ambiente em diversas situações. Hoje, não há mais a necessidade de imposições governamentais – as boas ideias, bem geridas, podem mudar o mundo sem precisar que o governo bata o martelo sobre elas.

    Hoje temos direitos humanos, democracias sólidas, diplomacia, dispositivos constitucionais.

    Não precisamos derrubar a Bastilha a cada vez que o governo pisar na bola – se o Brasil conseguiu sua renovação política de forma pacífica e legal, a França também pode conseguir.

    Que a França sustente a sua igualdade formal, que dita que todos devem ser iguais perante a lei. Que deixe de lado a utópica igualdade material que distribui renda, fomenta o populismo, o roubo legalizado e que queima carros na rua.

    Que não abram mão da liberdade por completo, sem precisar deixar a si ou seus bens como reféns da política.

    Que repudiem aquela liberdade concedida em doses homeopáticas apenas quando interessa ao agentes do poder.

    E que cultivem a fraternidade real, não a caridade feita com o chapéu do contribuinte, mas o verdadeiro voluntarismo sedimentado pela boa vontade de seguir boas ideias.

    [1] coletes amarelos

    [2] elegância

    [3] etiqueta, regras de comportamento social.

    [4] jogo de cintura

  • 05dez

    PODER 360

     

    Ser de direita ou de esquerda, ou nenhuma delas?, pergunta Xico Graziano

     

    Tecnologia trouxe a transparência

    Havia doutrinação nos anos 1970

    Socialismo caiu com muro de Berlim

     

    Cidadãos alemães ocidentais se reúnem em uma abertura no Muro de Berlim, na Potsdamer Platz, em novembro de 1989

     

    Li na revista Veja que Olavo de Carvalho, trazido como o “novo guru da direita”, foi comunista em sua juventude. Acredito. Naquela época, anos 1970, a doutrinação ideológica era ferrenha.

    Quase todos os universitários, eu entre eles, militavam na esquerda marxista.

    Fomos, aos poucos, os não dogmáticos, caindo fora dessa roubada.

    Razões variadas explicam tal mudança de posição política.

    Começa pelo famoso discurso de Kruschev (1956), tardiamente aqui divulgado, mostrando as atrocidades do regime stalinista na União Soviética.

    Depois, veio o “Arquipélago Gulag”, impactante livro de Alexander Soljenítsin, cuja edição em língua francesa saiu publicado em 1974.

    Preso, acusado de traição, o prêmio Nobel de literatura contava a triste história dos campos de concentração soviéticos.

    Uma razão especial me afetou. Poucos sabem, mas Nikita Krushev era, como eu, engenheiro agrônomo.

    Quando soube, pelas palavras dele, que a coletivização forçada da agricultura soviética dizimou 10 milhões de camponeses, resolvi pular desse barco furado.

    Coincidentemente, Mikhail Gorbatchov, que mais tarde estourou de vez o sistema soviético, também é engenheiro agrônomo.

    Defendia ele, assim, a liberdade de produção no campo, longe das burocráticas, ineficientes e corruptas cooperativas mantidas pelo Estado comunista.

    A queda do muro de Berlim (1989) sepultou a era socialista.

    Nesse mesmo ano terminei meu doutorado na FGV/SP.

    Minha tese, intitulada “A Tragédia da Terra” (1989), esculhambava o modelo brasileiro de reforma agrária, implantado sem nenhum planejamento, puxado pelas invasões de terra do MST. Não tem como dar certo.

    Meu pai, conservador, dizia que quando eu envelhecesse mudaria de opinião.

    Mais que a idade, a descoberta da verdade alterou meu pensamento.

    A história retirou o véu que escondia a maldade da utopia comunista.

    Estranho, nesse processo político dos últimos 50 anos, não é quem mudou a cabeça, mas sim quem permaneceu parado no tempo, acreditando nas mesmas teses de antigamente.

    Velhos comunas, obtusos, continuam achando que a luta de classes impera no mundo atual. Patético.

    Pior, ainda, é ver certos jovens de hoje se seduzirem pelos ideais da sociedade coletivista.

    Bradam contra a “opressão capitalista”, defendem Cuba, Coreia do Norte, Venezuela, como se o socialismo fosse o reino da liberdade e do progresso. Risório.

    O século 21 não admite ser construído com as receitas ideológicas do século 20.

    Concepções antigas foram ultrapassadas pela sociedade tecnológica e conectada em rede.

    Essa nos trouxe uma maravilha: a transparência. Hoje sabemos tudo, sobre qualquer assunto.

    Direita ou esquerda, ou nenhum deles? Cada qual tenha sua crença.

    Os muros a serem derrubados existem dentro de nós.

  • 03dez

    RENOVA MÍDIA

     

    ‘Não existe marxista intelectualmente honesto’, diz futuro chanceler

     

    O diplomata Ernesto Araújo foi indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para comandar o Itamaraty

     

    'Não existe marxista intelectualmente honesto', diz futuro chanceler

     

    Em publicação recente no seu blog, o futuro ministro das Relações Exteriores ironizou os detratores que disseram que ele acredita em discos voadores.

    Ernesto Araújo declarou:

    Se eu fizer uma referência à história da cigarra e da formiga, amanhã algum jornal dirá que eu acredito em insetos falantes.

    O indicado para chefiar o Itamaraty acha a existência de marxistas intelectualmente honestos menos plausível do que a de seres extraterrestres:

    A existência de um marxista intelectualmente honesto não é plausível, pois há uma contradição intrínseca entre a disciplina intelectual marxista, que nasce na mentira e obriga seus praticantes a mentir inclusive a si mesmos o tempo todo, e a honestidade intelectual.

  • 03dez

    TERÇA LIVRE

     

    Alexandre Garcia – Nunca antes

     

    Em dois meses, minha mãe completa 100 anos de vida e diz que nunca viu nada igual ao que está testemunhando hoje.

    Ela passou pela ditadura Vargas, pelas tentativas comunistas de tomada do poder, a começar em novembro de 1935, depois por tantos governos diferentes e tantos planos de salvação nacional, mas nunca viu uma reação como agora, contra o estado de coisas em que enterraram o país.

    Uma reação popular e pacífica, de uma maioria que cansou de ser enrolada, ludibriada, enganada – desculpem usar tantos sinônimos para a mesma mentira.

    Eu mesmo, em meus quase 80 anos de Brasil, nunca vi nada igual. Eu diria que se trata de uma revolução de ideias, tal a força do que surgiu do cansaço de sermos enganados.

    Mencionei a primeira tentativa comunista de tomada do poder, há 83 anos.

    Naquele 1935, houve reação pelas armas. Nas outras tentativas, no início dos anos 60, a reação veio das ruas, que atraiu as armas dos quartéis.

    A última, veio pelo voto, na mesma linguagem desarmada, com que começou a sutil tentativa tucana, para desaguar nos anos petistas, já com a tomada das escolas, dos meios de informação, da cultura – com aquela conversa que todos conhecemos.

    De repente, acordamos com a família destroçada, as escolas dominadas, os brasileiros separados por cor e renda, a cultura nacional subjugada, a História transformada. Mas acordamos.

    Reagimos no voto, 57 milhões, mais alguns milhões que tão descrentes estavam que nem sequer foram votar.

    O candidato havia sido esfaqueado para morrer, nem fez campanha, não tinha horário na TV, nem dinheiro para marqueteiro.

    Mas ficou à frente do outro em 10 milhões de votos. Ainda não se recuperou da facada, a nova intentona; precisa de mais uma cirurgia delicada, mas representou a reação da maioria que não quer aquelas ideias que fracassaram no mundo inteiro, que mataram milhões para se impor e ainda assim não se impuseram.

    O que minha mãe nunca viu é que antes mesmo de o vitorioso tomar posse, as ideias vencedoras da eleição já se impõem.

    Policiais que tiram bandidos das ruas já são aplaudidos pela população; juízes se sentem mais confiantes; pregadores do mal já percebem que não são donos das consciências; as pessoas estão perdendo o medo da ditadura do politicamente correto, a sociedade por si vai retomando os caminhos perdidos, com a mesma iniciativa que teve na eleição de outubro, sem tutor, sem protetor, sem condutor.

    Ela se conduz. O exemplo mais claro desse movimento prévio ao novo governo é a retirada cubana, no rompimento unilateral de um acordo fajuto, de seus médicos, alugados como escravos ao Brasil.

    Cuba “passou recibo” na malandragem e tratou de retirá-los antes que assumisse o novo governo, na prática confessando uma imoralidade que vai precisar ser investigada no Brasil, para apontar as responsabilidades, tal como ainda precisam ser esclarecidos créditos do BNDES a ditaduras, doação de instalações da Petrobras à Bolívia, compra de refinaria enferrujada no Texas, e tantas outras falcatruas contra as quais a maioria dos brasileiros votou em outubro.

  • 29nov

    INFO NEWS/YOU TUBE

     

    Psicopatia e Comunismo andam juntos – Loryel Rocha

     

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