Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 16out

    PARANÁ PORTAL – PEDRO RIBEIRO

     

    Declaração de Boulos sobre ameaça à propriedade de Bolsonaro, mais um tiro no pé do PT

     

     

    Jair Bolsonaro não é santo e todo mundo sabe disso. Muitos, inclusive, o chamam de maluco devido ao excessivo fundamento militar e a obsessão por armamento que assusta o pacato povo brasileiro.

    Agora, não se pode admitir, que um cidadão, como Guilherme Boulos, candidato à Presidência da República com o pior desempenho do seu partido, o PSOL, venha a público – em comício – incitar a invasão da residência do candidato do PSL junto com o Movimento dos Sem Teto.

    Essa atitude demonstra o despreparo político de Boulos e seu pífio resultado nas urnas, onde conseguiu, em todo o país, apenas 617 mil votos ou 0,58% do total válido.

    Neste momento, não importa as urnas, ou a desastrosa derrota do candidato, mas a manutenção da democracia e principalmente da ordem no país.

    Assim começou e inflamou: “ocupa (referindo-se ao seu grupo de ocupação de casas) terrenos improdutivos e a casa de Bolsonaro não parece ser muito produtiva”.

    E o povo gritava: “Bolsonaro, presta atenção, a sua casa vai virar ocupação”, para delírio de Boulos.

    Essa trágica ameaça provocou revolta não apenas de Bolsonaro, que reagiu sustentando sua ideia de armar o povo para defender sua propriedade e sua integridade física, como também prometeu enquadrar o grupo de Boulos como terroristas.

    Foi mais um balde de água fria na campanha de Fernando Haddad.

    Agora tem dois inconsequentes ao seu lado: Guilherme Boulos e José Dirceu.

    Jair Bolsonaro publicou uma resposta neste domingo nas redes sociais, ao lado da esposa:

    “Esta ameaça vai ser transmitida pela mídia ou só quando eu responder como defenderei minha família e propriedade, tentando me imputar novamente como o maior vilão do universo?”.

    Bolsonaro gravou um vídeo ao lado da esposa, Michelle, em que diz que Boulos o ameaçou naquele comício e então fez uma defesa da posse da arma e de fogo “para o cidadão de bem” e o excludente de ilicitude para quem matar um invasor de propriedade.

    Patético, o candidato derrotado tentou se explicar, dizendo que “foi uma ironia”.

    A campanha para a Presidência da República, entre Bolsonaro e Haddad, não pode descambar para o lado da incitação à violência.

    Os marqueteiros, dos dois lados, devem conduzir seus trabalhos de forma a não levar à democracia a um retrocesso, o que não será bom para o país.

    Devem, sim, estimular o debate, com propostas para a nação e seu povo.

    Só isso.

  • 16out

    UCHO.INFO

     

    Considerada a “rainha das fake news”, Gleisi Hoffmann reclama de “máquina de mentiras no WhatsApp”

     

    Todo encantador de serpente corre o risco de um dia ser picado pela víbora, por mais experiente que seja.

    Durante anos, o Partido dos Trabalhadores abusou da boataria como ferramenta sórdida de campanha, lançando ao vento mentiras e ignomínias para destruir a reputação de adversários.

    Muitas foram as vezes em que, em passado não tão distante, petistas “aterrissaram” nas redações de jornais carregando debaixo do braço envelopes com dossiês e denúncias contra adversários.

    Quase sempre, os “companheiros” alegavam ter recebido os documentos de fonte anônima.

    Os profissionais responsáveis do jornalismo rejeitavam o material, mas os mais afoitos, que eram poucos, abraçavam a inglória causa cientes do risco.

    Nos últimos tempos, a única vez que o PT não ingressou na seara da boataria foi na eleição presidencial de 1998, quando preferiu passar ao largo do fatídico e rumoroso Dossiê Cayman, que o editor do UCHO.INFO até hoje insiste em classificar como uma obra de ficção sobre um fato verdadeiro.

    Desde então, os petistas recorreram á mitomania eleitoral como forma de abrir caminho para chegar ao poder central.

    O que os “camaradas” não previam é que um dia acabariam vítimas do próprio veneno, com o agravante de uma peçonha potencializada pelo revanchismo oposicionista.

    E isso acabou acontecendo na esteira do avanço tecnológico, que permitiu a disseminação das chamadas “fake news” em quantidade e velocidade impressionantes.

    Obrigada a mudar de status parlamentar por conta do risco de não conseguir novo mandato, a ainda senadora Gleisi Helena Hoffmann, presidente nacional do PT e eleita deputada federal pelo Paraná, concedeu entrevista queixando-se de uma suposta “máquina de mentiras do Whatsapp, que estaria destruindo a candidatura de Fernando Haddad”.

    O PT, que sempre foi mestre em destruir reputações, está a provar do próprio veneno.

    Segundo a presidente dos petistas, a eleição presidencial de 2018 está sendo decidida por uma “máquina de mentiras” montada no WhatsApp.

    Foi o que disse a senadora ao jornalista Rogério Galindo, da Gazeta do Povo.

    De acordo com a parlamentar, essa rede foi montada “não se sabe onde, como nem com que dinheiro” para propagar informações falsas sobre os anos em que o PT esteve no governo.

    Para Gleisi, o importante agora é provar que o partido não usou kit gay, não legalizou o aborto nem transformou o Brasil numa Venezuela no período em que governou o País.

    A democracia brasileira, segundo a presidente nacional do partido, estaria ameaçada pelo Whatsapp.

    Não se pode tirar a razão de Gleisi Helena em relação às falsas notícias sobre o tal kit gay, a legalização do aborto e a “venezuelização” do Brasil, mas o PT também vem fazendo uso desse expediente para minar a candidatura de Jair Bolsonaro, mesmo que em menor carga.

    Contudo, como reza a sabedoria popular, “chumbo trocado não dói”.

    Bom seria se a política brasileira fosse levada a sério e os candidatos se preocupassem em apresentar propostas aos eleitores, em vez de gastar tanto tempo em ataques recíprocos e espetáculos de mitomania.

    Quem sabe um dia…

  • 15out

    JOSÉ NÊUMANNE PINTO – YOU TUBE

     

    Ao tentar atribuir só ao adversário Bolsonaro atitudes violentas na disputa eleitoral, Haddad/Lula esquece que divisão do Brasil em 2 foi truque de Lula para derrotar Alckmin em 2006.

     

  • 13out

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO

     

    PT, que rasgou e incendiou a Bandeira brasileira, se curva e usa, agora, as cores da Bandeira na campanha

    Enfim, o PT, que já resgou e queimou a Bandeira brasileira em praça pública, se rende e se curva diante do verde e amarelo.

    Coordenadores da campanha  divulgaram na quarta-feira nova logomarca da campanha à Presidência da República nas cores verde, amarela  e azul e sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Na imagem aparece apenas o nome do candidato, Fernando Haddad e de Manuela D’Ávila, vice na chapa.

    Para lembrar, nas peças do primeiro turno da disputa, o nome de Haddad era diretamente associado a Lula com a frase “Haddad é Lula” na cor vermelha, característica do PT.

    Resta saber se o candidato continuará sua visita semanal na cadeia em Curitiba para pedir bênção de Lula e orientação para a campanha.

    O PT planeja lançar uma “frente democrática” no segundo turno, em defesa da candidatura do preposto do presidiário Lula da Silva, Fernando Haddad.

    Sob a coordenação de Jaques Wagner, a legenda tenta pregar mais uma peça na população brasileira, dizendo que o PT pode ser o bastião da democracia ante o avanço da candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSL).

    Com o PT a democracia sempre esteve em risco.

    Basta ver que, no momento em que Lula ocupava a Presidência da República e o partido desfrutava de expressivo apoio popular, a legenda optou por subverter a democracia representativa, comprando parlamentares por meio do esquema que depois ficaria conhecido como mensalão.

    Mesmo após a confirmação do caso, o PT não fez nenhuma autocrítica.

    Os petistas nunca pediram desculpas à população brasileira por terem desrespeitado o princípio constitucional de que todo o poder emana do povo – sob o jugo do PT, o poder emanava do dinheiro periodicamente pago aos parlamentares.

    Não satisfeito com o mensalão, o PT instalou outro esquema de corrupção do sistema político, o petrolão, com o uso das estatais para intermediar a compra de apoio político em troca de benesses econômicas.

    Além de os valores desviados das empresas públicas terem atingido cifras até então inauditas – o escândalo do mensalão ficou parecendo manobra de principiante –, o petrolão representou um novo grau de subversão do poder.

    Era a apropriação de todo o aparato do Estado por parte de uma causa político-partidária. Evidentemente, esse cenário não é compatível com o que se espera de uma democracia pujante.

    Nos últimos tempos, o PT voltou a mostrar seu desprezo pelas instituições republicanas.

    A legenda instalou uma autêntica cruzada contra o Poder Judiciário, simplesmente porque várias instâncias da Justiça entenderam que Lula da Silva também devia estar submetido ao regime da lei.

    A absoluta evidência de que o ex-presidente petista pôde exercer um amplíssimo direito de defesa não foi motivo para que o PT interrompesse suas imprecações contra o Judiciário.

    Seguiram com sua infantil postulação de que todo o Estado Democrático de Direito deveria se curvar ao grande líder.

    Nos regimes admirados pelos petistas, o Judiciário não tem a audácia de condenar líderes populares por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Neste ano, Lula da Silva e seu séquito fizeram de tudo para desrespeitar as regras eleitorais, com uma massiva campanha de desinformação, pregando que, se o demiurgo de Garanhuns não pudesse se candidatar, a eleição seria uma fraude.

    “Eleição sem Lula é golpe”, repetiram por todo o País. Sem nenhum apreço pelo princípio da igualdade de todos perante a lei, a fantasiosa argumentação era um descarado pedido de privilégio para o sr. Lula da Silva.

    Segundo os petistas, a Lei da Ficha Limpa não podia ser aplicada ao grande líder.

    E para que não pairasse nenhuma dúvida de que continua havendo nas hostes petistas uma profunda ojeriza pelos princípios democráticos, o programa de governo do candidato Fernando Haddad foi talhado nos moldes do modelo bolivariano.

    Sem cerimônia, o PT prega um “novo processo constituinte: a soberania popular em grau máximo para a refundação democrática e o desenvolvimento do País”.

    A legenda promete subverter a democracia representativa.

    Além de instalar conselhos populares, ela quer “expandir para o presidente da República e para a iniciativa popular a prerrogativa de propor a convocação de plebiscitos e referendos”.

    Também fala abertamente em “instituir medidas para estimular a participação e o controle social em todos os Poderes da União e no Ministério Público”.

    Para coroar suas pretensões autoritárias, os petistas mencionam a necessidade de um “novo marco regulatório da comunicação social eletrônica”.

    A atual liberdade tem incomodado suas pretensões autoritárias.

    Quando o PT pede votos em favor de Fernando Haddad, que seria o campeão da defesa democrática do País, falta-lhe credibilidade.

    O passado e o presente o desmentem.

  • 11out

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO

     

    Réquiem dos perdedores e o cão de aluguel de Taubaté

     

     

    Depois da derrota nas urnas, o marqueteiro que perdeu não apenas uma, mas três campanhas, enfia a viola no saco e tenta atravessar a praça para, novamente, se acomodar no pequeno, mas importante palacete.

    Pelo que sabemos, baterá com a cara na porta. Ninguém quer perdedor. Nem o burgomestre.

    Também, ao invés de crescer, a campanha diminuiu o que significa que não deu certo.

    Ainda sobre réquiem, o cão de aluguel, o famoso homem das fakes, denunciado em entrevista pela Band TV, também deverá colocar a viola no saco e rumar para Taubaté, aliás, de onde nunca deveria ter saído.

    De cão de aluguel, um cachorro vira-latas de rua.

    E assim termina mais uma campanha no Paraná.

« Entradas anteriores