• 05nov

    PAPO TV/RENATO RODRIGUES

     

    Israel oferece projeto salvador para o governo Bolsonaro

     

    Israel oferece projeto salvador para o governo Bolsonaro

     

    Em visita ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, o embaixador de Israel Yossi Shelley ofereceu um projeto para solidificar parceria entre os dois países.

    O diplomata de Israel anunciou a intenção do governo de seu país de bancar a instalação, na região Nordeste, de uma usina piloto de dessalinização de água do mar.

    Hoje, 80% da água consumida em Israel vêm da dessalinização.

    O projeto promete acabar de vez com a seca no Nordeste brasileiro.

    Confira como funciona o projeto:

     

  • 29jun

    GAZETA DO POVO –  Rafael Waltrick

     

    Bateria portátil criada por empresa paranaense carrega de celular a caminhão

    Dispositivo, do tamanho de um HD externo, foi desenvolvido pela Magnetron, fabricante de sistemas de ignição e peças para motos localizada em São José dos Pinhais

     

    Jairo Leal de Souza Filho, gerente comercial, e Amarildo Pereira, gerente de engenharia da Magnetron: novo produto foca em motociclistas, mas tem potencial para atingir outros públicos - Foto: - Brunno Covello/Gazeta do Povo

    Jairo Leal de Souza Filho, gerente comercial, e Amarildo Pereira, gerente de engenharia da Magnetron: novo produto foca em motociclistas, mas tem potencial para atingir outros públicos – Foto: – Brunno Covello/Gazeta do Povo

    Branco, com saídas para cabos e do tamanho da palma da mão, o novo dispositivo desenvolvido pelaMagnetron, fabricante paranaense de sistemas de ignição e peças para motos, pode passar facilmente por um HD externo ou uma bateria portátil para celulares.

    A estrutura compacta e o visual simples, porém, enganam: o aparelho, além de recarregar notebooks e eletrônicos, dá partida em motos, carros, lanchas e até veículos pesados, como caminhões e ônibus.

    Chamado de “carregador portátil multifunção”, o produto chegou ao mercado há três meses, após dois anos de desenvolvimento na sede da empresa, em São José dos Pinhais.

    O aparelho tem até 400 amperes (A) de pico e vem com duas pinças para serem conectadas à bateria do veículo, eliminando assim a necessidade da popular “chupeta” para ligar o carro.

    Em seguida, o dispositivo pode ser recarregado em uma tomada comum ou no próprio automóvel.

    “Nós focamos muito na questão da partida, o que é um diferencial, tanto para carros e motos até caminhonetes, caminhões e ônibus. Não recomendamos para esses veículos mais pesados, mas acabou que o carregador está sendo usado também para eles”, afirma o gerente de engenharia da Magnetron, Amarildo Pereira.

    Bateria extra

    Assim, a possibilidade do carregador ser usado também para outros aparelhos acabou servindo como um bônus – e eventual chamariz para os donos de motocicletas, o público-alvo da empresa paranaense.

    É possível recarregar aparelhos eletrônicos com 5V, 12V e 19V, o que inclui celulares, notebooks, tablets, câmeras digitais e outros dispositivos.

    Divulgação/Magnetron

    Primeiros testes do aparelho começaram há dois anos

    Segundo a empresa, o aparelho consegue dar partida no veículo (com carga completa) cerca de 20 vezes.

    Já para um notebook, por exemplo, o carregador consegue fornecer energia por entre duas e três horas.

    Distribuição

    O produto está à venda na rede de representantes da Magnetron, em varejistas e lojas especializadas – a empresa não comercializa suas peças diretamente para o consumidor final.

    Não há um valor tabelado de venda e, assim, o preço pode mudar conforme a loja e a cidade: em geral, o carregador sai entre R$ 450 e R$ 550, segundo Souza Filho.

    O número de aparelhos vendidos até o momento não é divulgado.

    Apesar do visual compacto e da cara de produto doméstico, o carregador não sinaliza uma mudança na estratégia ou portfólio da Magnetron, que segue apostando no mercado de peças e sistemas de ignição para motos.

    “Nosso foco continua sendo nas motocicletas. Já temos produtos que fazem parte desse segmento, como itens de segurança, buzinas, equipamentos elétricos. O carregador não vai na moto, claro, mas permite que a moto não pare por falta de carga na bateria. Pensamos na facilidade que esse piloto vai ter para dar esse carga ou para usar um celular que está sem bateria”, diz o gerente comercial da empresa.

  • 13nov

    NICK BILTON – “DO NEW YORK TIMES”

    John A. Rogers/The University of Illinois/Divulgação
    Sensor de computação vestível da empresa MC10
    Sensor de computação vestível da empresa MC10

     

    É quase certo que a próxima era da computação será dominada por vestíveis, porém ninguém sabe como eles serão nem em que parte do corpo serão usados.

    A Apple e a Samsung, por exemplo, estão apostando no pulso, enquanto o Google investe no rosto.

    Algumas empresas de tecnologia acreditam que todo o vestuário será eletrônico.

    Há também um novo segmento de start-ups que acha que os humanos se tornarão verdadeiros computadores ou pelo menos repositórios de tecnologia.

    Essas start-ups estão desenvolvendo computadores vestíveis que colam à pele como tatuagens temporárias ou como uma bandagem adesiva.

    Muitas dessas tecnologias são flexíveis, dobráveis e extremamente finas. Elas também podem ter formas exclusivas para se destacar como uma tatuagem ousada ou se confundir com a cor da pele.

    Computadores vestíveis serão mais baratos de produzir e funcionarão com mais precisão, pois os sensores ficarão rentes ou dentro do corpo das pessoas.

    A empresa MC10, com sede em Cambridge, Massachusetts, está testando um tipo de computador vestível do tamanho de um pedaço de chiclete, que pode ter antenas sem fio, sensores de temperatura e de batimentos cardíacos e uma bateria minúscula.

    Scott Pomerantz, diretor da MC10, disse: “Nosso computador vestível fica sempre ligado à pessoa.

    Ele é menor, mais flexível e estirável, e possibilita colher todos os tipos de dados biométricos relacionados aos movimentos”.

    Recentemente, a MC10 uniu esforços com John A. Rogers, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign.

    Há quase uma década, ele aperfeiçoa dispositivos flexíveis que possam ser usados na pele ou implantados.

      Divulgação University of Illinois/The New York Times  
    Sensor vestível da MC10 aderido à pele
    Sensor vestível da MC10 aderido à pele

     

    Como esses dispositivos funcionariam? A pessoa colocaria alguns sensores no corpo na hora de sair para correr, depois veria uma análise altamente detalhada de seu exercício no telefone.

    Outra função seria descobrir o melhor desodorante para certa pessoa. Um adesivo que monitora o grau de transpiração enviaria um e-mail com algumas recomendações.

    Outra utilidade seria monitorar a respiração de seu bebê colocando um pequeno sensor no peito dele para alertá-la caso ocorra qualquer problema.

    “Os sistemas biológicos e eletrônicos serão muito mais integrados”, afirmou Rogers. “Sem esse contato físico estreito, é difícil ou talvez até impossível extrair dados relevantes.”

    As aplicações para a saúde são numerosas.

    No ano passado, Rogers e sua equipe de cientistas trabalharam com pacientes com mal de Parkinson para monitorar seus movimentos, com dermatologistas que tratam doenças de pele e com empresas de cosméticos como a L’Oréal, a fim de desenvolver adesivos digitais que verificam a hidratação cutânea.

    Anke Loh, da Escola de Arte do Instituto de Chicago (SAIC), está fazendo experimentos para que os computadores vestíveis pareçam body art.

    “Ao ver esses adesivos, dá vontade de colocá-los na pele, mesmo sem saber para que servem”, disse.

    Cientistas da Universidade de Tóquio estão desenvolvendo uma “e-pele”, uma pele eletrônica que fica sobre a pele real.

    Ela parece um pedaço de plástico estirável, porém contém vários sensores relacionados à saúde.

    Em outra versão, cientistas estão trabalhando para adicionar uma camada de LEDs, transformando a pele em uma tela fixada ao corpo.

    Além de monitorar a saúde, as peles digitais poderão ser uma interface visual e talvez até substituam os smartphones.

    Porém, ainda é cedo para se desfazer de seu smartwatch ou do Google Glass.

    Vai demorar para que o futuro vestível vire realidade.

  • 11nov

     FILIPE GARRETT / TechTudo

    Novidade no mercado, o novo Raspberry Pi A+ inova e supera ainda mais. Isso porque a nova unidade do pequeno computador é menor e mais barata que os modelos anteriores.

    Ela é um upgrade em relação ao modelo A, contando com o mesmo processador e memória, mas com tamanho reduzido: a placa agora tem 65 mm (ante os 86 mm do modelo anterior).

    Em termos de preços, são apenas US$ 20 para adquirir o pequeno computador (aproximadamente R$ 51, em conversão direta). A versão anterior do modelo A custava US$ 25 (cerca de R$ 64).

    Novo Raspberry Pi ficou ainda menor e mais barato, mas com mais recursos (Foto: Divulgação)

    Novo Raspberry Pi ficou ainda menor e mais barato, mas com mais recursos (Foto: Divulgação)

     

    Outros aprimoramentos são o circuito de geração de áudio, que foi aprimorado, e o A+ consome menos energia que o antecessor.

    Além disso, inspirados nos upgrades realizados no modelo B+, os desenvolvedores do Raspberry Pi alteraram o leitor de cartões do antigo SD para o padrão microSD, ainda mais compacto.

    Foram adicionados também mais 14 pinos GPIO, levando o total a 40. Esses pinos são usados para a conexão com diversas placas e recursos que expandem as capacidades dos Raspberry Pi.

    Com essas melhorias, o modelo A+ se aproxima mais dos representantes da série B, que possuem hardware melhor e mais avançado.

    O modelo A+ já está disponível no mercado norte-americano. Os brasileiros interessados em investir na novidade podem tentar importá-lo.

    Diversas lojas dos Estados Unidos, credenciadas pela fundação Raspberry, enviam para o Brasil.

    Munido de cartão de crédito internacional, você pode comprar um desses pequenos.

    Outra opção é procurá-lo entre alguns vendedores independentes no Brasil, mas nesse caso o preço será maior.

  • 31ago

    Fernando Calmon/Colunista do UOL

     

    • Reprodução

      Semáforo avisa e carro fica pronto para momento certo de partida -- tudo online

      Semáforo avisa e carro fica pronto para momento certo de partida — tudo online

    Conectividade e automação são duas soluções em que os automóveis, daqui em diante, mais avançarão.

    O segundo recurso ainda depende de redução de custos e de alguma regulamentação adicional dos códigos de trânsito de cada país.

    Mas a utilização em massa de possibilidades da rede mundial interconectada de computadores, que a internet coloca à disposição, ainda terá desdobramentos surpreendentes para a indústria automobilística.

    Na recente CES (Feira de Eletrônica de Consumo, em inglês), em Las Vegas, uma nova tecnologia de reconhecimento avançado dos semáforos de trânsito foi demonstrada para aliviar a dura rotina dos motoristas das cidades.

    De quebra, ela também pode melhorar a fluidez e evitar pesadas multas de desrespeito eventual à sinalização, além de proteger pedestres e os próprios motoristas.

    ONDA VERDE ELETRÔNICA

    Iniciativa da Audi foi de atrelar a internet a bordo dos carros à rede de semáforos inteligentes que muitas cidades já utilizam por meio de computadores centrais de controle de trânsito.

    A novidade é capaz de assimilar em tempo real a sequência e o intervalo de troca de sinais no entorno do carro.

    Em seguida, ela transmite essa referência ao quadro de instrumentos e o Sistema de Informações ao Motorista (SIM) mostra a velocidade correta para que o veículo alcance o maior número possível de sinais verdes.

    Um ícone representa o semáforo com as três luzes.

    Se o automóvel está parado no sinal vermelho, o SIM calculará o tempo restante até mudar para o verde e reproduzirá uma contagem regressiva no painel.

    Esse recurso se integra ao sistema start/stop do motor e providenciará a partida automática cinco segundos antes de o sinal abrir.

    MENOS POLUENTES

    Pelos cálculos da Audi, a interação online da rede de semáforos com os carros em movimento tem potencial de reduzir as emissões de gás carbônico (CO2) em até 15%, em razão de economizar quase 1 bilhão de litros de combustível por ano, se utilizada em toda a Alemanha, cuja frota total é de quase 50 milhões de veículos.

    Segundo a fabricante, a tecnologia já está totalmente funcional, testada e pronta para entrar em produção em toda sua linha, à espera apenas de autorização governamental.

    Uma demonstração nas avenidas e estradas em torno de Las Vegas, em janeiro, com 50 semáforos ou faróis, foi bem sucedida. Testes também estão em curso na região italiana de Verona e envolvem 60 sinais pelo centro da cidade.

    Experiência mais abrangente é em Berlim. Na capital alemã, 25 clientes de carros comuns equipados com o sistema interagem com sucesso à rede de 1.000 semáforos inteligentes da cidade.

    Divulgação

    Ícone no painel mostra velocidade correta e tempo restante para pegar sinal verde

    PEQUENOS PASSOS

    Conectividade entre automóveis, motoristas e o mundo digital já permite que o veículo procure sozinho, sem ninguém atrás do volante, uma vaga em estacionamento, faça as manobras para entrar na vaga e depois saia e retorne às mãos do seu dono, apenas ao sinal enviado por telefone inteligente.

    Acredita-se que antes de se autorizar, em larga escala, a direção autônoma por ruas e estradas, a utilização em velocidade reduzida nos estacionamentos servirá de teste definitivo para a nova tecnologia.

    Afinal, ela envolve baixos riscos, além de se sujeitar menos a adaptações da legislação de trânsito e a questões jurídicas de responsabilidade civil.

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