• 19jul

    PARANÁ PORTAL

     

    Paraná é líder de transplantes de órgãos no país

    O Paraná lidera o número de transplantes no primeiro quadrimestre deste ano. Foram 235 transplantes realizados, entre rim (155), fígado (76) e coração (4), além 254 córneas.

    O Estado é o único no país a concluir e aprovar um Plano Estadual de Doação e Transplantes, com planejamento até 2022. Tudo é controlado em uma Sala de Situação, que monitora 24 horas por dia, e faz a análise dos dados para elaborar estratégias de ação.

    “O Paraná é o estado com as maiores doações porque trabalhamos em vários pilares, temos equipes 24 horas por dia, especializadas em identificar a morte encefálica, além de uma logística excelente”, ressalta Arlene Terezinha Cagol Garcia Badoch, coordenadora do Sistema Estadual de Transplante do Paraná.

    Parte do desempenho ocorre devido as aeronaves do Governo do Paraná que ficam à disposição para o transporte de órgãos.

     Só neste ano foram 57 missões de apoio, perfazendo 117 horas e 55 minutos de voo, para o transporte de 111 órgãos.

     

    Foto: Divulgação / AEN 

    A frota é formada por quatro aviões – um King Air 350, um Grand Caravan, dois Sênecas III – e mais um helicóptero.

    No mês passado, por exemplo, a logística de um transporte de órgãos só obteve sucesso graças ao King Air, que é usado com frequência pelo governador.

    O avião foi acionado em um fim de semana para buscar fígado, rins e baço de um doador em Cascavel e trazer os órgãos para serem reimplantados em pacientes compatíveis que se encontravam na fila de espera em Curitiba.

    “Quanto antes retirar o órgão e reimplantar, melhor o resultado. Um coração, por exemplo, dura quatro horas. O fígado, oito. Sem essa logística aérea, não tem como fazer, seria apenas transplantes entre pessoas da mesma cidade”, afirma Arlene.

    O sistema paranaense está baseado em quatro Organizações de Procura de Órgãos – Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel.

    Esses centros trabalham na orientação e capacitação das equipes distribuídas em 67 hospitais do Paraná que mantêm Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT).

    No total, são 671 profissionais envolvidos e dedicados a salvar vidas.

    O Estado trabalha com quatro câmaras técnicas – coração, fígado, rim e córneas. E também é campeão no transplante de fígado e de rim.

    Até fevereiro, 1.978 pessoas aguardam na fila por um transplante; no Brasil, são mais de 33 mil pessoas à espera de um órgão.

    Realidade, agora, bem distante do seu Antônio Carlos.

    “Eu morri umas três ou quatro vezes, o coração não aguentava. Só posso agradecer”, afirma.

  • 27jun

    OFTALPRO

     

    Israel: retina artificial poderá devolver visão a cegos

     

    Imagem da notícia: Israel: retina artificial poderá devolver visão a cegos

     

    Yael Hanein, diretora do Centro de Nanociência, Nanotecnologia e Nanomedicina da Universidade de Tel Aviv, apresentou recentemente os resultados da investigação que levou a cabo nos últimos 10 anos, com o objetivo de criar uma retina artificial para substituir a ação dos fotorrecetores naturais do olho, quando destruídos por degeneração macular relacionada com a idade (DMI).

    Segundo o site Israel Notícias, “os protótipos de visão artificial foram desenvolvidos e testados no nosso laboratório, mas eram muito grandes e volumosos para uso cirúrgico”, afirma a investigadora. “

    O desafio é desenvolver algo compacto que possa ser inserido precisamente no olho e colocado na retina”.

    Para tal, os investigadores deste laboratório utilizam nanotubos de carbono, dentro dos quais são introduzidos os componentes fotossensíveis.

    Integrados com um polímero biocompatível, estes nanotubos podem criar o campo elétrico de estimulação retiniana necessária.

  • 01mar

    SECRETARIA DA FAMÍLIA, JUSTIÇA E TRABALHO

     

    Diagnóstico precoce é fundamental no caso de doenças raras

     

     

    O atendimento precoce pode mudar a vida das pessoas que possuem doenças raras.

    Para dialogar sobre essa importância, a Secretaria da Família, Justiça e Trabalho (Sejuf), no Paraná, realizou nesta quinta-feira, 28, o 1º Encontro sobre Síndromes e Doenças Raras, em parceria com o Grupo Paraná de Doenças Raras.

    O evento reuniu profissionais da área de saúde, pesquisadores, acadêmicos e técnicos da área. O encontro também recebeu profissionais da Secretária de Saúde, além de 20 associações que trabalham em prol da causa.

    O evento faz alusão ao Dia Mundial das Doenças Raras, relembrado em 29 de fevereiro e que acontece de quatro em quatro anos.

    A maioria das doenças raras atinge poucas pessoas, é de origem genética, pouco conhecida e de difícil diagnóstico. Por isso, recebem o nome de doenças raras.

    “Esse é o primeiro de muitos encontros, que seguem a orientação do governador Ratinho Junior de aproximar o governo da sociedade e das entidades que se dedicam às pessoas que mais precisam. Pessoas com necessidades especiais precisam de supercuidados”, disse o secretário Ney Leprevost.

    A representante do Departamento da Pessoa com Deficiência da Sejuf, Flavia Portela, explica que o encontro é a oportunidade de dialogar com médicos, acadêmicos e entidades sobre a importância do tratamento.

    “O 1º Encontro sobre Síndromes e Doenças Raras é para dialogarmos sobre o que temos na área da saúde e em outras políticas setoriais, porque o tratamento é feito de forma transversal e diminui os impactos dessa pessoa no futuro”.

    Flavia destacou que as síndromes e doenças raras podem acarretar algum tipo de deficiência quando não tratadas precocemente

    DOENÇAS RARAS – Os médicos especialistas participantes do evento destacaram o quanto a falta de diagnóstico precoce prejudica o tratamento.

    Além disso, as doenças raras podem aparecer em uma região do país, mas não em outra. 

    “Doenças raras são aquelas que afetam um pequeno número de pessoas quando comparadas com a população geral. A doença pode ser rara numa região e não em outra. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem 13 milhões de pessoas, no Brasil, com doenças raras”, destacou a coordenadora do ambulatório de Doenças Raras do Hospital Pequeno Príncipe, Mara Ferreira Santos.

    A médica explicou ainda que um avanço na área veio com a portaria 199/2014, quando as doenças raras passaram a ser diagnosticadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Desde a criação da política, em 2014, o SUS incorporou 19 exames de diagnóstico e 11 medicamentos, além de organizar a rede de assistência.

    O Brasil possui sete serviços de referência no atendimento a doenças raras. Um deles é o localizado no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

    A coordenadora do serviço de transplante de medula óssea pediátrico do Hospital das Clínicas, Carmen Bonfim, salientou o quanto a formação do médico é fundamental para a realização do diagnóstico, bem como o trabalho conjunto entre sociedade e Estado.

    “Nós estamos todos no mesmo time e temos que continuar nesta luta juntos”, ressaltou.

    No Paraná, a Secretaria de Saúde criou, em 2015, um cadastro para Síndrome de Doenças Raras.

    Com esse cadastro, é possível identificar quem são as pessoas que possuem as doenças, onde elas estão sendo tratadas e realizar um acompanhamento mais próximo dos pacientes.

    Em todo o Estado, estão cadastradas cerca de 400 doenças, nas 22 regionais de saúde.

    ENTIDADES SOCIAIS – A representante do Grupo Paraná de Doenças Raras, Luana Rodrigues Hass, destacou o quanto o diálogo e a troca de informações são importantes para trazer visibilidade às síndromes e às doenças raras.

    “Nós somos esse grupo montado, justamente, para que essas informações em conjunto com o Estado se tornem algo grandioso e sociedade possa ter benefícios na qualidade de vida, na qualidade de atendimento, no tratamento correto, nos diagnósticos e até na cura, se possível for”, afirma.

    O trabalho do grupo consiste em auxiliar as famílias, trazer informações à sociedade e realizar atividades de conscientização em escolas infantis.

    Liriane Costa e pesquisadora, professora e também representante de uma entidade social que trabalha com pessoas com deficiência, da 1ª Igreja Quadrangular do Paraná.

    Ela atende diversas famílias na instituição em que atua. “Esse diálogo é imprescindível, pois é importante estarmos escutando as pessoas com deficiência, as mães, as famílias, as entidades”, explicou.

    PARTICIPANTES – Participaram do encontro também Raquel Bamp, da Sesa; Rui Fernando Pilotto, do Hospital das clínicas; Rodrigo Riquelme, advogado; e Carlos Eduardo Frederico, professor.

  • 16fev

    RENOVA MÍDIA

     

    Bolsonaro celebra preenchimento de vagas no Mais Médicos

     

    91 dias após a ditadura de Cuba romper o acordo com o Brasil, o presidente Jair Bolsonaro celebrou o preenchimento das vagas no programa Mais Médicos por profissionais brasileiros

     

    Bolsonaro celebra preenchimento de vagas no Mais Médicos

     

    O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (13) que todas as vagas do edital do Mais Médicos, aberto após a saída dos médicos de Cuba do programa, foram preenchidas por profissionais do Brasil.

    Ao todo, foram 8.517 vagas preenchidas. Segundo a pasta do titular Luiz Henrique Mandetta, chamadas para médicos estrangeiros não devem ser realizadas.

    Os médicos inscritos no programa terão entre os dias 19 e 22 de fevereiro para se apresentarem nos locais de trabalho, que foram distribuídos em 667 localidades.

    Em uma série de quatro mensagens no microblog Twitter, o presidente Jair Bolsonaro celebrou o preenchimento das vagas e o fim de uma antiga narrativa utilizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para defender a manutenção do acordo com o o regime comunista cubano.

    RENOVA reproduz abaixo a íntegra da publicado no Twitter do Presidente da República nesta quinta-feira (14):

    Meses atrás exigimos que a ditadura cubana revisse as regras impostas aos profissionais cubanos participantes do Mais Médicos, que recebiam apenas uma pequena parte de seus salários e não tinham liberdade para ver seus familiares.

    De forma irresponsável, Cuba suspendeu sua participação subitamente, colocando em xeque o caráter humanitário do acordo feito com o PT.

    Oferecemos asilo aos que cidadãos queriam ficar em nosso país. A esquerda mesmo assim poupou a ditadura e colocou na conta do novo Governo.

    Esta falta de sensibilidade e os milhões que ficariam sem atendimento. O Ministério da Saúde, porém, agiu rapidamente e as vagas deixadas foram preenchidas – as últimas nesta quarta (13) por brasileiros formados no exterior.

    Eles receberão seus salários de forma integral e terão a liberdade necessária para uma vida digna. A resposta para quem torce contra o Brasil é o trabalho. Vamos em frente! 

  • 13fev

    GLOBO.COM

     

    Bolsonaro chega a Brasília após receber alta e deixar hospital em São Paulo

     

    Presidente permaneceu 17 dias internado no hospital Albert Einstein. No final de janeiro, ele passou por cirurgia para retirar uma bolsa de colostomia.

     

    O presidente Jair Bolsonaro (PSL) chegou por volta das 14h30 desta quarta-feira (13) a Brasília após ter recebido alta do hospital Albert Einstein, em São Paulo, depois de 17 dias de internação em razão de cirurgia para a retirada de bolsa de colostomia.

    Bolsonaro deixou o hospital por volta das 12h20, e seguiu para o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, de onde decolou o avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que o levou para a capital federal, onde foi recebido pelo vice-presidente Hamilton Mourão (foto abaixo).

    Ele chegou às 14h55 à residência oficial do Palácio da Alvorada, onde deverá passar o restante do dia.

    O presidente Jair Bolsonaro é recebido pelo vice, Hamilton Mourão, ao chegar a Brasília — Foto: Marcos Corrêa/PRO presidente Jair Bolsonaro é recebido pelo vice, Hamilton Mourão, ao chegar a Brasília — Foto: Marcos Corrêa/PR

    O presidente Jair Bolsonaro é recebido pelo vice, Hamilton Mourão, ao chegar a Brasília — Foto: Marcos Corrêa/PR

    O boletim médico, divulgado pelo hospital logo após a saída do presidente, afirma que Bolsonaro “recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral”.

    Bolsonaro tem alta médica e deixa hospital Albert Einstein

    Bolsonaro tem alta médica e deixa hospital Albert Einstein

    O texto diz ainda que, durante o período de internação, o presidente “realizou exercícios de fisioterapia respiratória e motora, com períodos de caminhada fora do quarto. Medidas de prevenção de trombose venosa também foram adotadas.”

    Bolsonaro comentou a alta em suas redes sociais. “Foram 3 cirurgias e mais de 1 mês no hospital nestes últimos 5 passados. Finalmente deixamos em definitivo o risco de morte após a tentativa de assassinato de ex-integrante do PSOL”.

    “Só tenho a agradecer a Deus e a todos por finalmente poder voltar a trabalhar em plena normalidade”, disse por meio de sua conta no Twitter.

    Bolsonaro embarca para Brasília após receber alta hospitalar nesta quarta (13) — Foto: Reprodução/TV GloboBolsonaro embarca para Brasília após receber alta hospitalar nesta quarta (13) — Foto: Reprodução/TV Globo

    Bolsonaro embarca para Brasília após receber alta hospitalar nesta quarta (13) — Foto: Reprodução/TV Globo

    Internação

    Bolsonaro passou por uma cirurgia para retirar uma bolsa de colostomia e refazer a ligação entre o intestino delgado e parte do intestino grosso no dia 28 de janeiro.

    Na semana passada, após um episódio isolado de febre, ele foi submetido a exames e diagnosticado com pneumonia.

    Em boletim divulgado na tarde desta terça-feira (12), os médicos afirmavam que Bolsonaro mantinha “boa evolução clínica, está sem febre, sem dor abdominal e o quadro pulmonar encontra-se em resolução”.

    Veja a íntegra do boletim médico:

    O excelentíssimo Presidente da República, Jair Bolsonaro, permaneceu internado no Hospital Israelita Albert Einstein entre os dias 27 de janeiro e 13 de fevereiro.

    A programação da cirurgia eletiva de reconstrução do trânsito intestinal iniciou no dia 27 de janeiro com a avaliação clínica préoperatória, exames laboratoriais e de imagem, encontrando-se apto para o procedimento.

    Na manhã seguinte, o paciente foi submetido a uma cirurgia bemsucedida de reconstrução do trânsito intestinal e extensa lise de aderências decorrentes das duas cirurgias anteriores.

    Foi realizada anastomose do íleo com o cólon transverso, que é a união do intestino delgado com o intestino grosso.

    O procedimento teve duração de 7 horas, ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue. O resultado final do anátomo-patológico evidenciou serosite crônica, sem outras anormalidades.

    Devido ao episódio de náusea e vômito em 2 de fevereiro, o paciente passou a usar uma sonda nasogástrica. Apresentou na noite de 3 de fevereiro elevação da temperatura (37,3 °C) e alteração de alguns exames laboratoriais.

    Foi iniciada antibioticoterapia de amplo espectro empiricamente e realizados novos exames de imagem.

    Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino, na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e um dreno foi colocado no local.

    O paciente se manteve sem dor, afebril e em jejum oral. A coleção drenada era sero-hemática e não houve crescimento bacteriano, não configurando infecção.

    Nos dias seguintes, houve melhora do seu estado de saúde com redução da coleção líquida no abdome e aumento da movimentação intestinal. Isso possibilitou o início de ingestão de líquidos por via oral em associação à nutrição parenteral.

    Em 6 de fevereiro, teve episódio isolado de febre sem outros sintomas associados, sendo submetido à tomografia de tórax e abdome que evidenciou boa evolução do quadro intestinal e imagem compatível com pneumonia.

    Essa pneumonia não era associada à ventilação mecânica e possivelmente decorreu de microaspiração de conteúdo gástrico. Foi realizado um ajuste na antibioticoterapia e mantidos os demais tratamentos.

    Nos dias posteriores, a evolução clínica foi considerada boa, sem disfunções orgânicas e com melhora dos exames laboratoriais.
    O dreno colocado no seu abdome foi retirado pela equipe de radiologia intervencionista em 8 de fevereiro, quatro dias após sua introdução.
    Devido à melhora do quadro intestinal e boa receptividade à dieta líquida, a sonda nasogástrica também foi retirada.

    O quadro pulmonar progrediu de forma positiva, assim como os exames laboratoriais. Com a evolução da movimentação intestinal e aceitação da dieta líquida, foi iniciada uma dieta cremosa.

    A nutrição parenteral foi sendo reduzida gradativamente até sua suspensão em 11 de fevereiro, quando foi iniciada uma dieta leve e mantido o suplemento nutricional.

    Durante o período de internação, realizou exercícios de fisioterapia respiratória e motora, com períodos de caminhada fora do quarto. Medidas de prevenção de trombose venosa também foram adotadas.

    Recebeu alta nesta manhã com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral.

    Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião e médico titular
    Dr. Leandro Echenique, cardiologista
    Dr. Luis Fernando Aranha, infectologista
    Dra. Carmen Silvia Valente Barbas, pneumologista
    Dr. Celso Cukier, nutrólogo
    Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein

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