• 09dez

    PORTAL TERÇA LIVRE

     

    Ditadura chinesa cria leis de repressão a práticas religiosas para estrangeiros

    O governo ditatorial chinês estabeleceu novas regras para controlar a liberdade religiosa de visitantes no país.

    A consulta pública que aborda as novas restrições, estará disponível até o dia 17 de dezembro.

    De acordo com as autoridades a medida têm o intuito de conter o extremismo religioso, apoio a religiosos ilegais e terrorismo.

    No país existem somente cinco religiões permitidas pelo estado, o budismo chinês, taoismo, islamismo, catolicismo e o protestantismo.

    A prática dessas religiões já eram limitadas e supervisionadas por grupos oficias e agora, após essa nova medida, o governo criou mecanismos para o controle e repressão de religiões organizadas.

    Segundo o jornal chinês Global Times, as autoridades locais justificaram essa ação que controla os estrangeiros como uma maneira de proteger a “unidade e solidariedade étnica da China”.

  • 13fev

    DIÁRIO DO BRASIL

     

    Ele se calou quando Bolsonaro foi esfaqueado e agora vai receber Lula no Vaticano

     

     

    No dia 6 de setembro de 2018, o então candidato à presidência Jair Bolsonaro sofria um atentado gravíssimo ao levar uma facada de um militante do PSOL.

    Bolsonaro esteve entre a vida e a morte, passou por quatro cirurgias de risco e finalmente conseguiu se recuperar.

    A esquerda debochou, fez ‘memes’, colocou em dúvida a veracidade da facada, enfim, fez (e continua fazendo) o diabo contra Jair Bolsonaro.

    E o Vaticano? 

    Através de seu líder máximo, a igreja católica se calou … o Papa Francisco sequer enviou uma mensagem a Jair Bolsonaro, mesmo após ele ter sido eleito presidente da República.

    Esse mesmo Papa, que comanda um estado com riquezas estimadas em mais de R$ 25 bilhões, receberá nesta quinta-feira (13) ninguém menos que Luis Inácio Lula da Silva, líder de um partido que saqueou o país.

    Que tipo de líder religioso é esse?

  • 31jan

    RADIO 93

     

    Cristã norte-coreana morre em prisão, mas testemunho impacta policiais

     

    Campos de detenção são duros com cristãos na Coreia do Norte. Foto: internet

     

    Younghee é uma cristã da Coreia do Norte que plantou uma igreja subterrânea, neste regime que proíbe o Cristianismo. 

    Em abril de 2019 ela se tornou uma mártir do Evangelho numa das principais prisões em que os cristãos são confinados. 

    Ela ficou presa em um dos campos mais duros com cristãos, inclusive, aqueles que tentam escapar, são jogados a cães famintos. 

    A igreja subterrânea criada pela irmã Younghee chegou a reunir muitos membros, o que fez com que a congregação se tornasse um alvo do duro governo norte-coreano.

    Após a prisão, a família da irmã perdeu contato e após meses descobriu o campo de prisão que ela vinha sendo mantida. 

    Ao chegarem ao local, os responsáveis pela unidade prisional informaram que ela tinha morrido três meses antes e que seu corpo havia sido cremado.

    Mas lá, algo diferente aconteceu.  Um dos oficiais do alto escalão viu uma das filhas da fiel cristã e disse: “Você se parece com sua mãe. Nunca vi uma mulher tão forte e honesta como ela. Disse a ela que era só negar a fé e estaria livre, mas ela jamais o fez. Ela era forte em sua fé.

    A prisão inteira sabia que era cristã porque compartilhava sua comida e outras necessidades básicas com outros prisioneiros. Ela estava sempre confortando aqueles que estavam sozinhos e angustiados.

    Ela tinha o rosto de alguém que vive em um mundo diferente. Embora seja difícil viver neste mundo, você deve viver como sua mãe. Younghee era uma verdadeira crente”, afirmou. 

    O alto funcionário disse ainda que diminuiu a carga de trabalho de Younghee pouco antes de sua morte, porque seu corpo estava muito fraco.

  • 21ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Gigante de móveis IKEA arrisca boicote na Polônia após demissão de funcionário católico conservador

     

     

    News Beezer

    Os promotores da Polônia iniciaram uma investigação sobre a gigante sueca de móveis domésticos IKEA, depois que a filial polonesa da empresa demitiu um funcionário católico que criticou o ativismo LGBT da empresa.

    O secretário de Estado da Justiça, Patryk Jaki, pediu um boicote à IKEA se os promotores concluírem que a empresa discrimina os católicos, relatou o site americano Bloomberg.

    Com 238 lojas em 34 países, a maioria na Europa e as outras nos EUA, Canadá, Ásia e Austrália, a IKEA é uma das poucas redes varejistas a ter pontos de venda tanto em Israel quanto nos outros países do Oriente Médio.

    O funcionário demitido havia feito comentários críticos em um comunicado da IKEA na intranet da empresa, no qual a empresa expressou sua solidariedade com a comunidade LGBT.

    “A inclusão de LGBT + é responsabilidade de todos. No dia 17 de maio, celebramos o dia internacional contra a homofobia, a bifobia e a transfobia. E defendemos os direitos de lésbicas, gays, transexuais e pessoas de todas as orientações sexuais”, disse o comunicado.

    O católico romano Tomasz K. disse ao canal de TV polonês TVP que discordou da empresa e comentou a mensagem.

    “Eu fiquei chocado. Fui contratado para vender móveis, mas sou católico e esses não são meus valores”, disse ele à TVP.

    “Isso é inaceitável, absolutamente ultrajante”, disse o ministro da Justiça polonês, Zbigniew Ziobro, na sexta-feira (28), sobre a demissão.

    Ziobro instruiu o Ministério Público a investigar se a IKEA violou não apenas os direitos do trabalhador, mas também o direito penal e se o despedimento constitui uma discriminação antirreligiosa.

    O ministro acredita que, se a investigação for confirmada, parece que a empresa sueca na Polônia discrimina pessoas que não compartilham seus valores.

    Contradição
    “O empregado usou textos bíblicos para contextualizar sua posição e funcionários da empresa contataram o departamento de Recursos Humanos”, disse a IKEA em um comunicado.

    Katarzyna Broniarek, diretora de comunicação da IKEA Retail, acrescentou: “A cultura corporativa da Ikea é baseada na liberdade de ideias, tolerância e respeito por todos os funcionários, mas a empresa deve responder quando houver o risco de que a dignidade de outros funcionários venha em perigo”.

    Dessa forma, a empresa sueca demonstrou uma contradição em sua própria fala; respeitando o movimento LGBT, entretanto, esquecendo-se do respeito à liberdade de ideias de um conservador católico romano.

    Outros casos
    Há anos, a IKEA está envolvida no ativismo LGBT. Em junho, bandeiras de arco-íris agitaram lojas americanas da IKEA.

    No início desta semana, uma disputa motivada por LGBT remexeu a fábrica da Volvo em Wroclaw, depois que os chefes propuseram a criação de uma “comunidade LGBTQ+” como parte de suas operações.

    “O empregador deve ser completamente transparente, ele não deve promover minorias ou maiorias sexuais, religiosas e políticas. Deixamos nossa sexualidade e convicções no portão, no trabalho somos iguais”, disse Grzegorz Zachara, presidente do sindicato Solidariedade, à mídia.

    Em 2008, os católicos poloneses ameaçaram boicotar a IKEA depois de apresentar um “casal” do mesmo sexo em seu catálogo com a legenda “Ian e Steve não têm intenção de ter filhos, mas sim desfrutar de seu centro de comando, uma cozinha da IKEA e um horta de ervas”.

    Grzegorz Upper, editor-chefe da revista católica polonesa Fronda, acusou a IKEA de promover “a extrema ideologia dos ativistas homossexuais”.

    Polônia conservadora
    A IKEA já estava ciente das sensibilidades católicas na Polônia. Em maio, produziu uma bolsa arco-íris especial para marcar o mês do Orgulho LGBTQ, que acontece em junho.

    No entanto, a empresa disse que o produto não estaria disponível na Polônia.

    A Polônia é um dos países mais religiosos da Europa. De acordo com uma pesquisa da Comissão Europeia de 2005, 91 % da população pertence à Igreja Católica Romana e as minorias religiosas incluem cristãos ortodoxos, protestantes, Testemunhas de Jeová, católicos orientais, católicos poloneses, mariavitas, judeus e um pequena comunidade muçulmana de 1.132 pessoas.

    Apenas 3% da população não possui uma religião e 2% dela é ateia.

    Nas últimas eleições em 2015, a Polônia continuou demonstrando o seu conservadorismo, elegendo um presidente católico romano, Andrzej Sebastian Duda.

    Antes da presidência, Duda atuava como advogado e foi membro do Parlamento Europeu de 2014 a 2015.

  • 25jun

    CONEXÃO POLÍTICA 

     

    O hino cristão que tornou-se tema dos protestos em Hong Kong, na China

     

     

    Foto: Epa / Rejome Favre

     

    O popular cântico religioso cristão “Sing Hallelujah to the Lord” (Cante Aleluia ao Senhor) tornou-se o hino tema dos protestos em Hong Kong contra uma lei da extradição para a China que tem levado milhões de pessoas às ruas nos últimos dias.

    Na última semana, o cântico tem sido ouvido o tempo todo no principal local de encontro dos protestos, em frente à Assembleia Legislativa.

    Também foi entoado nas marchas e até em momentos de tensão com a polícia local, que chegou a atirar balas de borracha nos manifestantes e usar gás lacrimogêneo.

    Tudo começou com um grupo de estudantes cristãos que cantaram vários cânticos religiosos no principal local do protesto, entre esses cânticos o “Cante Aleluia ao Senhor”, que conseguiu ganhar mais aceitação entre a multidão, apesar de apenas cerca de 10% dos cidadãos de Hong Kong serem cristãos.

    “Foi este que as pessoas pegaram, porque é fácil para as pessoas repetirem com uma mensagem simples e melodia fácil”, disse Edwin Chow a Reuters. Edwin Chow tem apenas 19 anos, e é presidente da Federação de Estudantes Católicos de Hong Kong.

    O hino foi composto em 1974 por Linda Stassen-Benhamin, nos EUA, para a Páscoa. As suas cinco palavras são repetidas ao longo de quatro estrofes num tom baixo, que lhe dá um ar de solenidade meditativa.

    “Parem de disparar ou cantamos ‘Aleluia ao Senhor’” lia-se num dos cartazes entre os manifestantes depois de balas de borracha terem sido disparadas.

    Os manifestantes dizem que o cântico religioso tem ajudado em alguns casos a fazer baixar a tensão com a polícia.

    “Tem um efeito calmante”, disse Timothy Lam, de 58 anos, um padre na Grace Church de Hong Kong, que tem estado presente nas manifestações para promover a paz.

    A alegação principal que move o protesto é de que a lei proposta poderia fazer com que o governo comunista chinês tire qualquer pessoa de Hong Kong por razões políticas ou por qualquer tipo de ofensa.

    Hong Kong era uma antiga colônia britânica que foi devolvida à China em 1997 sob a condição de que tivesse um sistema legal separado. 

     

« Entradas anteriores   



Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota